Harley-Davidson Fat Boy FLSTF 1996
Preço FIPE do ano-modelo 1996, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Fat Boy FLSTF usada.
- Custom
- 1.690 cc
- Gasolina
FIPE 1996
R$ 32.542
- Moto
- Harley-Davidson Fat Boy FLSTF
- Ano-modelo
- 1996
- Geração
- 1994–1999
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810019-5. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaComo é a Fat Boy FLSTF 1996
A Fat Boy FLSTF 1996, da Harley-Davidson, é uma custom de 1.690 cc. O ano-modelo 1996 faz parte da geração vendida de 1994 a 1999. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. Em vez de corrente, a Fat Boy FLSTF usa correia dentada até a roda traseira. Na frente, o freio é a disco.
Quanto vale a Fat Boy FLSTF 1996
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Harley-Davidson Fat Boy FLSTF 1996 vale R$ 32.542. A do ano 1995 sai por R$ 28.258 (+15,2% de diferença); a Fat Boy FLSTF 1997 está em R$ 37.510. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2017, R$ 68.225), a 1996 vale 52% menos, uma média de 3,5% por ano.
Na comparação com as 36 motos custom 1996 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 29 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto custom
A custom é mais um jeito de andar de moto do que um tipo técnico. O desenho valoriza cromados, tanque em gota e linhas longas, e a mecânica é pensada para durar e ter força em baixa rotação. Serve a quem quer uma moto para o fim de semana, para viagens tranquilas ou para criar um estilo próprio.
Personalização faz parte da cultura, então muitas usadas são diferentes das de fábrica. Alterações bem feitas e regularizadas são um bônus; adaptações sem critério, principalmente na parte elétrica e no escapamento, são um custo.
As versões da Softail em 1996
A Fat Boy FLSTF não era a única Softail de 1996: havia mais 5 versões. Compare o que muda antes de escolher.
- Heritage Softail Classic FLSTC 1996 (R$ 32.564): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não).
- Softail Classic 1996 (R$ 19.589): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não); 1.338 cc (nesta: 1.690 cc).
- Softail Custom FXSTC 1996 (R$ 32.573): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara só numa das rodas (nesta: não); 1.450 cc (nesta: 1.690 cc).
- Softail Special 1996 (R$ 32.579): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não); 1.338 cc (nesta: 1.690 cc).
- Springer Softail FXSTS 1996 (R$ 32.588): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não); 1.450 cc (nesta: 1.690 cc).
Peças e medidas da Fat Boy FLSTF 1996
Medidas de manutenção da Fat Boy FLSTF 1996, com link para a página de cada peça:
- Bateria: 12V 19Ah AGM selada (H-D 65989-97; equiv. Yuasa YTX20HL-BS)
- Vela de ignição: Harley-Davidson 5R6A (equiv. Champion RN12YC)
- Pneu dianteiro: MT90B16
- Pneu traseiro: MT90B16
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3)
- Filtro de ar: papel seco
- Lâmpada do farol: H4 60/55W (halógeno)
- Fluido de freio: DOT 5 (silicone)
O que conferir antes de comprar uma Fat Boy FLSTF 1996 usada
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Fat Boy FLSTF, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Acessórios de viagem e personalização. Muitos donos de custom e touring personalizam a moto, e parte desse investimento vem junto na compra. Isso é bom, desde que a instalação seja benfeita. Acessório elétrico sem fusível, banco trocado que mudou a posição de pilotagem e escapamento alterado merecem atenção. Pergunte se as peças originais retiradas vêm junto.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
A manutenção que uma Fat Boy FLSTF 1996 pede
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a Fat Boy FLSTF 1996.
Outras motos custom 1996 na mesma faixa de preço
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos custom são as alternativas mais diretas à Fat Boy FLSTF:
- Honda Magna 750 1996 · R$ 31.262 · 748 cc
- Honda Shadow 1100 American Classic Edition 1996 · R$ 27.100 · 1.099 cc
- Suzuki Intruder VS 1400 GLP 1996 · R$ 26.211 · 1.360 cc
- Yamaha XV 1100 Virago 1996 · R$ 26.001 · 1.063 cc
- Yamaha V-Max 1200 1996 · R$ 40.632 · 1.198 cc
- Yamaha Royal Star 1300 1996 · R$ 40.648 · 1.294 cc
A Fat Boy FLSTF em outros anos
A Fat Boy FLSTF foi vendida em 24 anos-modelo, de 1994 a 2017. Valores da FIPE de cada ano:
- 2017 · R$ 68.225
- 2016 · R$ 66.276
- 2015 · R$ 64.076
- 2014 · R$ 62.512
- 2013 · R$ 60.986
- 2012 · R$ 59.499
- 2011 · R$ 58.047
- 2010 · R$ 56.629
- 2009 · R$ 55.223
- 2008 · R$ 53.749
- 2007 · R$ 52.371
- 2006 · R$ 51.063
- 2005 · R$ 49.766
- 2004 · R$ 47.863
- 2003 · R$ 46.506
- 2002 · R$ 45.342
- 2001 · R$ 44.201
- 2000 · R$ 43.027
- 1999 · R$ 41.691
- 1998 · R$ 40.674
- 1997 · R$ 37.510
- 1996 · R$ 32.542
- 1995 · R$ 28.258
- 1994 · R$ 24.667
Ficha técnica da Fat Boy FLSTF 1996
| Cilindrada | 1.690 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Bateria | 12V 19Ah AGM selada (H-D 65989-97; equiv. Yuasa YTX20HL-BS) |
| Vela de ignição | Harley-Davidson 5R6A (equiv. Champion RN12YC) |
| Pneu dianteiro | MT90B16 |
| Pneu traseiro | MT90B16 |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) |
| Filtro de ar | papel seco |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W (halógeno) |
| Fluido de freio | DOT 5 (silicone) |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Fat Boy FLSTF 1996
As peças desta moto são as da geração 1994–1999. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Fat Boy FLSTF 1996 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Harley-Davidson Fat Boy FLSTF 1996 vale R$ 32.542 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Que óleo usar na Fat Boy FLSTF 1996?
A referência para o motor é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3). Confira no manual o prazo de troca.
Quantas cilindradas tem a Fat Boy FLSTF 1996?
A Fat Boy FLSTF 1996 tem 1.690 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual pneu usa a Fat Boy FLSTF 1996?
Dianteiro MT90B16 e traseiro MT90B16.
Devo pagar o valor da FIPE?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão é pagar caro.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
Moto carburada ainda vale a pena?
Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.