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Honda XR 250 Tornado 2006

Preço FIPE do ano-modelo 2006, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XR 250 Tornado usada.

  • Trail
  • 249 cc
  • Gasolina
  • 23,3 cv
Honda XR 250 Tornado 2006
Imagem ilustrativa.

FIPE 2006

R$ 12.463

Moto
Honda XR 250 Tornado
Ano-modelo
2006
Geração
2001–2008
Calibragem
dianteiro 22 psi (150 kPa); traseiro 22 psi (150 kPa), só piloto ou com garupa

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811062-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda XR 250 Tornado

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XR 250 Tornado 2006: o essencial

A XR 250 Tornado 2006, da Honda, é uma trail de 249 cc. O ano-modelo 2006 faz parte da geração vendida de 2001 a 2008. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.

Na ficha do fabricante, a potência é de 23,3 cv a 7.500 rpm; o torque, 2,42 kgf.m a 6.000 rpm; o peso, 134 kg (seco); o tanque leva 11,5 litros (reserva de 3,7 L); o banco fica a 880 mm (840 mm com assento baixo opcional) do chão. A relação peso/potência fica em torno de 5,8 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Preço FIPE da XR 250 Tornado 2006

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda XR 250 Tornado 2006 vale R$ 12.463. A XR 250 Tornado 2005 fica em R$ 12.159 (+2,5% de diferença); a de 2007 custa R$ 12.775. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2008, R$ 13.238), a 2006 vale 6% menos, uma média de 3,0% por ano.

Entre as 11 motos trail ano 2006 com preço na FIPE, 9 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

O que esperar de uma trail

A trail nasceu para ir aonde o asfalto acaba sem deixar de ser uma moto de rua. Tem documentação, iluminação e conforto para o dia a dia, mas com quadro e suspensão preparados para pisos ruins. É muito comum no campo, em cidades pequenas e entre quem trabalha em estrada de terra, como técnicos, vendedores e produtores rurais.

Essa versatilidade tem um custo de manutenção: poeira e lama castigam filtro de ar, transmissão, rolamentos e suspensão. Numa usada, sinais de cuidado com esses itens valem mais do que uma pintura brilhando.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XR 250 Tornado 2006

Estas são as medidas que mais se procura para a XR 250 Tornado 2006. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

Comprando uma Honda XR 250 Tornado 2006 usada: o que olhar

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir jogo na balança e nos rolamentos.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
  • Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.

Cuidados que acompanham uma moto 2006

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2006 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
  • Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível parado na cuba.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da XR 250 Tornado ainda for a original, numa moto de 20 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.

A XR 250 Tornado em outros anos

A XR 250 Tornado foi vendida em 8 anos-modelo, de 2001 a 2008. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da XR 250 Tornado 2006

Medidas e especificações
Cilindrada249 cc
CombustívelGasolina
Potência23,3 cv a 7.500 rpm conferido
Torque2,42 kgf.m a 6.000 rpm conferido
Peso134 kg (seco) conferido
Tanque11,5 litros (reserva de 3,7 L) conferido
Altura do banco880 mm (840 mm com assento baixo opcional) conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 22 psi (150 kPa); traseiro 22 psi (150 kPa), só piloto ou com garupa conferido
Pneu dianteiro90/90-21
Pneu traseiro120/80-18
Relação (kit)passo 520
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XR 250 Tornado 2006

As peças desta moto são as da geração 2001–2008. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

  • Filtro de armedida em conferência

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da XR 250 Tornado 2006?

Na referência de outubro de 2026, a Honda XR 250 Tornado 2006 vale R$ 12.463 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da XR 250 Tornado 2006?

A XR 250 Tornado 2006 tem 249 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Qual pneu usa a XR 250 Tornado 2006?

Dianteiro 90/90-21 e traseiro 120/80-18.

Qual a calibragem do pneu da XR 250 Tornado 2006?

Com os pneus frios: dianteiro 22 psi (150 kPa); traseiro 22 psi (150 kPa), só piloto ou com garupa. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a capacidade do tanque da XR 250 Tornado 2006?

O tanque da XR 250 Tornado 2006 leva 11,5 litros (reserva de 3,7 L).

Qual a potência da XR 250 Tornado 2006?

Pela ficha do fabricante, 23,3 cv a 7.500 rpm, com torque de 2,42 kgf.m a 6.000 rpm.

Como fica o seguro de uma XR 250 Tornado 2006?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Moto antiga é barata de manter?

A mecânica costuma ser simples e muitos serviços são baratos, mas a idade cobra em outro lugar: peças fora de linha, borrachas e parte elétrica para revisar e mais tempo de oficina para achar defeitos. Para uso diário, conte com uma revisão geral logo após a compra. Para coleção, a originalidade vale mais que a economia.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.