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Honda Biz 125 ES 2025–2027

Ficha técnica, preço FIPE e as 70 peças com página própria para a Biz 125 ES fabricada de 2025 a 2027. 4ª geração (motor novo, freio sem pedal).

  • Cub
  • 124 cc
  • Flex
  • Injeção eletrônica
Honda Biz 125 ES
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Bateria 12V 5Ah (DTZ6) conferido
Vela de ignição NGK CPR7EA-9 conferido
Pneu dianteiro 60/100-17 M/C 33S conferido
Pneu traseiro 80/100-14 M/C 49S REINF conferido
Relação (kit) passo 428 | coroa 34 | pinhão 14 | 106 elos referência
Óleo do motor SAE 10W-30 API SL JASO MA | 0,9 L na troca conferido
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Honda Biz 125 ES

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Peças da Biz 125 ES 2025–2027

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A Honda Biz 125 ES 2025–2027

Entre 2025 e 2027, a Biz 125 ES manteve a mesma base técnica: uma motoneta (cub) de 124 cc, flex. É a 4ª de 4 gerações da Biz 125 ES no catálogo, a atual. 4ª geração (motor novo, freio sem pedal).

Pela FIPE (outubro de 2026), uma Biz 125 ES desta geração custa entre R$ 14.610 e R$ 15.431, conforme o ano.

Como ler a ficha técnica da Biz 125 ES

  • Potência: 9,53 cv a 7.500 rpm (gasolina)
  • Torque: 1,03 kgf.m a 6.000 rpm
  • Peso: 96 kg (seco)
  • Tanque: 5,0 litros (reserva de aproximadamente 1,1 L)
  • Altura do banco: 749 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: tambor
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: dois amortecedores
  • Relação peso/potência: cerca de 10,1 kg/cv

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da Biz 125 ES 2025–2027 significa na prática.

  • CBS, a frenagem combinada. No CBS, ao acionar o freio traseiro, parte da força vai também para o dianteiro. A ideia é ajudar quem tem o hábito de frear só com o pé, o que é comum em quem está começando. A moto para mais reta e em menos espaço. Não é o mesmo que ABS: com CBS, a roda ainda pode travar numa freada brusca.
  • Tanque e autonomia. Litros de tanque não dizem sozinhos quanto a moto roda. A autonomia depende de como e onde você anda: trânsito, estrada, garupa e mão no acelerador mudam tudo. Faça a conta de tanque cheio a tanque cheio algumas vezes e terá uma média confiável. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da Biz 125 ES, e isso muda o que levar na viagem.
  • Freio a tambor. Freio a tambor não é sinal de moto ruim: ele dá conta do uso urbano e pede pouca manutenção. A diferença aparece em frenagens fortes e repetidas, quando ele aquece e a resposta cai, e logo depois de pegar chuva forte ou poça funda. Na traseira, onde a exigência é menor, cumpre bem o papel. Freie com antecedência e use os dois freios juntos.
  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
  • Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
  • Refrigeração a ar ou ar/óleo. Sem radiador de água, o motor depende do fluxo de ar e, no sistema ar/óleo, também do óleo circulando por um pequeno radiador. Menos peças, menos peso e menos manutenção. O lado fraco aparece em congestionamento longo em dia quente: a temperatura sobe, o motor fica mais áspero e o óleo trabalha no limite. Óleo no nível certo é ainda mais importante aqui.

Como a Biz 125 ES se comporta no uso

Quem roda de cub costuma valorizar três coisas: economia, simplicidade e praticidade. O anda e para do centro, as entregas de porta em porta e o trajeto diário para o trabalho são o terreno dela. A posição de pilotagem é ereta e descansada, e as trocas de marcha sem embreagem deixam a pilotagem quase automática.

Na estrada, a cub não foi feita para ritmo forte: o motor pequeno chega ao limite cedo e o conforto em viagem longa é modesto. Com garupa, rende em percursos urbanos. Em piso ruim, as rodas maiores ajudam, mas a suspensão simples transmite as pancadas. Respeitado esse limite, ela trabalha anos sem reclamar.

Bateria, pneus, vela e óleo da Biz 125 ES 2025–2027

Referências de manutenção da Biz 125 ES 2025–2027, peça por peça:

Manutenção da Biz 125 ES: o que cada sistema pede

Manter a Biz 125 ES em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir o prazo de uso severo.
  • Rolamentos de roda e de direção. Direção que puxa, guidão que trava no centro ou ronco que aumenta com a velocidade apontam para rolamentos. Na revisão, a oficina confere folgas e lubrificação da caixa de direção. Evite jato de alta pressão direto nos cubos, que empurra água para dentro. Rolamento gasto compromete a estabilidade e os freios.
  • Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e untados com óleo próprio.
  • Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos com frequência.
  • Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o chicote.
  • Bateria. Bateria fraca não costuma avisar com antecedência: um dia a moto simplesmente não pega. Para evitar a surpresa, observe a partida, limpe os terminais e evite deixar a moto parada por semanas sem rodar ou sem carregador. Acessórios elétricos ligados direto na bateria, sem relé, também drenam a carga.
  • Pastilhas de freio. As pastilhas têm marca ou ranhura que mostra o limite de desgaste. Confira olhando a pinça por trás ou por cima, com uma lanterna. Pastilha gasta até o metal risca o disco e transforma uma troca simples numa conta maior. Troque sempre o par da mesma roda e respeite o período de assentamento das novas, sem frenagens fortes nos primeiros dias.

