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Pneu traseiro da Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 1999–2005

A medida que serve na Dyna Super Glide FXD desses anos, de onde ela vem e onde encontrar.

Pneu traseiro que serve

MT90B16

Moto
Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD
Anos
1999 a 2005
Rodas
Liga leve
Pneus com câmara
Não

Medida de referência para este modelo. Confira no manual do proprietário ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas com pneu traseiro para a Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD

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Qual pneu traseiro serve na Dyna Super Glide FXD 1999–2005

Para a Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD dos anos 1999–2005, a referência do pneu traseiro é MT90B16. Trate esse dado como referência e confirme no manual do proprietário ou na própria peça antiga.

MT90B16 é uma medida no padrão alfanumérico, comum em motos custom: a letra do meio indica a largura e o perfil numa tabela própria, e o último número é o diâmetro do aro, de 16 polegadas. Para comparar com medidas métricas, peça à loja a tabela de equivalência do fabricante do pneu.

O que o pneu traseiro faz na Dyna Super Glide FXD

O pneu traseiro é o ponto onde a força do motor vira movimento. Toda a tração passa por aquele pedaço de borracha que encosta no asfalto, e é ele também que carrega a maior parte do peso da moto, do piloto e da garupa. Na frenagem, ajuda a segurar a moto; na curva, divide com o dianteiro o trabalho de manter a trajetória.

Por isso o traseiro em geral gasta antes que o dianteiro: além do peso, ele sofre com cada arrancada e cada redução de marcha. Pneu gasto ou com pressão errada muda o comportamento da moto inteira, principalmente no molhado.

Como o pneu traseiro trabalha na Dyna Super Glide FXD

A Dyna Super Glide FXD 1999–2005 é uma custom de 1.584 cc. As rodas são de liga leve, sem raios. Os pneus são sem câmara (tubeless). Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a disco.

Em moto de cilindrada alta, como a Dyna Super Glide FXD, pneu com borracha endurecida ou pressão errada aparece logo na saída de curva. Calibragem em dia e pneu dentro da validade são parte da segurança, não detalhe.

Pneu sem câmara perde ar devagar quando fura, o que dá tempo de chegar à borracharia. O reparo correto é feito com o pneu desmontado, por dentro. Na troca, peça válvula nova.

Sinais de que o pneu traseiro da Dyna Super Glide FXD precisa de troca

O pneu traseiro avisa antes de chegar ao limite, mas os avisos são discretos. Uma olhada com a moto parada, de preferência com a roda girando devagar no cavalete, mostra quase tudo.

  • Fios ou lona aparecendo. Banda com tecido ou arame aparente quer dizer que o pneu passou muito do limite. Nesse ponto, qualquer pedra ou buraco pode furar ou romper a carcaça.
  • Perde pressão com frequência. Se você calibra e em poucos dias o pneu de trás está baixo de novo, há vazamento em algum ponto: furo pequeno, válvula, talão mal assentado ou aro com problema. Rodar com pressão baixa aquece o pneu e acelera o desgaste das laterais.
  • Trincas e ressecamento. Pneu pouco rodado também vence. Se a lateral tem pequenas fissuras, parecidas com pele rachada, ou a banda ficou dura e brilhante, a aderência caiu. É comum em moto que fica muito tempo parada ou no sol.
  • Corte ou objeto cravado. Antes de sair, passe os olhos pela banda: pedrinhas presas nos sulcos são normais, mas metal cravado não. Não arranque o objeto no meio da rua se o pneu ainda segura ar; leve devagar até a borracharia para avaliar se o reparo é possível.
  • Bolha ou calombo na lateral. Uma bolha na lateral ou na banda indica que a estrutura interna do pneu se rompeu, em geral depois de uma pancada em buraco ou meio-fio. Não dá para consertar e não dá para continuar rodando: o pneu pode estourar. A troca é imediata.

O que conferir antes de comprar o pneu traseiro

Antes de comparar marcas e preços, acerte o básico: medida, índices, tipo de montagem e o uso que você faz da moto.

