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Rabeta da Honda CBX 150 Aero

A peça certa para cada versão e ano da CBX 150 Aero, de 1990 a 1993, com o guia para escolher e trocar.

  • 1 versão
  • 1 geração
  • 1990–1993

Rabeta de reposição

4 códigos

Modelo
Honda CBX 150 Aero
Anos
1990 a 1993

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com rabeta para a Honda CBX 150 Aero

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura rabeta para a Honda CBX 150 Aero. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Rabeta por versão e ano

VersãoAnos
CBX 150 Aero1990–1993

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

A rabeta da Honda CBX 150 Aero: versão por versão

Na CBX 150 Aero, a rabeta é desenhada para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.

Rabeta de reposição para a Honda CBX 150 Aero

No catálogo de reposição, a Honda CBX 150 Aero tem 4 códigos de rabeta, de Paramotos, de 1988 a 1992. A lista reúne numa página só a rabeta esquerda e direita: o lado e a posição estão no nome de cada item.

Os itens abaixo são de fabricantes e distribuidores de reposição, cada um com o seu código. Na loja, informe o código e confirme a cor ou o tipo, que mudam de um ano para outro.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
1988 a 1992
1080/001Rabeta central sem pintada Aero 1988/92Paramotos
1080/002Rabeta lateral esquerda sem pintada Aero 1988/92Paramotos
1080/003Rabeta lateral direita sem pintada Aero 1988/92Paramotos
1081/510Rabeta completo pintada Aero 1988/92 3 pçsParamotos

O papel da rabeta na CBX 150 Aero

A rabeta fecha a traseira da moto e funciona como suporte para várias peças importantes. É nela que, na maior parte dos modelos, ficam presos a lanterna, a luz de placa e o suporte da placa, ou seja, itens que precisam funcionar e estar visíveis para você circular dentro da lei.

Ela também protege a fiação traseira e o espaço sob o banco contra água e sujeira. É uma peça específica de cada modelo, desenhada para o quadro e para o banco daquela moto, e por isso a compra é feita pela aplicação: modelo, ano e, de preferência, o código da peça original.

A rabeta na CBX 150 Aero: o que a ficha diz

Na ficha, a CBX 150 Aero 1990–1993 aparece como uma street de 150 cc. O farol usa lâmpada halógena. A suspensão traseira é monoamortecida, com um amortecedor central e articulação.

Na CBX 150 Aero, que costuma ser usada no dia a dia e no trabalho, a rabeta sofre com bagageiro, baú e garupa. Use suporte próprio para o modelo e não apoie peso direto no plástico.

Como saber se a rabeta chegou ao limite

Olhe a traseira com atenção, de perto e de longe, e balance a rabeta com a mão. Trincas e folgas aparecem rápido.

  • Banco que não trava direito. Banco que balança ou não fecha bem pode ter a ver com a rabeta desalinhada. Antes de mexer na fechadura, confira se a peça não está trincada ou empenada.
  • Peça deformada pelo calor. Plástico ondulado perto do escape indica contato com calor. Troque a peça e corrija a causa: protetor térmico, suporte torto ou montagem errada.
  • Cor desbotada e ressecamento. A rabeta pega sol direto e desbota cedo. A cor fica opaca, aparecem manchas esbranquiçadas e o plástico perde flexibilidade, ficando quebradiço na hora de desmontar.
  • Quebra em queda ou batida. Tombos e batidas de estacionamento costumam pegar a rabeta pelas laterais. Além do plástico, vale conferir se o suporte metálico por baixo, ou o próprio subquadro, não entortou.
  • Suporte da placa trincado. Placa que vibra muito ou fica torta pode indicar suporte ou rabeta trincados nessa região. Além do barulho, há risco de perder a placa na rua, o que é infração e dor de cabeça.
  • Lanterna solta ou balançando. Se a lanterna traseira mexe quando você encosta, os pontos da rabeta que a seguram podem ter trincado. Lanterna solta pode deixar entrar água, perder o contato elétrico e até cair.

Como escolher a rabeta certa para a CBX 150 Aero

Antes de comprar, separe modelo, ano e cor. Com essas informações e, se possível, a peça antiga ou fotos dela, o balconista encontra a rabeta certa.

  • Material e espessura. A reposição de boa qualidade tem espessura e rigidez parecidas com a original, sem rebarbas e sem empenamento. Plástico fino trinca rápido nos furos, principalmente com bagageiro ou baú.
  • Original, reposição ou usada. Cada opção tem seu lugar. Se for reposição ou usada, confira furação, encaixes e trincas por dentro antes de levar.
  • Fixadores e borrachas. Rabeta nova nem sempre vem com parafusos, buchas, grampos e porcas de pressão. Aproveite para comprar o que estiver gasto: são baratos e decidem se a peça vai ficar firme.
  • Alça, banco e fechadura. Confira os pontos de fixação da alça do garupa, os encaixes do banco e a passagem da fechadura. Se não baterem, o banco fica com folga ou não trava, e a alça pode ficar mal presa.
  • Cor e adesivo. A cor tem nome e código do fabricante e muda com o ano, assim como os adesivos. A reposição pode vir pintada, em preto ou para pintar. Compare a cor à luz natural antes de montar.
  • Peça inteira ou partes. Pergunte se a rabeta vem completa ou só uma das partes. Às vezes a lateral quebrada é vendida separada, e isso sai mais em conta.

