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Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Daelim VC 125 Advanced 1996

O que define a kit relação (corrente, coroa e pinhão) certa para a VC 125 Advanced desses anos, e onde encontrar.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve

Medida em conferência

Moto
Daelim VC 125 Advanced
Anos
1996
Cilindrada
125 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.

Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Daelim VC 125 Advanced

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Daelim VC 125 Advanced 1996. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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O kit relação certo para a VC 125 Advanced 1996

A medida do kit relação desta geração da VC 125 Advanced ainda está em conferência. Até lá, leve a peça antiga à loja ou consulte o manual: o código impresso na peça resolve a maioria dos casos.

A medida da relação desta geração ainda está em conferência. Na loja, informe modelo e ano e, se possível, leve os números da coroa, do pinhão e da corrente que estão na moto.

Como o kit relação trabalha na VC 125 Advanced

Toda a potência que o motor produz passa pela corrente antes de chegar ao chão. Ela trabalha sob tração forte nas arrancadas, recebe tranco a cada troca de marcha e fica exposta a poeira, chuva e areia. A coroa e o pinhão, por sua vez, se desgastam junto com ela, dente por dente.

É por isso que se fala em kit: corrente, coroa e pinhão envelhecem juntos e se acostumam uns aos outros. Peça nova trabalhando com peça gasta não assenta direito, faz barulho e dura pouco. Quando chega a hora, a troca certa é do conjunto inteiro.

Como o kit relação trabalha na VC 125 Advanced

Na ficha, a VC 125 Advanced 1996 aparece como uma street de 125 cc. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste.

Em motos pequenas usadas para trabalho e entrega, como muitas VC 125 Advanced, o kit relação roda muito, em trânsito pesado e com saídas seguidas. A lubrificação frequente e a conferência da folga em toda parada para revisão fazem o kit durar bem mais.

Como saber se a relação precisa de troca

Estes são os sintomas mais comuns de kit relação no fim da vida. Um deles sozinho pode ser só falta de regulagem; vários juntos indicam troca.

  • Dentes da coroa em forma de gancho. Olhe a coroa de lado: se os dentes estão afinados, com a ponta afiada e curvados no sentido do giro, o desgaste já foi longe. Coroa assim come corrente nova em pouco tempo, por isso a troca é sempre do kit.
  • Elos duros ou travados. Passe a mão pela corrente com a moto parada: elos que não dobram com facilidade, ou que ficam formando um ângulo, estão travados por ferrugem ou falta de lubrificação. Eles causam tranco e aceleram o desgaste do conjunto.
  • Folga desigual ao girar a roda. Gire a roda devagar e meça a folga em vários pontos. Se em um trecho a corrente fica bamba e em outro fica esticada, há elos travados, desgaste irregular ou coroa empenada. Corrente assim trabalha aos trancos.
  • Ferrugem e retentores ressecados. Corrente avermelhada de ferrugem perde a lubrificação interna e começa a travar elos. Se for do tipo com retentor, olhe os anéis entre as placas: se estão rachados ou saindo, a vida útil está no fim.

Kit relação certo: o que olhar no balcão

Com as informações certas, comprar o kit é rápido e sem erro. Vale levar à loja o modelo e o ano da moto e, se possível, conferir as peças que estão nela.

  • Número de elos. Os elos contam tanto quanto o passo. Se a corrente vier com mais elos que o necessário, ela precisa ser cortada com ferramenta própria. Se vier com menos, não serve, mesmo que o passo esteja certo.
  • Estriado do pinhão. O pinhão encaixa no eixo de saída por estrias. Mesmo com passo e dentes certos, um pinhão de outra moto pode ter estriado diferente ou outro jeito de fixação. A aplicação na embalagem precisa citar o seu modelo.
  • Kit completo, da mesma linha. Prefira comprar corrente, coroa e pinhão juntos, como kit, e da mesma aplicação. Montar peças novas de linhas diferentes até funciona, mas o kit já vem casado em passo, largura e número de elos.
  • Tipo de emenda. Pergunte como a corrente fecha. Emenda de clipe é prática e comum nas motos pequenas. Emenda de rebite é mais segura em correntes que recebem muita força, mas só deve ser montada com rebitador próprio.

Trocando corrente, coroa e pinhão: a sequência certa

Corrente que solta ou arrebenta pode travar a roda traseira. Por isso, a troca precisa ser bem feita: peças certas, emenda bem montada, folga regulada e roda alinhada. Se ficar em dúvida, deixe com a oficina.

