Honda NX 350 Sahara 1998
Preço FIPE do ano-modelo 1998, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma NX 350 Sahara usada.
- Trail
- 339 cc
- Gasolina
- 31,5 cv
FIPE 1998
R$ 13.518
- Moto
- Honda NX 350 Sahara
- Ano-modelo
- 1998
- Geração
- 1990–1999
- Calibragem
- só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811032-8. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaA Honda NX 350 Sahara 1998 em resumo
A NX 350 Sahara 1998, da Honda, é uma trail de 339 cc. O ano-modelo 1998 faz parte da geração vendida de 1990 a 1999. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Pelos números do fabricante, a potência é de 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998; o torque, 3,13 kgf.m a 6.500 rpm; o peso, 144,5 kg (seco); o tanque leva 14,0 litros (reserva de 2,7 L). Isso dá cerca de 4,6 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
A NX 350 Sahara 1998 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a NX 350 Sahara ano 1998 está cotada em R$ 13.518. A do ano 1997 sai por R$ 13.188 (+2,5% de diferença); a de 1999 custa R$ 13.874. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (1999, R$ 13.874), a 1998 vale 3% menos, uma média de 2,6% por ano.
Na comparação com as 11 motos trail 1998 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 8 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A NX 350 Sahara e o jeito trail de andar
Se o caminho tem buraco, lombada, cascalho ou barro, a trail se sente em casa. O banco alto e a suspensão longa absorvem o que derrubaria o conforto de uma street, e o guidão largo dá controle em piso ruim. Na cidade, a altura ajuda a enxergar por cima dos carros, embora exija um pouco mais de quem tem perna curta.
Por ser versátil, a trail usada aparece com todo tipo de histórico. Vale examinar rodas, raios, rolamentos e retentores com mais atenção do que numa moto só de asfalto.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da NX 350 Sahara 1998
Medidas de manutenção da NX 350 Sahara 1998, com link para a página de cada peça:
- Calibragem dos pneus (a frio): só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa)
Comprando uma Honda NX 350 Sahara 1998 usada: o que olhar
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma NX 350 Sahara, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
O que a idade pede na Honda NX 350 Sahara 1998
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a NX 350 Sahara 1998.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 28 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a NX 350 Sahara 1998.
- Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
Todos os anos da NX 350 Sahara
A NX 350 Sahara foi vendida em 10 anos-modelo, de 1990 a 1999. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da NX 350 Sahara 1998
| Cilindrada | 339 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998 conferido |
| Torque | 3,13 kgf.m a 6.500 rpm conferido |
| Peso | 144,5 kg (seco) conferido |
| Tanque | 14,0 litros (reserva de 2,7 L) conferido |
| Calibragem dos pneus | só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da NX 350 Sahara 1998
As peças desta moto são as da geração 1990–1999. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da NX 350 Sahara 1998?
Na referência de outubro de 2026, a Honda NX 350 Sahara 1998 vale R$ 13.518 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas cilindradas tem a NX 350 Sahara 1998?
A NX 350 Sahara 1998 tem 339 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a calibragem do pneu da NX 350 Sahara 1998?
Com os pneus frios: só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quanto pesa a NX 350 Sahara 1998?
O peso informado pelo fabricante é 144,5 kg (seco).
Quantos litros cabem no tanque da NX 350 Sahara 1998?
O tanque da NX 350 Sahara 1998 leva 14,0 litros (reserva de 2,7 L).
Qual a potência da NX 350 Sahara 1998?
Pela ficha do fabricante, 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998, com torque de 3,13 kgf.m a 6.500 rpm.
Uma moto 1998 ainda paga IPVA?
Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo para motos isentas IPVA.
Como evitar golpe na compra de moto usada?
Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais completam a proteção.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.
A Honda NX 350 Sahara 1998 ainda vale a pena?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.