KTM 200 Duke 2015
Preço FIPE do ano-modelo 2015, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma 200 Duke usada.
- Naked
- 200 cc
- Gasolina
FIPE 2015
R$ 12.101
- Moto
- KTM 200 Duke
- Ano-modelo
- 2015
- Geração
- 2015–2021
- Calibragem
- dianteiro 29 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) (manual: 2,0 bar / 2,0 bar; com passageiro 2,0 / 2,2 bar)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 818043-1. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta página200 Duke 2015: o essencial
A KTM 200 Duke 2015 é uma naked de 200 cc. O ano-modelo 2015 faz parte da geração vendida de 2015 a 2021. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a 200 Duke depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Na ficha do fabricante, o peso, 129,5 kg (seco).
A 200 Duke 2015 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a 200 Duke ano 2015 está cotada em R$ 12.101. A de 2016 custa R$ 13.216. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2021, R$ 21.241), a 2015 vale 43% menos, uma média de 9,0% por ano.
Na comparação com as 34 motos naked 2015 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 0 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
Para quem é uma moto naked
Naked é a moto sem carenagem, com motor à mostra, guidão reto e posição de pilotagem ereta. Em geral usa motores de média e alta cilindrada, muitas vezes derivados de esportivas, mas com resposta mais amigável para o dia a dia. Vai bem na cidade, em estradas curtas e em passeios de fim de semana.
Sem carenagem, o vento cansa em viagens longas, mas a manutenção é mais simples e a pilotagem, mais confortável. Na usada, vale olhar com atenção alterações de escapamento e de eletrônica, que são comuns nesse tipo de moto.
Medidas de manutenção da 200 Duke 2015
Estas são as medidas que mais se procura para a 200 Duke 2015. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 8Ah (FTZ-9) (conferida)
- Vela de ignição: Bosch VR5NEU
- Pneu dianteiro: 110/70 R17 M/C 54S TL
- Pneu traseiro: 150/60 R17 M/C 66S TL
- Relação (kit): passo 520 | coroa 42 | pinhão 14 (conferida)
- Óleo do motor: SAE 15W-50 JASO T903 MA2
- Lâmpada do farol: H4 60/55W (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4
- Óleo de bengala: SAE 4 (WP)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 29 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) (manual: 2,0 bar / 2,0 bar; com passageiro 2,0 / 2,2 bar)
Comprando uma KTM 200 Duke 2015 usada: o que olhar
Uma moto 2015 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
- Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
A manutenção que uma 200 Duke 2015 pede
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 11 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
A 200 Duke em outros anos
A 200 Duke foi vendida em 7 anos-modelo, de 2015 a 2021. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da 200 Duke 2015
| Cilindrada | 200 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 129,5 kg (seco) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 29 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) (manual: 2,0 bar / 2,0 bar; com passageiro 2,0 / 2,2 bar) conferido |
| Bateria | 12V 8Ah (FTZ-9) conferido |
| Vela de ignição | Bosch VR5NEU |
| Pneu dianteiro | 110/70 R17 M/C 54S TL |
| Pneu traseiro | 150/60 R17 M/C 66S TL |
| Relação (kit) | passo 520 | coroa 42 | pinhão 14 conferido |
| Óleo do motor | SAE 15W-50 JASO T903 MA2 |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Óleo de bengala | SAE 4 (WP) |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da 200 Duke 2015
As peças desta moto são as da geração 2015–2021. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a 200 Duke 2015 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a KTM 200 Duke 2015 vale R$ 12.101 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas cilindradas tem a 200 Duke 2015?
A 200 Duke 2015 tem 200 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quanto pesa a 200 Duke 2015?
O peso informado pelo fabricante é 129,5 kg (seco).
Qual a calibragem do pneu da 200 Duke 2015?
Com os pneus frios: dianteiro 29 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) (manual: 2,0 bar / 2,0 bar; com passageiro 2,0 / 2,2 bar). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual pneu usa a 200 Duke 2015?
Dianteiro 110/70 R17 M/C 54S TL e traseiro 150/60 R17 M/C 66S TL.
Que óleo usar na 200 Duke 2015?
A referência para o motor é SAE 15W-50 JASO T903 MA2. Confira no manual o prazo de troca.
Uma moto 2015 ainda paga IPVA?
Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.
Devo pagar o valor da FIPE?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.
Vale a pena comprar uma 200 Duke 2015 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.