tudo de moto

Kymco DJW 50 2002

Preço FIPE do ano-modelo 2002, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma DJW 50 usada.

  • Ciclomotor
  • 50 cc
  • Gasolina

FIPE 2002

R$ 2.357

Moto
Kymco DJW 50
Ano-modelo
2002
Geração
1997–2002

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 832001-2. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Kymco DJW 50

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Kymco DJW 50 2002. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

A Kymco DJW 50 2002 em resumo

A DJW 50 2002, da Kymco, é um ciclomotor de 50 cc. Ela pertence à geração 1997–2002, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é dois tempos: o óleo é queimado junto com a gasolina e não há válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A transmissão é automática (CVT): não há marchas nem manete de embreagem. A transmissão final é por correia dentada.

Preço FIPE da DJW 50 2002

O preço médio da DJW 50 2002 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 2.357. A do ano 2001 sai por R$ 2.228 (+5,8% de diferença).

Na comparação com as 17 motos ciclomotor 2002 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 12 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A DJW 50 e o jeito ciclomotor de andar

Quem escolhe um ciclomotor quer o básico: um veículo pequeno, de manutenção barata e consumo muito baixo, para rodar perto de casa todos os dias. Ele não foi feito para estrada nem para vias rápidas, e o desempenho reflete isso. Em troca, é fácil de estacionar, leve para manobrar e simples de pilotar.

As regras para ciclomotores mudaram nos últimos anos, e hoje registro, placa e habilitação são exigidos. Antes de comprar um usado, pergunte ao Detran se ele está regularizado ou o que falta para isso, e só então olhe a mecânica.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da DJW 50 2002

Para a manutenção da DJW 50 2002, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Kymco DJW 50 2002 usada: o que olhar

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma DJW 50, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
  • Motor dois tempos. Motor dois tempos solta alguma fumaça por natureza, porque queima óleo junto com a gasolina. O que preocupa é fumaça exagerada, partida difícil, falta de força em alta e batida. Pergunte como o óleo 2T é usado: misturado no tanque ou por bomba própria. Se a bomba foi eliminada, a mistura passa a depender sempre de quem abastece.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Transmissão automática (CVT). O câmbio automático tem peças de desgaste escondidas atrás da tampa: correia, roletes, polias e embreagem. Num teste curto já aparecem tranco ou vibração na arrancada, motor que sobe de giro e demora a empurrar a moto e assobio constante. Se o histórico não mostra a troca da correia no prazo, inclua essa troca na negociação.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.

Cuidados que acompanham uma moto 2002

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2002 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 24 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
  • Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
  • Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e vale a pena antes de gastar com qualquer acessório.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 24 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
  • Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a DJW 50 2002 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.

Documentos e negociação da DJW 50 2002

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.

Motos parecidas com a DJW 50 2002

Para comparar: motos ciclomotor 2002 com valor FIPE perto do da DJW 50.

A DJW 50 em outros anos

Anos-modelo da DJW 50 no catálogo, de 2002 a 1997, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da DJW 50 2002

Medidas e especificações
Cilindrada50 cc
CombustívelGasolina
Óleo do motoróleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção
Características
MotorDois tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
Suspensão traseiraMonoamortecida
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da DJW 50 2002

As peças desta moto são as da geração 1997–2002. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da DJW 50 2002?

Na referência de outubro de 2026, a Kymco DJW 50 2002 vale R$ 2.357 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da DJW 50 2002?

A DJW 50 2002 tem 50 cc, com motor dois tempos e carburador.

Que óleo usar na DJW 50 2002?

A referência para o motor é óleo 2T JASO FC/FD, mistura ou injeção. Confira no manual o prazo de troca.

Quilometragem alta é problema?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Moto carburada ainda vale a pena?

Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.

Uma moto 2002 ainda paga IPVA?

Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.

Manter uma moto 2002 custa caro?

Depende de quanto a moto foi preservada e da facilidade de achar peças. Modelos que venderam muito costumam ter reposição farta; outros dependem de garimpo. Mecânica simples ajuda, mas moto antiga pede revisões mais frequentes em borrachas, fiação e alimentação.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.