Curva (coletor) do escapamento da BMW G 310 GS
A peça certa para cada versão e ano da G 310 GS, de 2018 a 2026, com o guia para escolher e trocar.
- 1 versão
- 1 geração
- 2018–2026
Curva (coletor) do escapamento
G 310 GS 2018–2026
- Modelo
- BMW G 310 GS
- Anos
- 2018 a 2026
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com curva (coletor) do escapamento para a BMW G 310 GS
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Anunciar nesta páginaCurva (coletor) do escapamento por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| G 310 GS | 2018–2026 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
A curva do escapamento da BMW G 310 GS: versão por versão
A curva do escapamento da BMW G 310 GS é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da G 310 GS em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.
O que é a curva do escapamento da G 310 GS
Entre o motor e o silencioso existe um tubo dobrado que quase ninguém olha até ele dar problema: a curva. Ela recebe os gases ainda em altíssima temperatura, logo depois que a válvula de escape abre, e conduz esse fluxo até a parte que abafa o ruído.
Como o diâmetro e o comprimento dela fazem parte do acerto do motor, curva amassada, furada ou de outra aplicação mexe no rendimento. Em muitas motos injetadas é nela que fica rosqueada a sonda lambda, e em alguns modelos o catalisador também vem dentro da curva. Por isso a peça é vendida pela aplicação exata da moto.
A curva do escapamento na G 310 GS: o que a ficha diz
Para entender a curva do escapamento desta moto, vale olhar a ficha: a G 310 GS é uma trail de 313 cc. Com injeção eletrônica, a G 310 GS depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter.
Com injeção, a curva do escapamento da G 310 GS trabalha junto com a central eletrônica. Se a sonda estiver presa na curva, desengripante, chave própria e paciência evitam danificar o sensor, que costuma valer mais que a própria curva.
Depois de um tombo ou de uma pancada embaixo, examine a curva da G 310 GS: amassados, flange desalinhada e porcas frouxas. Travessia de água com o escape quente também castiga a peça.
Sinais de que a curva do escapamento da G 310 GS precisa de atenção
A curva fica perto do motor e longe da vista. Faça a inspeção com tudo frio, de preferência com a moto no cavalete e uma lanterna, e compare o que encontrar com os sintomas abaixo.
- Amassado de queda ou de batida. Amassado leve às vezes não muda nada, mas amassado que reduz o diâmetro do tubo atrapalha o motor. Se depois de uma queda a moto ficou fraca, examine a curva.
- Fuligem na flange. Com o motor frio, passe o dedo na região onde a curva encosta no cabeçote. Fuligem solta e oleosa ali indica que o anel não está vedando ou que a flange está torta.
- Pipocos ao tirar o acelerador. Estouros na desaceleração podem vir de ar entrando por uma fresta na curva ou no encaixe com o silencioso. O ar encontra combustível não queimado e estoura dentro do escape. Mistura pobre também causa isso, por isso vale diagnosticar.
- Cheiro de gás nas pernas. Os gases do escape são tóxicos. Sentir cheiro de queima nas pernas ou no rosto em marcha lenta é sinal de vazamento no início do escape, não do silencioso.
- Barulho mais alto e rasgado. Vazamento na curva deixa o som mais áspero e mais alto, porque parte dos gases sai sem passar pelo silencioso. Além de incomodar, o barulho fora do normal pode chamar atenção na fiscalização.
O que conferir antes de comprar a curva do escapamento
Leve modelo, ano e, se der, a curva antiga ou fotos dela. Com isso o balconista acha a aplicação e você confere os detalhes que mais dão problema.
- Material, pintura e solda. Curvas de aço pintado dependem de tinta resistente a alta temperatura. As cromadas e as de inox duram mais contra a ferrugem. Em qualquer uma, a solda da flange deve ser contínua e lisa.
- Catalisador na curva. Em alguns modelos, o catalisador fica dentro da curva e não no silencioso. Se a sua moto saiu assim, a curva nova precisa trazer o catalisador. Confira na descrição ou pergunte no balcão.
- Encaixe com o silencioso. Veja como a curva se liga ao silencioso: luva com abraçadeira, flange com parafusos ou encaixe deslizante. O diâmetro e o tipo de encaixe precisam ser iguais aos da peça que sai.
- Porcas, prisioneiros e abraçadeira. Porcas do coletor queimadas pelo calor e prisioneiros com rosca gasta não dão aperto firme. Se estiverem ruins, troque junto. A abraçadeira do encaixe com o silencioso também costuma ir junto.
Troca da curva e da junta da curva, passo a passo
Motor frio, desengripante, chave bem encaixada e anel novo. Com isso e a sequência abaixo, a curva sai e entra sem drama.
