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Honda Biz 100 ES 1999

Preço FIPE do ano-modelo 1999, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Biz 100 ES usada.

  • Cub
  • 97 cc
  • Gasolina
  • 7,6 cv

FIPE 1999

R$ 4.326

Moto
Honda Biz 100 ES
Ano-modelo
1999
Geração
1999–2011
Calibragem
dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811002-6. Preço médio de anúncio no país.

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Biz 100 ES 1999: o essencial

Do ano-modelo 1999, a Honda Biz 100 ES é uma motoneta (cub) de 97 cc. Ela pertence à geração 1999–2011, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. A Biz 100 ES tem botão de partida e também pedal, útil quando a bateria enfraquece. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a tambor.

Em números, a potência é de 7,6 cv a 8.000 rpm; o torque, 0,8 kgf.m a 6.000 rpm; o peso, 93,0 kg (seco, com partida elétrica); o tanque leva 4,0 litros (sem posição de reserva); o banco fica a 755 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 12,2 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

A Biz 100 ES 1999 na tabela FIPE

O preço médio da Biz 100 ES 1999 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 4.326. A de 2000 custa R$ 5.444. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2015, R$ 11.217), a 1999 vale 61% menos, uma média de 5,8% por ano.

Na comparação com as 5 motos cub 1999 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 4 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma cub

Quem procura uma cub quer praticidade: subir sem passar a perna por cima do tanque, ter onde apoiar uma bolsa e rodar muito com pouco combustível. As marchas continuam lá, mas a embreagem trabalha sozinha, e a pilotagem fica entre a de uma moto comum e a de uma scooter.

Por ser leve e barata de manter, a motoneta é muito usada como moto de trabalho e como primeiro veículo. Há usadas de todas as idades, e o estado varia muito. Carenagens, banco e assoalho contam a história de como ela foi tratada.

Outras versões da Biz 100 em 1999

Em 1999, a família Biz 100 tinha 2 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

Peças e medidas da Biz 100 ES 1999

Medidas de manutenção da Biz 100 ES 1999, com link para a página de cada peça:

O que conferir antes de comprar uma Biz 100 ES 1999 usada

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Biz 100 ES, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Sinais de moto de trabalho. Motos de baixa cilindrada são muito usadas em entregas e aplicativos, e isso não é defeito: muitas têm manutenção em dia justamente porque são a fonte de renda do dono. Furos de suporte de baú, banco afundado, manoplas gastas e pedaleiras lisas mostram quanto ela rodou, às vezes mais do que o hodômetro admite.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.

O que a idade pede na Honda Biz 100 ES 1999

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Biz 100 ES 1999.

  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 27 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 27 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível estragando ali dentro.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.

Todos os anos da Biz 100 ES

Anos-modelo da Biz 100 ES no catálogo, de 2015 a 1999, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da Biz 100 ES 1999

Medidas e especificações
Cilindrada97 cc
CombustívelGasolina
Potência7,6 cv a 8.000 rpm conferido
Torque0,8 kgf.m a 6.000 rpm conferido
Peso93,0 kg (seco, com partida elétrica) conferido
Tanque4,0 litros (sem posição de reserva) conferido
Altura do banco755 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) conferido
Vela de igniçãoNGK C6HSA conferido
Pneu dianteiro60/100-17 M/C 33L conferido
Pneu traseiro80/100-14 M/C 49L conferido
Relação (kit)coroa 35 | pinhão 15 conferido
Óleo do motorSAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca conferido
Filtro de arespuma conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica e pedal
CâmbioManual
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Biz 100 ES 1999

As peças desta moto são as da geração 1999–2011. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Biz 100 ES 1999?

Na referência de outubro de 2026, a Honda Biz 100 ES 1999 vale R$ 4.326 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantos litros cabem no tanque da Biz 100 ES 1999?

O tanque da Biz 100 ES 1999 leva 4,0 litros (sem posição de reserva).

Qual pneu usa a Biz 100 ES 1999?

Dianteiro 60/100-17 M/C 33L e traseiro 80/100-14 M/C 49L.

Qual a cilindrada da Biz 100 ES 1999?

A Biz 100 ES 1999 tem 97 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Qual o óleo da Biz 100 ES 1999?

A referência para o motor é SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a calibragem do pneu da Biz 100 ES 1999?

Com os pneus frios: dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Como fica o seguro de uma Biz 100 ES 1999?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

O preço da tabela FIPE é o preço da moto?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.

Moto carburada ainda vale a pena?

Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita resolve boa parte dos problemas.