KTM 200 Duke 2017
Preço FIPE do ano-modelo 2017, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma 200 Duke usada.
- Naked
- 200 cc
- Gasolina
FIPE 2017
R$ 14.234
- Moto
- KTM 200 Duke
- Ano-modelo
- 2017
- Geração
- 2015–2021
- Calibragem
- dianteiro 29 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) (manual: 2,0 bar / 2,0 bar; com passageiro 2,0 / 2,2 bar)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 818043-1. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a KTM 200 Duke
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Anunciar nesta página200 Duke 2017: o essencial
Do ano-modelo 2017, a KTM 200 Duke é uma naked de 200 cc. O ano-modelo 2017 faz parte da geração vendida de 2015 a 2021. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Pelos números do fabricante, o peso, 129,5 kg (seco).
Preço FIPE da 200 Duke 2017
O preço médio da 200 Duke 2017 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 14.234. A do ano 2016 sai por R$ 13.216 (+7,7% de diferença); a de 2018 custa R$ 14.590. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2021, R$ 21.241), a 2017 vale 33% menos, uma média de 9,5% por ano.
Entre as 41 motos naked ano 2017 com preço na FIPE, 0 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A 200 Duke e o jeito naked de andar
Tire a carenagem de uma esportiva, levante o guidão e ajuste o motor para ter força em rotações mais baixas: o resultado se parece muito com uma naked. Ela atende tanto quem está subindo de cilindrada quanto quem já tem experiência e quer uma moto versátil para cidade, estrada e passeios de fim de semana.
No mercado de usadas há opções de todos os tamanhos. Pneus, kit de transmissão, freios e o histórico de revisões contam mais que a aparência, e peças de acabamento quebradas ou trocadas de um lado só costumam denunciar tombos.
Medidas de manutenção da 200 Duke 2017
Medidas de manutenção da 200 Duke 2017, com link para a página de cada peça:
- Bateria: 12V 8Ah (FTZ-9) (conferida)
- Vela de ignição: Bosch VR5NEU
- Pneu dianteiro: 110/70 R17 M/C 54S TL
- Pneu traseiro: 150/60 R17 M/C 66S TL
- Relação (kit): passo 520 | coroa 42 | pinhão 14 (conferida)
- Óleo do motor: SAE 15W-50 JASO T903 MA2
- Lâmpada do farol: H4 60/55W (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4
- Óleo de bengala: SAE 4 (WP)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 29 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) (manual: 2,0 bar / 2,0 bar; com passageiro 2,0 / 2,2 bar)
200 Duke 2017 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
Cuidados que acompanham uma moto 2017
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
Outras motos naked 2017 na mesma faixa de preço
Quem procura uma 200 Duke 2017 costuma comparar com outras motos naked do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Royal Enfield Classic 500 Squadron Blue 2017 · R$ 17.099 · 499 cc
- Royal Enfield Bullet 500 2017 · R$ 17.684 · 499 cc
Todos os anos da 200 Duke
A 200 Duke foi vendida em 7 anos-modelo, de 2015 a 2021. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da 200 Duke 2017
| Cilindrada | 200 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 129,5 kg (seco) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 29 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) (manual: 2,0 bar / 2,0 bar; com passageiro 2,0 / 2,2 bar) conferido |
| Bateria | 12V 8Ah (FTZ-9) conferido |
| Vela de ignição | Bosch VR5NEU |
| Pneu dianteiro | 110/70 R17 M/C 54S TL |
| Pneu traseiro | 150/60 R17 M/C 66S TL |
| Relação (kit) | passo 520 | coroa 42 | pinhão 14 conferido |
| Óleo do motor | SAE 15W-50 JASO T903 MA2 |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Óleo de bengala | SAE 4 (WP) |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da 200 Duke 2017
As peças desta moto são as da geração 2015–2021. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a 200 Duke 2017 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a KTM 200 Duke 2017 vale R$ 14.234 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas cilindradas tem a 200 Duke 2017?
A 200 Duke 2017 tem 200 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quanto pesa a 200 Duke 2017?
O peso informado pelo fabricante é 129,5 kg (seco).
Qual pneu usa a 200 Duke 2017?
Dianteiro 110/70 R17 M/C 54S TL e traseiro 150/60 R17 M/C 66S TL.
Qual o óleo da 200 Duke 2017?
A referência para o motor é SAE 15W-50 JASO T903 MA2. Confira no manual o prazo de troca.
Quantas libras vai no pneu da 200 Duke 2017?
Com os pneus frios: dianteiro 29 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) (manual: 2,0 bar / 2,0 bar; com passageiro 2,0 / 2,2 bar). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
Vale a pena comprar uma 200 Duke 2017 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.