Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Royal Enfield Continental GT 650
A medida de cada versão e ano da Continental GT 650, de 2019 a 2025, com o guia para escolher e trocar.
- 4 versões
- 4 gerações
- 2019–2025
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve
passo 520 (5/8") | relação secundária 2,533:1 (nº de dentes/elos não informados)
- Modelo
- Royal Enfield Continental GT 650
- Anos
- 2019 a 2025
Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.
Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Royal Enfield Continental GT 650
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Anunciar nesta páginaProdutos de marca para a Royal Enfield Continental GT 650
Riffel Kit Titanium XRE 300 (520H, 39/13, 104 elos)520, 520 39/13
Riffel Kit Titanium Sahara 300 (520H, 40/14, 108 elos)520, 520 40/14
Riffel Kit Titanium XR 300L Tornado (520H, 39/14, 108 elos)520, 520 39/14
Riffel Kit Titanium XR 250 Tornado (520H, 38/13, 104 elos)520, 520 38/13
Vaz Kit de Transmissão Apache RTR 200 (520H O-Ring, 45/13, 116 elos)520, 520 45/13
Vaz Kit de Transmissão Horizon 250 (520H O-Ring, 39/13, 114 elos)520, 520 39/13
Vaz Kit de Transmissão Horizon 250 (520 V-Ring Gold, 39/13, 114 elos)520, 520 39/13
Vaz Kit de Transmissão Next 250 (520H O-Ring, 35/13, 102 elos)520, 520 35/13
DID 520ERT3520
Pela medida mais comum no modelo (passo 520 (5/8") | relação secundária 2,533:1 (nº de dentes/elos não informados)) e pelas aplicações dos fabricantes. A medida muda entre versões e anos: confira a linha da sua na tabela.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) por versão e ano
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| Continental GT 650 | 2020–2025 | passo 520 (5/8") | relação secundária 2,533:1 (nº de dentes/elos não informados) conferido |
| Continental GT 650 Custom | 2019–2025 | passo 520 (5/8") | relação secundária 2,533:1 (nº de dentes/elos não informados) conferido |
| Continental GT 650 Special Colorway | 2020–2024 | passo 520 (5/8") | relação secundária 2,533:1 (nº de dentes/elos não informados) conferido |
| Continental GT 650 120th Anniversary | 2022 | passo 520 (5/8") | relação secundária 2,533:1 (nº de dentes/elos não informados) conferido |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
O kit relação da Royal Enfield Continental GT 650: versão por versão
Em todas as versões e anos da Royal Enfield Continental GT 650 com a medida na ficha, o kit relação é a mesma: passo 520 (5/8") | relação secundária 2,533:1 (nº de dentes/elos não informados).
O que cada número quer dizer: passo 520 é o padrão da corrente (distância entre os pinos e largura dos elos); coroa, pinhão e corrente precisam ser do mesmo passo.
Na prática, a relação é de 2,53 para 1: o pinhão dá 2,53 voltas para a roda traseira dar uma. Pinhão maior ou coroa menor deixam a moto mais "longa" (menos giro na estrada, menos força na saída); o contrário deixa mais "curta".
Como o kit relação trabalha na Continental GT 650
O kit relação é o conjunto que leva a força do motor até a roda traseira. O pinhão, a engrenagem pequena, fica preso no eixo de saída do câmbio, do lado de fora do motor. A coroa, a engrenagem grande, fica presa no cubo da roda traseira. A corrente liga as duas e transforma o giro do câmbio em giro da roda.
A diferença de tamanho entre pinhão e coroa é o que dá o nome à peça: essa proporção, a relação, define quanto a moto tem de força na saída e quanto ela gira o motor em velocidade de estrada. Por isso as três peças são vendidas juntas e trabalham como um conjunto.
O que muda no kit relação da Continental GT 650
Na ficha, a Continental GT 650 2019–2025 aparece como uma naked de 648 cc. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A embreagem é acionada por cabo. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.
Na Continental GT 650, o freio traseiro é a disco e o suporte da pinça acompanha o eixo. Na troca do kit, cuide para o suporte voltar ao encaixe certo na balança e para as buchas espaçadoras ficarem do lado correto. Teste o freio antes de rodar.