  1. Confira as peças novas. Com a caixa na mão, confira se a aplicação bate com a moto e se os números de dentes são os mesmos da peça antiga. Conte também os elos, ou peça para a loja confirmar.
  2. Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
  3. Tire a corrente e a roda. Com a moto apoiada e a roda traseira no ar, solte a porca do eixo e folgue os esticadores. Abra a emenda (ou corte a corrente velha) e retire a roda, com cuidado com o freio e as buchas espaçadoras.
  4. Troque a coroa e confira o cubo. Solte os parafusos da coroa e instale a nova com o lado certo para fora. Aperte em cruz, no torque especificado pelo fabricante. Aproveite para olhar as borrachas do cubo da coroa: se estiverem gastas, a roda dá trancos.
  5. Instale o pinhão novo. Coloque o pinhão no eixo limpo, respeitando o lado de montagem. A porca ou os parafusos recebem o aperto final depois que a corrente estiver montada e o freio puder segurar o eixo.
  6. Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
  7. Regule a folga e alinhe a roda. Regule a folga com os esticadores, girando a roda para achar o ponto mais apertado. Confira as marcas dos dois lados da balança: roda desalinhada gasta o kit novo de lado e deixa a moto puxando.
  8. Aperte o eixo e revise o freio. Aperte a porca do eixo no torque especificado pelo fabricante e coloque contrapino ou trava nova, se houver. Depois, confira o freio traseiro: o pedal precisa ter a folga certa e a roda deve girar livre.
  9. Lubrifique e teste. Lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e protetores e faça um teste curto em baixa velocidade. Depois dos primeiros passeios, confira de novo a folga: o kit novo assenta e costuma esticar um pouco no começo.

A oficina deve devolver a moto com a folga regulada, o eixo apertado no torque e o freio traseiro conferido. Peça para ver as peças velhas: comparar os dentes gastos com os novos mostra como o kit chegou ao fim.

Manutenção da corrente no dia a dia

Boa parte dos kits morre antes do tempo por falta de óleo ou por folga errada. Com hábitos simples, a corrente estica menos e os dentes se conservam.

  • Confira a folga regularmente. A folga muda com o uso. Confira com frequência, no meio do trecho de baixo da corrente, com a moto apoiada como o manual indica. Muitas motos trazem a folga certa numa etiqueta na balança.
  • Nem frouxa, nem esticada. Corrente frouxa bate, dá tranco e pode sair da coroa. Corrente esticada demais força o rolamento do eixo de saída e o da roda e não acompanha o movimento da suspensão. A folga certa protege o conjunto inteiro.
  • Limpe sem agredir. De tempos em tempos, tire a sujeira acumulada antes de lubrificar. Solvente agressivo e escova de aço danificam os retentores e tiram a graxa interna. Produto próprio e pincel ou escova de náilon resolvem.

O que não fazer com a corrente da moto

Muitos kits novos duram metade do que poderiam por erros na compra ou na montagem. Estes são os que mais aparecem no balcão e na oficina.

  • Montar a presilha ao contrário. Presilha virada para o lado errado é um dos motivos de corrente que abre sozinha. A ponta fechada vai na direção do movimento.
  • Usar óleo queimado ou graxa grossa. Óleo queimado não lubrifica direito, junta terra e espirra no pneu e no freio. Graxa grossa vira uma pasta abrasiva. Use lubrificante próprio para corrente.
  • Trocar só a corrente. Corrente nova em coroa e pinhão gastos não assenta nos dentes e estica rápido. Em pouco tempo, ela fica igual à velha. A troca econômica de verdade é a do kit inteiro.

A VC 125 Advanced na tabela FIPE

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), a VC 125 Advanced vale R$ 2.484. Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do kit relação chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.

Outras peças da VC 125 Advanced 1996

Ficha técnica completa da Daelim VC 125 Advanced 1996

Perguntas frequentes

Mudar a relação deixa a moto mais forte?

Muda o comportamento, mas não aumenta a potência. A moto ganha arrancada e perde folga em velocidade de cruzeiro. Pode ser preciso corrente com mais elos. Converse com o mecânico antes de alterar.

Posso trocar só a corrente?

Só em situações muito específicas, como corrente danificada por acidente com o kit quase novo. No desgaste normal, as três peças chegam juntas ao fim e devem ser trocadas juntas.

É normal o kit novo afrouxar logo?

Nos primeiros dias, um pouco de acomodação é normal, e por isso a primeira regulagem vem cedo. Se continua esticando rápido, desconfie de coroa ou pinhão reaproveitados, desalinhamento, falta de lubrificação ou corrente de qualidade abaixo da original.

Por que a corrente da moto faz ruído?

As causas mais comuns são folga errada, corrente seca, kit gasto ou roda desalinhada. Também pode ser a corrente batendo no protetor ou na guia da balança. Comece limpando, lubrificando e regulando; se o ruído continuar, avalie o desgaste do kit.

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