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Tanque de combustível da Kymco DJW 50 1997–2002

O que define a tanque de combustível certa para a DJW 50 desses anos, e onde encontrar.

Tanque de combustível que serve

DJW 50 1997–2002

Moto
Kymco DJW 50
Anos
1997 a 2002
Cilindrada
50 cc
Alimentação
Carburador

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com tanque de combustível para a Kymco DJW 50

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O tanque de combustível certo para a DJW 50 1997–2002

Para o tanque de combustível, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a DJW 50 e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (1997–2002), e termina na comparação com a peça antiga.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a DJW 50 1997–2002; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

Para que serve o tanque de combustível da DJW 50

O tanque guarda o combustível e é o ponto de partida de toda a alimentação do motor. Parece uma peça passiva, mas não é só uma caixa: ele tem o bocal com a tampa, as saídas para o carburador ou para a bomba de combustível, o respiro que deixa o ar entrar conforme o combustível sai e, em muitas motos, o sensor que mostra o nível no painel.

Na maioria das motos de rua o tanque é de chapa de aço estampada e soldada, pintado por fora. Em vários modelos de trilha e em muitas scooters ele é de plástico especial. Em qualquer caso, a limpeza interna do tanque influi direto na saúde do resto da alimentação.

Como o tanque de combustível trabalha na DJW 50

A DJW 50 1997–2002 é um ciclomotor de 50 cc. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Por ser dois tempos, o motor tem menos peças móveis, mas pede óleo próprio para 2T e cuidado com a carburação.

Em moto carburada, a torneira fica presa ao tanque e tem uma tela que segura a sujeira. Se essa tela vive suja, o problema está no tanque. Na troca do tanque, a torneira é transferida com junta nova e a tela é limpa ou trocada.

No motor dois tempos, o óleo é queimado junto com a gasolina. Conforme a moto, ele vai misturado no próprio tanque ou fica num reservatório separado, com bomba de óleo. Nunca confunda os dois bocais e siga a orientação do manual sobre mistura.

Quando desconfiar do tanque de combustível

Alguns sinais de tanque com problema são visíveis; outros aparecem como falhas no motor. Vale juntar as pistas antes de decidir entre limpar, reparar ou trocar.

  • Fixação da tampa danificada. Se a tampa não fecha bem porque a base no tanque está torta ou com rosca estragada, entra água e sai vapor. Avalie o reparo na oficina antes de trocar a tampa à toa.
  • Borra ou cor estranha no combustível. Combustível drenado com cor escura, partículas, gotas de água no fundo ou uma borra gelatinosa mostra contaminação. Pode ser combustível velho, água ou ferrugem, e em qualquer caso o tanque precisa ser limpo.
  • Umidade ou gota de gasolina. Vazamento no tanque costuma aparecer primeiro como uma umidade que não seca e um cheiro forte. Pode estar numa solda, num furo de ferrugem ou numa vedação. Leve à oficina antes de usar a moto.
  • Pintura com bolhas. Pintura levantando em pequenas bolhas é sinal de corrosão por baixo da tinta. Em tanque de aço, isso é mais do que estética: a ferrugem continua trabalhando.
  • Ferrugem visível no bocal. Abra a tampa e olhe com uma lanterna. Pontos alaranjados nas paredes ou na borda do bocal indicam ferrugem interna. Se dá para ver perto da boca, provavelmente há mais lá dentro, principalmente no fundo.

Como escolher o tanque certo para a DJW 50

Tanque é peça específica de cada moto: formato, fixações, bocal e saídas mudam de modelo para modelo e, às vezes, de um ano para outro. A compra é feita pela aplicação, e um tanque usado pede inspeção cuidadosa.

  • Original, reposição ou usado. O tanque original costuma encaixar sem ajuste e ter melhor proteção interna. O de reposição pode atender bem, desde que a aplicação seja declarada e o acabamento seja bom. O usado sai mais em conta, mas exige inspeção por dentro e por fora.
  • Fixações e borrachas. Compare os pontos de fixação: suportes, furos dos parafusos e encaixes das borrachas. As borrachas e coxins que isolam o tanque da vibração costumam ser transferidos do antigo, mas vale trocar se estiverem ressecados.
  • Procedência e nota. Exija nota, tanto do novo quanto do usado. No caso de peça usada, prefira desmanches regularizados, que identificam a origem da peça.
  • Pintura e cor. Muitos tanques de reposição vêm só com fundo, prontos para pintar. Mesmo o original pode vir em cor diferente da sua. Considere a pintura, os adesivos e os emblemas no custo total.
  • Inspeção do tanque usado. Olhe por dentro com lanterna: as paredes devem estar limpas, sem ferrugem, sem descamação e sem revestimento soltando. Por fora, procure soldas refeitas, furos tapados e umidade nos cantos.

Troca do tanque de combustível passo a passo

A troca do tanque envolve esvaziar combustível, soltar conexões e transferir peças como tampa, torneira ou bomba. Gasolina é inflamável e os vapores se espalham, então o serviço exige local ventilado e cuidado. Em moto injetada, por causa da linha pressurizada, o recomendado é a oficina.