Com 648 cc, a Continental GT 650 coloca muita força na corrente. Nesse tipo de moto, a corrente com retentor e a emenda rebitada costumam ser o padrão de fábrica. A troca pede rebitador, torquímetro e experiência: é serviço de oficina.
Como saber se a relação precisa de troca
O kit relação dá vários avisos antes de chegar ao fim. Alguns você percebe pilotando; outros só aparecem olhando de perto, com a moto parada e a roda girando na mão.
- Corrente que solta da coroa. Com a corrente regulada, segure um elo na parte de trás da coroa e puxe para trás. Se a corrente descola do dente a ponto de mostrar boa parte dele, ela está alongada e não assenta mais no lugar certo.
- Regulagem que não segura. Corrente que pede regulagem cada vez mais seguida está no fim. No começo da vida ela estica pouco; perto do fim, o alongamento acelera, e a regulagem dura cada vez menos.
- Barulho e tranco em baixa. Corrente gasta faz um chiado ou um batido que aumenta com a velocidade, e a moto dá trancos ao acelerar e desacelerar em marcha baixa. Antes de culpar o motor, confira a folga e o estado do kit.
- Ferrugem e retentores ressecados. Corrente avermelhada de ferrugem perde a lubrificação interna e começa a travar elos. Se for do tipo com retentor, olhe os anéis entre as placas: se estão rachados ou saindo, a vida útil está no fim.
Kit relação certo: o que olhar no balcão
Kit relação não é tudo igual. Para servir, ele precisa bater em passo, número de dentes da coroa e do pinhão, quantidade de elos e encaixe na moto. Errar um desses pontos faz o kit não montar ou trabalhar mal.
- Número de elos. Os elos contam tanto quanto o passo. Se a corrente vier com mais elos que o necessário, ela precisa ser cortada com ferramenta própria. Se vier com menos, não serve, mesmo que o passo esteja certo.
- Furação e encaixe da coroa. O encaixe da coroa no cubo é específico do modelo: número de furos, distância entre eles e diâmetro do centro. Coroa que "quase serve" não serve, porque fica descentralizada e empena o conjunto.
- Kit completo, da mesma linha. O kit montado pelo fabricante evita surpresas de largura e de quantidade de elos. Se for comprar avulso, confira cada peça separadamente e guarde as notas, porque a garantia é individual.
- Passo da corrente. O passo é o tamanho do elo, indicado por números como 420, 428, 520, 525 ou 530. Corrente, coroa e pinhão precisam ter o mesmo passo. Peças de passos diferentes não engrenam, mesmo que pareçam parecidas a olho.
Outros modelos com o kit relação igual
A referência corrente passo 520 também aparece em 38 outros modelos do catálogo, o que costuma facilitar achar a peça em estoque:
- Honda CB 500F 2023–2025
- Honda CB 500X 2023–2025
- Honda CBR 500R 2014–2018
- Honda XR 250 Tornado 2001–2008
- BMW G 310 GS 2018–2026
- BMW G 650 GS 2010–2016
- BMW G 450 X 2009–2010
- BMW G 650 Xcountry 2008–2009
- BMW F 650 GS / F 650 GS Dakar 2000–2007
- BMW F 650 Funduro 1994–1999
- Triumph Scrambler 400 X 2024–2027
- Triumph Speed 400 2024–2027
Troca do kit relação passo a passo
A sequência abaixo mostra como o serviço é feito, para você saber o que esperar da oficina ou se organizar se tiver experiência. A parte crítica é o aperto final: eixo, coroa e pinhão precisam do torque indicado no manual.
- Confira as peças novas. Antes de desmontar, compare o kit novo com o que está na moto: passo, dentes da coroa, dentes do pinhão, furação e número de elos. Descobrir o erro com a moto aberta atrasa o serviço.
- Solte o pinhão com a corrente ainda montada. O pinhão é mais fácil de soltar antes de tirar a corrente. Com a marcha engatada e alguém segurando o freio traseiro, a porca ou os parafusos de fixação cedem sem o eixo girar.
- Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
- Troque a coroa e confira o cubo. Na troca da coroa, o aperto deve ser cruzado e no torque especificado. É também a hora de conferir os coxins de borracha do cubo, que amortecem os trancos da transmissão e também se gastam.