- Deixe tudo esfriar e aplique desengripante. Com o motor frio, borrife desengripante nas porcas da flange e espere. Esse tempo de espera é o que evita espanar rosca ou quebrar prisioneiro mais adiante.
- Abra o acesso. De acordo com o modelo, saem protetor de calor, carenagem inferior, protetor de cárter ou pedaleira. Coloque a moto no cavalete central ou num suporte firme.
- Retire a sonda lambda da curva. Sonda presa na curva é comum, porque a rosca trabalha muito quente. Use a chave certa e gire devagar. Se a rosca da curva espanar, tudo bem, a curva vai sair; o cuidado é com a sonda, que vai para a peça nova.
- Solte a ligação com o silencioso. Desfaça o encaixe entre curva e silencioso. Se estiver colado pela ferrugem, gire com cuidado, sem martelar a ponta da curva que vai continuar no silencioso.
- Solte as porcas do coletor. Chave estrela ou soquete bem encaixado, nunca chave de boca gasta. Gire devagar e alternado. Quebrar um prisioneiro no cabeçote transforma uma troca de curva em extração com furadeira.
- Limpe a sede e coloque o anel novo. Anel velho fora, sede limpa e anel novo no lugar. Se ele não fica parado, uma pequena quantidade de graxa só para segurar durante a montagem ajuda; ela queima no primeiro uso.
- Monte tudo encostado. Posicione a curva nova nos prisioneiros e no silencioso e coloque todas as porcas e parafusos só encostados. Verifique se a curva não toca em quadro, cavalete, cabos ou para-lama.
- Aperte do cabeçote para trás. Aperte primeiro as porcas do coletor, por igual e alternando, até a flange assentar paralela ao cabeçote. Depois a ligação com o silencioso e por último o suporte do silencioso. Torque, o do manual.
- Ligue e verifique. Com o motor em marcha lenta, ouça o início do escape e olhe a flange sem encostar. Sem estalo e sem sopro, a vedação está boa. Depois de rodar e esfriar, revise o aperto.
Se um prisioneiro quebrou, espanou ou saiu junto com a porca, não improvise com parafuso maior ou arame. A oficina extrai, recupera a rosca do cabeçote e devolve a fixação firme. É o tipo de serviço que fica mais caro quanto mais se tenta em casa.
Erros que fazem a curva vazar ou quebrar prisioneiro
Alguns erros com a curva custam só um anel; outros custam um cabeçote. Vale conhecer antes de pegar a chave.
- Reaproveitar o anel da curva. O anel é esmagado no primeiro aperto e não volta ao formato. Montar curva nova com anel velho quase sempre termina em estalo e fuligem em poucos dias.
- Comprar curva sem o ponto da sonda. Antes de comprar, veja se a curva antiga tem a sonda. Se tiver, a nova precisa ter o mesmo ponto, na mesma posição e com a mesma rosca.
- Usar massa ou silicone no lugar do anel. Silicone comum não aguenta a temperatura da saída do cabeçote. Massa de escape não substitui o anel nessa ligação. A vedação ali é do anel, com aperto correto.
O que prolonga a vida da curva do escapamento
Quem cuida da curva evita estalos, fuligem no cabeçote e prisioneiro quebrado. Estes cuidados valem para qualquer moto.
- Retoque a pintura. A tinta da curva é a primeira defesa contra a corrosão. Retocar os descascados com tinta resistente ao calor estica bastante a vida da peça.
- Motor regulado protege a curva. Revisão em dia, vela boa e alimentação ajustada mantêm a curva trabalhando na temperatura certa. Curva muito vermelha ou com cor forte demais pode ser sinal de motor desregulado.
- Rode com o motor bem quente às vezes. Trajetos muito curtos deixam água condensada dentro da curva, que fica na parte mais baixa do tubo e enferruja por dentro. Uma rodada mais longa de vez em quando seca o escape.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre curva e coletor do escapamento?
Em geral, são nomes diferentes para a mesma peça: o primeiro trecho do escape, preso ao cabeçote. Nas motos com mais de um cilindro, o coletor reúne várias curvas, uma por cilindro.
A sonda lambda prendeu na curva, o que fazer?
Com o escape frio, aplique desengripante várias vezes e espere agir. Use a chave própria de sonda, com rasgo para o fio, e gire devagar. Se não sair, a oficina tem técnicas para soltar sem estragar o sensor.
A curva faz barulho de "tique" depois de desligar, é normal?
Sim, é normal. O metal da curva contrai ao esfriar e faz um "tique" de vez em quando. O estalo que preocupa é o que acompanha o ritmo do motor ligado, vindo da junta da curva.
Dá para soldar a curva do escapamento?
Depende do estado da peça. Curva corroída por dentro fura de novo ao lado da solda. Se o problema é na flange ou na parte baixa toda enferrujada, compensa mais trocar.
Curva (coletor) do escapamento de moto: guia geral e lista de motos