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Yamaha XTZ 150 Crosser S 2021

Preço FIPE do ano-modelo 2021, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 150 Crosser S usada.

  • Trail
  • 149 cc
  • Flex
  • 12,4 cv
  • ABS
Yamaha XTZ 150 Crosser S 2021
Imagem ilustrativa.

FIPE 2021

R$ 15.306

Moto
Yamaha XTZ 150 Crosser S
Ano-modelo
2021
Geração
2018–2026
Calibragem
dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto) / 29 psi (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827108-9. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 150 Crosser S

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XTZ 150 Crosser S 2021: o essencial

A Yamaha XTZ 150 Crosser S 2021 é uma trail de 149 cc, flex (gasolina e etanol). O ano-modelo 2021 faz parte da geração vendida de 2018 a 2026. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. Com injeção eletrônica, a XTZ 150 Crosser S depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Na ficha do fabricante, a potência é de 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol); o torque, 1,3 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina e etanol); o peso, 137 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 12 litros (reserva de 3,0 L). Isso dá cerca de 11,0 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

A XTZ 150 Crosser S 2021 na tabela FIPE

O preço médio da XTZ 150 Crosser S 2021 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 15.306. A do ano 2020 sai por R$ 14.397 (+6,3% de diferença); a de 2022 custa R$ 16.359. Comparada com a 2026 (R$ 21.377), a moto de 2021 custa 28% a menos: em média, perdeu 6,5% de valor a cada ano.

Na comparação com as 17 motos trail 2021 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 1 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A XTZ 150 Crosser S e o jeito trail de andar

A trail nasceu para ir aonde o asfalto acaba sem deixar de ser uma moto de rua. Tem documentação, iluminação e conforto para o dia a dia, mas com quadro e suspensão preparados para pisos ruins. É muito comum no campo, em cidades pequenas e entre quem trabalha em estrada de terra, como técnicos, vendedores e produtores rurais.

Essa versatilidade tem um custo de manutenção: poeira e lama castigam filtro de ar, transmissão, rolamentos e suspensão. Numa usada, sinais de cuidado com esses itens valem mais do que uma pintura brilhando.

As versões da Crosser 150 em 2021

A XTZ 150 Crosser S não era a única Crosser 150 de 2021: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.

  • XTZ 150 Crosser Z 2021 (R$ 15.339): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.

Peças e medidas da XTZ 150 Crosser S 2021

Medidas de manutenção da XTZ 150 Crosser S 2021, com link para a página de cada peça:

Comprando uma Yamaha XTZ 150 Crosser S 2021 usada: o que olhar

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma XTZ 150 Crosser S, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.

A manutenção que uma XTZ 150 Crosser S 2021 pede

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
  • O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.

Gasolina ou etanol na XTZ 150 Crosser S

Por ser flex, esta moto roda com etanol, gasolina ou os dois misturados, e dá para trocar de um para o outro a cada abastecimento. O etanol rende menos por litro, então só compensa quando o preço está bem abaixo do da gasolina; quem quiser precisão deve anotar o consumo real com cada um. Depois de trocar de combustível, rode um pouco antes de desligar para a injeção se adaptar. No mais, siga o manual em óleo e revisões: o sistema foi feito para os dois combustíveis.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.

Alternativas à XTZ 150 Crosser S 2021

Quem procura uma XTZ 150 Crosser S 2021 costuma comparar com outras motos trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Outros anos da XTZ 150 Crosser S

A XTZ 150 Crosser S foi vendida em 9 anos-modelo, de 2018 a 2026. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da XTZ 150 Crosser S 2021

Medidas e especificações
Cilindrada149 cc
CombustívelFlex
Potência12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol)
Torque1,3 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina e etanol)
Peso137 kg (em ordem de marcha) conferido
Tanque12 litros (reserva de 3,0 L) conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto) / 29 psi (com garupa) conferido
Bateria12V 5,0Ah conferido
Vela de igniçãoNGK MR8D conferido
Pneu dianteiro90/90-19 M/C 52P conferido
Pneu traseiro110/90-17 M/C 60P conferido
Relação (kit)passo 428 | coroa 41 | pinhão 14 | 122 elos conferido
Óleo do motorSAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro conferido
Filtro de arpapel seco conferido
Fluido de freioDOT 4 conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XTZ 150 Crosser S 2021

As peças desta moto são as da geração 2018–2026. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a XTZ 150 Crosser S 2021 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 150 Crosser S 2021 vale R$ 15.306 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual o óleo da XTZ 150 Crosser S 2021?

A referência para o motor é SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a potência da XTZ 150 Crosser S 2021?

Pela ficha do fabricante, 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol), com torque de 1,3 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina e etanol).

Qual a capacidade do tanque da XTZ 150 Crosser S 2021?

O tanque da XTZ 150 Crosser S 2021 leva 12 litros (reserva de 3,0 L).

Qual pneu usa a XTZ 150 Crosser S 2021?

Dianteiro 90/90-19 M/C 52P e traseiro 110/90-17 M/C 60P.

Quanto pesa a XTZ 150 Crosser S 2021?

O peso informado pelo fabricante é 137 kg (em ordem de marcha).

A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.

Quilometragem alta é problema?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.