Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 1997
Preço FIPE do ano-modelo 1997, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Dyna Super Glide FXD usada.
- Custom
- 1.584 cc
- Gasolina
FIPE 1997
R$ 21.198
- Moto
- Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD
- Ano-modelo
- 1997
- Geração
- 1995–1998
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810013-6. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD
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Anunciar nesta páginaA Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 1997 em resumo
A Dyna Super Glide FXD 1997, da Harley-Davidson, é uma custom de 1.584 cc. O ano-modelo 1997 faz parte da geração vendida de 1995 a 1998. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por correia dentada. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Quanto vale a Dyna Super Glide FXD 1997
O preço médio da Dyna Super Glide FXD 1997 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 21.198. A Dyna Super Glide FXD 1996 fica em R$ 17.812 (+19,0% de diferença); a de 1998 custa R$ 22.555. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2010, R$ 45.056), a 1997 vale 53% menos, uma média de 5,6% por ano.
Na comparação com as 46 motos custom 1997 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 22 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma custom
A custom é mais um jeito de andar de moto do que um tipo técnico. O desenho valoriza cromados, tanque em gota e linhas longas, e a mecânica é pensada para durar e ter força em baixa rotação. Serve a quem quer uma moto para o fim de semana, para viagens tranquilas ou para criar um estilo próprio.
Personalização faz parte da cultura, então muitas usadas são diferentes das de fábrica. Alterações bem feitas e regularizadas são um bônus; adaptações sem critério, principalmente na parte elétrica e no escapamento, são um custo.
Outras versões da Dyna em 1997
A Dyna Super Glide FXD não era a única Dyna de 1997: havia mais 3 versões. Compare o que muda antes de escolher.
- Dyna Convertible FXDS-CONV 1997 (R$ 21.347): 1.338 cc (nesta: 1.584 cc).
- Dyna Low Rider FXDL (1994-1998) 1997 (R$ 16.151): 1.338 cc (nesta: 1.584 cc).
- Dyna Wide Glide FXDWG 1997 (R$ 25.705): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não); 1.450 cc (nesta: 1.584 cc).
Peças e medidas da Dyna Super Glide FXD 1997
Para a manutenção da Dyna Super Glide FXD 1997, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Bateria: 12V 19Ah AGM selada (H-D 65989-90; equiv. Yuasa YTX20HL-BS)
- Vela de ignição: Harley-Davidson 5R6A (equiv. Champion RN12YC)
- Pneu dianteiro: 100/90-19
- Pneu traseiro: MT90B16
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3)
- Filtro de ar: papel seco
- Lâmpada do farol: H4 60/55W (halógeno)
- Fluido de freio: DOT 5 (silicone)
Comprando uma Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 1997 usada: o que olhar
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Dyna Super Glide FXD, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Acessórios de viagem e personalização. Muitos donos de custom e touring personalizam a moto, e parte desse investimento vem junto na compra. Isso é bom, desde que a instalação seja benfeita. Acessório elétrico sem fusível, banco trocado que mudou a posição de pilotagem e escapamento alterado merecem atenção. Pergunte se as peças originais retiradas vêm junto.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
O que a idade pede na Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 1997
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 29 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
- Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 29 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
Documentos e negociação da Dyna Super Glide FXD 1997
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a Dyna Super Glide FXD 1997.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
Alternativas à Dyna Super Glide FXD 1997
Quem procura uma Dyna Super Glide FXD 1997 costuma comparar com outras motos custom do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Harley-Davidson Softail Classic 1997 · R$ 21.288 · 1.338 cc
- Honda Shadow 750 American Classic Edition 1997 · R$ 20.680 · 745 cc
- Harley-Davidson Sportster 1200 Custom XL1200C (1996-2015) 1997 · R$ 22.091 · 1.202 cc
- Honda America Classic 1600 1997 · R$ 20.154 · 1.600 cc
- Honda VT 600C Shadow 1997 · R$ 20.027 · 583 cc
- Kawasaki Vulcan 1500 Classic / Mean Streak 1997 · R$ 19.586 · 1.470 cc
- Kawasaki Vulcan 1500 1997 · R$ 22.985 · 1.470 cc
- Kawasaki Vulcan 800 1997 · R$ 19.355 · 805 cc
Todos os anos da Dyna Super Glide FXD
A Dyna Super Glide FXD foi vendida em 16 anos-modelo, de 1995 a 2010. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da Dyna Super Glide FXD 1997
| Cilindrada | 1.584 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Bateria | 12V 19Ah AGM selada (H-D 65989-90; equiv. Yuasa YTX20HL-BS) |
| Vela de ignição | Harley-Davidson 5R6A (equiv. Champion RN12YC) |
| Pneu dianteiro | 100/90-19 |
| Pneu traseiro | MT90B16 |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) |
| Filtro de ar | papel seco |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W (halógeno) |
| Fluido de freio | DOT 5 (silicone) |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Dyna Super Glide FXD 1997
As peças desta moto são as da geração 1995–1998. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Dyna Super Glide FXD 1997 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 1997 vale R$ 21.198 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual o óleo da Dyna Super Glide FXD 1997?
A referência para o motor é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3). Confira no manual o prazo de troca.
Qual a medida do pneu da Dyna Super Glide FXD 1997?
Dianteiro 100/90-19 e traseiro MT90B16.
Quantas cilindradas tem a Dyna Super Glide FXD 1997?
A Dyna Super Glide FXD 1997 tem 1.584 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Comprar moto com carburador é bom negócio?
Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.
A Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 1997 ainda vale a pena?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.
Onde consultar recall da moto?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.