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Kawasaki Vulcan 900 Classic 2011

Preço FIPE do ano-modelo 2011, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Vulcan 900 Classic usada.

  • Custom
  • 903 cc
  • Gasolina
  • 48,0 cv
Kawasaki Vulcan 900 Classic 2011
Imagem ilustrativa.

FIPE 2011

R$ 35.888

Moto
Kawasaki Vulcan 900 Classic
Ano-modelo
2011
Geração
2007–2015
Calibragem
dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa) até 97,5 kg de carga / 33 psi (225 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817043-6. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Kawasaki Vulcan 900 Classic

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Vulcan 900 Classic 2011: o essencial

Do ano-modelo 2011, a Kawasaki Vulcan 900 Classic é uma custom de 903 cc. O ano-modelo 2011 faz parte da geração vendida de 2007 a 2015. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por correia dentada. Na frente, o freio é a disco.

Em números, a potência é de 48 cv (35 kW) a 5.700 rpm; o torque, 8,0 kgf.m (78 N.m) a 3.700 rpm; o peso, 282 kg (em ordem de marcha, conforme manual); o tanque leva 20 litros. A relação peso/potência fica em torno de 5,9 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

A Vulcan 900 Classic 2011 na tabela FIPE

O preço médio da Vulcan 900 Classic 2011 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 35.888. A Vulcan 900 Classic 2010 fica em R$ 30.092 (+19,3% de diferença); a Vulcan 900 Classic 2012 está em R$ 39.440. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2015, R$ 41.964), a 2011 vale 14% menos, uma média de 3,8% por ano.

Entre as 33 motos custom ano 2011 com preço na FIPE, 14 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

Para quem é uma moto custom

Custom é a moto de estilo: banco baixo, guidão largo, pedaleiras avançadas e motor de torque forte em baixa rotação. A pilotagem é relaxada, sem pressa, e o visual conta tanto quanto o desempenho. É a escolha de quem gosta de passear, de viajar sem correria e de personalizar a moto do seu jeito.

Muitas usadas vêm com acessórios e alterações de visual. Isso pode valorizar, mas exige olhar a instalação elétrica, o escapamento e saber se as peças originais acompanham a moto. Alteração bem feita soma; adaptação malfeita vira custo.

Outras versões da Vulcan 900 em 2011

A Vulcan 900 Classic não era a única Vulcan 900 de 2011: havia mais 2 versões. Compare o que muda antes de escolher.

  • Vulcan 900 Classic LT 2011 (R$ 37.570): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
  • Vulcan 900 Custom 2011 (R$ 32.549): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Vulcan 900 Classic 2011

Estas são as medidas que mais se procura para a Vulcan 900 Classic 2011. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

O que conferir antes de comprar uma Vulcan 900 Classic 2011 usada

Uma moto 2011 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Cardã ou correia. Se a transmissão final é por cardã, procure vazamento de óleo na carcaça e na junta com a roda e repare se há ruído ou tranco ao acelerar e soltar. Se é por correia dentada, olhe os dentes: trincas, dentes faltando ou fios aparecendo pedem troca. Pergunte quando foi feita a última manutenção prevista no manual.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, fique com o pé atrás e, se puder, marque outro dia.

A manutenção que uma Vulcan 900 Classic 2011 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Vulcan 900 Classic 2011.

  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não arriscar o motor.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.

Outras motos custom 2011 na mesma faixa de preço

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos custom são as alternativas mais diretas à Vulcan 900 Classic:

A Vulcan 900 Classic em outros anos

A Vulcan 900 Classic foi vendida em 9 anos-modelo, de 2007 a 2015. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da Vulcan 900 Classic 2011

Medidas e especificações
Cilindrada903 cc
CombustívelGasolina
Potência48 cv (35 kW) a 5.700 rpm conferido
Torque8,0 kgf.m (78 N.m) a 3.700 rpm conferido
Peso282 kg (em ordem de marcha, conforme manual) conferido
Tanque20 litros conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa) até 97,5 kg de carga / 33 psi (225 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa) conferido
Pneu dianteiro130/90-16
Pneu traseiro180/70-15
Óleo do motorSAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Vulcan 900 Classic 2011

As peças desta moto são as da geração 2007–2015. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Vulcan 900 Classic 2011 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki Vulcan 900 Classic 2011 vale R$ 35.888 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quanto pesa a Vulcan 900 Classic 2011?

O peso informado pelo fabricante é 282 kg (em ordem de marcha, conforme manual).

Quantos litros cabem no tanque da Vulcan 900 Classic 2011?

O tanque da Vulcan 900 Classic 2011 leva 20 litros.

Qual a cilindrada da Vulcan 900 Classic 2011?

A Vulcan 900 Classic 2011 tem 903 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Quantas libras vai no pneu da Vulcan 900 Classic 2011?

Com os pneus frios: dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa) até 97,5 kg de carga / 33 psi (225 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual pneu usa a Vulcan 900 Classic 2011?

Dianteiro 130/90-16 e traseiro 180/70-15.

Vale a pena comprar uma Vulcan 900 Classic 2011 hoje?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2011 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.

É seguro comprar moto anunciada na internet?

É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.