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Tubo da bengala (garfo) da Honda XLX 350R

A peça certa para cada versão e ano da XLX 350R, de 1990 a 1991, com o guia para escolher e trocar.

  • 1 versão
  • 1 geração
  • 1990–1991

Tubo da bengala (garfo) de reposição

1 código

Modelo
Honda XLX 350R
Anos
1990 a 1991

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com tubo da bengala (garfo) para a Honda XLX 350R

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Tubo da bengala (garfo) por versão e ano

VersãoAnos
XLX 350R1990–1991

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

A bengala da Honda XLX 350R: versão por versão

Na XLX 350R, a bengala é desenhada para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.

Tubo da bengala (garfo) de reposição para a Honda XLX 350R

Para a Honda XLX 350R, os catálogos de peças de reposição trazem 1 código de tubo da bengala (garfo), de Krater.

São peças compatíveis do mercado de reposição, com o código de cada fabricante. Cor e acabamento vêm na coluna “cor / tipo”: confira com a sua moto, porque a mesma peça costuma ter várias cores por ano.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
Todos os anos
200.144K006Anel da válvula de ar do garfo dianteiro da XLX 350CCKrater
200.144K006Anel da válvula de ar do garfo dianteiro da XLX 350CCKrater

Como funciona a bengala do garfo na XLX 350R

O garfo dianteiro é formado por duas bengalas, uma de cada lado da roda, presas em cima pelas mesas e embaixo pelo eixo. Cada bengala é um conjunto telescópico: um tubo interno cromado, que desliza dentro de um tubo externo, com mola, óleo, buchas e retentor. É ela que sustenta a frente, absorve os buracos e mantém a roda alinhada com o guidão.

O tubo interno é a parte mais sensível. A superfície cromada precisa ser lisa e reta, porque é sobre ela que o retentor veda o óleo e que as buchas deslizam. Tubo riscado vaza; tubo empenado trava o garfo e deixa a moto torta.

O que muda na bengala da XLX 350R

Para entender a bengala desta moto, vale olhar a ficha: a XLX 350R é uma trail de 339 cc. A suspensão traseira é monoamortecida, com um amortecedor central e articulação. A XLX 350R usa rodas raiadas, com aro e raios.

Na XLX 350R, com freio a disco na frente, a pinça fica presa no tubo externo de uma das bengalas. Esse lado tem as orelhas de fixação e é diferente do outro. Na compra do tubo externo, confirme se é bengala esquerda ou direita pelo lado em que a pinça está montada.

Em moto de terra como a XLX 350R, a bengala tem curso longo e leva pancada de pedra, barro e quedas. Muitas usam protetor de garfo ou sanfona para poupar o cromo. Depois de tombo na trilha, confira o paralelismo das bengalas antes de seguir.

Bengala empenada ou riscada: como perceber

Alguns sinais apontam para o tubo, outros para o conjunto do garfo. Vale observar a frente parada, em linha reta e na frenagem.

  • Folga ou barulho no garfo. Batida na frente em buracos ou jogo ao frear podem ser caixa de direção, mas também buchas da bengala no fim. Tubo que trabalhou solto por muito tempo costuma ficar marcado.
  • Guidão torto com a roda reta. Depois de um tombo, o guidão já não fica alinhado com a roda. Bengala empenada é uma das causas, ao lado de mesa torcida e guidão girado. Só a avaliação com a frente suspensa separa as três.
  • Moto puxando para um lado. Direção que ficou diferente depois de queda ou de buraco forte merece atenção. Bengala torta faz a moto puxar, pesar de um lado ou balançar em velocidade.
  • Vazamento que volta sempre. Retentor trocado há pouco e o óleo voltou ao tubo. Quando o vazamento insiste, o problema costuma estar no tubo da bengala: risco, ponto de ferrugem ou empeno que tira a vedação do lugar.
  • Trinca ou orelha quebrada no tubo externo. Limpe bem a parte de baixo das bengalas e procure linhas finas perto do eixo e do suporte da pinça ou do tambor. Uma trinca ali pode abrir de vez numa frenagem forte.

Como escolher a bengala certa para a XLX 350R

Bengala é peça de direção e suspensão. Comprar a errada obriga a desmontar tudo de novo, e adaptar não é opção. Estes são os pontos que importam.

  • Bengala esquerda e bengala direita. O tubo externo de cada lado costuma ser diferente: um traz o suporte da pinça ou a ancoragem do freio a tambor, o outro pode ter a passagem do cabo do velocímetro ou do sensor. Confirme o lado na descrição.
  • Peças que vão junto. Trocar o tubo é a hora de colocar retentores, guarda-pós e óleo de suspensão novos e de avaliar as buchas. Reaproveitar retentor em tubo novo é economia que costuma dar errado.
  • Aplicação por modelo e ano. Informe modelo, ano e, se possível, o código da peça. O garfo pode mudar entre versões do mesmo modelo, por exemplo na troca de tambor para disco, e o tubo muda junto.
  • Tubo usado só com medição. Tubo de desmanche pode ter vindo de moto batida. Se optar por ele, peça que a oficina meça o empeno e examine o cromo antes da compra. Tubo desempenado não é confiável.
  • Tubo interno, tubo externo ou bengala completa. Na maior parte das vezes, o que se troca é o tubo interno cromado, que empena e risca. O tubo externo só entra quando está trincado, com orelha quebrada ou com o alojamento danificado.

