Honda XR 250 Tornado 2005
Preço FIPE do ano-modelo 2005, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XR 250 Tornado usada.
- Trail
- 249 cc
- Gasolina
- 23,3 cv
FIPE 2005
R$ 12.159
- Moto
- Honda XR 250 Tornado
- Ano-modelo
- 2005
- Geração
- 2001–2008
- Calibragem
- dianteiro 22 psi (150 kPa); traseiro 22 psi (150 kPa), só piloto ou com garupa
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811062-0. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda XR 250 Tornado
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Anunciar nesta páginaComo é a XR 250 Tornado 2005
A Honda XR 250 Tornado 2005 é uma trail de 249 cc. O ano-modelo 2005 faz parte da geração vendida de 2001 a 2008. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Na ficha do fabricante, a potência é de 23,3 cv a 7.500 rpm; o torque, 2,42 kgf.m a 6.000 rpm; o peso, 134 kg (seco); o tanque leva 11,5 litros (reserva de 3,7 L); o banco fica a 880 mm (840 mm com assento baixo opcional) do chão. A relação peso/potência fica em torno de 5,8 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
A XR 250 Tornado 2005 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a XR 250 Tornado ano 2005 está cotada em R$ 12.159. A do ano 2004 sai por R$ 11.862 (+2,5% de diferença); a XR 250 Tornado 2006 está em R$ 12.463. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2008, R$ 13.238), a 2005 vale 8% menos, uma média de 2,8% por ano.
Na comparação com as 10 motos trail 2005 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 8 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto trail
Trail é a moto de uso misto: suspensão de curso longo, roda dianteira maior, pneus que aceitam terra e posição de pilotagem alta, com boa visão do trânsito. Anda bem no asfalto, encara estrada de chão sem sofrimento e é a escolha de quem mora no interior, de quem enfrenta rua esburacada todo dia e de quem gosta de um passeio fora do asfalto no fim de semana.
Na usada, a pergunta é quanto de terra ela viu. Uso misto leve é o normal do tipo; trilha pesada deixa marcas no protetor de motor, nas rodas e na suspensão.
Medidas de manutenção da XR 250 Tornado 2005
Para a manutenção da XR 250 Tornado 2005, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Pneu dianteiro: 90/90-21
- Pneu traseiro: 120/80-18
- Relação (kit): passo 520
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 22 psi (150 kPa); traseiro 22 psi (150 kPa), só piloto ou com garupa
Comprando uma Honda XR 250 Tornado 2005 usada: o que olhar
Uma moto 2005 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
- Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, desconfie e, se puder, marque outro dia.
- Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
Cuidados que acompanham uma moto 2005
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
- Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
Documentos e negociação da XR 250 Tornado 2005
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
A XR 250 Tornado em outros anos
A XR 250 Tornado foi vendida em 8 anos-modelo, de 2001 a 2008. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da XR 250 Tornado 2005
| Cilindrada | 249 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 23,3 cv a 7.500 rpm conferido |
| Torque | 2,42 kgf.m a 6.000 rpm conferido |
| Peso | 134 kg (seco) conferido |
| Tanque | 11,5 litros (reserva de 3,7 L) conferido |
| Altura do banco | 880 mm (840 mm com assento baixo opcional) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi (150 kPa); traseiro 22 psi (150 kPa), só piloto ou com garupa conferido |
| Pneu dianteiro | 90/90-21 |
| Pneu traseiro | 120/80-18 |
| Relação (kit) | passo 520 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XR 250 Tornado 2005
As peças desta moto são as da geração 2001–2008. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
- Filtro de armedida em conferência
Escapamento
Transmissão
Freios
- Pastilha de freio dianteira
- Disco de freio dianteiro
- Pinça (cáliper) de freio
- Fluido de freiomedida em conferência
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
- Bateriamedida em conferência
- Estator (bobinas do magneto)
- Motor de partida
- Relé de partida
- Painel / velocímetro
Ignição
- Vela de igniçãomedida em conferência
- CDI / módulo de ignição
- Bobina de pulso (sensor)
Iluminação
- Farol completo
- Lâmpada do farolmedida em conferência
Carroceria
Comandos
Fluidos
- Óleo do motormedida em conferência
- Filtro de óleo
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da XR 250 Tornado 2005?
Na referência de outubro de 2026, a Honda XR 250 Tornado 2005 vale R$ 12.159 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quanto pesa a XR 250 Tornado 2005?
O peso informado pelo fabricante é 134 kg (seco).
Qual pneu usa a XR 250 Tornado 2005?
Dianteiro 90/90-21 e traseiro 120/80-18.
Qual a calibragem do pneu da XR 250 Tornado 2005?
Com os pneus frios: dianteiro 22 psi (150 kPa); traseiro 22 psi (150 kPa), só piloto ou com garupa. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quantos cavalos tem a XR 250 Tornado 2005?
Pela ficha do fabricante, 23,3 cv a 7.500 rpm, com torque de 2,42 kgf.m a 6.000 rpm.
Quantas cilindradas tem a XR 250 Tornado 2005?
A XR 250 Tornado 2005 tem 249 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
Quilometragem alta é problema?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
Onde consultar recall da moto?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.