Honda Biz 100 ES 2001
Preço FIPE do ano-modelo 2001, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Biz 100 ES usada.
- Cub
- 97 cc
- Gasolina
- 7,6 cv
FIPE 2001
R$ 5.719
- Moto
- Honda Biz 100 ES
- Ano-modelo
- 2001
- Geração
- 1999–2011
- Calibragem
- dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811002-6. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda Biz 100 ES
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Anunciar nesta páginaA Honda Biz 100 ES 2001 em resumo
Do ano-modelo 2001, a Honda Biz 100 ES é uma motoneta (cub) de 97 cc. O ano-modelo 2001 faz parte da geração vendida de 1999 a 2011. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. A Biz 100 ES tem botão de partida e também pedal, útil quando a bateria enfraquece. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a tambor, com lonas.
Em números, a potência é de 7,6 cv a 8.000 rpm; o torque, 0,8 kgf.m a 6.000 rpm; o peso, 93,0 kg (seco, com partida elétrica); o tanque leva 4,0 litros (sem posição de reserva); o banco fica a 755 mm do chão. Isso dá cerca de 12,2 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Preço FIPE da Biz 100 ES 2001
Pela FIPE de outubro de 2026, a Biz 100 ES ano 2001 está cotada em R$ 5.719. A do ano 2000 sai por R$ 5.444 (+5,1% de diferença); a Biz 100 ES 2002 está em R$ 6.047. Comparada com a 2015 (R$ 11.217), a moto de 2001 custa 49% a menos: em média, perdeu 4,7% de valor a cada ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma cub
A motoneta fica no meio do caminho entre a moto e a scooter. Tem o quadro baixo e aberto, que facilita a vida de quem anda de roupa social ou leva sacola no assoalho, mas mantém rodas de aro maior e câmbio de marchas, o que ajuda em rua esburacada e em subida. Sem manete de embreagem, o aprendizado é rápido.
É uma moto pensada para durar e gastar pouco. Usada, costuma ser compra tranquila, desde que o básico tenha sido feito: óleo trocado no prazo, transmissão ajustada e freios em dia.
O que muda entre as Biz 100 2001
A Biz 100 ES não era a única Biz 100 de 2001: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- Biz 100 KS 2001 (R$ 5.624): partida pedal (nesta: elétrica e pedal).
Peças e medidas da Biz 100 ES 2001
Estas são as medidas que mais se procura para a Biz 100 ES 2001. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Vela de ignição: NGK C6HSA (conferida)
- Pneu dianteiro: 60/100-17 M/C 33L (conferida)
- Pneu traseiro: 80/100-14 M/C 49L (conferida)
- Relação (kit): coroa 35 | pinhão 15 (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca (conferida)
- Filtro de ar: espuma (conferida)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)
Biz 100 ES 2001 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Uma moto 2001 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Desconfie em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
Cuidados que acompanham uma moto 2001
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2001 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 25 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
Outros anos da Biz 100 ES
A Biz 100 ES foi vendida em 17 anos-modelo, de 1999 a 2015. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da Biz 100 ES 2001
| Cilindrada | 97 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 7,6 cv a 8.000 rpm conferido |
| Torque | 0,8 kgf.m a 6.000 rpm conferido |
| Peso | 93,0 kg (seco, com partida elétrica) conferido |
| Tanque | 4,0 litros (sem posição de reserva) conferido |
| Altura do banco | 755 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) conferido |
| Vela de ignição | NGK C6HSA conferido |
| Pneu dianteiro | 60/100-17 M/C 33L conferido |
| Pneu traseiro | 80/100-14 M/C 49L conferido |
| Relação (kit) | coroa 35 | pinhão 15 conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca conferido |
| Filtro de ar | espuma conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica e pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Biz 100 ES 2001
As peças desta moto são as da geração 1999–2011. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Biz 100 ES 2001 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda Biz 100 ES 2001 vale R$ 5.719 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quanto pesa a Biz 100 ES 2001?
O peso informado pelo fabricante é 93,0 kg (seco, com partida elétrica).
Qual a capacidade do tanque da Biz 100 ES 2001?
O tanque da Biz 100 ES 2001 leva 4,0 litros (sem posição de reserva).
Qual a potência da Biz 100 ES 2001?
Pela ficha do fabricante, 7,6 cv a 8.000 rpm, com torque de 0,8 kgf.m a 6.000 rpm.
Qual a cilindrada da Biz 100 ES 2001?
A Biz 100 ES 2001 tem 97 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a medida do pneu da Biz 100 ES 2001?
Dianteiro 60/100-17 M/C 33L e traseiro 80/100-14 M/C 49L.
Onde consultar recall da moto?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.
Moto carburada ainda vale a pena?
Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
A Honda Biz 100 ES 2001 ainda vale a pena?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2001 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.