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Relé de partida da Haojue DK 150

A peça certa para cada versão e ano da DK 150, de 2018 a 2025, com o guia para escolher e trocar.

  • 2 versões
  • 2 gerações
  • 2018–2025

Relé de partida

DK 150 2018–2025

Modelo
Haojue DK 150
Anos
2018 a 2025

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com relé de partida para a Haojue DK 150

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura relé de partida para a Haojue DK 150. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Relé de partida por versão e ano

VersãoAnos
DK 1502018–2025
DK 150 S2020–2023

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O relé de partida da Haojue DK 150: versão por versão

Na DK 150, o relé de partida é desenhado para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.

O que o relé de partida faz na DK 150

Entre a bateria e o motor de partida existe um intermediário: o relé de partida. Ele recebe o comando do botão, depois de passar pelos interruptores de segurança (embreagem, ponto morto, descanso lateral ou freio, conforme a moto), e fecha o circuito de alta corrente que faz o motor de partida girar.

É uma peça pequena e barata perto do estrago que pode causar quando falha: contato queimado deixa a moto sem partida, e contato colado mantém o motor de partida girando sem parar. Por isso vale reconhecer os sintomas e saber onde procurar o relé na sua moto antes que a falha aconteça longe de casa.

Como o relé de partida trabalha na DK 150

A DK 150 2018–2025 é uma street de 149 cc. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida.

Na DK 150, o comando do relé de partida costuma passar pelo interruptor da embreagem, pelo sensor de ponto morto e, em muitas motos, pelo do descanso lateral. Se a partida só funciona em ponto morto, ou não funciona com a embreagem puxada, o problema está nesses interruptores, não no relé.

Quando desconfiar do relé de partida

Relé de partida com defeito se confunde fácil com bateria fraca ou motor de partida ruim. Os sinais abaixo ajudam a apontar para ele, sempre depois de conferir a bateria.

  • Nenhum som ao apertar o botão. Sem clique nenhum, o comando não está chegando à bobina do relé, ou a bobina está aberta. Antes de trocar o relé, confira fusível, botão de partida e interruptores de segurança, que cortam o sinal no caminho.
  • Clique sem giro. O relé estala, mas o motor de partida não gira, mesmo com bateria carregada e terminais limpos. Pode ser contato interno queimado: a bobina funciona e puxa o contato, mas a corrente não passa por ele.
  • Partida que falha de vez em quando. Partida intermitente com bateria boa pode ser contato do relé no fim da vida. Mexer no conector ou bater de leve no relé e ver a partida voltar é um forte indício.
  • Estalos repetidos. Um "tec-tec-tec" rápido ao apertar o botão quase sempre é bateria fraca: o relé fecha, a tensão cai, ele abre e fecha de novo. Recarregue ou teste a bateria antes de mexer no relé, porque esse metralhar também desgasta os contatos.
  • Zinabre nos bornes. Pó branco ou esverdeado nos parafusos grossos do relé aumenta a resistência e derruba a corrente do motor de partida. A limpeza resolve se o relé estiver bom; se a oxidação entrou na carcaça, troque.
  • A moto apaga ao dar partida. Apagão geral no momento da partida aponta para ligação ruim no circuito principal: terminal da bateria, cabo grosso ou o porta-fusível do relé. Confira e aperte antes de trocar peça.

O que conferir antes de comprar o relé de partida

Relé de partida parece tudo igual, mas conector, fusível embutido e fixação mudam de moto para moto. Compre pela aplicação e compare com o antigo.

  • Bornes e porcas. Verifique a posição dos dois parafusos grossos e o tamanho da rosca. Cabos que não alcançam ou ficam esticados são problema na certa.
  • Fusível embutido ou não. Repare se o relé antigo tem tampinha com fusível. Trocar por um sem fusível deixa a moto sem proteção no circuito principal.
  • Conector. O plugue do chicote deve encaixar no relé novo sem esforço e travar. Conte os pinos e confira o desenho do encaixe com o relé antigo.
  • Fixação. O formato da carcaça precisa encaixar no suporte original. Relé solto, balançando, sofre com a vibração, solta terminais e pode encostar o borne em partes metálicas.
  • Teste na loja. Peça para testar o relé antes de levar. Com tensão na bobina, deve haver continuidade entre os bornes grossos; sem tensão, nenhuma.
  • Relé de carro não serve. Improvisar com relé comum de carro é risco de derreter contatos e fiação. O relé de partida precisa aguentar a corrente alta da partida.

Trocando o relé de partida em casa

Não precisa de oficina para trocar o relé de partida, mas precisa de método. Siga a sequência e trabalhe com a bateria desligada.

