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Farol completo da Yamaha RD 135 1990–2000

O que define a farol completo certa para a RD 135 desses anos, e onde encontrar.

Farol completo que serve

RD 135 1990–2000

Moto
Yamaha RD 135
Anos
1990 a 2000
Farol
Halógeno
Lanterna
Lâmpada
Piscas
Lâmpada

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com farol completo para a Yamaha RD 135

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Qual farol serve na RD 135 1990–2000

O farol da Yamaha RD 135 1990–2000 é peça específica do modelo: não existe uma medida universal que sirva em qualquer moto. A compra é feita pela aplicação, ou seja, pela combinação de modelo, ano e, se possível, número do chassi ou código da peça original.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a RD 135 e os anos 1990–2000), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

Como o farol trabalha na RD 135

Pense no farol como um conjunto óptico. A fonte de luz, seja lâmpada halógena ou LED, é só uma parte. O que faz a luz chegar no lugar certo é o desenho do refletor ou do projetor, a transparência da lente e o alinhamento do facho, ajustado por parafusos de regulagem.

Por isso, trocar a lâmpada nem sempre resolve um farol fraco. Lente opaca, refletor queimado ou umidade interna derrubam a iluminação mesmo com lâmpada nova. Quando o problema está no conjunto, é a troca do farol completo que devolve a visibilidade e a segurança à noite.

O que muda no farol da RD 135

Na ficha, a RD 135 1990–2000 aparece como uma street de 132 cc. A iluminação dianteira é por lâmpada halógena, trocável.

Na RD 135, o farol é halógeno: a lâmpada fica num soquete atrás do refletor, protegida por uma capa de borracha. Ao trocar o conjunto, use a lâmpada do tipo e da potência originais e recoloque a capa, para não entrar água.

Na RD 135, o farol costuma ter acesso fácil, e a troca pode ser feita com ferramentas básicas. O ponto de atenção é a regulagem do facho no final, que muita gente esquece.

Quando desconfiar do farol

Estes são os sinais mais comuns de farol com problema. Se você notar algum, olhe o conjunto de perto com a moto ligada, de dia e à noite.

  • Facho sem corte ou espalhado. No farol baixo, a luz deve ter um limite claro na parte de cima. Se o facho virou uma mancha sem forma, que ilumina o alto e ofusca os outros, o refletor, a lente ou a lâmpada errada podem ser a causa.
  • Água ou embaçamento por dentro. Gotas ou névoa dentro do farol depois da chuva ou da lavagem indicam vedação danificada ou trinca. A umidade oxida o refletor e o soquete e pode queimar a lâmpada ou o LED.
  • Lâmpada queimando com frequência. Lâmpada que queima seguido pode ser sinal de farol com soquete ruim, mau contato, umidade interna ou vibração por fixação solta. Também vale medir a tensão do sistema de carga.
  • Conector escurecido ou derretido. Plástico do conector marrom, deformado ou com cheiro de queimado indica mau contato ou excesso de corrente. Corrija a causa antes de instalar farol novo, para não estragar o conector novo também.
  • Lente trincada ou quebrada. Trinca ou furo na lente deixa entrar água e poeira, e a luz sai sem controle pelo ponto quebrado. Além de iluminar pior, farol quebrado pode chamar atenção em fiscalização.

Como escolher o farol certo para a RD 135

Na hora de comprar, o encaixe é só o começo. O facho precisa ter forma correta, e o conjunto precisa receber a lâmpada e o conector da sua moto.

  • Material da lente. Lente de vidro, comum em faróis antigos e redondos, risca menos; a de plástico resiste melhor a impacto. Em qualquer caso, a qualidade do material define quanto tempo o farol fica transparente.
  • Conector e chicote. O conector do farol novo precisa ser igual ao do chicote da moto. Cortar fios para emendar aumenta o risco de mau contato, oxidação e falha.
  • Peça usada. Em peça de desmanche, acenda o farol antes de levar, se possível. Refletor manchado, lente opaca e conector danificado são motivos para recusar.
  • Garantia e nota fiscal. Guarde bem a nota. Se o farol novo embaçar ou falhar cedo, a nota e a data da instalação ajudam na troca em garantia.
  • O que vem junto. Farol "completo" pode significar coisas diferentes para cada fabricante. Confira se vem com soquete, lâmpada e luz de posição, para não ter surpresa na instalação.

Como trocar o farol da RD 135

Em muitas motos a troca do farol é simples; em motos carenadas, exige mais desmontagem. Se você não tem prática com plásticos e conectores, a oficina faz o serviço rápido.