- Instale o pinhão novo. Coloque o pinhão no eixo limpo, respeitando o lado de montagem. A porca ou os parafusos recebem o aperto final depois que a corrente estiver montada e o freio puder segurar o eixo.
- Monte a roda e feche a corrente. Recoloque a roda, passe a corrente pelo pinhão e pela coroa e feche a emenda. Na emenda de clipe, a parte fechada da presilha fica voltada para o sentido em que a corrente anda. Emenda rebitada só com ferramenta própria.
- Regule a folga e alinhe a roda. Ajuste os esticadores até a folga indicada no manual, medida no ponto mais esticado da corrente. Os dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda trabalhar alinhada com o pinhão.
- Aperte o eixo e revise o freio. O aperto do eixo segura a roda e a regulagem. Use torquímetro, recoloque a trava e só então teste o freio traseiro, que pode ter mudado de ponto com o deslocamento da roda.
- Lubrifique e teste. Lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e protetores e faça um teste curto em baixa velocidade. Depois dos primeiros passeios, confira de novo a folga: o kit novo assenta e costuma esticar um pouco no começo.
A oficina deve devolver a moto com a folga regulada, o eixo apertado no torque e o freio traseiro conferido. Peça para ver as peças velhas: comparar os dentes gastos com os novos mostra como o kit chegou ao fim.
Como fazer o kit relação da Continental GT 650 durar mais
A forma de pilotar e a manutenção pesam mais na vida da relação do que a marca do kit. Estes cuidados valem para qualquer moto com corrente.
- Confira a folga regularmente. A folga muda com o uso. Confira com frequência, no meio do trecho de baixo da corrente, com a moto apoiada como o manual indica. Muitas motos trazem a folga certa numa etiqueta na balança.
- Proteja do pó e da areia. Terra, areia e maresia encurtam a vida do kit. Nesses casos, a limpeza precisa ser mais frequente e o lubrificante deve ser adequado ao uso, sem excesso que vire lama.
- Lubrifique com frequência. Corrente seca gasta rápido e enferruja. Lubrifique com produto próprio para corrente de moto, com a corrente limpa, de preferência morna depois de rodar, aplicando no lado de dentro e tirando o excesso.
Erros que encurtam a vida da relação
Alguns tropeços com a relação parecem economia, mas custam um kit novo antes da hora, ou coisa pior, se a corrente soltar.
- Mudar a relação sem pensar no conjunto. Alterar a relação "para a moto ficar mais forte" tem preço: ela fica mais curta, gira mais na estrada e pode marcar velocidade errada. Converse com o mecânico antes.
- Tirar elo para ganhar regulagem. Encurtar corrente gasta é gambiarra. O fim do curso do esticador é exatamente o aviso de que o kit acabou.
- Deixar a corrente esticada demais. Apertar além da conta não deixa a corrente "mais firme": faz ela gastar mais rápido e castiga rolamentos. A folga certa existe por causa do movimento da balança.
Perguntas frequentes
Qual kit relação serve na Royal Enfield Continental GT 650?
Em todas as gerações com a medida conferida, a referência é passo 520 (5/8") | relação secundária 2,533:1 (nº de dentes/elos não informados).
Mudar a relação deixa a moto mais forte?
Muda o comportamento, mas não aumenta a potência. A moto ganha arrancada e perde folga em velocidade de cruzeiro. Pode ser preciso corrente com mais elos. Converse com o mecânico antes de alterar.
Posso trocar só a corrente?
Só em situações muito específicas, como corrente danificada por acidente com o kit quase novo. No desgaste normal, as três peças chegam juntas ao fim e devem ser trocadas juntas.
Qual a folga certa da corrente?
Cada moto tem o seu valor. A medição é feita empurrando a corrente para cima e para baixo no meio do trecho inferior. Gire a roda, procure o ponto mais apertado e regule por ele, com os esticadores alinhados.
Posso usar emenda de presilha em qualquer moto?
Nas motos de baixa cilindrada, a emenda de clipe costuma ser a original. Nas maiores, normalmente o fabricante pede emenda rebitada. Trocar rebite por clipe nessas motos aumenta o risco de a corrente abrir.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos