tudo de moto

LS2 Advant FF906

Capacete articulado (queixeira 180°) da LS2, linha Advant.

Capacete

LS2

Fabricante
LS2
Linha
Advant
Tipo
Articulado (queixeira gira 180°)
Modelo
FF906 Advant
Casco
KPA (Kinetic Polymer Alloy)

Dados do fabricante (ls2.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.

Lojas que vendem o LS2 Advant FF906

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura o LS2 Advant FF906. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Sobre o LS2 Advant FF906

LS2 Advant FF906 é um capacete articulado (queixeira 180°) da LS2. Articulado da LS2 cuja queixeira gira 180° até a traseira do casco, com dupla homologação aberto/fechado. Casco em KPA, óculos solar interno, Pinlock 120 MaxVision incluso, sistema de liberação de emergência e pescoceira com faixa refletiva.

Na ficha técnica que a LS2 publica, aparecem tipo: Articulado (queixeira gira 180°); modelo: FF906 Advant; casco: KPA (Kinetic Polymer Alloy); peso: 1.650 ± 50 g; homologação: ECE 22.06 com dupla homologação (aberto e fechado); certificação Inmetro.

O fabricante indica este produto para Harley-Davidson Touring.

Como ler a ficha técnica deste capacete

A ficha de um capacete parece longa, mas os itens que decidem a compra são poucos. Comece pelo tamanho: o número (54, 56, 58...) costuma ser a volta da cabeça em centímetros, e a letra (P, M, G) muda de faixa conforme a marca, por isso vale olhar a tabela de LS2 e não a de outro fabricante. Logo depois vem o peso; repare de qual tamanho ele foi medido, porque o mesmo modelo pesa diferente do menor para o maior número.

Em seguida, veja o que vem montado: viseira cristal, preparo para lente antiembaçante (e se a lente vem na caixa), óculos solar interno, forro removível e lavável, tipo de fecho e nichos para alto-falante de intercomunicador. A ventilação aparece como número de entradas e saídas; mais importante que a quantidade é se elas regulam. Por fim, a certificação do Inmetro não é opcional: confirme no produto, não só no anúncio.

TipoArticulado (queixeira gira 180°)
ModeloFF906 Advant
CascoKPA (Kinetic Polymer Alloy)
Peso1.650 ± 50 g
HomologaçãoECE 22.06 com dupla homologação (aberto e fechado); certificação Inmetro
Tamanhos56/S, 58/M, 60/L, 62/XL, 64/XXL
Tamanhos de casco2 (XS–L, XL–3XL)
ViseiraCristal, proteção UV, antirrisco, troca rápida; Pinlock 120 MaxVision incluso
Óculos solar internoSim, retrátil
FechoMicrométrico metálico, jugular reforçada
ForraçãoRemovível, lavável, respirável, hipoalergênica
IntercomunicadorPreparado (LS2/Cardo)

Em quais motos serve

Aplicação declarada pela LS2 para este produto, como aparece no catálogo da marca. Confira o ano e a versão da sua moto, porque a mesma família às vezes muda de peça de um ano para outro.

  • touring
  • uso urbano

Páginas dos modelos citados: Harley-Davidson Touring.

Este capacete é o certo para você?

A escolha final depende de três coisas: tamanho, formato e uso. Os itens abaixo ajudam a conferir cada uma delas neste modelo e mostram o que olhar na etiqueta, na caixa e no catálogo do fabricante antes de pagar.

  • Tamanho pela medida da cabeça. O ponto de partida é a volta da cabeça, medida com fita flexível na altura da testa, pouco acima das sobrancelhas, passando sobre as orelhas e pela parte mais saliente de trás. Peça ajuda para a fita não ficar torta. Com a medida em centímetros, procure a faixa correspondente na tabela de LS2, que pode não coincidir com a de outras marcas.
  • Forro removível e bochecheiras. Forro removível e lavável é quase obrigatório para quem roda todo dia, porque suor e poeira se acumulam rápido. Veja se saem o forro do topo e as bochecheiras, e se o fabricante vende bochecheiras de outras espessuras para ajustar o aperto no rosto. Tecidos que absorvem suor e secam rápido ajudam no calor.
  • Mecanismo da queixeira articulada. O que separa um escamoteável bom de um ruim está nas articulações. Abra a queixeira com uma mão, de luva, e feche até ouvir a trava. Empurre a queixeira fechada para cima: ela não pode ceder. Quem usa o recurso dezenas de vezes por dia, como entregadores, deve priorizar mecanismo robusto e peças de reposição fáceis de encontrar.
  • Quando a medida cai entre dois tamanhos. Quando a medida cai bem na divisa entre dois tamanhos, prove os dois. Na dúvida, o mais justo costuma ser a escolha, desde que não cause dor: o forro cede um pouco com o uso, e capacete que já nasce folgado só piora. Aperto que vira dor de cabeça em pouco tempo, porém, indica que o tamanho ou o formato não é o seu.
  • Certificação do Inmetro no próprio capacete. A certificação do Inmetro é obrigatória para todo capacete vendido no Brasil. Não confie só no anúncio: no capacete, procure o selo do Inmetro aplicado no casco e a etiqueta interna com fabricante, modelo, tamanho e data de fabricação. Se algo estiver faltando, ilegível ou com cara de adesivo improvisado, não leve.
  • Preparo para lente antiembaçante. Muitas viseiras têm dois pinos na parte interna para encaixar uma lente antiembaçante, que cria uma câmara de ar e impede o vapor de condensar. Confira na ficha se o capacete vem com a lente na caixa ou só com o preparo. Se for só o preparo, procure a lente específica para essa viseira, no tamanho certo, antes de pegar a primeira chuva.

