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Kit cilindro (cilindro, pistão e anéis) da Yamaha Fazer 150

A peça certa para cada versão e ano da Fazer 150, de 2014 a 2025, com o guia para escolher e trocar.

  • 2 versões
  • 2 gerações
  • 2014–2025

Kit cilindro (cilindro, pistão e anéis) de reposição

3 códigos

Modelo
Yamaha Fazer 150
Anos
2014 a 2025

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com kit cilindro (cilindro, pistão e anéis) para a Yamaha Fazer 150

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit cilindro (cilindro, pistão e anéis) para a Yamaha Fazer 150. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Kit cilindro (cilindro, pistão e anéis) por versão e ano

VersãoAnos
YS 150 Fazer SED2014–2025
YS 150 Fazer ED2014–2015

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O kit cilindro certa para cada Fazer 150

Na Fazer 150, o kit cilindro é desenhado para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.

Kit cilindro (cilindro, pistão e anéis) de reposição para a Yamaha Fazer 150

No catálogo de reposição, a Yamaha Fazer 150 tem 3 códigos de kit cilindro (cilindro, pistão e anéis), de R1, EMBUS e SMARTFOX, de 2014 a 2016. Os códigos vêm separados por versão e ano, porque a peça mudou ao longo do tempo. O grupo certo é o da sua versão e do ano do documento.

Os itens abaixo são de fabricantes e distribuidores de reposição, cada um com o seu código. Na loja, informe o código e confirme a cor ou o tipo, que mudam de um ano para outro.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
2016 em diante
FIT8823Kit cilindro de motor completo c / kit (a) Fazer 150 / / xt z Crosser 150 / / Factor 150 16R1
FIT8823Kit cilindro de motor completo c / kit (a) Fazer 150 / / xt z Crosser 150 / / Factor 150 16R1
2014 a 2016
FIT3164Kit motor (pistao+anel+pino+trava) Fazer 150/FACTOR 150 /XTZ 150 Crosser 2014-2016EMBUS
FIT3164Kit motor (pistao+anel+pino+trava) Fazer 150/FACTOR 150 /XTZ 150 Crosser 2014-2016EMBUS
Todos os anos
FIT2819Kit motor Fazer 150/ Factor 150/ XTZ 150 33842SMARTFOX
FIT2819Kit motor Fazer 150/ Factor 150/ XTZ 150 33842SMARTFOX

Códigos desta lista que servem em outros modelos: Yamaha Crosser 150, Yamaha Factor 150.

Para que serve o kit cilindro na Fazer 150

Quando o mecânico fala em "fazer o motor" de uma moto pequena, muitas vezes está falando do kit cilindro. Ele inclui o cilindro (a peça com o furo onde o pistão corre), o pistão, o jogo de anéis e, em geral, o pino e as travas. Algumas marcas acrescentam as juntas da base e do cabeçote.

Essas peças trabalham sob calor, pressão e atrito o tempo todo. Com os anos de uso, a parede do cilindro fica ovalizada e com degrau no topo, os anéis perdem a capacidade de vedar e o pistão começa a bater. O resultado aparece como perda de força, consumo de óleo e compressão baixa, e o reparo passa pela troca do conjunto ou pela retífica.

O que muda no kit cilindro da Fazer 150

A Fazer 150 2014–2025 é uma street de 149 cc. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. Com injeção eletrônica, a Fazer 150 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. O motor tem filtro de óleo de troca.

Em motor arrefecido a ar, como o da Fazer 150, o cilindro trabalha mais quente em dia de trânsito lento. O óleo no nível certo e as aletas limpas ajudam o kit a durar.

Na Fazer 150, com injeção eletrônica, a central ajusta a mistura com base nos sensores. Depois de um kit novo, vale pedir para a oficina conferir o funcionamento com scanner e verificar se não ficou nenhum erro registrado do serviço.

