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Paralama dianteiro da Zontes V 350 2025–2027

O que define a paralama dianteiro certa para a V 350 desses anos, e onde encontrar.

Paralama dianteiro que serve

V 350 2025–2027

Moto
Zontes V 350
Anos
2025 a 2027

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com paralama dianteiro para a Zontes V 350

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura paralama dianteiro para a Zontes V 350 2025–2027. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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O paralama dianteiro certo para a V 350 2025–2027

Não há uma "medida" que resolva o paralama dianteiro: ele é desenhado para a V 350. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a V 350 2025–2027; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

Para que serve o paralama dianteiro da V 350

A função do paralama dianteiro é desviar a água, a lama e as pedras que saem do pneu da frente, que gira rápido e lança tudo para cima. Ele mantém o motor, a suspensão e o piloto mais limpos e reduz o desgaste causado pela sujeira nas bengalas.

Por ficar logo acima do pneu, ele precisa estar sempre bem preso. Um paralama solto pode vibrar, fazer barulho e, no pior caso, encostar no pneu em movimento. Trincas perto dos furos de fixação, porcas faltando e suportes tortos são os problemas mais comuns, quase sempre depois de tombos, buracos fortes, transporte mal feito ou aperto errado na montagem.

Como o paralama dianteiro trabalha na V 350

Na ficha, a V 350 2025–2027 aparece como uma custom de 348 cc. O farol é de LED.

Na V 350, que tem freio a disco na frente, a mangueira de freio passa perto do paralama e, em muitos casos, é presa por uma guia nele ou no suporte. Na troca, solte a guia com cuidado e nunca dobre ou desconecte a mangueira.

Com ABS, há um sensor na roda dianteira e um cabo que sobe pela suspensão. Ele é sensível: cabo esticado, preso no lugar errado ou danificado pode acender a luz do ABS no painel. Trabalhe com cuidado nessa região.

O paralama da V 350 pesa bastante no visual. Se você pensa em trocar por um modelo diferente do original, confira a aplicação, a fixação e a folga do pneu antes; estética não pode vir antes da segurança.

Como saber se o paralama dianteiro está com problema

Antes de trocar, vale olhar com a moto parada e girar a roda com a mão. Muitas vezes o defeito está só nas fixações, e outras vezes a peça já passou do ponto.

  • Paralama solto ou vibrando. Se o paralama mexe com a mão ou treme muito em piso ruim, alguma fixação soltou, quebrou ou perdeu a bucha. Antes de rodar, aperte ou reponha as fixações e confira se nada encosta no pneu.
  • Barulho de batida em buracos. Barulho seco na frente da moto, que aumenta em piso irregular, pode ser o paralama trabalhando solto. Confira parafusos, buchas e as guias de cabos e mangueiras presas a ele.
  • Pedaço faltando ou quebrado. Quando falta um pedaço, o paralama perde a função de proteção naquela região e fica mais fraco como um todo. Remendo raramente fica firme no plástico do paralama.
  • Marca de atrito no pneu ou no paralama. Gire a roda com a mão e olhe por dentro do paralama. Marca de atrito, pó de borracha ou risco no pneu indicam contato. Não rode assim: corrija a causa antes.
  • Bengalas sempre sujas. Se a parte cromada das bengalas vive suja de barro e areia, o paralama pode estar pequeno, quebrado ou fora de posição. Essa sujeira gasta os retentores e pode causar vazamento de óleo da suspensão.

Como escolher o paralama dianteiro certo para a V 350

Errar o paralama é fácil: versões do mesmo modelo podem ter peças diferentes. Leve a peça antiga ou fotos dos pontos de fixação.

  • Material. Dobre de leve a borda do paralama na loja: ele deve ceder um pouco e voltar. Plástico muito rígido ou com rebarbas grossas costuma trincar na vibração.
  • Kit de fixação. Aproveite a troca para renovar as fixações. Bucha ressecada e porca presilha cansada fazem até o paralama novo vibrar e trincar nos furos.
  • Adesivos e grafismos. Grafismo de fábrica pode ser vendido à parte. Se você quer manter a moto igual à original, pergunte antes de comprar.
  • Cor e acabamento. Leve o nome da cor e o ano da moto. Em algumas motos existe uma etiqueta com o código da cor; quando houver, ela ajuda muito na hora de comprar a peça ou de mandar pintar.
  • Pintado, na cor ou sem pintura. Alguns paralamas vêm prontos na cor original, outros vêm em plástico preto ou com primer, para pintar depois. Se a sua moto tem paralama pintado, pergunte se a cor e o tom batem com o ano.

Troca do paralama dianteiro passo a passo

A troca do paralama é um serviço de baixa complexidade, mas acontece colado no pneu e no freio. Trabalhe com calma e confira tudo antes de rodar.

