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Kawasaki Vulcan 900 Classic 2015

Preço FIPE do ano-modelo 2015, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Vulcan 900 Classic usada.

  • Custom
  • 903 cc
  • Gasolina
  • 48,0 cv
Kawasaki Vulcan 900 Classic 2015
Imagem ilustrativa.

FIPE 2015

R$ 41.964

Moto
Kawasaki Vulcan 900 Classic
Ano-modelo
2015
Geração
2007–2015
Calibragem
dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa) até 97,5 kg de carga / 33 psi (225 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817043-6. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Kawasaki Vulcan 900 Classic

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Como é a Vulcan 900 Classic 2015

A Vulcan 900 Classic 2015, da Kawasaki, é uma custom de 903 cc. O ano-modelo 2015 faz parte da geração vendida de 2007 a 2015. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por correia dentada. Na frente, o freio é a disco.

Em números, a potência é de 48 cv (35 kW) a 5.700 rpm; o torque, 8,0 kgf.m (78 N.m) a 3.700 rpm; o peso, 282 kg (em ordem de marcha, conforme manual); o tanque leva 20 litros. A relação peso/potência fica em torno de 5,9 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Preço FIPE da Vulcan 900 Classic 2015

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Kawasaki Vulcan 900 Classic 2015 vale R$ 41.964.

Na comparação com as 35 motos custom 2015 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 5 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma custom

Custom é a moto de estilo: banco baixo, guidão largo, pedaleiras avançadas e motor de torque forte em baixa rotação. A pilotagem é relaxada, sem pressa, e o visual conta tanto quanto o desempenho. É a escolha de quem gosta de passear, de viajar sem correria e de personalizar a moto do seu jeito.

Muitas usadas vêm com acessórios e alterações de visual. Isso pode valorizar, mas exige olhar a instalação elétrica, o escapamento e saber se as peças originais acompanham a moto. Alteração bem feita soma; adaptação malfeita vira custo.

O que muda entre as Vulcan 900 2015

Em 2015, a família Vulcan 900 tinha 3 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • Vulcan 900 Classic LT 2015 (R$ 42.308): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
  • Vulcan 900 Custom 2015 (R$ 37.681): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.

Peças e medidas da Vulcan 900 Classic 2015

Para a manutenção da Vulcan 900 Classic 2015, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Vulcan 900 Classic 2015 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Uma moto 2015 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
  • Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.

O que a idade pede na Kawasaki Vulcan 900 Classic 2015

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2015 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 11 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 11 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 11 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Vulcan 900 Classic ainda for a original, numa moto de 11 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a Vulcan 900 Classic 2015.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.

Alternativas à Vulcan 900 Classic 2015

Para comparar: motos custom 2015 com valor FIPE perto do da Vulcan 900 Classic.

Outros anos da Vulcan 900 Classic

A Vulcan 900 Classic foi vendida em 9 anos-modelo, de 2007 a 2015. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da Vulcan 900 Classic 2015

Medidas e especificações
Cilindrada903 cc
CombustívelGasolina
Potência48 cv (35 kW) a 5.700 rpm conferido
Torque8,0 kgf.m (78 N.m) a 3.700 rpm conferido
Peso282 kg (em ordem de marcha, conforme manual) conferido
Tanque20 litros conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 29 psi (200 kPa) até 97,5 kg de carga / 33 psi (225 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa) conferido
Pneu dianteiro130/90-16
Pneu traseiro180/70-15
Óleo do motorSAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Vulcan 900 Classic 2015

As peças desta moto são as da geração 2007–2015. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Vulcan 900 Classic 2015 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki Vulcan 900 Classic 2015 vale R$ 41.964 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantos cavalos tem a Vulcan 900 Classic 2015?

Pela ficha do fabricante, 48 cv (35 kW) a 5.700 rpm, com torque de 8,0 kgf.m (78 N.m) a 3.700 rpm.

Qual o óleo da Vulcan 900 Classic 2015?

A referência para o motor é SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2. Confira no manual o prazo de troca.

Quantos litros cabem no tanque da Vulcan 900 Classic 2015?

O tanque da Vulcan 900 Classic 2015 leva 20 litros.

Qual a medida do pneu da Vulcan 900 Classic 2015?

Dianteiro 130/90-16 e traseiro 180/70-15.

Quanto pesa a Vulcan 900 Classic 2015?

O peso informado pelo fabricante é 282 kg (em ordem de marcha, conforme manual).

Vale a pena fazer seguro da moto?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.

Uma moto 2015 ainda paga IPVA?

Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo para motos isentas IPVA.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais fecham o cerco.