Sinais de que o kit cilindro da Fazer 150 está gasto

O desgaste do conjunto cilindro, pistão e anéis é lento, e por isso muita gente se acostuma com os sintomas. Vale prestar atenção quando dois ou mais destes aparecem juntos.

  • Partida difícil, principalmente a frio. Com pouca compressão, o motor demora a pegar, sobretudo frio, quando as folgas estão maiores. Se a partida piorou aos poucos e a parte elétrica e a alimentação estão em ordem, a compressão entra na lista de suspeitos.
  • Compressão baixa no teste. É o sinal mais objetivo. A oficina mede a compressão e compara com o valor do manual de serviço. Compressão baixa que melhora com um pouco de óleo no cilindro indica anéis e cilindro gastos; se não melhora, a suspeita passa para válvulas ou junta.
  • Perda de força. Motor com compressão baixa perde fôlego, principalmente com garupa, carga ou em subida. Antes de culpar o kit, vale descartar filtro de ar sujo, vela ruim e carburação ou injeção desreguladas, que também tiram força.
  • Fumaça azulada no escapamento. Fumaça de tom azulado, com cheiro de óleo queimado, principalmente ao acelerar depois de uma descida ou ao ligar a moto fria, mostra que o óleo está chegando à câmara de combustão. Anéis gastos são uma causa comum; retentores de válvula e guias também podem ser os culpados.

Como escolher o kit cilindro certo para a Fazer 150

Antes de comprar, tenha em mãos o modelo, o ano, o número do chassi e, se possível, o número do motor. Com esses dados, o balconista acha o kit certo e evita a peça que quase serve.

  • Original, paralelo ou retífica. Não existe uma resposta única. Em motor que nunca foi aberto, retificar o cilindro original e usar pistão sobremedida é uma opção comum. Se o cilindro já está na última sobremedida ou trincou, o caminho é cilindro novo. Peça a opinião do retificador.
  • O que vem na caixa. Os kits variam no conteúdo. Alguns vêm só com cilindro, pistão, anéis, pino e travas; outros trazem as juntas. Abra a caixa na loja, confira cada item e veja se nada chegou amassado ou riscado.
  • Pistão com marcações claras. Repare na cabeça do pistão: a seta ou a indicação de lado, os rebaixos das válvulas (quando o motor tem) e a medida. Rebaixo de válvula em posição diferente do original é sinal de aplicação errada.
  • Acabamento do cilindro. Um bom cilindro tem a parede com brunimento regular e a face de apoio do cabeçote lisa, sem empeno. Se o acabamento parece grosseiro, desconfie da qualidade do kit inteiro.

Como é feita a troca do kit cilindro da Fazer 150

A troca do kit cilindro é serviço de oficina. Envolve desmontar a parte de cima do motor, medir peças em centésimos de milímetro e aplicar torque nos parafusos certos. Saber como o trabalho é feito ajuda você a conversar com o mecânico e conferir o serviço.

  1. Diagnóstico antes de abrir. Antes de desmontar, a oficina faz o teste de compressão e conversa sobre os sintomas. Isso define se o problema é mesmo o kit ou se está nas válvulas, na junta ou na alimentação.
  2. Desmontagem da parte de cima. Com o motor frio, saem o tanque ou as carenagens necessárias, o escapamento, o carburador ou o corpo de injeção e o cabeçote. Em motores quatro tempos, a corrente de comando é presa para não cair dentro do cárter.
  3. Retirada do cilindro e do pistão. O cilindro sai deslizando pelos prisioneiros, e o pistão é solto do pé da biela tirando as travas e empurrando o pino. Nessa hora a boca do cárter precisa estar coberta: uma trava que cai lá dentro obriga a abrir o motor inteiro.
  4. Medição e avaliação. Com micrômetro e relógio comparador, a oficina descobre se o cilindro pode ser retificado e em qual sobremedida, ou se o melhor é o kit novo. A biela e o cabeçote também são avaliados nessa etapa.
  5. Limpeza das superfícies. Toda a sujeira e restos de junta saem antes da montagem. O cilindro novo também é lavado e lubrificado, porque pode vir com resíduos da fabricação ou da embalagem.
  6. Montagem dos anéis e do pistão. Cada anel tem posição e lado. O mecânico confere as marcações, distribui as pontas e monta o pistão no sentido indicado. Trava mal encaixada pode sair com o motor funcionando e destruir o cilindro.
  7. Cilindro, cabeçote e torque. Com juntas novas, o cilindro desce sobre o pistão lubrificado, comprimindo os anéis com cuidado. O cabeçote é apertado em cruz, no torque e na sequência do manual. Em quatro tempos, o ponto do comando é conferido antes de fechar.
  8. Primeira partida e conferência. Motor montado, é hora de ligar e ouvir. A oficina verifica marcha lenta, vazamentos e temperatura, regula o que for necessário e explica como fazer o amaciamento.

