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Sensor de posição da borboleta (TPS) da Honda Biz 125 ES 2025–2027

O que define a sensor de posição da borboleta (tps) certa para a Biz 125 ES desses anos, e onde encontrar.

Sensor de posição da borboleta (TPS) que serve

Biz 125 ES 2025–2027

Moto
Honda Biz 125 ES
Anos
2025 a 2027
Cilindrada
124 cc
Alimentação
Injeção eletrônica

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com sensor de posição da borboleta (tps) para a Honda Biz 125 ES

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura sensor de posição da borboleta (tps) para a Honda Biz 125 ES 2025–2027. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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O sensor TPS certo para a Biz 125 ES 2025–2027

Não há uma "medida" que resolva o sensor TPS: ele é desenhado para a Biz 125 ES. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a Biz 125 ES e os anos 2025–2027), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

Para que serve o sensor TPS da Biz 125 ES

O sensor TPS é pequeno, mas participa de quase tudo o que a injeção faz. Marcha lenta, enriquecimento na aceleração rápida e corte de combustível na desaceleração dependem de a central saber a posição exata da borboleta. Em muitos modelos ele é um potenciômetro, com uma pista interna e um contato que desliza sobre ela; em outros, funciona sem contato físico.

No tipo com contato, o desgaste da pista é a falha mais comum: aparecem pontos em que o sinal some ou salta, e a moto dá um tranco justamente naquela abertura de acelerador, que costuma ser a mais usada no dia a dia.

O que muda no sensor TPS da Biz 125 ES

A Biz 125 ES 2025–2027 é uma motoneta (cub) de 124 cc. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. A partida é elétrica, só no botão.

Em várias motos de baixa cilindrada, o TPS faz parte de um conjunto de sensores montado no corpo de borboleta, e a fabricante não vende o sensor separado. Antes de procurar a peça, confirme com o catálogo da marca como ela é fornecida para a Biz 125 ES.

Trancos em velocidade constante são um sintoma clássico de TPS com pista gasta, mas a corrente frouxa ou a relação gasta também dão trancos ao abrir e fechar o acelerador. Confira a folga da corrente antes de culpar o sensor.

Em scooters e motonetas, o corpo de borboleta costuma ficar escondido sob o banco, o assoalho ou as carenagens. O acesso exige tirar peças plásticas, e é fácil quebrar travas. Vale fazer na oficina que conhece o modelo.

Sinais de que o sensor TPS da Biz 125 ES está com defeito

Antes de comprar o sensor, repare em quando a falha aparece. TPS ruim costuma dar sinais ligados a uma posição do acelerador ou à transição entre fechado e aberto.

  • Morre ao fechar o acelerador. Se a moto morre na desaceleração ou ao chegar na marcha lenta, a central pode estar recebendo um sinal errado de posição da borboleta. Corpo de borboleta muito sujo provoca o mesmo sintoma e deve ser descartado antes.
  • Dificuldade para pegar. Partida difícil sem outro motivo aparente pode ter relação com o TPS em motos cuja central usa a posição da borboleta durante a partida. É um sintoma menos comum, que só a leitura com scanner confirma.
  • Buraco ao abrir o acelerador. Você abre o acelerador e a moto hesita por um instante, como se engasgasse, antes de responder. A central não percebeu a abertura a tempo e não enriqueceu a mistura. Sensor com sinal lento ou falhando no começo da pista dá esse efeito.
  • Marcha lenta oscilando. Marcha lenta que "respira", subindo e caindo, é um dos sintomas típicos. Pode ser TPS lendo errado na posição fechada, mas também corpo de borboleta sujo ou entrada falsa de ar. A leitura no scanner com o acelerador fechado ajuda a separar uma coisa da outra.
  • Falha que muda ao mexer no chicote. A falha aparece e some quando você vira o guidão, passa por buraco ou mexe na fiação perto do corpo de borboleta. Esse tipo de defeito intermitente costuma estar no conector ou nos fios do sensor, não necessariamente na peça.

Como escolher o sensor TPS certo para a Biz 125 ES

Antes de levar o sensor, tenha em mãos os dados da moto e, se possível, a peça antiga. Isso evita a troca errada e a volta à loja.

