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Válvulas de admissão e escape da Honda XLX 350R

A peça certa para cada versão e ano da XLX 350R, de 1990 a 1991, com o guia para escolher e trocar.

  • 1 versão
  • 1 geração
  • 1990–1991

Válvulas de admissão e escape de reposição

2 códigos

Modelo
Honda XLX 350R
Anos
1990 a 1991

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com válvulas de admissão e escape para a Honda XLX 350R

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura válvulas de admissão e escape para a Honda XLX 350R. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Válvulas de admissão e escape por versão e ano

VersãoAnos
XLX 350R1990–1991

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

As válvulas certa para cada XLX 350R

As válvulas da Honda XLX 350R são peças específicas do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da XLX 350R em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.

Válvulas de admissão e escape de reposição para a Honda XLX 350R

São 2 códigos de válvulas de admissão e escape de reposição para a Honda XLX 350R, de Ric.

Cada linha é um item de reposição com o código do fabricante ou do distribuidor. Leve o código para a loja e confira cor, lado e acabamento antes de fechar a compra.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
Todos os anos
RA 5176Válvula de admissão XLX / NX 350Ric
RA 5176Válvula de admissão XLX / NX 350Ric
RE 5177Válvula de escape XLX / NX 350Ric
RE 5177Válvula de escape XLX / NX 350Ric

Códigos desta lista que servem em outros modelos: Honda NX 350 Sahara.

Para que servem as válvulas de admissão e escape da XLX 350R

Pense nas válvulas como a respiração do motor. Pela válvula de admissão o cilindro inspira; pela válvula de escape ele solta o que queimou. As duas abrem e fecham em sincronia com o pistão, comandadas pelo eixo de comando, milhares de vezes por minuto.

A de escape tem a vida mais dura: fica no caminho dos gases quentes e esquenta bem mais que a de admissão. Por isso as duas costumam ter material, tamanho e código diferentes, mesmo quando parecem iguais. Junto delas trabalham a guia de válvula, que mantém a haste centrada, e o retentor, que controla o óleo.

O que muda nas válvulas da XLX 350R

Para entender as válvulas desta moto, vale olhar a ficha: a XLX 350R é uma trail de 339 cc. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. Não há filtro de óleo de troca: a limpeza do óleo fica com a tela e com as trocas no prazo.

Com refrigeração a ar, o cabeçote da XLX 350R trabalha mais quente e com mais variação de temperatura. A válvula de escape é a que mais sente, e folga correta e óleo em dia fazem diferença direta na vida dela.

Quem dá partida no pedal sente a compressão no pé. Pedal que perdeu a firmeza de uma hora para outra, principalmente depois de um problema na corrente de comando, é sinal para abrir o cabeçote e olhar as válvulas.

A XLX 350R tem motor quatro tempos, com válvula de admissão e válvula de escape no cabeçote, acionadas pelo comando. A verificação da folga faz parte do plano de manutenção, e o intervalo está no manual da moto.

Sinais de problema nas válvulas da XLX 350R

Válvula com defeito quase sempre rouba compressão do motor. O jeito como isso aparece depende do problema: válvula empenada, borda queimada, sede marcada ou guia folgada. Um teste de compressão na oficina ajuda a fechar o diagnóstico.

  • Estouro de volta na admissão. Com a válvula de admissão empenada ou a sede marcada, a explosão encontra caminho de volta para o carburador. O motor engasga, falha nas retomadas e pode até apagar.
  • Perda de força e de compressão. Quando a válvula de admissão ou a válvula de escape não assenta direito na sede, o cilindro não segura a compressão. A moto anda, mas sem disposição, e o consumo de combustível costuma subir junto.
  • Teste de vazamento apontando para o cabeçote. No teste de vazamento, a oficina põe ar comprimido no cilindro com as válvulas fechadas. Se o ar sai pelo escapamento, a válvula de escape não veda; se sai pela admissão, o problema está na válvula de admissão.
  • Marcha lenta irregular. Marcha lenta que oscila ou apaga sozinha pode nascer no cabeçote, principalmente quando a folga está apertada. Regulagem e teste de compressão vêm antes de qualquer ajuste de carburador ou injeção.

Como escolher as válvulas certas para a XLX 350R

Antes de pedir a peça, tenha em mãos o diagnóstico da oficina: qual válvula está ruim, como estão as guias e se o cabeçote vai para a retífica. Com isso, a lista de compras sai certa de primeira.

  • Retentores, travas e molas. Cabeçote desmontado pede retentores de válvula novos. Vale também avaliar travas e molas: mola cansada ou trava gasta comprometem a válvula nova.
  • Cabeçote com guias como alternativa. Às vezes a soma de guias, sedes e mão de obra chega perto do valor de um cabeçote novo com guias. Peça as duas opções à oficina e decida com os números na mão.
  • Sede e assentamento. Inclua no orçamento o assentamento. Esmerilhar válvula nova na sede é o que garante a vedação; montar sem esse passo pode deixar o motor com compressão baixa logo de saída.
  • Folga entre haste e guia. Válvula nova em guia gasta continua balançando, queimando óleo e marcando a sede. Peça para medir a folga da haste na guia; se estiver fora do limite do manual, a guia entra no orçamento.

