Suzuki Boulevard M800 2011
Preço FIPE do ano-modelo 2011, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Boulevard M800 usada.
- Custom
- 805 cc
- Gasolina
- 53,0 cv
FIPE 2011
R$ 34.612
- Moto
- Suzuki Boulevard M800
- Ano-modelo
- 2011
- Geração
- 2010–2016
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825047-2. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Suzuki Boulevard M800
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Anunciar nesta páginaBoulevard M800 2011: o essencial
Do ano-modelo 2011, a Suzuki Boulevard M800 é uma custom de 805 cc. Ela pertence à geração 2010–2016, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por cardã, com eixo e engrenagens em banho de óleo. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Em números, a potência é de 53 cv a 6.000 rpm; o torque, 7,0 kgf.m (69 N.m) a 3.200 rpm; o peso, 265 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 15,5 litros; o banco fica a 700 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 5,0 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
Quanto vale a Boulevard M800 2011
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Suzuki Boulevard M800 2011 vale R$ 34.612. A Boulevard M800 2010 fica em R$ 33.767 (+2,5% de diferença); a Boulevard M800 2012 está em R$ 36.308. Comparada com a 2016 (R$ 44.096), a moto de 2011 custa 22% a menos: em média, perdeu 4,7% de valor a cada ano.
Na comparação com as 33 motos custom 2011 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 13 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma custom
A custom é mais um jeito de andar de moto do que um tipo técnico. O desenho valoriza cromados, tanque em gota e linhas longas, e a mecânica é pensada para durar e ter força em baixa rotação. Serve a quem quer uma moto para o fim de semana, para viagens tranquilas ou para criar um estilo próprio.
Personalização faz parte da cultura, então muitas usadas são diferentes das de fábrica. Alterações bem feitas e regularizadas são um bônus; adaptações sem critério, principalmente na parte elétrica e no escapamento, são um custo.
Peças e medidas da Boulevard M800 2011
Medidas de manutenção da Boulevard M800 2011, com link para a página de cada peça:
- Vela de ignição: NGK DPR7EA-9
- Pneu dianteiro: 130/90-16 M/C 67H
- Pneu traseiro: 170/80-15 M/C 77H
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA
- Fluido de freio: DOT 4
O que conferir antes de comprar uma Boulevard M800 2011 usada
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Acessórios de viagem e personalização. Muitos donos de custom e touring personalizam a moto, e parte desse investimento vem junto na compra. Isso é bom, desde que a instalação seja benfeita. Acessório elétrico sem fusível, banco trocado que mudou a posição de pilotagem e escapamento alterado merecem atenção. Pergunte se as peças originais retiradas vêm junto.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
A manutenção que uma Boulevard M800 2011 pede
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Boulevard M800 2011.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 15 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Boulevard M800 ainda for a original, numa moto de 15 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
Motos parecidas com a Boulevard M800 2011
Para comparar: motos custom 2011 com valor FIPE perto do da Boulevard M800.
- Kawasaki Vulcan 900 Classic 2011 · R$ 35.888 · 903 cc
- Honda VT 750 Shadow 2011 · R$ 36.229 · 745 cc
- Yamaha XVS 950 Midnight Star 2011 · R$ 36.763 · 942 cc
- Suzuki Boulevard M1500 2011 · R$ 39.578 · 1.462 cc
- Harley-Davidson Sportster 883 R XL883R 2011 · R$ 39.680 · 883 cc
- Ducati Diavel Carbon 2011 · R$ 41.354 · 1.198 cc
A Boulevard M800 em outros anos
Anos-modelo da Boulevard M800 no catálogo, de 2016 a 2006, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Boulevard M800 2011
| Cilindrada | 805 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 53 cv a 6.000 rpm |
| Torque | 7,0 kgf.m (69 N.m) a 3.200 rpm |
| Peso | 265 kg (em ordem de marcha) |
| Tanque | 15,5 litros |
| Altura do banco | 700 mm |
| Vela de ignição | NGK DPR7EA-9 |
| Pneu dianteiro | 130/90-16 M/C 67H |
| Pneu traseiro | 170/80-15 M/C 77H |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Cardã |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Boulevard M800 2011
As peças desta moto são as da geração 2010–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da Boulevard M800 2011?
Na referência de outubro de 2026, a Suzuki Boulevard M800 2011 vale R$ 34.612 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas cilindradas tem a Boulevard M800 2011?
A Boulevard M800 2011 tem 805 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Que óleo usar na Boulevard M800 2011?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a medida do pneu da Boulevard M800 2011?
Dianteiro 130/90-16 M/C 67H e traseiro 170/80-15 M/C 77H.
Qual a potência da Boulevard M800 2011?
Pela ficha do fabricante, 53 cv a 6.000 rpm, com torque de 7,0 kgf.m (69 N.m) a 3.200 rpm.
Quanto pesa a Boulevard M800 2011?
O peso informado pelo fabricante é 265 kg (em ordem de marcha).
É seguro comprar moto anunciada na internet?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Uma moto 2011 ainda paga IPVA?
Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.