  1. Preparar o local. Local arejado, longe de chama, cigarro, aquecedor e qualquer fonte de faísca, com extintor por perto. Motor frio. Separe um galão próprio para combustível, nunca garrafa PET ou balde aberto.
  2. Esvaziar o tanque. Retire o combustível pelo dreno, pela torneira ou pelo método do manual. Tanque vazio fica mais leve e reduz o risco de derramar ao inclinar. Em moto injetada, a oficina faz isso sem abrir a linha pressurizada de qualquer jeito.
  3. Desligar a bateria e abrir o acesso. Solte o cabo negativo da bateria. Depois, retire banco, tampas laterais e carenagens que prendem ou cobrem o tanque, conforme o modelo. Guarde os parafusos separados por posição.
  4. Soltar mangueiras e conectores. Com a torneira fechada ou a linha despressurizada, solte a mangueira de combustível, o conector elétrico da bomba ou do sensor de nível e as mangueiras de respiro e dreno. Fotografe antes, para montar igual.
  5. Retirar o tanque. Solte os parafusos de fixação e levante o tanque com cuidado, conferindo se nada ficou preso por baixo. Apoie em superfície macia, com a saída para cima, longe de fontes de calor.
  6. Transferir as peças. Passe para o tanque novo a tampa, a torneira ou a bomba, o sensor de nível, borrachas e emblemas, conforme o caso. Use vedações novas na torneira e na flange da bomba. Confira se o tanque novo está limpo por dentro.
  7. Montar e conferir as mangueiras. Na montagem, siga as fotos. Cada mangueira no seu lugar, sem dobra e sem ficar presa entre o tanque e o quadro. Conectores travados e abraçadeiras firmes.
  8. Abastecer pouco e testar. Antes de encher, um teste com pouco combustível mostra se há vazamento. Sem cheiro e sem umidade, ligue a moto, observe por alguns minutos e confira se o marcador de combustível responde.

Combustível drenado deve ser guardado em recipiente próprio ou descartado de forma correta, nunca no ralo ou na terra. Se o tanque antigo tinha ferrugem, troque ou limpe também o filtro e as telas, que receberam essa sujeira.

Tanque bem cuidado: o que fazer no dia a dia

O tanque dura a vida da moto quando é bem tratado. Os maiores inimigos são a umidade por dentro e os riscos e quedas por fora.

  • Confira as borrachas de fixação. As borrachas que apoiam o tanque absorvem vibração. Ressecadas ou faltando, deixam o tanque vibrar contra o quadro, o que pode desgastar a chapa e afrouxar as fixações.
  • Mantenha a tampa vedando. A tampa é a primeira defesa do tanque contra água. Se a vedação está gasta, a água entra a cada lavagem. Trocar a borracha ou a tampa custa bem menos do que tratar um tanque enferrujado.
  • Limpe o bocal antes de abrir. Antes de abrir a tampa, limpe a região em volta. Tudo o que cai no bocal vai para o fundo do tanque e depois para a alimentação.
  • Limpe a gasolina derramada. Ao abastecer, pare quando o bico desarmar e não force até a boca. A gasolina que escorre ataca adesivos e verniz. Um pano à mão resolve.

Erros comuns com o tanque de combustível

Alguns erros com o tanque custam a peça; outros podem causar incêndio ou explosão. Estes são os mais vistos na oficina.

  • Reaproveitar vedações velhas. Na troca do tanque, as vedações velhas devem ir para o lixo. Reaproveitar é chamar vazamento e cheiro de gasolina.
  • Guardar gasolina de qualquer jeito. O combustível drenado do tanque precisa de recipiente adequado. Improvisar com garrafa é perigoso para você e para quem mora na casa.
  • Tapar vazamento com massa ou cola. Massa epóxi ou cola por fora pode segurar um vazamento por um tempo, mas não é reparo definitivo. O combustível volta a passar e o risco de incêndio continua. Use só como emergência, até chegar à oficina.
  • Montar com mangueira dobrada. Mangueira de respiro ou de combustível esmagada entre o tanque e o quadro causa falha de alimentação, às vezes só depois de alguns quilômetros. Confira cada mangueira antes de apertar o tanque.

Quanto vale a DJW 50 1997–2002

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da DJW 50 nesta geração ficam entre R$ 1.484 e R$ 2.357. Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do tanque de combustível chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.

AnoFIPE
2002R$ 2.357
2001R$ 2.228
2000R$ 2.046
1999R$ 1.825
1998R$ 1.617
1997R$ 1.484

Outras peças da DJW 50 1997–2002

Ficha técnica completa da Kymco DJW 50 1997–2002

Perguntas frequentes

Posso usar o tanque de combustível de outro modelo na DJW 50?

Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a DJW 50 1997–2002. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.

Quantos litros cabem no tanque?

A capacidade total e a da reserva estão no manual do proprietário e na ficha técnica do fabricante. Elas mudam conforme o modelo e, às vezes, entre versões. Na prática, o que você coloca ao abastecer costuma ser um pouco menos que a capacidade total.

Posso usar o tanque de outra versão?

Às vezes sim, às vezes não. Versões carburada e injetada da mesma moto, por exemplo, costumam ter tanques diferentes. Confira a aplicação pelo código da peça original antes de fechar negócio.

Dá para recuperar tanque com ferrugem?

Depende do estágio. Ferrugem superficial tem tratamento. Ferrugem profunda, com furos ou chapa fina, normalmente pede troca. Em qualquer caso, o filtro e as telas precisam ser limpos ou trocados depois.

Tanque amassado é perigoso?

Amassado pequeno e raso costuma ser só estético e pode ser corrigido na funilaria. Amassado fundo, com vinco ou perto das soldas, merece avaliação, porque a chapa pode ter enfraquecido ou trincado. Qualquer sinal de vazamento muda a história: aí é reparo profissional ou troca.

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