Yamaha XTZ 150 Crosser S 2018
Preço FIPE do ano-modelo 2018, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XTZ 150 Crosser S usada.
- Trail
- 149 cc
- Flex
- 12,4 cv
- ABS
FIPE 2018
R$ 13.316
- Moto
- Yamaha XTZ 150 Crosser S
- Ano-modelo
- 2018
- Geração
- 2018–2026
- Calibragem
- dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto) / 29 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827108-9. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha XTZ 150 Crosser S
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Anunciar nesta páginaXTZ 150 Crosser S 2018: o essencial
A XTZ 150 Crosser S 2018, da Yamaha, é uma trail de 149 cc, flex (gasolina e etanol). Ela pertence à geração 2018–2026, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Em números, a potência é de 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol); o torque, 1,3 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina e etanol); o peso, 137 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 12 litros (reserva de 3,0 L). Isso dá cerca de 11,0 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Preço FIPE da XTZ 150 Crosser S 2018
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 150 Crosser S 2018 vale R$ 13.316. A XTZ 150 Crosser S 2019 está em R$ 13.944. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2026, R$ 21.377), a 2018 vale 38% menos, uma média de 5,7% por ano.
Na comparação com as 18 motos trail 2018 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 2 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
Para quem é uma moto trail
A trail nasceu para ir aonde o asfalto acaba sem deixar de ser uma moto de rua. Tem documentação, iluminação e conforto para o dia a dia, mas com quadro e suspensão preparados para pisos ruins. É muito comum no campo, em cidades pequenas e entre quem trabalha em estrada de terra, como técnicos, vendedores e produtores rurais.
Essa versatilidade tem um custo de manutenção: poeira e lama castigam filtro de ar, transmissão, rolamentos e suspensão. Numa usada, sinais de cuidado com esses itens valem mais do que uma pintura brilhando.
Outras versões da Crosser 150 em 2018
A XTZ 150 Crosser S não era a única Crosser 150 de 2018: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- XTZ 150 Crosser Z 2018 (R$ 13.671): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
Medidas de manutenção da XTZ 150 Crosser S 2018
Estas são as medidas que mais se procura para a XTZ 150 Crosser S 2018. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 5,0Ah (conferida)
- Vela de ignição: NGK MR8D (conferida)
- Pneu dianteiro: 90/90-19 M/C 52P (conferida)
- Pneu traseiro: 110/90-17 M/C 60P (conferida)
- Relação (kit): passo 428 | coroa 41 | pinhão 14 | 122 elos (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro (conferida)
- Filtro de ar: papel seco (conferida)
- Fluido de freio: DOT 4 (conferida)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto) / 29 psi (com garupa)
Comprando uma Yamaha XTZ 150 Crosser S 2018 usada: o que olhar
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma XTZ 150 Crosser S, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
- Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
O que a idade pede na Yamaha XTZ 150 Crosser S 2018
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2018 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 8 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 8 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
A XTZ 150 Crosser S 2018 é flex
A XTZ 150 Crosser S 2018 é flex: aceita gasolina, etanol ou qualquer mistura dos dois no mesmo tanque, sem ajuste nenhum. A injeção reconhece o combustível e corrige a mistura sozinha depois de alguns quilômetros rodados. Com etanol o consumo sobe, então a conta na bomba é preço por quilômetro, não por litro. A referência dos 70% é a mais conhecida, mas o mais preciso é medir o consumo da sua moto com cada combustível. Em dias frios, a partida com etanol pode pedir um pouco mais de paciência.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
Alternativas à XTZ 150 Crosser S 2018
Para comparar: motos trail 2018 com valor FIPE perto do da XTZ 150 Crosser S.
- Honda NXR 160 Bros (2016-2018) 2018 · R$ 14.904 · 163 cc
- Honda XRE 190 2018 · R$ 16.481 · 184 cc
- Royal Enfield Himalayan 411 2018 · R$ 16.548 · 411 cc
Outros anos da XTZ 150 Crosser S
Anos-modelo da XTZ 150 Crosser S no catálogo, de 2026 a 2018, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da XTZ 150 Crosser S 2018
| Cilindrada | 149 cc |
|---|---|
| Combustível | Flex |
| Potência | 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol) |
| Torque | 1,3 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina e etanol) |
| Peso | 137 kg (em ordem de marcha) conferido |
| Tanque | 12 litros (reserva de 3,0 L) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto) / 29 psi (com garupa) conferido |
| Bateria | 12V 5,0Ah conferido |
| Vela de ignição | NGK MR8D conferido |
| Pneu dianteiro | 90/90-19 M/C 52P conferido |
| Pneu traseiro | 110/90-17 M/C 60P conferido |
| Relação (kit) | passo 428 | coroa 41 | pinhão 14 | 122 elos conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (Yamalube 4T) | 1,00 L na troca; 1,10 L com troca do filtro conferido |
| Filtro de ar | papel seco conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XTZ 150 Crosser S 2018
As peças desta moto são as da geração 2018–2026. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da XTZ 150 Crosser S 2018?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 150 Crosser S 2018 vale R$ 13.316 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantos cavalos tem a XTZ 150 Crosser S 2018?
Pela ficha do fabricante, 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol), com torque de 1,3 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina e etanol).
Qual a cilindrada da XTZ 150 Crosser S 2018?
A XTZ 150 Crosser S 2018 tem 149 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quantos litros cabem no tanque da XTZ 150 Crosser S 2018?
O tanque da XTZ 150 Crosser S 2018 leva 12 litros (reserva de 3,0 L).
Quanto pesa a XTZ 150 Crosser S 2018?
O peso informado pelo fabricante é 137 kg (em ordem de marcha).
Qual a calibragem do pneu da XTZ 150 Crosser S 2018?
Com os pneus frios: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (só piloto) / 29 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão é pagar caro.
A Yamaha XTZ 150 Crosser S 2018 ainda vale a pena?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2018 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Quilometragem alta é problema?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.