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Yamaha Fazer 150

2 versões vendidas no Brasil de 2014 a 2025. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da Fazer 150

Lojas e oficinas para a Yamaha Fazer 150

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Peças e calibragem da Fazer 150

Cada página junta todas as versões e anos da Fazer 150 numa tabela, com o guia da peça.

Produtos que os fabricantes indicam para a Fazer 150

Aplicações declaradas nos catálogos das marcas de peças. Confira versão e ano na página de cada produto.

Compare a Fazer 150 com

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
YS 150 Fazer SED2014–2025 em conferência 100/80-18 M/C 59P
YS 150 Fazer ED2014–2015 em conferência 100/80-18 M/C 59P

A Yamaha Fazer 150 em números

São 2 versões da Fazer 150 no catálogo, cobrindo os anos-modelo de 2014 a 2025. Todas têm 149 cc, no estilo street.

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a YS 150 Fazer ED (2015, R$ 11.595) e a mais cara, a YS 150 Fazer SED (2025, R$ 17.299).

A Fazer 150 ao longo das gerações

Uma geração é o período em que a moto é fabricada com o mesmo projeto básico: quadro, motor e desenho principal. Quando o fabricante faz uma mudança grande, começa uma nova geração, mesmo que o nome continue igual. Entre uma e outra mudam medidas, fixações e componentes, e é por isso que uma peça da Fazer 150 de um ano pode não servir na de outro. A lista abaixo mostra cada fase e o que foi alterado.

  • YS 150 Fazer ED 2014–2015. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual, 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol).
  • YS 150 Fazer SED 2014–2025. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual, 12,2 cv a 7.500 rpm (gasolina) / 12,4 cv a 7.500 rpm (etanol).

Use esta linha do tempo como mapa. Identifique em que fase está a sua moto pelo ano-modelo do documento e compare com as mudanças listadas. Se ela for de um ano de virada, passe o número do chassi para quem vende a peça. Em compra pela internet, confira na descrição a compatibilidade por ano e, na dúvida, pergunte antes de pagar: peça errada vira devolução e semanas de espera.

As versões da Fazer 150 lado a lado: como decidir

Por fora, as versões da Fazer 150 se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.

  • Freio combinado (CBS). O CBS liga os dois freios: quando você aciona o comando indicado no manual, parte da força vai também para a outra roda. Isso ajuda quem tem o hábito de frear só atrás, algo muito comum entre iniciantes, e deixa a moto mais estável na frenagem. Não substitui o ABS, porque não evita que a roda trave, mas é um ganho real para quem está começando e para quem vive no anda e para da cidade. Na Fazer 150: Com CBS: YS 150 Fazer SED; Sem CBS: YS 150 Fazer ED.
  • Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.
  • Orçamento de manutenção. O preço de compra é só a primeira parte da conta. Versões mais equipadas carregam mais componentes: freios mais elaborados, sensores, conjunto óptico maior, eletrônica que pede diagnóstico. Nada disso é problema, mas tudo isso entra no custo de ter a moto. Pergunte numa oficina de confiança e numa loja de peças quanto custam os itens que mais desgastam em cada versão. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode superar a diferença na etiqueta.
  • Conforto do banco e da posição. Versões do mesmo modelo podem ter banco, guidão e pedaleiras diferentes, e isso muda muito o conforto. Um banco mais largo ou mais macio faz diferença depois de uma hora rodando; um guidão mais alto ou mais recuado alivia punhos e costas. Sente em cada versão, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se for levar garupa, peça para essa pessoa sentar também, porque o banco de trás muda bastante.
  • Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra apenas um nome mais vistoso.
  • Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.

A Fazer 150 a longo prazo

Pensando em longo prazo, a street é das escolhas mais seguras para o bolso. A mecânica é conhecida, as revisões são simples e as peças de reposição têm várias marcas e faixas de preço. Isso não quer dizer manutenção esquecida: justamente por ser fácil de cuidar, a moto que foi bem tratada se destaca na hora da venda. O valor do seguro tende a ser influenciado mais pelo índice de roubo da região do que pelo preço da moto, e vale cotar antes de comprar. Para revender, a Fazer 150 conta com um mercado grande, de quem precisa de moto para trabalhar a quem está comprando a primeira.

Nova ou usada: qual Fazer 150 vale mais a pena para você

Zero quilômetro dá tranquilidade; seminova economiza na desvalorização; usada mais antiga cabe em orçamentos menores. Nenhuma escolha é certa para todo mundo. Os pontos abaixo ajudam a comparar as três opções da Fazer 150 pelo que realmente muda no seu bolso e no seu dia a dia.