Como é feita a troca das válvulas da XLX 350R

Trocar válvula é serviço de oficina, quase sempre com o cabeçote fora do motor e muitas vezes junto com uma retífica de cabeçote. Erro de montagem, de ponto ou de folga pode fazer a válvula bater no pistão.

  1. Diagnóstico antes de abrir. Antes de desmontar, a oficina confirma onde está o problema e qual foi a causa. Válvula empenada por corrente solta, por exemplo, exige verificar corrente, tensor e guias da corrente no mesmo serviço.
  2. Retirar o cabeçote. Com o motor frio, saem tanque e peças que atrapalham, depois a tampa de válvulas e o comando, com as marcas de ponto anotadas. O cabeçote é solto na sequência indicada e levado para a bancada.
  3. Desmontar molas e válvulas. Com o compressor de molas, cada mola é comprimida para liberar as travas. Saem prato, mola, retentor e válvula. As peças de cada posição ficam separadas e identificadas.
  4. Limpar e medir. Câmara, válvulas e dutos são limpos do carvão. Depois o mecânico verifica empeno da haste, desgaste da borda, folga na guia de válvula e estado das sedes. Essa medição define o tamanho do serviço.
  5. Trocar as guias, se preciso. Troca de guia é trabalho de retífica: o cabeçote é aquecido, a guia velha sai, a nova entra alinhada e é alargada na medida da haste. Guia montada torta compromete a vedação.
  6. Retificar sedes e esmerilhar. Esmerilhar válvula é girá-la contra a sede com pasta abrasiva até o contato ficar contínuo em toda a volta. É o acabamento da vedação. Sobra de pasta dentro do motor vira desgaste.
  7. Montar e testar a vedação. As válvulas são montadas com retentores novos, e as travas são conferidas uma a uma. Antes de fechar o motor, a oficina testa a vedação para não descobrir o defeito só na partida.
  8. Remontar, regular e acompanhar. Junta nova, torque certo, ponto conferido e folga regulada pelo manual. Válvula nova costuma se acomodar na sede nos primeiros tempos de uso, por isso é bom pedir uma nova conferência da folga depois.

Peça para ver as válvulas retiradas e pergunte qual foi a causa do defeito. Se foi corrente de comando, tensor ou folga mal regulada, essa causa também precisa estar resolvida, senão as válvulas novas seguem o mesmo caminho.

Manutenção que evita válvula queimada ou empenada

O cabeçote é sensível a três coisas: calor, óleo e regulagem. Cuidar delas é o que mantém as válvulas vedando por muito tempo.

  • Folga sempre no valor do manual. Folga apertada é silenciosa e traiçoeira: o motor parece bem até a válvula começar a vazar. Regule no valor do manual, com o motor frio, e meça de novo depois de travar o ajuste.
  • Regulagem de válvulas no prazo. A folga muda com o uso, porque válvula e sede se acomodam. Por isso a regulagem de válvulas tem intervalo próprio no manual: fazer no prazo protege a peça antes de aparecer sintoma.
  • Óleo certo e no nível. Nível no mínimo e óleo cansado deixam o cabeçote mais quente e as guias sem proteção. Verifique o nível com frequência, do jeito que o manual indica.

Erros que fazem o motor perder compressão de novo

Muito serviço de válvula volta para a oficina por pressa ou economia mal feita. Estes são os erros mais vistos no balcão e na bancada.

  • Ignorar a guia de válvula. Economizar na guia de válvula é desperdiçar a válvula nova. Se a medição mostrar guia gasta, a troca dela faz parte do serviço, e não é um extra.
  • Não descobrir a causa. Válvula não entorta nem queima sozinha. Se a causa não for encontrada e corrigida, o motor volta para a oficina com o mesmo defeito em pouco tempo.
  • Esmerilhar ou desentortar válvula empenada. Desentortar haste de válvula é improviso perigoso: a peça enfraquece, pode quebrar e cair dentro do cilindro. Empenou, a saída é a válvula nova.

Perguntas frequentes

Quando trocar a guia de válvula?

Só se a medição mostrar folga fora do limite entre haste e guia. Mas a medição é obrigatória: válvula nova em guia gasta assenta torta, marca a sede e queima óleo. A guia é vendida em medida padrão e em sobremedidas, conforme o furo do cabeçote.

Compro a válvula avulsa ou o jogo de válvulas?

Se a oficina mediu e só uma válvula está ruim, a avulsa resolve. Se a outra está no limite, ou se o motor bateu, compensa trocar o par ou o jogo de válvulas de uma vez, porque a mão de obra para abrir o cabeçote é a mesma.

O que é esmerilhar válvula?

É girar a válvula contra a sede do cabeçote com uma pasta abrasiva, até a faixa de contato ficar contínua. Isso devolve a vedação quando a válvula e a sede estão boas, só com marcas leves. Válvula empenada ou queimada não se resolve assim.

Válvula empenada tem conserto?

Não. Válvula empenada é trocada, porque a haste torta não volta a vedar nem a correr reta na guia. A oficina também precisa verificar guia, sede e pistão, e descobrir a causa, que muitas vezes é corrente de comando ou tensor.

Válvulas de admissão e escape em outros modelos

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