Ajustes e uso certo do capacete

Boa parte do conforto e da proteção de um capacete depende de como ele é colocado, fechado e regulado. Estes cuidados de uso valem para o dia a dia e para a primeira semana, quando o forro ainda está se acomodando à sua cabeça.

  • Os primeiros dias de uso. Nos primeiros dias, o capacete pode parecer mais justo do que na loja, principalmente nas bochechas. É normal: as espumas de conforto acomodam ao seu rosto com algumas horas de uso e o aperto diminui. O que não é normal é dor forte e localizada que não melhora; nesse caso, procure a loja enquanto ainda dá para trocar.
  • Trocar a viseira. Para trocar a viseira, na maioria dos modelos você a abre até o fim, solta a trava lateral e desencaixa. Repita do outro lado. Na montagem, encaixe primeiro um lado, depois o outro, e teste o movimento. Se precisar forçar, algo está fora do lugar. Viseira mal encaixada pode abrir com o vento em velocidade.
  • Ajuste da cinta jugular. O fecho só protege se a cinta estiver ajustada. Feche e depois tente tirar o capacete puxando pela parte de trás, para a frente: se ele sair ou cobrir os olhos, aperte mais. A cinta não pode ficar sobre o pomo de adão nem tão solta que balance. Faça o ajuste com calma em casa, não no estacionamento.
  • Instalar a lente antiembaçante. A lente antiembaçante só funciona se a vedação estiver perfeita. Monte com a viseira fora do capacete e as mãos limpas, sem tocar no centro da lente. Encaixe um lado no pino, curve e encaixe o outro. Pinos com regulagem ajustam a tensão. Se aparecer embaçamento entre a lente e a viseira, entrou sujeira ou umidade: desmonte, seque e monte de novo.
  • Usar o óculos solar interno. A lente solar interna serve para o dia. À noite e em lugares escuros, ela tem de estar recolhida, e a viseira montada deve ser cristal. Acostume-se com o comando em casa, de luva, até conseguir acionar sem procurar. Em dia de muito sol, combine a lente com a viseira cristal e você dispensa a viseira fumê.

Como conservar este capacete

Capacete é equipamento de proteção, e cuidar dele faz parte da segurança. Os pontos abaixo tratam de limpeza, armazenamento, garantia e do momento de trocar. Quando o manual do fabricante disser algo diferente, siga o manual.

  • Retrovisor não é cabide. Pendurar o capacete no retrovisor ou na manopla é um hábito comum e ruim. O espelho pressiona a espuma interna sempre no mesmo ponto, e o capacete acaba caindo no chão com o vento ou com um esbarrão. Apoie no banco só se ele não puder escorregar; melhor ainda, use uma trava de capacete ou leve com você.
  • Onde e como guardar. Onde o capacete passa a noite importa. Escolha um lugar arejado, sem sol direto e sem cheiro de combustível por perto. Apoie em superfície estável, para não cair, e use a bolsa ou um pano por cima. Não guarde luvas nem balaclava dentro dele: o suor fica preso e o forro mofa.
  • Depois de uma batida ou queda. Capacete que sofreu impacto deve ser substituído, mesmo sem trinca aparente. A espuma interna, que absorve a energia, amassa e não volta ao formato, e isso não se vê por fora. Vale para acidente com a cabeça dentro e também para queda forte do capacete sozinho em chão duro. Na dúvida, procure o fabricante ou a assistência da marca.
  • O lado de dentro da viseira. Tratamento antiembaçante e lente antiembaçante perdem eficiência com limpeza errada. Por dentro, nada de produto químico: água limpa e microfibra, com toques leves. Se entrar umidade entre a lente e a viseira, desmonte e deixe secar antes de montar de novo. Lente riscada ou com a borda descolada deve ser trocada.
  • Mecanismos da viseira e da queixeira. Quando a viseira começa a ficar dura ou frouxa, o problema costuma estar na sujeira das articulações ou no desgaste das peças plásticas. Tire a viseira, limpe as bases com pano úmido e confira se há peça quebrada. Graxa comum e óleo podem atacar o plástico, então use apenas o que o fabricante indica.

