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KTM 200 Duke 2020

Preço FIPE do ano-modelo 2020, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma 200 Duke usada.

  • Naked
  • 200 cc
  • Gasolina
KTM 200 Duke 2020
Imagem ilustrativa.

FIPE 2020

R$ 20.117

Moto
KTM 200 Duke
Ano-modelo
2020
Geração
2015–2021
Calibragem
dianteiro 29 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) (manual: 2,0 bar / 2,0 bar; com passageiro 2,0 / 2,2 bar)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 818043-1. Preço médio de anúncio no país.

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200 Duke 2020: o essencial

A 200 Duke 2020, da KTM, é uma naked de 200 cc. Ela pertence à geração 2015–2021, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a 200 Duke depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Pelos números do fabricante, o peso, 129,5 kg (seco).

Quanto vale a 200 Duke 2020

O preço médio da 200 Duke 2020 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 20.117. A do ano 2019 sai por R$ 15.896 (+26,6% de diferença); a de 2021 custa R$ 21.241. Comparada com a 2021 (R$ 21.241), a moto de 2020 custa 5% a menos: em média, perdeu 5,3% de valor a cada ano.

Na comparação com as 49 motos naked 2020 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 1 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A 200 Duke e o jeito naked de andar

A naked combina desempenho e praticidade. Tem motor forte, freios eficientes e ciclística esportiva, mas posição sentada e guidão largo, que deixam a pilotagem mais relaxada do que numa esportiva carenada. É a escolha de quem quer emoção sem abrir mão de usar a moto todo dia.

Por ser exposta, a naked mostra logo os sinais de queda: radiador, tampas do motor, pedaleiras e ponteiras de guidão ficam à vista. Na compra de uma usada, olhe esses pontos com calma, pergunte o que foi modificado e peça o histórico de revisões.

Medidas de manutenção da 200 Duke 2020

Estas são as medidas que mais se procura para a 200 Duke 2020. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

O que conferir antes de comprar uma 200 Duke 2020 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
  • Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.

Cuidados que acompanham uma moto 2020

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2020 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 6 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 6 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 6 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.

Outras motos naked 2020 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos naked 2020 com valor FIPE perto do da 200 Duke.

Todos os anos da 200 Duke

Anos-modelo da 200 Duke no catálogo, de 2021 a 2015, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da 200 Duke 2020

Medidas e especificações
Cilindrada200 cc
CombustívelGasolina
Peso129,5 kg (seco) conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 29 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) (manual: 2,0 bar / 2,0 bar; com passageiro 2,0 / 2,2 bar) conferido
Bateria12V 8Ah (FTZ-9) conferido
Vela de igniçãoBosch VR5NEU
Pneu dianteiro110/70 R17 M/C 54S TL
Pneu traseiro150/60 R17 M/C 66S TL
Relação (kit)passo 520 | coroa 42 | pinhão 14 conferido
Óleo do motorSAE 15W-50 JASO T903 MA2
Lâmpada do farolH4 60/55W conferido
Fluido de freioDOT 4
Óleo de bengalaSAE 4 (WP)
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da 200 Duke 2020

As peças desta moto são as da geração 2015–2021. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da 200 Duke 2020?

Na referência de outubro de 2026, a KTM 200 Duke 2020 vale R$ 20.117 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a calibragem do pneu da 200 Duke 2020?

Com os pneus frios: dianteiro 29 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 32 psi (com garupa) (manual: 2,0 bar / 2,0 bar; com passageiro 2,0 / 2,2 bar). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Que óleo usar na 200 Duke 2020?

A referência para o motor é SAE 15W-50 JASO T903 MA2. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a medida do pneu da 200 Duke 2020?

Dianteiro 110/70 R17 M/C 54S TL e traseiro 150/60 R17 M/C 66S TL.

Quanto pesa a 200 Duke 2020?

O peso informado pelo fabricante é 129,5 kg (seco).

Qual a cilindrada da 200 Duke 2020?

A 200 Duke 2020 tem 200 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.

Vale a pena comprar uma 200 Duke 2020 hoje?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.