Honda NX 350 Sahara 1990–1999
Ficha técnica, preço FIPE e as 70 peças com página própria para a NX 350 Sahara fabricada de 1990 a 1999.
- Trail
- 339 cc
- Gasolina
- Carburador
Lojas e oficinas para a Honda NX 350 Sahara
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Anunciar nesta páginaPeças da NX 350 Sahara 1990–1999
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Que moto é a NX 350 Sahara 1990–1999
Entre 1990 e 1999, a NX 350 Sahara manteve a mesma base técnica: uma trail de 339 cc.
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 10.396 (1990) a R$ 13.874 (1999).
Como ler a ficha técnica da NX 350 Sahara
- Potência: 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998
- Torque: 3,13 kgf.m a 6.500 rpm
- Peso: 144,5 kg (seco)
- Tanque: 14,0 litros (reserva de 2,7 L)
- Calibragem dos pneus: só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa)
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: tambor
- ABS: não
- Suspensão traseira: monoamortecida
- Relação peso/potência: cerca de 4,6 kg/cv
Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da NX 350 Sahara e o que cada um muda quando você está em cima dela.
- Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
- Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
- Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
- Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Liga ou raiada, com ou sem câmara: dois dados que mudam o que acontece num furo. Sem câmara, o pneu perde ar aos poucos e um reparo com macarrão resolve até a borracharia. Com câmara, o esvaziamento é rápido e o conserto pede desmontar a roda. Raios aguentam melhor o piso ruim, mas pedem conferência de tensão de vez em quando.
- Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que aliviam os joelhos.
- Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
- Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar o peso extra de uma viagem.
A NX 350 Sahara no dia a dia
Na prática, a trail é uma street que aprendeu a andar fora do asfalto. Ela vai ao centro, estaciona, carrega garupa e, quando o calçamento acaba, segue em frente sem que você precise reduzir a velocidade até quase parar. Para entregas em bairros sem pavimento e para quem mora em zona rural, é a escolha natural.
Onde ela sofre é no extremo dos dois mundos. Em trilha pesada, o peso e o pneu de uso misto cobram; no asfalto de estrada, o vento, a suspensão macia e o pneu de cravo limitam o ritmo e o conforto. No meio do caminho, que é onde a maioria roda, poucas motos são tão versáteis.
Plano de manutenção da NX 350 Sahara, sistema por sistema
Manter a NX 350 Sahara em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.
- Filtro de óleo. O filtro segura as partículas que o óleo recolhe dentro do motor. Quando satura, ou deixa passar sujeira ou abre uma válvula que faz o óleo circular sem filtragem. Troque junto com o óleo, conforme o intervalo do manual, que às vezes pede o filtro a cada duas trocas. Use a peça com a medida certa e confira o anel de vedação na montagem.
- Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
- Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
- Vela de ignição. A vela produz a faísca que queima a mistura. Com o tempo, o eletrodo se desgasta e a faísca enfraquece, deixando partida difícil, falhas e consumo maior. Troque no intervalo do manual, usando o modelo e o grau térmico indicados. A cor da ponta da vela antiga diz bastante sobre a carburação e o estado do motor.
- Câmara de ar. A câmara envelhece e perde elasticidade, e remendos acumulados viram pontos fracos. Quando trocar o pneu, avalie trocar a câmara também, sempre na medida certa. Bico torto é sinal de pneu girando no aro por falta de pressão. Mantenha a calibragem e a tampinha do bico, que segura sujeira.
- Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
- Lonas do freio traseiro. Pedal muito baixo, freio fraco ou chiado indicam lona gasta ou desregulada. Ajuste a folga do pedal pela porca na ponta da haste, sem deixar o freio prendendo a roda. Na revisão do manual, a oficina abre o tambor, limpa o pó das lonas e confere o came. Água e lama aceleram o desgaste.
Preço FIPE de cada ano da geração
Valor de cada ano da NX 350 Sahara 1990–1999 na FIPE. O link leva à página do ano:
- NX 350 Sahara 1999: R$ 13.874
- NX 350 Sahara 1998: R$ 13.518
- NX 350 Sahara 1997: R$ 13.188
- NX 350 Sahara 1996: R$ 12.866
- NX 350 Sahara 1995: R$ 12.552
- NX 350 Sahara 1994: R$ 12.245
- NX 350 Sahara 1993: R$ 11.847
- NX 350 Sahara 1992: R$ 11.558
- NX 350 Sahara 1991: R$ 11.276
- NX 350 Sahara 1990: R$ 10.396
O ano mais antigo da geração vale 25% menos que o mais novo na tabela.
O que vigiar na NX 350 Sahara no dia a dia
Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Honda NX 350 Sahara. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.
- Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
- Cheiro de combustível. Cheiro de gasolina perto da moto parada indica vazamento em mangueira, conexão, torneira ou tampa do tanque. Na moto carburada, a cuba pode estar transbordando. Além do desperdício, há risco de incêndio perto do motor quente. Procure gotas ou manchas e não use a moto até resolver. Cheiro forte no escapamento indica mistura rica demais.
- Pneus: pressão e banda. Apertar o pneu com o polegar não mede pressão, mas mostra quando ele está claramente murcho. Calibre com frequência, sempre a frio, e olhe a banda procurando pregos, cortes e bolhas. Pneu com pressão baixa deixa a direção pesada e a moto vaga nas curvas. Se perder ar de um dia para o outro, há furo ou vazamento no bico.
- Partida lenta e bateria. Se o motor de partida gira mais devagar que o normal, se o painel apaga ao apertar o botão ou se a moto só pega na segunda tentativa, a bateria pode estar no fim ou com os terminais frouxos. Não insista no botão por muito tempo: dê pausas entre as tentativas. Em moto com pedal, ele ajuda a chegar em casa, mas o problema continua.
O que vale instalar na Honda NX 350 Sahara
Antes de encher a Honda NX 350 Sahara de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.
- Antena corta-pipa. A antena corta-pipa, presa ao guidão, corta linhas de pipa esticadas sobre a rua antes que elas cheguem ao pescoço do piloto. Linha com cerol ou chilena é um risco grave, principalmente nas épocas de férias. É barata, simples de instalar e não atrapalha a pilotagem. Confira se a altura passa acima da cabeça.
- Capa de chuva. Uma capa de chuva de duas peças, guardada na moto, evita muitos dias perdidos e roupas encharcadas. Prefira modelos com faixas refletivas, punhos e tornozelos ajustáveis e cores visíveis. Protetor de calçado completa o conjunto. Vista antes de a chuva apertar e evite capas tipo poncho, que batem e atrapalham em velocidade.
- Faróis auxiliares. Faróis auxiliares iluminam as laterais da estrada e ajudam você a ser visto, o que é útil em viagens noturnas, neblina e estrada de chão. A instalação precisa de relé, fusível e chave própria, e a potência total deve caber no que o sistema de carga da moto gera. Regule para não ofuscar quem vem no sentido contrário.
- Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar iluminado sempre que puder.
Perguntas frequentes
Qual o peso da NX 350 Sahara 1990–1999?
A ficha do fabricante informa 144,5 kg (seco).
Qual o valor da NX 350 Sahara 1990–1999 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 13.874, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Qual o tamanho do tanque da NX 350 Sahara 1990–1999?
O tanque da NX 350 Sahara desses anos comporta 14,0 litros (reserva de 2,7 L).
Quantos cv tem a NX 350 Sahara 1990–1999?
Segundo o fabricante, 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998.
Para que serve saber em que rotação está o torque?
Torque que aparece em rotação baixa deixa a moto mais fácil no trânsito e na estrada: ela sai bem do lugar, aceita marcha alta em velocidade menor e sobe ladeira sem reduzir tanto. Motor com torque só em giro alto é mais esportivo e pede mais trocas de marcha e mais mão no acelerador.
Pneu mais largo melhora a moto?
O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.
Moto carburada é pior que injetada?
Não é pior, é diferente. O carburador é simples, barato de consertar e não depende de sensores, mas sente mais o frio, a altitude e o combustível parado. A injeção dá partida mais fácil e marcha lenta estável. Com limpeza e regulagem em dia, uma moto carburada funciona muito bem no uso diário.
Ficha técnica
| Cilindrada | 339 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998 conferido |
| Torque | 3,13 kgf.m a 6.500 rpm conferido |
| Peso | 144,5 kg (seco) conferido |
| Tanque | 14,0 litros (reserva de 2,7 L) conferido |
| Calibragem dos pneus | só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Preço FIPE da NX 350 Sahara por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| NX 350 Sahara 1999 | R$ 13.874 |
| NX 350 Sahara 1998 | R$ 13.518 |
| NX 350 Sahara 1997 | R$ 13.188 |
| NX 350 Sahara 1996 | R$ 12.866 |
| NX 350 Sahara 1995 | R$ 12.552 |
| NX 350 Sahara 1994 | R$ 12.245 |
| NX 350 Sahara 1993 | R$ 11.847 |
| NX 350 Sahara 1992 | R$ 11.558 |
| NX 350 Sahara 1991 | R$ 11.276 |
| NX 350 Sahara 1990 | R$ 10.396 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811032-8. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.