Honda NX 350 Sahara 1990
Preço FIPE do ano-modelo 1990, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma NX 350 Sahara usada.
- Trail
- 339 cc
- Gasolina
- 31,5 cv
FIPE 1990
R$ 10.396
- Moto
- Honda NX 350 Sahara
- Ano-modelo
- 1990
- Geração
- 1990–1999
- Calibragem
- só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811032-8. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda NX 350 Sahara
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Anunciar nesta páginaA Honda NX 350 Sahara 1990 em resumo
A NX 350 Sahara 1990, da Honda, é uma trail de 339 cc. O ano-modelo 1990 faz parte da geração vendida de 1990 a 1999. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Na ficha do fabricante, a potência é de 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998; o torque, 3,13 kgf.m a 6.500 rpm; o peso, 144,5 kg (seco); o tanque leva 14,0 litros (reserva de 2,7 L). Isso dá cerca de 4,6 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Quanto vale a NX 350 Sahara 1990
Pela FIPE de outubro de 2026, a NX 350 Sahara ano 1990 está cotada em R$ 10.396. A NX 350 Sahara 1991 está em R$ 11.276. Comparada com a 1999 (R$ 13.874), a moto de 1990 custa 25% a menos: em média, perdeu 3,2% de valor a cada ano.
Na comparação com as 13 motos trail 1990 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 11 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A NX 350 Sahara e o jeito trail de andar
A trail nasceu para ir aonde o asfalto acaba sem deixar de ser uma moto de rua. Tem documentação, iluminação e conforto para o dia a dia, mas com quadro e suspensão preparados para pisos ruins. É muito comum no campo, em cidades pequenas e entre quem trabalha em estrada de terra, como técnicos, vendedores e produtores rurais.
Essa versatilidade tem um custo de manutenção: poeira e lama castigam filtro de ar, transmissão, rolamentos e suspensão. Numa usada, sinais de cuidado com esses itens valem mais do que uma pintura brilhando.
Peças e medidas da NX 350 Sahara 1990
Para a manutenção da NX 350 Sahara 1990, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Calibragem dos pneus (a frio): só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa)
NX 350 Sahara 1990 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma NX 350 Sahara, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
Cuidados que acompanham uma moto 1990
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Originalidade e placa de coleção. Em moto antiga, originalidade vale dinheiro. Peças de fábrica, pintura correta e documentação em ordem aumentam o valor e abrem caminho para o registro como veículo de coleção, possível para veículos com mais de três décadas e alto grau de preservação, mediante certificação. Evite adaptações e tire as dúvidas no Detran.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da NX 350 Sahara ainda for a original, numa moto de 36 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 36 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
Alternativas à NX 350 Sahara 1990
Quem procura uma NX 350 Sahara 1990 costuma comparar com outras motos trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Honda XLX 250R 1990 · R$ 8.413 · 249 cc
- Honda XLX 350R 1990 · R$ 12.472 · 339 cc
Outros anos da NX 350 Sahara
A NX 350 Sahara foi vendida em 10 anos-modelo, de 1990 a 1999. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da NX 350 Sahara 1990
| Cilindrada | 339 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998 conferido |
| Torque | 3,13 kgf.m a 6.500 rpm conferido |
| Peso | 144,5 kg (seco) conferido |
| Tanque | 14,0 litros (reserva de 2,7 L) conferido |
| Calibragem dos pneus | só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da NX 350 Sahara 1990
As peças desta moto são as da geração 1990–1999. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a NX 350 Sahara 1990 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda NX 350 Sahara 1990 vale R$ 10.396 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da NX 350 Sahara 1990?
A NX 350 Sahara 1990 tem 339 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a capacidade do tanque da NX 350 Sahara 1990?
O tanque da NX 350 Sahara 1990 leva 14,0 litros (reserva de 2,7 L).
Quanto pesa a NX 350 Sahara 1990?
O peso informado pelo fabricante é 144,5 kg (seco).
Qual a potência da NX 350 Sahara 1990?
Pela ficha do fabricante, 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998, com torque de 3,13 kgf.m a 6.500 rpm.
Qual a calibragem do pneu da NX 350 Sahara 1990?
Com os pneus frios: só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para ficar de olho em vazamentos, ruídos e falhas.
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.
A Honda NX 350 Sahara 1990 ainda vale a pena?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de decidir.
Moto antiga é barata de manter?
A mecânica costuma ser simples e muitos serviços são baratos, mas a idade cobra em outro lugar: peças fora de linha, borrachas e parte elétrica para revisar e mais tempo de oficina para achar defeitos. Para uso diário, conte com uma revisão geral logo após a compra. Para coleção, a originalidade vale mais que a economia.