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Suzuki Boulevard M1800R 2016

Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Boulevard M1800R usada.

  • Custom
  • 1.783 cc
  • Gasolina
  • 123,4 cv
Suzuki Boulevard M1800R 2016
Imagem ilustrativa.

FIPE 2016

R$ 54.384

Moto
Suzuki Boulevard M1800R
Ano-modelo
2016
Geração
2015–2018
Calibragem
dianteiro 36 psi (2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (2,90 kgf/cm²), a frio — manual brasileiro da Boulevard M1800R/BZ

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825069-3. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Suzuki Boulevard M1800R

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Boulevard M1800R 2016: o essencial

Do ano-modelo 2016, a Suzuki Boulevard M1800R é uma custom de 1.783 cc. Ela pertence à geração 2015–2018, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. Não há corrente: a força vai à roda por eixo cardã. Na frente, o freio é a disco.

Na ficha do fabricante, a potência é de 123,4 cv (90,1 kW) a 6.200 rpm (ficha do mercado alemão 2014–2018); o torque, 160 Nm (16,3 kgf.m) a 3.200 rpm; o peso, 319 kg (seco); 347 kg em ordem de marcha; o tanque leva 19,5 litros; o banco fica a 705 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 2,6 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Quanto vale a Boulevard M1800R 2016

O preço médio da Boulevard M1800R 2016 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 54.384. A do ano 2015 sai por R$ 52.238 (+4,1% de diferença); a Boulevard M1800R 2017 está em R$ 55.877. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2018, R$ 62.321), a 2016 vale 13% menos, uma média de 6,6% por ano.

Na comparação com as 30 motos custom 2016 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 16 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

O que esperar de uma custom

Custom é a moto de estilo: banco baixo, guidão largo, pedaleiras avançadas e motor de torque forte em baixa rotação. A pilotagem é relaxada, sem pressa, e o visual conta tanto quanto o desempenho. É a escolha de quem gosta de passear, de viajar sem correria e de personalizar a moto do seu jeito.

Muitas usadas vêm com acessórios e alterações de visual. Isso pode valorizar, mas exige olhar a instalação elétrica, o escapamento e saber se as peças originais acompanham a moto. Alteração bem feita soma; adaptação malfeita vira custo.

O que muda entre as Boulevard M1800R 2016

Em 2016, a família Boulevard M1800R tinha 2 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

Medidas de manutenção da Boulevard M1800R 2016

Estas são as medidas que mais se procura para a Boulevard M1800R 2016. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

O que conferir antes de comprar uma Boulevard M1800R 2016 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
  • Acessórios de viagem e personalização. Custom e touring costumam vir cheias de acessórios: malas, encosto, defletores, faróis auxiliares, tomadas e som. Veja se estão bem fixados, se a instalação elétrica tem relé e fusível e se a bateria dá conta do consumo. Por serem motos pesadas, tombos parados são comuns: olhe protetores, malas e pedaleiras.
  • Cardã ou correia. Correia e cardã pedem menos cuidado que a corrente, mas não são eternos. Na correia, procure trincas, desfiamento e dentes danificados. No cardã, o óleo da transmissão tem prazo de troca no manual e não pode haver vazamento nem ruído ao rodar. Reparos nesses sistemas raramente são baratos, por isso entram na avaliação.
  • Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.

A manutenção que uma Boulevard M1800R 2016 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Boulevard M1800R 2016.

  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 10 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 10 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.

Outras motos custom 2016 na mesma faixa de preço

Quem procura uma Boulevard M1800R 2016 costuma comparar com outras motos custom do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Todos os anos da Boulevard M1800R

Anos-modelo da Boulevard M1800R no catálogo, de 2018 a 2015, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 2018 · R$ 62.321
  • 2017 · R$ 55.877
  • 2016 · R$ 54.384
  • 2015 · R$ 52.238

Ficha técnica da Boulevard M1800R 2016

Medidas e especificações
Cilindrada1.783 cc
CombustívelGasolina
Potência123,4 cv (90,1 kW) a 6.200 rpm (ficha do mercado alemão 2014–2018)
Torque160 Nm (16,3 kgf.m) a 3.200 rpm
Peso319 kg (seco); 347 kg em ordem de marcha
Tanque19,5 litros
Altura do banco705 mm
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi (2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (2,90 kgf/cm²), a frio — manual brasileiro da Boulevard M1800R/BZ conferido
Vela de igniçãoNGK CR8EK
Pneu dianteiro130/70 R18
Pneu traseiro240/40 R18
Óleo do motorSAE 10W-40 API SF/SG JASO MA
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
Transmissão finalCardã
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Boulevard M1800R 2016

As peças desta moto são as da geração 2015–2018. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Boulevard M1800R 2016?

Na referência de outubro de 2026, a Suzuki Boulevard M1800R 2016 vale R$ 54.384 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantos litros cabem no tanque da Boulevard M1800R 2016?

O tanque da Boulevard M1800R 2016 leva 19,5 litros.

Qual a calibragem do pneu da Boulevard M1800R 2016?

Com os pneus frios: dianteiro 36 psi (2,50 kgf/cm²); traseiro 42 psi (2,90 kgf/cm²), a frio — manual brasileiro da Boulevard M1800R/BZ. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a potência da Boulevard M1800R 2016?

Pela ficha do fabricante, 123,4 cv (90,1 kW) a 6.200 rpm (ficha do mercado alemão 2014–2018), com torque de 160 Nm (16,3 kgf.m) a 3.200 rpm.

Quanto pesa a Boulevard M1800R 2016?

O peso informado pelo fabricante é 319 kg (seco); 347 kg em ordem de marcha.

Que óleo usar na Boulevard M1800R 2016?

A referência para o motor é SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.

Onde consultar recall da moto?

Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.

A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.