  • Traseiro de verdade e sentido de rotação. Muitos pneus são feitos para uma posição específica e trazem a indicação REAR (traseiro) na lateral, além de uma seta com o sentido de rotação. Pneu dianteiro montado atrás tem estrutura diferente e não deve ser usado.
  • Desenho para o seu uso. O desenho da banda define onde o pneu funciona melhor. Quem roda quase só na cidade ganha com pneu de asfalto; quem pega estrada de terra com frequência pode preferir um misto. Pneu de cravo grande no asfalto molhado é escolha ruim.
  • Construção radial ou diagonal. Na medida, um R antes do aro indica pneu radial; um traço ou um B indicam construção diagonal. Fique na construção original ou na que o fabricante da moto aceita, porque ela muda o comportamento e a combinação com o pneu dianteiro.
  • Data de fabricação e selo do Inmetro. Pneu novo também tem idade. Procure o código de data na lateral: os dois primeiros números são a semana e os dois últimos, o ano. Pneu muito antigo de estoque já começa a vida com a borracha mais dura.
  • Pneu sem câmara (TL). A moto usa pneu sem câmara, então o pneu precisa ter a marcação TL (tubeless). Pneu TT, feito para usar com câmara, não veda direito no aro e não deve ser montado sem ela.

A mesma referência em outras motos

A mesma especificação (pneu MT90B16) aparece em 21 outras motos do catálogo. Isso ajuda a achar a peça em estoque e a comparar preços, mas a aplicação final é sempre a indicada pelo fabricante da peça.

Lista completa: Pneu MT90B16 em todas as motos.

Mesma medida não quer dizer mesmo pneu: o desenho e os índices de carga e velocidade podem ser outros. Compare com o pneu que está na moto.

Como é feita a troca do pneu traseiro da Dyna Super Glide FXD

Montar pneu é serviço de borracharia, e tirar a roda traseira envolve freio e corrente ou cardã. Mesmo sem fazer você mesmo, acompanhe a sequência: é nela que estão os erros mais comuns.

  1. Moto firme e roda no ar. Apoie a moto no cavalete central ou num cavalete de oficina, com a roda traseira livre. Moto que balança durante o serviço derruba ferramenta, risca peça e pode cair.
  2. Solte o freio e a transmissão. Antes de puxar o eixo, a roda precisa ficar livre do freio e da corrente ou do cardã. Fotos antes de desmontar ajudam muito na hora de montar de volta.
  3. Tire o eixo e guarde os espaçadores. Com o eixo fora, a roda desce. Repare nas buchas laterais e no suporte do freio, que costumam cair junto: cada peça volta exatamente para o mesmo lugar.
  4. Desmonte o pneu velho e examine a roda. Com o pneu fora, aproveite para examinar o aro: amassados, trincas, ferrugem no canal, raios frouxos ou rolamentos com folga devem ser resolvidos antes de montar o pneu novo.
  5. Monte o pneu novo no sentido certo. Sentido de rotação conferido, o pneu é montado com pasta ou lubrificante de montagem. A linha fina perto do talão deve ficar à mesma distância do aro em toda a volta: é o sinal de que o pneu assentou.
  6. Calibre, teste e balanceie. Depois de assentar o talão, o pneu é calibrado na pressão do manual e testado contra vazamento. Muitas borracharias fazem o balanceamento com pequenos pesos no aro, o que reduz a vibração.
  7. Recoloque a roda e alinhe. Montagem é o inverso da desmontagem, com dois cuidados: alinhamento da roda pelas marcas da balança, nas motos com corrente, e aperto correto do eixo. Contrapino usado se troca por um novo.
  8. Regule e teste o freio. O último passo é o freio: comando firme, roda girando livre quando solta e luz de freio acendendo. Só depois disso a moto volta para a rua.

Se você não tem cavalete, torquímetro e experiência com freio e corrente, deixe a troca completa com a oficina. Peça o pneu velho de volta para ver o desgaste e descarte em ponto de coleta. Nos primeiros dias, pilote com calma até a banda perder o brilho de fábrica.

Cuidados que aumentam a vida do pneu de trás

Boa parte do desgaste precoce vem de calibragem errada e de pequenos defeitos na moto. Corrigir isso custa pouco e rende muito.

  • Ajuste a pressão para a carga. Muitos manuais trazem uma pressão para piloto sozinho e outra, maior, para piloto com garupa ou bagagem. O traseiro é o que mais sente o peso extra, então siga a tabela quando a moto for carregada.
  • Proteja do sol e da moto parada. Sol forte todos os dias, óleo, combustível e solventes ressecam a borracha. Moto parada por muito tempo apoiada no mesmo ponto pode deformar o pneu. Guarde na sombra e, se ficar parada, mova a moto de vez em quando.
  • Acelere e freie com suavidade. Arrancada forte com a roda patinando e frenagem que trava a roda de trás arrancam borracha do pneu. Pilotagem suave é o jeito mais barato de fazer o pneu traseiro durar.
  • Mantenha a suspensão em ordem. Amortecedor traseiro cansado deixa a roda "quicar" e o pneu perde contato com o chão por instantes. O resultado é desgaste irregular, em manchas ou degraus. Revisar a suspensão protege o pneu.