Como é feita a troca da bengala da XLX 350R

A sequência abaixo é a que um mecânico costuma seguir. Ela ajuda você a entender o tempo do serviço e o que deve ser conferido antes de a moto sair.

  1. Suspender a frente. A moto fica no cavalete central ou elevador, com a frente erguida por baixo e a roda dianteira solta do chão. O apoio precisa aguentar a moto sem o garfo, que vai sair por partes.
  2. Liberar roda, freio e para-lama. A roda dianteira sai, o freio é afastado e preso sem forçar o flexível ou o cabo, e o para-lama é retirado. Sensor de ABS e cabo do velocímetro são soltos com cuidado.
  3. Anotar a altura e soltar das mesas. A altura das bengalas nas mesas é anotada para ser repetida. Depois, as abraçadeiras da mesa superior e da inferior são afrouxadas e as bengalas saem por baixo.
  4. Abrir a bengala. A bengala é aberta por cima, o óleo é escorrido e as peças internas são retiradas na ordem, para voltar na mesma sequência. Óleo muito escuro indica buchas gastas.
  5. Separar o tubo interno do externo. Solta-se o parafuso no pé da bengala, que prende o conjunto interno, e retiram-se guarda-pó, trava e retentor. Aí o tubo interno sai do tubo externo, muitas vezes trazendo buchas junto.
  6. Montar o tubo novo com vedação nova. O tubo novo recebe as buchas, se houver, e entra no tubo externo com as peças internas na ordem certa. O parafuso do pé volta com o torque e, se o manual pedir, com trava química.
  7. Óleo, mola e tampa. O óleo de suspensão entra na quantidade ou no nível do manual, com o garfo bombeado para sair o ar. Depois voltam mola e espaçador, na posição indicada, e a tampa é fechada.
  8. Reinstalar e alinhar o garfo. Bengalas na mesma altura, abraçadeiras apertadas no torque, eixo assentado com a frente comprimida: é assim que as duas pernas ficam paralelas e o garfo trabalha sem atrito.
  9. Freio e teste final. Freio montado, a pastilha ou a lona é encostada acionando o manete antes de rodar. O teste confere direção alinhada, garfo macio, ausência de vazamento e freio firme.

Se a troca foi por queda, peça para conferir também a outra bengala, as mesas, a caixa de direção e a roda dianteira. Tubo novo não corrige mesa torta. Guarde a nota da peça e do serviço.

Erros comuns com a bengala da moto

Os erros com a bengala costumam vir da pressa depois de uma queda ou da vontade de economizar numa peça que é de segurança.

  • Tubo de outro modelo "que serve". Tubo de outra moto pode ter o mesmo diâmetro e outro comprimento, ou encaixe interno diferente. A frente muda de altura, o curso muda e a direção fica diferente.
  • Bengalas em alturas diferentes. Montar sem anotar a altura antes de desmontar é pedir garfo desalinhado. Meça os dois lados antes do aperto final.
  • Aperto no olhômetro. Garfo montado sem torquímetro costuma sair duro ou com algum parafuso frouxo. Nas duas situações, a frente perde precisão e segurança.

Garfo dianteiro: cuidados para a bengala durar

Alguns cuidados simples evitam bengala riscada e garfo travando. A maior parte deles cabe na lavagem e na revisão.

  • Troque o óleo do garfo no prazo. Óleo de suspensão velho se enche de partículas que gastam buchas e marcam o tubo por dentro. Siga o intervalo do manual para a troca do óleo do garfo.
  • Não prenda nada no tubo que desliza. A faixa cromada que entra no guarda-pó é intocável. Qualquer coisa que encoste ali a cada curso do garfo acaba riscando o tubo.
  • Reduza antes de buracos e meio-fio. Buraco fundo e subida de meio-fio em velocidade fazem o garfo bater no fim do curso e dobram a bengala para trás. Reduzir antes protege tubo, roda e mesas.

Perguntas frequentes

A troca do tubo da bengala é difícil?

Não é recomendado sem experiência. A troca envolve abrir a bengala, montar retentor com ferramenta, colocar óleo no nível do manual e alinhar o garfo nas mesas com torque. É serviço de oficina, por ser suspensão e direção.

Como saber se a bengala está empenada?

Às vezes dá para ver, mas empeno pequeno só aparece medindo. Sinais comuns são guidão torto com a roda reta, garfo duro ou travando e retentor que vaza sempre. A oficina tira o tubo e mede o empeno com instrumento próprio.

Preciso trocar as duas bengalas juntas?

Pode trocar só o tubo danificado, desde que o outro esteja reto e com cromo bom. Mas o óleo e os retentores devem ser trocados nos dois lados, para as bengalas trabalharem iguais. A oficina mede a outra bengala antes de decidir.

Bengala invertida é diferente da comum?

É a mesma ideia de bengala, montada ao contrário: cromado embaixo, tubo grosso em cima. Costuma dar mais rigidez à frente, mas deixa o cromo mais exposto à sujeira. A troca é trabalho para oficina de suspensão.

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