Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Honda Biz 100 ES 2012–2015
O que define a kit relação (corrente, coroa e pinhão) certa para a Biz 100 ES desses anos, e onde encontrar.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve
Medida em conferência
- Moto
- Honda Biz 100 ES
- Anos
- 2012 a 2015
- Cilindrada
- 97 cc
- Transmissão final
- Corrente
- Câmbio
- Manual
- Embreagem
- Automática (centrífuga)
Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.
Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Honda Biz 100 ES
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Honda Biz 100 ES 2012–2015. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaKit relação (corrente, coroa e pinhão) de reposição para a Honda Biz 100 ES 2012–2015
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| Todos os anos | |||
| FIT3222 | Kit transmissao C125 Biz / Pop 100 428H*10 31571 | SMARTFOX | |
| FIT3222 | Kit transmissao C125 Biz / Pop 100 428H*10 31571 | SMARTFOX | |
Peças compatíveis de catálogos de reposição para esta versão e estes anos. Todos os códigos de kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Honda Biz 100.
Produtos de marca para a Honda Biz 100 ES 2012–2015
Scud Kit Transmissão Biz 100 35/15 428Hx108428 35/15
Scud Kit Transmissão Biz 100 2013 em diante 34/14 428Hx108428 34/14
Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428H, 35/15, 108 elos)428, 428 35/15
Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428H, 34/14, 108 elos)428, 428 34/14
Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428H O-Ring, 35/15, 108 elos)428, 428 35/15
Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428 V-Ring Gold, 35/15, 108 elos)428, 428 35/15
Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428H O-Ring, 34/14, 108 elos)428, 428 34/14
Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428 V-Ring Gold, 34/14, 108 elos)428, 428 34/14
Pelas aplicações que os fabricantes declaram para o modelo. Confira versão e ano antes de comprar.
Qual kit relação comprar para a Biz 100 ES 2012–2015
Ainda estamos conferindo a medida do kit relação da Honda Biz 100 ES 2012–2015 em fonte técnica. Enquanto ela não entra na ficha, o caminho mais seguro é comprar pela peça antiga ou pelo manual do proprietário.
A medida da relação desta geração ainda está em conferência. Na loja, informe modelo e ano e, se possível, leve os números da coroa, do pinhão e da corrente que estão na moto.
Corrente, coroa e pinhão: o que o kit relação faz na Biz 100 ES
Toda a potência que o motor produz passa pela corrente antes de chegar ao chão. Ela trabalha sob tração forte nas arrancadas, recebe tranco a cada troca de marcha e fica exposta a poeira, chuva e areia. A coroa e o pinhão, por sua vez, se desgastam junto com ela, dente por dente.
É por isso que se fala em kit: corrente, coroa e pinhão envelhecem juntos e se acostumam uns aos outros. Peça nova trabalhando com peça gasta não assenta direito, faz barulho e dura pouco. Quando chega a hora, a troca certa é do conjunto inteiro.
O kit relação na Biz 100 ES: o que a ficha diz
Para entender o kit relação desta moto, vale olhar a ficha: a Biz 100 ES é uma motoneta (cub) de 97 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. Não há manete de embreagem; ela trabalha sozinha, pela rotação do motor. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.
Na Biz 100 ES, a corrente fica protegida por uma capa, o que ajuda a conservá-la. O lado ruim é que ninguém olha. Inclua a conferência da folga e do estado do kit em toda revisão.
Em motos pequenas usadas para trabalho e entrega, como muitas Biz 100 ES, o kit relação roda muito, em trânsito pesado e com saídas seguidas. A lubrificação frequente e a conferência da folga em toda parada para revisão fazem o kit durar bem mais.
Com freio traseiro a tambor, regular a corrente mexe também no freio. Toda vez que os esticadores forem ajustados, a folga do pedal precisa ser conferida, e a roda deve girar livre, sem o freio arrastando.
Como saber se a relação precisa de troca
O kit relação dá vários avisos antes de chegar ao fim. Alguns você percebe pilotando; outros só aparecem olhando de perto, com a moto parada e a roda girando na mão.
- Elos duros ou travados. Elo travado aparece como um ponto em que a corrente não endireita ao passar pelo pinhão ou pela coroa. Às vezes a limpeza e a lubrificação soltam; se o elo continua duro, a corrente está condenada.