Troca da rabeta passo a passo

O segredo é a ordem: banco, alça, conectores e só então a rabeta. Fotografe cada etapa para a montagem.

  1. Desligue a chave e retire o banco. Chave fora do contato e banco retirado. Esse é o primeiro passo em quase todas as motos, porque libera o acesso à fixação da rabeta.
  2. Fotografe e organize. Uma foto por etapa evita erros na montagem. Guarde parafusos em potes separados, porque comprimentos diferentes no lugar errado podem furar a peça ou um fio.
  3. Retire a alça do garupa, se for o caso. Em muitas motos, a alça do garupa precisa sair antes da rabeta. Seus parafusos são importantes para a segurança do passageiro e devem voltar firmes, com o aperto correto.
  4. Desconecte lanterna, piscas e luz de placa. Antes de puxar a rabeta, desligue todos os plugues da iluminação traseira. Fio puxado com força arrebenta dentro da capa e dá defeito difícil de achar.
  5. Solte os parafusos e libere os encaixes. Com tudo solto, puxe a rabeta com as mãos, na direção dos encaixes. Forçar quebra as linguetas internas, que não costumam ter reposição separada.
  6. Transfira lanterna, piscas e acessórios. Monte na peça nova a lanterna e os piscas antes de levá-la à moto. Troque borrachas e grampos que estiverem gastos.
  7. Monte sem apertar demais. Posicione a rabeta, passe o chicote pelo caminho original e coloque todos os parafusos à mão. Só depois aperte, alinhando vãos com as laterais e o banco. Aperto exagerado trinca a peça.
  8. Recoloque alça e banco. Alça bem apertada, com o aperto do manual, e banco travando sem esforço mostram que a rabeta ficou na posição certa.
  9. Teste toda a iluminação traseira. Ligue a chave e teste lanterna, luz de freio acionada pelo manete e pelo pedal, piscas dos dois lados e luz de placa. Só saia com tudo funcionando.

Se a batida que quebrou a rabeta também entortou o subquadro, se a alça do garupa não alinha ou se a fiação da traseira foi danificada, leve à oficina. Quadro torto e alça mal fixada comprometem a segurança do garupa, e a iluminação traseira precisa funcionar perfeitamente.

Rabeta firme e bonita por mais tempo

A rabeta envelhece com o tempo, mas boa parte do desgaste vem do uso. Estes hábitos ajudam a preservá-la em qualquer moto.

  • Lave com produto neutro. Água, shampoo automotivo ou sabão neutro e esponja macia bastam. Solventes e produtos fortes mancham a pintura, soltam adesivos e ressecam o plástico.
  • Proteja do sol. Quem deixa a moto na rua o dia inteiro vê a traseira desbotar cedo. Sempre que puder, proteja a moto do sol.
  • Use cera e protetor de plástico. De tempos em tempos, aplique cera ou um revitalizador próprio para plástico, com a peça limpa e fria. A rabeta mantém o aspecto de nova por mais tempo.
  • Respeite o peso na traseira. Carga em excesso ou mal presa força a traseira a cada buraco. Siga o limite indicado pelo fabricante do bagageiro e nunca apoie peso direto na rabeta.
  • Confira os parafusos. A vibração afrouxa os parafusos aos poucos. Uma conferida a cada revisão, ou quando surgir barulho, evita que a rabeta trabalhe solta e trinque.

Erros comuns com a rabeta

Antes de comprar ou trocar a rabeta, evite estes tropeços. A maioria tem solução fácil quando você sabe de antemão.

  • Eliminar ou alterar o suporte da placa sem cuidado. Kits que encurtam a traseira ou mudam o suporte da placa precisam manter a placa visível, firme e iluminada. Placa escondida, inclinada demais ou sem luz pode render multa.
  • Não testar a iluminação depois da troca. Teste tudo antes de sair: luz de freio pelo manete e pelo pedal, piscas e luz de placa. Leva um minuto.
  • Prender fios entre a rabeta e o quadro. Fio esmagado pode funcionar no começo e falhar meses depois, deixando a moto sem luz de freio ou pisca. Siga as fotos da desmontagem.
  • Apoiar baú direto no plástico. Instalar baú ou bagageiro sem suporte próprio, apoiando o peso na rabeta, trinca a peça rapidamente. O peso deve ir para pontos firmes do quadro.

Perguntas frequentes

Baú pode ser preso na carenagem traseira?

O plástico da rabeta não foi feito para carregar peso, nem de baú vazio. Use bagageiro próprio para o modelo, respeite a carga indicada pelo fabricante e confira as fixações com frequência.

Rabeta trincada tem conserto?

Trinca pequena e localizada costuma aceitar solda plástica e pintura. Rabeta com encaixes quebrados, várias trincas ou deformada pelo calor geralmente fica melhor trocada. Compare o orçamento do reparo com o preço da peça.

Rabeta vem com lanterna?

Na maioria das vezes, a lanterna é separada. Confira se a sua lanterna atual está inteira e bem vedada, porque ela vai para a peça nova e precisa continuar sem entrada de água.

Posso rodar com a rabeta trincada?

Depende do que a trinca afeta. Se lanterna, piscas e placa continuam firmes e funcionando, o risco é menor, mas a trinca tende a crescer com a vibração. Resolva logo, enquanto o reparo ainda é possível.

Rabeta de outro ano serve?

Às vezes serve no encaixe e não no visual, porque cor e adesivo mudam. Confira furação da lanterna, da alça e do banco antes de comprar, comparando com a peça antiga.

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