  1. Desligue a bateria. Chave fora do contato e cabo negativo da bateria solto. Um dos bornes do relé vem direto do positivo da bateria; encostar a ferramenta no quadro com ele ligado causa faísca forte.
  2. Localize o relé. Em geral ele fica perto da bateria, sob o banco ou atrás de uma tampa lateral, preso numa capa de borracha. O cabo grosso que sai do positivo da bateria leva até ele.
  3. Fotografe as ligações. Antes de soltar, tire uma foto mostrando qual cabo vai em cada borne. Em alguns relés os bornes não são intercambiáveis, e inverter pode impedir o funcionamento.
  4. Solte conector e cabos grossos. Puxe as capas de borracha, solte as porcas dos bornes e retire os cabos. Depois, destrave e solte o conector do chicote, sem puxar pelos fios.
  5. Retire o relé do suporte. Tire o relé do suporte e aproveite para conferir a borracha de fixação e o estado dos terminais dos cabos.
  6. Limpe os terminais. Escove os terminais dos cabos grossos até ver o metal limpo. Zinabre ali prejudica até relé novo, porque derruba a corrente que chega ao motor de partida.
  7. Instale o novo. Monte na ordem inversa: relé no suporte, cabos nos bornes certos, porcas apertadas, capas no lugar e conector travado. Confira o fusível, se houver.
  8. Religue e teste. Reconecte o negativo da bateria e dê a partida. O motor de partida deve girar enquanto o botão estiver apertado e parar na hora em que você soltar.

Relé que queimou por motor de partida travado ou por curto vai queimar de novo. Se o antigo estava derretido, peça uma verificação do sistema de partida antes de considerar o serviço encerrado.

Erros que queimam o relé de partida

Muito relé é trocado sem necessidade, e muito relé novo queima pelo mesmo motivo do antigo. Estes são os erros mais vistos no balcão.

  • Fusível maior ou improvisado. Fusível queimando é aviso de curto, não de fusível fraco. Improviso aqui pode terminar em chicote derretido ou até incêndio na fiação.
  • Fazer ligação direta. Encostar chave de fenda entre os bornes do relé para fazer a moto girar gera faísca forte e pode derreter o terminal. Se a moto estiver engatada, ela pode dar um tranco para frente.
  • Trocar o relé quando o problema é a bateria. O relé que metralha ou só clica está, muitas vezes, reclamando da bateria. Trocar o relé sem testar a bateria é gastar sem resolver.
  • Inverter os cabos. Em alguns relés, cada borne tem função definida. Trocar a posição dos cabos pode impedir a partida ou danificar o relé. Fotografe antes de soltar.

Como fazer o relé de partida da DK 150 durar mais

Poucos cuidados mantêm o relé funcionando por muito tempo. Quase todos passam pela bateria e pelas conexões.

  • Suporte de borracha inteiro. Relé solto no suporte vibra demais e afrouxa terminais. A borracha de fixação é barata, encontrada em loja de peças, e protege o relé por muito tempo.
  • Proteja da água. Evite jato forte na região do relé e da bateria. Água que entra pelo conector ou pela carcaça oxida contatos e causa falhas intermitentes.
  • Motor de partida saudável. Partida pesada sobrecarrega o relé a cada uso. Se o motor de partida está arrastando, resolva antes que leve o relé junto.
  • Acessórios bem instalados. Evite pendurar ligações de acessórios no borne do relé. Alarme, tomada e faróis extras devem ter fusível próprio e ligação feita por quem entende.
  • Bateria em dia. O metralhar do relé com bateria baixa é o que mais queima contato. Se a bateria está fraca, resolva antes de insistir na partida.

Perguntas frequentes

Onde fica o fusível principal da moto?

Depende da moto. É comum o fusível principal ficar no relé de partida, sob uma tampinha. Se o seu não tiver, procure a caixa de fusíveis indicada no manual e confira a amperagem de cada fusível.

Por que o relé de partida queima tanto?

As causas mais comuns são bateria fraca, que faz o relé metralhar, motor de partida com desgaste, que puxa corrente demais, e terminais frouxos. Enquanto a causa não for resolvida, o relé novo sofre do mesmo jeito.

Aperto o botão e nada acontece. O que pode ser?

Silêncio total costuma vir de fusível queimado, interruptor de segurança ou botão com defeito. O relé também pode ser a causa, mas é um dos itens a testar, e não o único.

O motor de partida não para de girar. O que faço?

É sinal de relé colado ou botão preso. Corte a energia pela chave ou pelo negativo da bateria, troque o relé e peça para avaliar o motor de partida, que pode ter esquentado demais.

Dá para testar o relé em casa?

Com multímetro, mede-se a resistência da bobina e, aplicando tensão de bateria nos terminais da bobina, a continuidade entre os bornes grossos. Com tensão, deve haver continuidade; sem tensão, não. Se não tiver prática com isso, peça o teste numa loja ou oficina.

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