Capacete original: o que conferir na compra

Pela internet, o cuidado começa antes do clique. Procure o modelo no site do fabricante para conhecer o desenho, as cores e os itens que acompanham. Depois, compare com o anúncio: fotos genéricas, nome do modelo escrito errado ou itens diferentes do catálogo indicam problema. Prefira a loja oficial da marca ou as revendas que ela indica, sempre com nota fiscal.

Quando o capacete chegar, confira antes de usar: selo do Inmetro no casco, etiqueta interna completa, manual, bolsa e acessórios que a caixa promete. Viseira, fecho e mecanismos devem funcionar sem folga. Se algo não bater, use o direito de arrependimento das compras feitas fora da loja física e devolva dentro do prazo legal. Capacete de origem duvidosa não vale o risco, nem como reserva.

O LS2 Advant FF906 e os concorrentes: o que pesar

O primeiro critério de comparação não está na ficha: é a sua cabeça. Dois capacetes de marcas diferentes, no mesmo tamanho e na mesma faixa, podem assentar de forma completamente diferente, porque cada fabricante tem seu formato de casco. Se puder, prove os dois no mesmo dia, ficando o mesmo tempo com cada um.

Entre os que serviram bem, compare o que você vai usar. Quem roda de dia e volta à noite vai valorizar o solar interno; quem pega chuva, a lente antiembaçante; quem para muito, o escamoteável ou o engate rápido. Veja também o peso no mesmo tamanho, a ventilação regulável e a facilidade de achar peças. Desconfie de comparações que só olham o material do casco: a certificação garante o mínimo de proteção para todos, e o material muda principalmente peso e conforto.

Para comparar, alguns produtos de outros fabricantes:

A marca LS2

LS2 (China; marca de capacetes do grupo Jiangmen Pengcheng Helmets). Os cascos usam materiais próprios como HPTT (termoplástico injetado em alta pressão), KPA (liga de polímeros), HPFC (tricomposto) e fibra de carbono. Os modelos atuais seguem a homologação ECE 22.06 e as páginas brasileiras indicam certificação Inmetro nas unidades vendidas oficialmente. Mais sobre a empresa na página da LS2.

Na mesma categoria, a LS2 também tem:

Todos os produtos de capacete da LS2

Para continuar

Outras páginas que ajudam: guia de capacete; todos os produtos da LS2.

Perguntas frequentes

Em quais motos o LS2 Advant FF906 serve?

O fabricante indica para Harley-Davidson Touring. Confira versão e ano na lista de aplicações acima.

Qual fecho é melhor, micrométrico ou duplo D?

Não há fecho seguro com cinta frouxa. Engate micrométrico e duplo D funcionam quando estão bem fechados e ajustados. A escolha é de praticidade: o engate rápido abre com uma mão, bom para o dia a dia com muitas paradas; o duplo D pede mais jeito, mas regula exatamente no ponto.

O capacete caiu no chão. Preciso trocar?

Impacto com a cabeça dentro significa troca, porque a espuma de absorção se deforma e não volta. Queda do capacete sozinho pede inspeção do casco, da espuma, do fecho e dos mecanismos. Se encontrar dano ou ficar em dúvida, não arrisque: a proteção pode estar comprometida mesmo sem trinca aparente.

Selo estrangeiro substitui o do Inmetro?

Sozinho, não. O Inmetro não aceita certificações estrangeiras no lugar da brasileira. Muitos capacetes vendidos aqui trazem as duas, o que é normal. O que importa para circular no Brasil é ter o selo do Inmetro no casco e a etiqueta interna de identificação.

O óculos solar interno substitui a viseira fumê?

Na maioria das situações, sim. Com o solar interno, você roda com a viseira cristal e desce a lente escura quando o sol incomoda, sem precisar trocar a viseira. À noite e em túneis, a lente deve estar recolhida. Quem pega sol forte o dia inteiro pode ainda preferir ter também a fumê de fábrica.

Como confirmo que este capacete tem certificação do Inmetro?

No próprio capacete: procure o selo de conformidade do Inmetro aplicado no casco, em geral na parte de trás, e a etiqueta interna com fabricante, modelo, tamanho e data de fabricação. Os dados devem bater com a caixa. Para ir além, a lista de capacetes certificados pode ser consultada no site do Inmetro.

Posso colocar película na viseira?

Película é proibida na viseira, seja escura, espelhada ou colorida. Além de render multa, ela reduz a visão à noite e em dia nublado. Se o sol incomoda, a solução permitida é a viseira fumê original do modelo, usada de dia, ou o óculos solar interno, quando o capacete tem.

Como saber se este capacete é original?

Comece pelo vendedor: loja autorizada ou oficial, com nota e garantia. Depois, o produto: selo do Inmetro no casco, etiqueta interna completa, manual e acessórios da caixa. Compare com as fotos e a ficha do site do fabricante. Diferença no acabamento ou preço bom demais pedem cautela.