  1. Apoie a moto com segurança. Coloque a moto no cavalete ou em um apoio de oficina que a mantenha firme. Trabalhar na roda dianteira com a moto instável é arriscado.
  2. Solte guias de mangueira e cabos. Desprenda com cuidado as guias de mangueiras e fios. A mangueira de freio não deve ser desconectada nem torcida; se ela parecer presa demais, pare e consulte o manual.
  3. Veja se precisa tirar a roda ou a pinça. Confira se o paralama passa livre. Se a roda ou a pinça estiverem no caminho, o serviço envolve o freio dianteiro, e a montagem precisa seguir os apertos e procedimentos do fabricante.
  4. Solte os parafusos. Retire os parafusos de fixação, guardando arruelas, buchas e porcas na ordem. Se algum estiver preso, use desengripante e a ferramenta certa, sem forçar a ponto de espanar a rosca da bengala.
  5. Confira os suportes. Com o paralama fora, olhe os suportes e as roscas. Suporte torto, rosca danificada ou trinca na bengala precisam ser resolvidos antes de montar a peça nova.
  6. Posicione o paralama novo. Coloque a peça e passe todos os parafusos sem aperto. Isso deixa o paralama se acomodar na posição certa, sem tensão no plástico.
  7. Aperte sem exagero. Dê o aperto final de forma alternada, de um lado e do outro, sem exagerar. A bucha de borracha deve ficar pressionada, mas não esmagada.
  8. Recoloque guias e teste a folga. Com tudo no lugar, gire a roda e olhe a folga entre pneu e paralama de todos os lados. Mangueira e fios precisam ficar presos, longe do pneu. Se o freio foi mexido, teste antes de rodar normalmente.

Paralama novo que vibra ou trinca em pouco tempo costuma indicar fixação errada, bucha faltando ou peça de outra aplicação. Revise as fixações e, se o problema continuar, compare com uma peça original.

Erros comuns com o paralama dianteiro

Antes de trocar ou mexer no paralama, evite estes erros, que comprometem a fixação e a segurança.

  • Montar sem as buchas. A bucha não é opcional. Ela protege o plástico da vibração e do aperto. Paralama montado sem bucha dura pouco.
  • Montar paralama de outro modelo. Peça de outro modelo pode exigir furos novos e ficar desalinhada. O risco não é só estético: o paralama pode tocar o pneu.
  • Apertar demais os parafusos. Parafuso de paralama não pede força de parafuso de motor. Apertar até "travar" esmaga a bucha e trinca o plástico, às vezes só dias depois.
  • Pintar sem preparar o plástico. Pintura caseira sem preparação descasca logo, e a sujeira do pneu acelera o estrago. Se for pintar, procure quem trabalha com peças plásticas de moto.

Manutenção do paralama dianteiro no dia a dia

Boa parte dos paralamas trincados poderia ter durado muito mais com aperto certo e limpeza correta. Veja o que ajuda.

  • Use produtos neutros. Lave com água e sabão neutro. Solventes, thinner e produtos fortes atacam o plástico e a pintura. Para dar brilho, prefira produtos próprios para plástico e pintura de moto.
  • Mantenha o pneu na medida certa. Pneu de medida diferente da indicada pode ficar perto demais do paralama. Use a medida do manual para manter a folga de fábrica.
  • Mantenha as buchas em bom estado. Bucha ressecada não amortece nada. Repor as buchas de tempos em tempos, ou sempre que o paralama sair, é barato e evita trinca no plástico.
  • Não apoie peso no paralama. Evite apoiar o pé, a mão ou objetos no paralama ao empurrar a moto ou fazer manutenção. O plástico não foi feito para carregar peso e trinca nos pontos de fixação.

Quanto vale a V 350 2025–2027

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Zontes V 350 dos anos 2025–2027 vai de R$ 27.712 (2025) a R$ 30.806 (2027). Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do paralama dianteiro chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.

AnoFIPE
2027R$ 30.806
2026R$ 28.756
2025R$ 27.712

Outras peças da V 350 2025–2027

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Zontes V 350 2025–2027

Perguntas frequentes

Posso usar o paralama dianteiro de outro modelo na V 350?

Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a V 350 2025–2027. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.

Preciso pintar o paralama novo?

Há os dois tipos no mercado. O pronto na cor economiza tempo; o sem pintura permite acertar o tom exato com um pintor. Se o paralama original da moto é preto, pode não precisar de pintura.

O paralama está encostando no pneu. O que pode ser?

As causas mais comuns são parafuso frouxo, bucha faltando, peça torta ou pneu fora da medida indicada. Não deixe para depois: o atrito pode danificar o pneu e travar a roda em casos extremos.

Por que o paralama novo trincou logo?

Quase sempre é aperto demais, falta de bucha de borracha ou peça montada sob tensão por não ser da aplicação certa. Confira as fixações e, se usou peça de reposição, compare os furos com a original.

Paralama tem relação com o retentor da bengala?

Ajuda. Ele reduz a quantidade de barro e areia que chega à parte cromada das bengalas. Essa sujeira gruda e passa pelo retentor, que acaba vazando. Paralama inteiro e bem posicionado prolonga a vida dos retentores.

Paralama dianteiro de moto: guia geral e lista de motos