  1. Desligue a moto. Chave desligada e retirada. Em algumas motos, o manual recomenda soltar o negativo da bateria antes de mexer na parte elétrica. Trabalhar desligado evita curto e queima de fusível.
  2. Acesse o farol. Em moto com farol exposto, o acesso é direto. Em moto carenada, pode ser preciso tirar várias peças. Fotografe antes de desmontar para lembrar a posição de cada parafuso.
  3. Desconecte os conectores. Solte o conector do farol e o da luz de posição, se houver, apertando a trava, sem puxar pelos fios. Confira se os terminais estão limpos e sem oxidação.
  4. Solte o farol antigo. Retire os parafusos de fixação e tire o farol com calma. Guarde parafusos, buchas de borracha e espaçadores: muitos faróis novos não trazem essas peças.
  5. Prepare o farol novo. Instale a lâmpada e a luz de posição no farol novo, com a capa de borracha bem assentada atrás. Sem ela, entra água e poeira.
  6. Instale e conecte. Monte o farol, conecte tudo e passe a fiação pelo mesmo caminho da original. Vire o guidão de um lado ao outro para ver se nada estica nem prende.
  7. Teste todas as funções. Antes de fechar, teste baixo e alto. Se algo não acender, verifique conector, fusível e lâmpada. É mais fácil corrigir com tudo aberto.
  8. Regule o facho. Com a moto no chão, pneus calibrados e o piloto sentado, projete o farol baixo numa parede plana. A linha de corte deve ficar um pouco abaixo da altura do centro do farol, conforme o manual. Ajuste pelos parafusos de regulagem.

Se a moto continuar iluminando mal com o farol novo, verifique a lâmpada, a tensão do sistema de carga e a regulagem. Em moto carenada ou com dúvida na parte elétrica, a oficina resolve com segurança.

Cuidados que mantêm o farol funcionando bem

A maioria dos faróis estraga antes do tempo por limpeza errada, umidade e excesso de calor. Veja como evitar.

  • Cuidado com o jato na lavagem. Na lavagem, não aponte a lavadora para o conector e para a parte de trás do farol. A água entra pelas vedações e oxida o refletor.
  • Cuide da vedação. Capa de borracha, juntas e respiros impedem a entrada de água. Sempre que mexer no farol, verifique se tudo voltou ao lugar e sem rasgos.
  • Mantenha os conectores limpos. Terminais oxidados aquecem e derretem o conector. Na revisão, peça para conferir o contato e, se preciso, limpar com produto próprio para contatos elétricos.
  • Revise o sistema de carga. Regulador retificador com defeito pode mandar tensão acima do normal para a iluminação. Uma medição simples na revisão protege o farol e a parte elétrica.

Erros comuns com o farol

Alguns erros com o farol prejudicam a sua visão e a de quem vem de frente. Vale conhecer os mais comuns antes de mexer.

  • Emendar fios sem necessidade. Emenda mal feita no chicote do farol é causa frequente de luz piscando e conector derretido. Use peça com aplicação correta.
  • Adaptar lâmpada de LED em farol halógeno. Lâmpada de LED adaptada num farol feito para halógena muda a posição da fonte de luz e pode espalhar o facho, ofuscando quem vem de frente. Esse tipo de adaptação pode não ser aceito pelas regras de trânsito; informe-se antes.
  • Polir a lente de qualquer jeito. Polir a lente com lixa ou pasta abrasiva sem proteção depois remove a camada protetora, e a lente volta a amarelar ainda mais rápido. Se for restaurar, use produto próprio e proteção no final.
  • Remendar lente quebrada. Remendo em farol é solução de emergência, não definitiva. Lente quebrada deve ser trocada, porque a umidade destrói o conjunto por dentro.

Serve em outro ano da RD 135?

A família RD 135 reúne 2 versões e 2 gerações no catálogo, de 1990 a 2000. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar o farol de uma RDZ 135 1990–1992, compare o código ou a peça física.

Valor da RD 135 e custo do reparo

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da RD 135 nesta geração ficam entre R$ 6.708 e R$ 17.787. Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.

AnoFIPE
2000R$ 17.787
1999R$ 17.262
1998R$ 16.814
1997R$ 15.002
1996R$ 14.011
1995R$ 12.641
1994R$ 10.845
1993R$ 8.130

Farol completo nos outros anos e versões da RD 135

VersãoAnos
RD 135 (esta página) 1990–2000
RDZ 135 1990–1992

Outras peças da RD 135 1990–2000

Ficha técnica completa da Yamaha RD 135 1990–2000

Perguntas frequentes

Posso usar o farol de outro modelo na RD 135?

Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a RD 135 1990–2000. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.

Por que a lâmpada do farol queima toda hora?

Quase sempre há um motivo: soquete ruim, água no farol, vibração ou regulador com defeito. Peça para medir a tensão com o motor ligado e conferir o farol.

Moto tem que andar com farol ligado?

Sim, a moto deve circular com o farol aceso. Ele ajuda você a ser visto por carros e pedestres, inclusive de dia. Farol fraco ou queimado deve ser resolvido logo.

Posso trocar só o LED do farol?

Na maioria das motos, o LED é integrado ao farol e não tem peça avulsa. Antes de trocar, verifique fusível, conector e tensão do sistema de carga. Se o problema for no módulo, a troca do conjunto é a solução normal.

Farol embaçado por dentro é normal?

Pequena condensação em dia úmido pode acontecer. Gotas ou água parada indicam falha de vedação e estragam refletor e conector com o tempo.

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