- Ferrugem e retentores ressecados. Ferrugem nos roletes e nas placas mostra que a corrente ficou sem proteção. Na corrente com retentor, anéis de borracha ressecados, rachados ou faltando deixam sair a graxa interna, e o desgaste acelera.
- Barulho e tranco em baixa. Ruído de corrente batendo na balança ou no protetor e aquele "tec-tec" ao tirar e pôr gás indicam folga demais ou kit gasto. Em marcha baixa, no trânsito, o sintoma fica mais claro.
- Esticador no fim do curso. Repare nas marcas de regulagem perto do eixo traseiro. Quando o ajuste chega ao fim da escala, a corrente passou do ponto. Tirar elo para ganhar curso é gambiarra: a coroa e o pinhão também já estão gastos.
- Regulagem que não segura. Você regula a folga e, pouco tempo depois, a corrente está frouxa de novo. Quando isso vira rotina, os pinos e as buchas da corrente já gastaram, e ela continua esticando a cada saída mais forte.
Como escolher o kit relação certo para a Biz 100 ES
Com as informações certas, comprar o kit é rápido e sem erro. Vale levar à loja o modelo e o ano da moto e, se possível, conferir as peças que estão nela.
- Tipo de emenda. A corrente pode fechar com emenda de presilha (clipe) ou com emenda rebitada. A de clipe se monta com alicate; a rebitada pede ferramenta específica. Em motos maiores, a rebitada costuma ser a indicada pelo fabricante.
- Número de elos. Os elos contam tanto quanto o passo. Se a corrente vier com mais elos que o necessário, ela precisa ser cortada com ferramenta própria. Se vier com menos, não serve, mesmo que o passo esteja certo.
- Corrente com ou sem retentor. Corrente com retentor tem anéis que seguram a graxa nos pinos. Ela tende a durar mais e esticar menos, desde que bem cuidada. Antes de trocar o tipo, confira se a corrente cabe na moto: ela costuma ser um pouco mais larga.
- Furação e encaixe da coroa. Duas coroas com o mesmo número de dentes podem ter furação, diâmetro central ou espessura diferentes. A coroa precisa encaixar no cubo da roda da sua moto. Compare com a peça velha ou compre pela aplicação.
- Dentes da coroa e do pinhão. Conte ou leia os dentes gravados nas peças. Mudar a quantidade altera a força na saída, a rotação em velocidade de cruzeiro e, em muitas motos, a marcação do velocímetro. Na dúvida, fique no original.
Troca do kit relação passo a passo
Corrente que solta ou arrebenta pode travar a roda traseira. Por isso, a troca precisa ser bem feita: peças certas, emenda bem montada, folga regulada e roda alinhada. Na dúvida, deixe com a oficina.
- Confira as peças novas. Com a caixa na mão, confira se a aplicação bate com a moto e se os números de dentes são os mesmos da peça antiga. Conte também os elos, ou peça para a loja confirmar.
- Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
- Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
- Troque a coroa e confira o cubo. Solte os parafusos da coroa e instale a nova com o lado certo para fora. Aperte em cruz, no torque indicado no manual. Aproveite para olhar as borrachas do cubo da coroa: se estiverem gastas, a roda dá trancos.
- Instale o pinhão novo. Limpe as estrias do eixo de saída e monte o pinhão novo com a face certa voltada para fora. Use arruela trava nova, se for o caso, e faça o aperto final como o manual indica assim que a corrente estiver montada.
- Monte a roda e feche a corrente. Recoloque a roda, passe a corrente pelo pinhão e pela coroa e feche a emenda. Na emenda de clipe, a parte fechada da presilha fica voltada para o sentido em que a corrente anda. Emenda rebitada só com ferramenta própria.
- Regule a folga e alinhe a roda. Regule a folga com os esticadores, girando a roda para achar o ponto mais apertado. Confira as marcas dos dois lados da balança: roda desalinhada gasta o kit novo de lado e deixa a moto puxando.
- Aperte o eixo e revise o freio. O aperto do eixo segura a roda e a regulagem. Use torquímetro, recoloque a trava e só então teste o freio traseiro, que pode ter mudado de ponto com o deslocamento da roda.
- Lubrifique e teste. Lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e protetores e faça um teste curto em baixa velocidade. Depois dos primeiros passeios, confira de novo a folga: o kit novo assenta e costuma esticar um pouco no começo.
Depois da troca, a primeira regulagem de folga vem cedo, porque o kit novo assenta. Se você não tem ferramentas para isso, combine o retorno com a oficina e aproveite para conferir o aperto do eixo e o freio traseiro.
Cuidados que aumentam a vida da relação
A forma de pilotar e a manutenção pesam mais na vida da relação do que a marca do kit. Estes cuidados valem para qualquer moto com corrente.
- Mantenha a roda alinhada. Alinhamento é parte da regulagem. As marcas dos dois lados da balança precisam bater. Se a coroa mostra desgaste só de um lado, a roda está ou esteve desalinhada.
- Pilote sem trancos. Cada tranco na transmissão é um puxão forte na corrente. Saídas suaves e reduções sem tranco fazem diferença na vida do kit, principalmente em quem roda muito no trânsito.
- Nem frouxa, nem esticada. Corrente frouxa bate, dá tranco e pode sair da coroa. Corrente esticada demais força o rolamento do eixo de saída e o da roda e não acompanha o movimento da suspensão. A folga certa protege o conjunto inteiro.
- Mantenha os protetores no lugar. Tampa do pinhão e protetor da corrente não são enfeite: evitam que roupas, cadarços ou galhos sejam puxados pela corrente e seguram parte da sujeira e do lubrificante.
O que não fazer com a corrente da moto
Muitos kits novos duram metade do que poderiam por erros na compra ou na montagem. Estes são os que mais aparecem no balcão e na oficina.
- Esquecer o freio traseiro e o aperto do eixo. Depois de mexer na roda, o eixo precisa do torque certo e o freio traseiro precisa ser conferido. Pular essa etapa é risco de segurança, não só de desgaste.
- Rodar com a corrente frouxa. Corrente muito frouxa pode sair do pinhão ou da coroa. Quando isso acontece rodando, ela pode travar a roda traseira ou quebrar a carcaça do motor perto do pinhão.
- Trocar só a corrente. Economizar a coroa e o pinhão quase sempre sai caro: os dentes gastos destroem a corrente nova. Corrente, coroa e pinhão se trocam juntos.
- Deixar a corrente esticada demais. Apertar além da conta não deixa a corrente "mais firme": faz ela gastar mais rápido e castiga rolamentos. A folga certa existe por causa do movimento da balança.
A Biz 100 ao longo dos anos
A família Biz 100 reúne 3 versões e 5 gerações no catálogo, de 1998 a 2015. Em todas as gerações com a medida na ficha, o kit relação é o mesmo: coroa 35 | pinhão 15. Em 2 gerações a medida ainda está em conferência.
Quanto vale a Biz 100 ES 2012–2015
Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da Biz 100 ES nesta geração ficam entre R$ 10.045 e R$ 11.217. Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do kit relação chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2015 | R$ 11.217 |
| 2014 | R$ 10.596 |
| 2013 | R$ 10.298 |
| 2012 | R$ 10.045 |
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) nos outros anos e versões da Biz 100
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| Biz 100 ES (esta página) | 2012–2015 | em conferência |
| Biz 100 ES | 1999–2011 | coroa 35 | pinhão 15 conferido |
| Biz 100 KS | 2012–2015 | em conferência |
| Biz 100 KS | 1998–2011 | coroa 35 | pinhão 15 conferido |
| C 100 Biz+ | 2002–2005 | coroa 35 | pinhão 15 conferido |
Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.
Outras peças da Biz 100 ES 2012–2015
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Posso usar emenda de presilha em qualquer moto?
Use a que o fabricante da moto indica. A de clipe é prática e comum em motos pequenas. A rebitada é mais segura em correntes que recebem muita força e é o padrão em muitas motos maiores, mas precisa de ferramenta própria.
Qual a folga certa da corrente?
Cada moto tem o seu valor. A medição é feita empurrando a corrente para cima e para baixo no meio do trecho inferior. Gire a roda, procure o ponto mais apertado e regule por ele, com os esticadores alinhados.
Por que a corrente nova esticou tão rápido?
Uma regulagem logo depois da troca é esperada. Alongamento rápido e contínuo, porém, indica problema: peça velha misturada no kit, roda desalinhada, corrente seca ou excesso de tranco na pilotagem.
Corrente com retentor vale a pena?
Em geral, vale para quem roda bastante. Os retentores seguram a lubrificação interna e protegem contra sujeira. A manutenção continua necessária, com produtos que não ataquem a borracha, e a largura precisa caber na moto.
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