Erros que encurtam a vida do pneu traseiro

Alguns desses erros parecem economia, outros parecem só detalhe. Na prática, todos pesam no bolso e na segurança.

  • Montar pneu mais largo "para ficar bonito". Trocar a medida por estética é um erro comum. A moto foi acertada para a medida original; pneu gordo demais pode ficar apertado no aro e encostar em peças.
  • Usar pneu dianteiro atrás. Só use na traseira pneu indicado para traseira ou para as duas posições. A marcação REAR ou FRONT na lateral resolve a dúvida.
  • Comprar pneu velho de estoque ou usado. Pneu "meia vida" parece economia, mas você não sabe por onde ele andou. No traseiro, que carrega o peso, isso pesa ainda mais.
  • Rodar com reparo provisório. Reparo de emergência serve para chegar à borracharia, não para ficar. Depois de um furo, o pneu precisa ser avaliado por dentro; muitos danos não aparecem por fora.

A Dyna ao longo dos anos

A família Dyna reúne 11 versões e 14 gerações no catálogo, de 1994 a 2017. A medida do pneu traseiro muda ao longo da família: há 4 referências diferentes.

  • 160/70B17: Dyna Super Glide FXD 2006–2010, Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2015–2017, Dyna Street Bob FXDB 2015–2017.
  • MT90B16: Dyna Super Glide FXD 1999–2005, Dyna Super Glide FXD 1995–1998, Dyna Wide Glide FXDWG 1999, Dyna Wide Glide FXDWG 1995–1998 e mais 3.
  • 180/70B16: Dyna Fat Bob FXDF 2012–2017.
  • 160/70B17 73V: Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014, Dyna Super Glide Custom 110th Anniversary 2013.

Se a sua moto está perto da virada de uma geração, confira a peça antiga: a mudança nem sempre coincide com o ano-modelo.

Pneu traseiro nos outros anos e versões da Dyna

VersãoAnosMedida
Dyna Super Glide FXD 2006–2010 160/70B17
Dyna Super Glide FXD (esta página) 1999–2005 MT90B16
Dyna Super Glide FXD 1995–1998 MT90B16
Dyna Fat Bob FXDF 2012–2017 180/70B16
Dyna Low Rider FXDL (2015-2017) 2015–2017 160/70B17
Dyna Street Bob FXDB 2015–2017 160/70B17
Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014 160/70B17 73V conferido
Dyna Switchback FLD 2012–2014 em conferência
Dyna Super Glide Custom 110th Anniversary 2013 160/70B17 73V conferido
Dyna Wide Glide FXDWG 1999 MT90B16
Dyna Wide Glide FXDWG 1995–1998 MT90B16
Dyna Convertible FXDS-CONV 1995–1998 MT90B16
Dyna Low Rider Convertible FXDS-CONV 1998 MT90B16
Dyna Low Rider FXDL (1994-1998) 1994–1998 MT90B16

Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.

Outras peças da Dyna Super Glide FXD 1999–2005

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 1999–2005

Perguntas frequentes

Qual pneu traseiro serve na Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 1999–2005?

A referência é MT90B16. Antes de comprar, confira no manual do proprietário ou na peça que está na moto.

Pneu traseiro furado tem conserto?

Muitas vezes, sim. O borracheiro avalia o tamanho e o local do furo. Furo na área central da banda costuma ser reparável; na lateral, ou quando o pneu rodou murcho e danificou a estrutura, o caminho é a troca.

Quanto tempo dura um pneu traseiro?

Depende muito do uso. Quem roda com garupa, acelera forte ou mantém o pneu baixo gasta bem mais rápido. Acompanhe os indicadores TWI e troque quando a banda chegar neles ou quando a borracha estiver ressecada.

Posso trocar só o pneu traseiro?

Pode trocar só o traseiro, sim, desde que o dianteiro esteja em bom estado e os dois sejam compatíveis em construção. Muitos fabricantes recomendam pneus da mesma linha na frente e atrás para manter o comportamento da moto.

Quantas libras coloco no pneu de trás?

A pressão certa é a do manual do proprietário ou da etiqueta da moto, que em muitos modelos fica na balança ou embaixo do banco. Em geral o manual traz um valor para piloto sozinho e outro para piloto com garupa. Calibre sempre com o pneu frio.

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