  • Seminova: o meio-termo. Uma Fazer 150 com pouco uso combina preço menor com moto ainda atual. Se as revisões foram feitas na rede autorizada, pode restar parte da garantia de fábrica, e isso é um bônus importante. Confira com a concessionária as condições de transferência dessa garantia antes de fechar negócio, para não contar com uma cobertura que já não existe.
  • Usada antiga: menos atualização, menos preço. Comprar usada antiga é trocar atualização por preço. Gerações mais velhas podem ter freios, iluminação e equipamentos de outra época, e o conforto também pode ser menor. Para quem roda pouco e quer gastar pouco, compensa. Para quem vai usar todo dia, no trânsito pesado ou na estrada, vale pesar se o que falta faz diferença na segurança.
  • Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma Fazer 150 de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
  • Motos de frota e de entrega. Uma Fazer 150 usada em entregas trabalhou mais em um ano do que muitas motos particulares em vários. Isso não quer dizer que seja uma compra ruim: frotas organizadas costumam fazer manutenção regular. Mas embreagem, transmissão, suspensão e banco provavelmente estão mais gastos. Pergunte de onde ela veio e por quanto tempo trabalhou, e ajuste o preço a essa realidade.
  • Quanto tempo você vai ficar com ela. Se a ideia é ficar com a Fazer 150 até ela pedir aposentadoria, comprar zero ajuda: você sabe como foi amaciada, como foi cuidada e por onde rodou. Se a troca vai ser rápida, pagar pela desvalorização inicial raramente compensa, e uma seminova bem escolhida entrega quase a mesma moto. Defina esse horizonte antes de comparar preços.
  • A desvalorização dos primeiros anos. Toda moto perde valor mais rápido nos primeiros anos, e a maior queda costuma acontecer logo depois que ela sai da loja. Quem compra zero paga por essa diferença; quem compra seminova deixa a perda para o primeiro dono. Se você troca de moto com frequência, essa conta pesa muito. Se pretende ficar muitos anos, ela se dilui.
  • Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de decidir.
  • Zero de ano-modelo anterior. Quando a linha nova chega, as concessionárias costumam querer desocupar o estoque da anterior. Uma Fazer 150 0 km de ano-modelo passado pode sair mais barata e com a mesma garantia. A conta precisa considerar a revenda: alguns anos depois, ela valerá como uma moto daquele ano, e o desconto inicial ajuda a compensar essa diferença.

Perguntas frequentes

Quais são as versões da Fazer 150?

No catálogo são 2: YS 150 Fazer SED, YS 150 Fazer ED.

Qual versão da Fazer 150 custa menos?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a YS 150 Fazer ED 2015, com R$ 11.595.

Para que serve ter várias versões do mesmo modelo?

As versões permitem que o fabricante atenda públicos diferentes com a mesma base: quem quer o menor preço, quem quer mais equipamentos, quem usa para trabalho e quem procura conforto. Assim, cada comprador paga pelo que realmente quer, e a mesma moto cobre várias faixas de preço.

A Fazer 150 tem peça fácil de achar?

Em geral, peças de manutenção de rotina são as mais fáceis de achar, enquanto acabamentos e componentes específicos de uma versão ou geração podem exigir encomenda. A melhor forma de saber é perguntar em lojas e oficinas da sua cidade. Sites de venda também dão uma boa ideia da oferta.

Qual a diferença entre as versões da Fazer 150?

Na maioria dos modelos, a base é a mesma e o que muda é o pacote de equipamentos: tipo de freio, presença de ABS ou CBS, rodas, partida, farol e detalhes de conforto. Algumas versões também mudam o motor. Veja a tabela de versões desta página e pense em quais itens você usaria de verdade.

Compensa comprar a versão topo de linha?

Compensa se você vai aproveitar o que ela tem a mais e se o orçamento de manutenção acompanha. Itens de segurança costumam valer o investimento para quem roda muito. Conveniências e acabamento são questão de gosto. Para muitos usos, uma versão intermediária oferece o melhor equilíbrio.

É melhor comprar a Fazer 150 zero ou seminova?

Quem quer tranquilidade e vai ficar muitos anos tende a se dar bem com a 0 km. Quem troca de moto com frequência costuma economizar com uma seminova. A usada mais antiga atende orçamentos menores. Em todos os casos, o estado da unidade e o custo de manter pesam tanto quanto o preço.

Qual versão da Fazer 150 desvaloriza menos?

A versão que mais aparece em anúncios e que mais gente procura costuma ter revenda mais fácil, e equipamentos que o mercado valoriza também contam. Ainda assim, conservação, manutenção comprovada e ausência de modificações malfeitas fazem mais diferença no preço final do que o nome da versão.