Honda NX 350 Sahara 1996
Preço FIPE do ano-modelo 1996, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma NX 350 Sahara usada.
- Trail
- 339 cc
- Gasolina
- 31,5 cv
FIPE 1996
R$ 12.866
- Moto
- Honda NX 350 Sahara
- Ano-modelo
- 1996
- Geração
- 1990–1999
- Calibragem
- só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811032-8. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda NX 350 Sahara
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Anunciar nesta páginaNX 350 Sahara 1996: o essencial
Do ano-modelo 1996, a Honda NX 350 Sahara é uma trail de 339 cc. O ano-modelo 1996 faz parte da geração vendida de 1990 a 1999. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Em números, a potência é de 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998; o torque, 3,13 kgf.m a 6.500 rpm; o peso, 144,5 kg (seco); o tanque leva 14,0 litros (reserva de 2,7 L). A relação peso/potência fica em torno de 4,6 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
A NX 350 Sahara 1996 na tabela FIPE
O preço médio da NX 350 Sahara 1996 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 12.866. A NX 350 Sahara 1995 fica em R$ 12.552 (+2,5% de diferença); a de 1997 custa R$ 13.188. Comparada com a 1999 (R$ 13.874), a moto de 1996 custa 7% a menos: em média, perdeu 2,5% de valor a cada ano.
Na comparação com as 17 motos trail 1996 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 12 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma trail
Se o caminho tem buraco, lombada, cascalho ou barro, a trail se sente em casa. O banco alto e a suspensão longa absorvem o que derrubaria o conforto de uma street, e o guidão largo dá controle em piso ruim. Na cidade, a altura ajuda a enxergar por cima dos carros, embora exija um pouco mais de quem tem perna curta.
Por ser versátil, a trail usada aparece com todo tipo de histórico. Vale examinar rodas, raios, rolamentos e retentores com mais atenção do que numa moto só de asfalto.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da NX 350 Sahara 1996
Medidas de manutenção da NX 350 Sahara 1996, com link para a página de cada peça:
- Calibragem dos pneus (a frio): só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa)
O que conferir antes de comprar uma NX 350 Sahara 1996 usada
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma NX 350 Sahara, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
O que a idade pede na Honda NX 350 Sahara 1996
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a NX 350 Sahara 1996.
- Peças de reposição. Moto antiga depende de peça, e peça antiga nem sempre existe. Pergunte em lojas, a mecânicos e em clubes do modelo o que se encontra com facilidade. Para usadas, prefira desmanches credenciados, que vendem com rastreabilidade; peça sem origem pode ser fruto de furto. Em freio e suspensão, paralela de baixa qualidade não compensa.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 30 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
Documentos e negociação da NX 350 Sahara 1996
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
Motos parecidas com a NX 350 Sahara 1996
Quem procura uma NX 350 Sahara 1996 costuma comparar com outras motos trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Suzuki DR 650 RE 1996 · R$ 14.274 · 644 cc
- Kawasaki KLX 650 1996 · R$ 14.774 · 651 cc
- Yamaha DT 200 1996 · R$ 9.988 · 195 cc
Todos os anos da NX 350 Sahara
A NX 350 Sahara foi vendida em 10 anos-modelo, de 1990 a 1999. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da NX 350 Sahara 1996
| Cilindrada | 339 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998 conferido |
| Torque | 3,13 kgf.m a 6.500 rpm conferido |
| Peso | 144,5 kg (seco) conferido |
| Tanque | 14,0 litros (reserva de 2,7 L) conferido |
| Calibragem dos pneus | só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da NX 350 Sahara 1996
As peças desta moto são as da geração 1990–1999. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a NX 350 Sahara 1996 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda NX 350 Sahara 1996 vale R$ 12.866 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quanto pesa a NX 350 Sahara 1996?
O peso informado pelo fabricante é 144,5 kg (seco).
Quantos litros cabem no tanque da NX 350 Sahara 1996?
O tanque da NX 350 Sahara 1996 leva 14,0 litros (reserva de 2,7 L).
Qual a cilindrada da NX 350 Sahara 1996?
A NX 350 Sahara 1996 tem 339 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Quantas libras vai no pneu da NX 350 Sahara 1996?
Com os pneus frios: só piloto: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi / piloto e garupa: dianteiro 25 psi; traseiro 25 psi (manual: 150 / 175 kPa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a potência da NX 350 Sahara 1996?
Pela ficha do fabricante, 31,5 cv (PS) a 7.500 rpm — manual 1998, com torque de 3,13 kgf.m a 6.500 rpm.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Vale a pena comprar uma NX 350 Sahara 1996 hoje?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 1996 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Comprar moto com carburador é bom negócio?
Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita resolve boa parte dos problemas.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.