Depois da troca, o motor precisa de amaciamento: varie a rotação, evite manter o acelerador no fundo e não force o motor nos primeiros dias de uso, seguindo o que o manual e o retificador orientarem. Pergunte também quando fazer a primeira troca de óleo depois do serviço.

Erros comuns com o kit cilindro

Muitos motores voltam para a oficina pouco tempo depois da troca do kit. Quase sempre o motivo está em um destes erros.

  • Reaproveitar juntas e travas. Economizar nas juntas e nas travas é falsa economia. Uma trava que se solta risca o cilindro de cima a baixo, e junta reaproveitada vaza compressão ou óleo.
  • Trocar o kit sem diagnóstico. Comprar o kit porque "a moto está fraca" é arriscado. O diagnóstico com teste de compressão e avaliação dos sintomas define o que realmente precisa ser feito.
  • Comprar pelo preço, sem aplicação. O mais barato da prateleira nem sempre é da sua moto. Confira a aplicação exata e a procedência antes de olhar o preço.

Cuidados que poupam cilindro, pistão e anéis

O desgaste do cilindro é natural, mas o ritmo depende muito de como a moto é cuidada. Óleo, filtro de ar e temperatura pesam mais do que qualquer outra coisa.

  • Óleo certo, no nível e no prazo. O óleo forma a película que separa anel e cilindro. Óleo vencido, abaixo do nível ou fora da especificação deixa essa película fina demais, e o desgaste acelera. Confira o nível com frequência.
  • Mistura e ponto em ordem. Mistura pobre (pouco combustível para o ar que entra) aumenta a temperatura da queima e castiga o pistão. Carburador ou injeção desregulados, entrada falsa de ar e ponto de ignição errado devem ser corrigidos logo.
  • Respeite o amaciamento. Depois de um kit novo ou de uma retífica, os anéis precisam assentar na parede do cilindro. Rotação variada, sem esforço extremo e sem marcha lenta por longos períodos, ajuda nesse processo.

Perguntas frequentes

Quanto tempo dura um kit cilindro?

Varia muito. Manutenção em dia, aquecimento antes de exigir e filtro de ar limpo fazem o kit durar bastante. Sinais como fumaça, consumo de óleo e compressão baixa mostram quando chegou a hora.

Kit cilindro de reposição é confiável?

Depende da procedência. Um kit de reposição bem fabricado e bem montado pode funcionar bem; um kit ruim desgasta cedo. Garantia, nota e a opinião do mecânico de confiança ajudam a escolher.

Posso trocar só os anéis?

Pode, se a medição mostrar que cilindro e pistão estão bons. Na maioria dos motores com desgaste visível, porém, o anel sozinho não resolve, porque a parede já não está redonda.

Retífica ou kit novo: qual escolher?

Depende do estado do cilindro. Se ele ainda tem material e não está trincado, a retífica com pistão sobremedida costuma funcionar bem. Se já foi retificado no limite, trincou ou tem revestimento que não aceita retífica, o caminho é cilindro novo. O retificador mede e indica.

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