  • Modelo, ano e chassi. A busca começa pela aplicação. Com modelo, ano e chassi, o vendedor encontra o sensor certo no catálogo e evita confundir versões parecidas da mesma moto.
  • Conector e número de fios. Compare o conector: formato, número de pinos e posição da trava. A maioria dos TPS tem três fios, mas os conectores mudam de um sistema para outro. Conector diferente leva a emenda, e emenda em sensor é fonte de defeito.
  • Código da peça original. Anote o número impresso no sensor antigo. É por ele que o balconista cruza a peça com as opções de reposição e confirma que a curva de sinal é a mesma.
  • Sensor avulso ou conjunto. Nem sempre existe o TPS sozinho. Há motos em que ele vem integrado a outros sensores, ou ao próprio corpo de borboleta. Pergunte na loja como a peça é fornecida para a sua aplicação.
  • Com contato ou sem contato. Existem sensores de tecnologias diferentes. Se a sua moto saiu de fábrica com um tipo, a reposição precisa entregar o mesmo sinal. Quem garante isso é a aplicação declarada, não a aparência.

Como é feita a troca do sensor TPS da Biz 125 ES

A troca do sensor de posição da borboleta exige mais cuidado do que força. Veja como o trabalho deve ser feito na oficina, do teste inicial ao teste rodando.

  1. Confirmar o defeito. Antes de soltar qualquer parafuso, a leitura da central mostra se o sinal do sensor está dentro do valor do manual e se varia sem falhas. Também se confere conector, folga do cabo do acelerador e limpeza do corpo de borboleta.
  2. Desligar a chave e a bateria. Com a chave desligada, o negativo da bateria é solto. Mexer em conector de sensor com a central energizada pode gerar códigos de defeito e, em casos raros, danificar componentes.
  3. Acessar o corpo de borboleta. Conforme a moto, é preciso tirar banco, tampas, carenagens ou até o tanque para chegar ao corpo de borboleta. O manual de serviço indica o caminho. Mangueiras e conectores em volta são soltos com cuidado.
  4. Marcar e retirar o sensor antigo. Se o sensor tiver furos oblongos de ajuste, a posição é marcada antes de soltar. O conector é desconectado pela trava, os parafusos saem e o sensor é retirado sem girar o eixo da borboleta à força.
  5. Instalar o sensor novo. O sensor novo é encaixado no eixo na posição certa, sem forçar, com o anel de vedação no lugar quando houver. Os parafusos recebem aperto leve, conforme o manual. Aperto demais trinca a carcaça plástica.
  6. Ajustar ou fazer o reset. Em muitas motos, depois da troca é preciso ajustar o sensor até o valor especificado com a borboleta fechada, ou fazer um procedimento de reset para a central reaprender a posição. Cada fabricante tem o seu método, descrito no manual de serviço.
  7. Conferir o acelerador. Antes de ligar a moto, gire a manopla e solte em várias posições do guidão: ela tem de voltar sozinha até o fim. Qualquer prisão no retorno precisa ser resolvida antes de rodar.
  8. Apagar códigos e testar rodando. Com o scanner, apagam-se os códigos e acompanha-se o sinal do sensor novo com o motor funcionando. O teste final é na rua, prestando atenção à saída, à velocidade constante e à desaceleração.

Sensor trocado sem ajuste ou sem reset pode deixar a marcha lenta e a resposta do acelerador piores do que antes. Se a sua moto exige esse procedimento, ele faz parte do serviço, não é opcional.

O que ajuda o sensor TPS no dia a dia

O TPS não tem troca periódica. Ele dura bastante quando o corpo de borboleta é bem cuidado e a fiação fica protegida de água e de esforço.

  • Peça leitura da central na revisão. Mesmo sem luz acesa, a central pode ter códigos guardados. Pedir a leitura na revisão ajuda a pegar problemas no começo.
  • Limpe o corpo de borboleta do jeito certo. Produto de limpeza escorrendo para dentro do TPS pode estragar a pista e o contato. Peça para a oficina limpar com cuidado, sem encharcar a região do sensor.
  • Proteja a fiação. Depois de qualquer serviço perto do corpo de borboleta, confira se o chicote voltou para o lugar. Fio solto, raspando ou esticado é defeito marcado para acontecer.
  • Não mexa no parafuso de batente. Em muitas motos injetadas, o parafuso que limita o fechamento da borboleta vem regulado de fábrica. Girá-lo por conta própria para mudar a marcha lenta desloca a posição de referência do TPS e desregula a injeção. Se o manual prevê ajuste de marcha lenta, siga o procedimento dele.

Erros que fazem a troca do TPS dar errado

O sensor é pequeno e barato perto de outras peças da injeção, o que faz muita gente trocá-lo no chute. Veja os erros mais comuns.

  • Pular o ajuste ou o reset. Se o manual pede ajuste ou reset depois da troca, ele é parte do serviço. Sem isso, a peça nova pode parecer defeituosa sem estar.
  • Jogar produto direto no sensor. Produto químico no sensor pode estragar uma peça que estava boa. Na limpeza do corpo de borboleta, a parte elétrica deve ficar protegida.
  • Trocar sem diagnóstico. Corpo de borboleta sujo, entrada falsa de ar, bico injetor com problema e cabo do acelerador desregulado dão sintomas parecidos. Sem leitura da central e do sinal do sensor, a troca pode não resolver nada.
  • Comprar pela aparência. Dois sensores podem ser iguais por fora e ter curva de sinal e acoplamento diferentes. A compra é pela aplicação e pelo código, não pela foto.

A Biz 125 ao longo dos anos

No catálogo, a Biz 125 aparece em 13 gerações, somando 5 versões entre 2006 e 2027. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar o sensor TPS de uma Biz 125 ES 2018–2024, Biz 125 ES 2009–2017, Biz 125 ES 2006–2008, compare o código ou a peça física.

Quanto vale a Biz 125 ES 2025–2027

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda Biz 125 ES dos anos 2025–2027 vai de R$ 14.610 (2025) a R$ 15.431 (2027). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

AnoFIPE
2027R$ 15.431
2026R$ 14.985
2025R$ 14.610

Sensor de posição da borboleta (TPS) nos outros anos e versões da Biz 125

VersãoAnos
Biz 125 ES (esta página) 2025–2027
Biz 125 ES 2018–2024
Biz 125 ES 2009–2017
Biz 125 ES 2006–2008
Biz 125 EX 2025–2027
Biz 125 EX 2018–2024
Biz 125 EX 2011–2017
Biz 125 (2016-2024) 2018–2024
Biz 125 (2016-2024) 2016–2017
Biz 125 KS 2009–2012
Biz 125 KS 2006–2008
Biz 125+ 2009–2010
Biz 125+ 2006–2008

Outras peças da Biz 125 ES 2025–2027

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Honda Biz 125 ES 2025–2027

Perguntas frequentes

O sensor TPS de outra moto serve na Biz 125 ES?

Em geral, não sem conferir. O sensor TPS é desenhado para o modelo; o de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Mexer no TPS melhora o desempenho?

Não. O ajuste do TPS serve para a central receber a posição correta da borboleta, como o fabricante previu. Deslocar o sensor fora do valor especificado não dá potência: deixa a mistura errada e a moto pior.

Tem que fazer reset do TPS?

Depende da moto. Alguns sensores têm posição fixa e dispensam ajuste; outros precisam de calibração ou reset depois da troca. A oficina confirma pelo manual de serviço e faz o procedimento com o equipamento certo.

A luz da injeção acendeu. Pode ser o sensor de posição da borboleta?

Pode ser, mas não necessariamente. A luz da injeção indica que a central registrou alguma anomalia. O scanner mostra qual, e só então dá para saber se o TPS é o culpado.

Posso andar com o TPS com defeito?

Dá para chegar à oficina na maioria dos casos, mas a moto pode morrer em desaceleração, dar trancos ou falhar na saída, o que é arriscado no trânsito. Não adie o diagnóstico, principalmente se a moto apaga ao fechar o acelerador.

Sensor de posição da borboleta (TPS) de moto: guia geral e lista de motos