Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Dafra Next 250 2013–2017
O que define a kit relação (corrente, coroa e pinhão) certa para a Next 250 desses anos, e onde encontrar.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve
Medida em conferência
- Moto
- Dafra Next 250
- Anos
- 2013 a 2017
- Cilindrada
- 249 cc
- Transmissão final
- Corrente
- Câmbio
- Manual
- Embreagem
- Por cabo
Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.
Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Dafra Next 250
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Dafra Next 250 2013–2017. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaProdutos de marca para a Dafra Next 250 2013–2017
Riffel Kit Titanium Next 250 (520H, 35/13, 102 elos)520, 520 35/13
Vaz Kit de Transmissão Next 250 (520H O-Ring, 35/13, 102 elos)520, 520 35/13
Vaz Kit de Transmissão Next 250 (520 V-Ring Gold, 35/13, 102 elos)520, 520 35/13
Pelas aplicações que os fabricantes declaram para o modelo. Confira versão e ano antes de comprar.
O kit relação certo para a Next 250 2013–2017
Ainda estamos conferindo a medida do kit relação da Dafra Next 250 2013–2017 em fonte técnica. Enquanto ela não entra na ficha, o caminho mais seguro é comprar pela peça antiga ou pelo manual do proprietário.
Ainda não temos a relação conferida para esta geração. Enquanto isso, leia os números gravados na coroa e no pinhão, veja o passo marcado nas placas da corrente e conte os elos. Com esses dados, qualquer loja acha o kit.
Para que serve o kit relação da Next 250
O kit relação é o conjunto que leva a força do motor até a roda traseira. O pinhão, a engrenagem pequena, fica preso no eixo de saída do câmbio, do lado de fora do motor. A coroa, a engrenagem grande, fica presa no cubo da roda traseira. A corrente liga as duas e transforma o giro do câmbio em giro da roda.
A diferença de tamanho entre pinhão e coroa é o que dá o nome à peça: essa proporção, a relação, define quanto a moto tem de força na saída e quanto ela gira o motor em velocidade de estrada. Por isso as três peças são vendidas juntas e trabalham como um conjunto.
Como o kit relação trabalha na Next 250
Na ficha, a Next 250 2013–2017 aparece como uma street de 249 cc. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A embreagem é acionada por cabo. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.
Com suspensão traseira monoamortecida, como em qualquer balança, a corrente estica e afrouxa conforme a balança sobe e desce. A folga do manual já leva isso em conta. Apertar além dela deixa a corrente esticada demais com a suspensão comprimida.
Com freio a disco atrás, a remontagem da roda pede atenção ao suporte da pinça e às buchas. Pinça fora do lugar arrasta ou desalinha o disco. Depois do serviço, acione o pedal algumas vezes antes de sair.
Quando desconfiar da corrente, da coroa e do pinhão
Estes são os sintomas mais comuns de kit relação no fim da vida. Um deles sozinho pode ser só falta de regulagem; vários juntos indicam troca.
- Pinhão com dentes afinados. O pinhão tem menos dentes e gira mais vezes que a coroa, então costuma gastar mais rápido. Com a tampa aberta, repare se os dentes estão finos, pontudos ou com degrau. Pinhão gasto também condena o kit.
- Folga desigual ao girar a roda. Folga que muda conforme a roda gira é sinal de corrente com desgaste desigual ou de elos duros. Também pode ser coroa empenada. Nos dois casos, regular "pela média" não resolve.
- Barulho e tranco em baixa. Ruído de corrente batendo na balança ou no protetor e aquele "tec-tec" ao tirar e pôr gás indicam folga demais ou kit gasto. Em marcha baixa, no trânsito, o sintoma fica mais claro.
- Esticador no fim do curso. Os esticadores da balança têm um limite. Se as marcas já estão no fim da escala, ou quase, a corrente esticou tanto que não há mais para onde puxar a roda. Na prática, é o próprio limite de uso do kit.
- Regulagem que não segura. Corrente que pede regulagem cada vez mais seguida está no fim. No começo da vida ela estica pouco; perto do fim, o alongamento acelera, e a regulagem dura cada vez menos.
Kit relação certo: o que olhar no balcão
A medida da relação é o ponto de partida, mas um bom balconista confere mais coisas antes de entregar a caixa. Estes são os detalhes que fazem diferença.
- Dentes da coroa e do pinhão. O número de dentes define a relação. Para manter o comportamento original da moto, use os mesmos números da peça de fábrica. Os dentes costumam vir gravados na própria coroa e no pinhão.
- Tipo de emenda. Pergunte como a corrente fecha. Emenda de clipe é prática e comum nas motos pequenas. Emenda de rebite é mais segura em correntes que recebem muita força, mas só deve ser montada com rebitador próprio.
- Linha comum ou reforçada. Dentro do mesmo passo, existem correntes comuns e reforçadas, com placas mais grossas ou material melhor. A reforçada aguenta mais carga e costuma durar mais, mas precisa caber entre a coroa, o pinhão e o protetor.
- Kit completo, da mesma linha. O kit montado pelo fabricante evita surpresas de largura e de quantidade de elos. Se for comprar avulso, confira cada peça separadamente e guarde as notas, porque a garantia é individual.
- Estriado do pinhão. Confira se o pinhão é da aplicação certa: estrias, largura do cubo e sistema de fixação mudam entre motos. Pinhão que entra com folga no eixo bate, gasta as estrias e pode danificar o eixo de saída.
Troca do kit relação passo a passo
Corrente que solta ou arrebenta pode travar a roda traseira. Por isso, a troca precisa ser bem feita: peças certas, emenda bem montada, folga regulada e roda alinhada. Se ficar em dúvida, deixe com a oficina.