A Biz 125 ES 2025–2027 ano a ano

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 5%.

O que mudou nas outras gerações da Biz 125 ES

Em relação à geração anterior, Biz 125 ES 2018–2024, mudou:

  • Bateria: 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) → 12V 5Ah (DTZ6)
  • Vela: NGK CPR6EA-9 → NGK CPR7EA-9
  • Pneu dianteiro: 60/100-17 M/C 33L → 60/100-17 M/C 33S
  • Pneu traseiro: 80/100-14 M/C 49L → 80/100-14 M/C 49S REINF
  • Óleo: SAE 10W-30 JASO MA → SAE 10W-30 API SL JASO MA | 0,9 L na troca
  • Potência: 9,2 cv a 7.500 rpm (gasolina ou etanol) → 9,53 cv a 7.500 rpm (gasolina)
  • Tanque: 5,1 litros (reserva de 1,5 L) → 5,0 litros (reserva de aproximadamente 1,1 L)

É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.

O que vigiar na Biz 125 ES no dia a dia

Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Honda Biz 125 ES. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.

  • Pneus: pressão e banda. Pressão errada é um dos defeitos mais comuns e mais fáceis de evitar. Tenha um calibrador e confira a cada semana, ou antes de toda viagem. Na mesma olhada, veja os indicadores de desgaste no sulco e qualquer objeto preso na borracha. Moto que puxa para um lado ou balança na reta pode estar com pneu murcho.
  • Luz de injeção no painel. Painel com a luz da injeção acesa não é para ignorar. A causa pode ser simples, como um conector solto, ou séria, como sensor danificado que muda a mistura e esquenta o motor. Evite apagar a luz desligando a bateria: a falha some da memória e o diagnóstico fica mais difícil. Leve para leitura com equipamento.
  • Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
  • Fumaça no escapamento. Observe o escapamento ao ligar e ao acelerar. Uma fumaça branca rala nos primeiros minutos de um dia frio é normal. Fumaça azul persistente ou preta não é. Elas mostram que algo mudou na queima, e acompanhar o nível do óleo e a cor da vela ajuda a entender o que está acontecendo.

Acessórios que fazem sentido na Biz 125 ES

Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a Biz 125 ES, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.

  • Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
  • Antena corta-pipa. Em muitas cidades, linha de pipa com cerol é perigo real para quem anda de moto. A antena corta-pipa, instalada no guidão, intercepta a linha antes do corpo do piloto. Escolha uma com lâmina na ponta e altura acima do capacete e confira a fixação de tempos em tempos, porque a vibração afrouxa.
  • Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota antes de sair.
  • Corrente antifurto e alarme. Nenhum antifurto é infalível, mas cada camada torna a moto menos atraente para o ladrão. Corrente presa a um poste ou grade, alarme e rastreador funcionam melhor juntos. Na instalação de itens elétricos, peça ligação com fusível e relé, para não drenar a bateria com a moto parada.

Perguntas frequentes

Que bateria usa a Biz 125 ES 2025–2027?

A bateria indicada é 12V 5Ah (DTZ6).

Quanto custa uma Biz 125 ES 2025–2027?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 15.431, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

A Biz 125 ES 2025–2027 é alta?

A altura do banco é de 749 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.

Que óleo de motor usar na Biz 125 ES 2025–2027?

A referência é SAE 10W-30 API SL JASO MA | 0,9 L na troca. O intervalo de troca está no manual.

O que é peso seco?

Peso seco deixa de fora o combustível e, em alguns critérios, o óleo e outros fluidos, enquanto o peso em ordem de marcha inclui tudo o que a moto precisa para andar. No dia a dia, a moto que você empurra é a de ordem de marcha, sempre mais pesada que o peso seco do catálogo.

Posso usar pneu de medida diferente na Biz 125 ES?

O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.

A Biz 125 ES serve para quem é baixo?

Compare a altura do banco da ficha com a medida da sua perna, mas faça o teste sentado, porque banco largo exige mais altura. Quem alcança o chão com a ponta dos pés geralmente se adapta. Para ganhar confiança, existem bancos mais baixos e botas de sola grossa, e a técnica de apoiar um pé de cada vez faz diferença.

Ficha técnica

Características
Cilindrada124 cc
CombustívelFlex
Potência9,53 cv a 7.500 rpm (gasolina) conferido
Torque1,03 kgf.m a 6.000 rpm conferido
Peso96 kg (seco) conferido
Tanque5,0 litros (reserva de aproximadamente 1,1 L) conferido
Altura do banco749 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Sim
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da Biz 125 ES por ano

Ano-modeloPreço médio
Biz 125 ES 2027R$ 15.431
Biz 125 ES 2026R$ 14.985
Biz 125 ES 2025R$ 14.610

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811080-8. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da Biz 125 ES