- Confira as peças novas. Antes de desmontar, compare o kit novo com o que está na moto: passo, dentes da coroa, dentes do pinhão, furação e número de elos. Descobrir o erro com a moto aberta atrasa o serviço.
- Solte o pinhão com a corrente ainda montada. O pinhão é mais fácil de soltar antes de tirar a corrente. Com a marcha engatada e alguém segurando o freio traseiro, a porca ou os parafusos de fixação cedem sem o eixo girar.
- Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
- Troque a coroa e confira o cubo. Na troca da coroa, o aperto deve ser cruzado e no torque especificado. É também a hora de conferir os coxins de borracha do cubo, que amortecem os trancos da transmissão e também se gastam.
- Instale o pinhão novo. Coloque o pinhão no eixo limpo, respeitando o lado de montagem. A porca ou os parafusos recebem o aperto final depois que a corrente estiver montada e o freio puder segurar o eixo.
- Monte a roda e feche a corrente. Recoloque a roda, passe a corrente pelo pinhão e pela coroa e feche a emenda. Na emenda de clipe, a parte fechada da presilha fica voltada para o sentido em que a corrente anda. Emenda rebitada só com ferramenta própria.
- Regule a folga e alinhe a roda. Ajuste os esticadores até a folga indicada no manual, medida no ponto mais esticado da corrente. Os dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda trabalhar alinhada com o pinhão.
- Aperte o eixo e revise o freio. O aperto do eixo segura a roda e a regulagem. Use torquímetro, recoloque a trava e só então teste o freio traseiro, que pode ter mudado de ponto com o deslocamento da roda.
- Lubrifique e teste. Lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e protetores e faça um teste curto em baixa velocidade. Depois dos primeiros passeios, confira de novo a folga: o kit novo assenta e costuma esticar um pouco no começo.
A oficina deve devolver a moto com a folga regulada, o eixo apertado no torque e o freio traseiro conferido. Peça para ver as peças velhas: comparar os dentes gastos com os novos mostra como o kit chegou ao fim.
Erros que encurtam a vida da relação
Muitos kits novos duram metade do que poderiam por erros na compra ou na montagem. Estes são os que mais aparecem no balcão e na oficina.
- Esquecer o freio traseiro e o aperto do eixo. Depois de mexer na roda, o eixo precisa do torque certo e o freio traseiro precisa ser conferido. Pular essa etapa é risco de segurança, não só de desgaste.
- Deixar a corrente esticada demais. Corrente sem folga força rolamentos, retentor do eixo de saída e a própria corrente, que trabalha tensionada quando a suspensão comprime. Siga a folga do manual.
- Tirar elo para ganhar regulagem. Quando o esticador chega ao fim, cortar um elo faz a corrente "caber" de novo, mas ela já está alongada e os dentes, gastos. É só adiar a troca, com mais risco de quebra.
- Usar óleo queimado ou graxa grossa. Óleo usado de motor e graxa comum parecem resolver, mas grudam areia, sujam a roda e podem chegar ao pneu e ao freio, o que é perigoso. Lubrificante de corrente existe por um motivo.
Como fazer o kit relação da Next 250 durar mais
O kit relação dura muito mais quando recebe três cuidados: limpeza, lubrificação e folga certa. Nenhum deles é caro, e todos podem ser feitos em casa.
- Mantenha a roda alinhada. Alinhamento é parte da regulagem. As marcas dos dois lados da balança precisam bater. Se a coroa mostra desgaste só de um lado, a roda está ou esteve desalinhada.
- Mantenha os protetores no lugar. Tampa do pinhão e protetor da corrente não são enfeite: evitam que roupas, cadarços ou galhos sejam puxados pela corrente e seguram parte da sujeira e do lubrificante.
- Limpe sem agredir. De vez em quando, tire a sujeira acumulada antes de lubrificar. Solvente agressivo e escova de aço danificam os retentores e tiram a graxa interna. Produto próprio e pincel ou escova de náilon resolvem.
- Nem frouxa, nem esticada. Muita gente aperta a corrente achando que assim ela dura mais. É o contrário: sem folga, a corrente fica tensionada quando a suspensão trabalha, gastando corrente, dentes e rolamentos.
A Next 250 na tabela FIPE
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Dafra Next 250 dos anos 2013–2017 vai de R$ 8.643 (2013) a R$ 14.633 (2017). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2017 | R$ 14.633 |
| 2016 | R$ 11.617 |
| 2015 | R$ 9.818 |
| 2014 | R$ 9.338 |
| 2013 | R$ 8.643 |
Outras peças da Next 250 2013–2017
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Mudar a relação deixa a moto mais forte?
Muda o comportamento, mas não aumenta a potência. A moto ganha arrancada e perde folga em velocidade de cruzeiro. Pode ser preciso corrente com mais elos. Converse com o mecânico antes de alterar.
Quando passar óleo na corrente?
A frequência depende do uso. Normalmente, lubrificar com regularidade e sempre depois que a corrente molhar já resolve. Aplique na corrente limpa, do lado de dentro, e tire o excesso.
Qual a folga certa da corrente?
A folga certa está no manual e, em muitas motos, numa etiqueta na balança. Meça no meio do trecho de baixo, entre pinhão e coroa, com a moto apoiada como o manual indica, girando a roda e ajustando pelo ponto mais esticado.
A corrente está fazendo barulho. O que pode ser?
Ruído de corrente quase sempre tem a ver com lubrificação ou folga. Se depois de limpar e regular o barulho continuar, olhe os dentes da coroa e do pinhão e a guia da corrente. Kit gasto faz barulho mesmo regulado.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos