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Pneu traseiro da KTM 690 Supermoto 2007–2010

A medida que serve na 690 Supermoto desses anos, de onde ela vem e onde encontrar.

Pneu traseiro que serve

160/60 ZR17

Moto
KTM 690 Supermoto
Anos
2007 a 2010
Rodas
Liga leve
Pneus com câmara
Não

Medida de referência para este modelo. Confira no manual do proprietário ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas com pneu traseiro para a KTM 690 Supermoto

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Produtos de marca para a KTM 690 Supermoto 2007–2010

Pela medida da ficha (160/60 ZR17) e pelas aplicações que os fabricantes declaram. Confira a medida da sua moto antes de comprar.

Qual pneu traseiro serve na 690 Supermoto 2007–2010

Na 690 Supermoto 2007–2010, o pneu traseiro que serve é 160/60 ZR17. É a medida de referência para o modelo; antes de comprar, confira no manual ou na peça que está na moto.

A medida 160/60 ZR17, parte por parte: 160 é a largura da banda, em milímetros; 60 é o perfil: a altura da lateral equivale a 60% da largura, ou cerca de 96 mm; a construção é radial (o "ZR" indica pneu radial para velocidade acima de 240 km/h); 17 é o diâmetro do aro, em polegadas.

Como a referência não informa índice de carga e símbolo de velocidade, confira esses dois números na lateral do pneu traseiro que está na moto e não compre abaixo deles.

O trabalho do pneu de trás na 690 Supermoto

Pense no pneu de trás como a ligação entre o motor e o chão. A corrente, a correia ou o cardã levam a força até a roda, mas quem transforma essa força em movimento é o pneu, pela aderência da banda de rodagem. Se a aderência cai, a roda patina na saída, a moto escorrega na chuva e a frenagem fica mais longa.

Além da tração, o traseiro sustenta a maior parte da carga e absorve parte das irregularidades do piso junto com a suspensão. É uma peça de desgaste e de segurança ao mesmo tempo: não existe "dar mais um tempo" quando ele chega ao limite.

O pneu traseiro na 690 Supermoto: o que a ficha diz

A 690 Supermoto 2007–2010 é uma off-road de 654 cc. As rodas são de liga leve. Os pneus dispensam câmara. Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a disco.

Na 690 Supermoto, o pneu é sem câmara. A vedação depende do talão, do aro limpo e da válvula, que deve ser trocada junto com o pneu. Furo pequeno na banda costuma permitir reparo pelo lado de dentro, feito por borracheiro; corte na lateral, não.

Motos do estilo da 690 Supermoto aceitam pneus mais voltados ao asfalto ou mais voltados à terra. Para quem usa a moto no dia a dia, um misto mais "estradeiro" costuma render mais; para trilha de verdade, o cravo maior faz falta.

Com 654 cc, o traseiro da 690 Supermoto recebe muito torque e gasta mais rápido em quem acelera forte. Índice de velocidade e de carga ganham importância: não aceite pneu abaixo dos índices do original, mesmo que a medida bata.

Como saber se o pneu traseiro está no fim

Alguns sinais são de desgaste normal e pedem troca programada; outros indicam dano na estrutura e pedem troca imediata. Vale saber separar uns dos outros.

  • Trincas e ressecamento. Pneu pouco rodado também vence. Se a lateral tem pequenas fissuras, parecidas com pele rachada, ou a banda ficou dura e brilhante, a aderência caiu. É comum em moto que fica muito tempo parada ou no sol.
  • Corte ou objeto cravado. Antes de sair, passe os olhos pela banda: pedrinhas presas nos sulcos são normais, mas metal cravado não. Não arranque o objeto no meio da rua se o pneu ainda segura ar; leve devagar até a borracharia para avaliar se o reparo é possível.
  • Centro da banda achatado. Olhando o pneu de trás por trás da moto, o perfil deveria ser arredondado. Se aparece uma faixa reta no centro, o desgaste já mudou o desenho do pneu, e a moto tende a ficar menos precisa ao inclinar.
  • Perde pressão com frequência. Pneu que "murcha sozinho" não deve ser resolvido com calibragem toda manhã. Um teste com água e sabão na banda, na válvula e na junção com o aro costuma mostrar de onde sai o ar.

O que conferir antes de comprar o pneu traseiro

Antes de comparar marcas e preços, acerte o básico: medida, índices, tipo de montagem e o uso que você faz da moto.

  • Largura, perfil e aro. Mantenha largura, perfil e diâmetro do aro. Pneu "um número acima" parece vantagem, mas pode raspar na balança, no para-lama ou na corrente e deixa a moto mais pesada de inclinar.
  • Índice de carga e de velocidade. Não compre pneu com índice de carga ou letra de velocidade abaixo do original. Esses números dizem quanto peso e quanta velocidade o pneu aguenta com segurança, e o traseiro é o que mais carrega.
  • Desenho para o seu uso. Pneu de uso urbano tem sulcos pensados para asfalto e chuva; pneu misto aceita terra, mas costuma fazer mais barulho e gastar mais no asfalto; pneu de trilha só funciona bem fora de estrada. Escolha pelo piso que você mais roda, não pela aparência.
  • Construção radial ou diagonal. Radial e diagonal não são só detalhe de fábrica: cada construção tem rigidez diferente. Trocar uma pela outra sem indicação do fabricante pode deixar a moto instável. Mantenha a original.

A mesma referência em outras motos

A referência pneu 160/60R17 não é exclusiva da 690 Supermoto: há 49 outras motos com ela no catálogo. Estas são algumas:

Todas as motos com essa medida estão em Pneu 160/60R17: em quais motos serve.

A medida igual vale para o tamanho; desenho, construção e índices podem variar de uma moto para outra. Siga sempre o indicado para a sua.

O que acontece na troca do pneu de trás

A troca do pneu traseiro mexe em freio, eixo e transmissão, e a montagem do pneu no aro pede ferramenta própria. O normal é deixar o serviço com a borracharia ou a oficina, mas vale saber o que precisa ser feito para cobrar cada etapa.

  1. Moto firme e roda no ar. O serviço começa com a moto bem apoiada e a roda de trás suspensa. Sem cavalete central, use cavalete de oficina próprio para a sua moto.
  2. Solte o freio e a transmissão. Conforme a moto, solte a porca da vareta do freio a tambor ou afaste a pinça do freio a disco. Na transmissão por corrente, afrouxe o eixo e os esticadores para tirar a corrente da coroa. Anote ou fotografe a posição de tudo.
  3. Tire o eixo e guarde os espaçadores. Retire a trava ou o contrapino, solte a porca e puxe o eixo. Os espaçadores (buchas) de cada lado da roda têm posição certa: deixe-os separados, lado esquerdo e lado direito, para não inverter.
  4. Desmonte o pneu velho e examine a roda. Na borracharia, o pneu sai com máquina ou espátulas apropriadas, sem riscar o aro. É a hora de olhar o aro por dentro, a fita protetora (nas rodas com câmara), os rolamentos e as borrachas do cubo.
  5. Monte o pneu novo no sentido certo. O pneu entra com a seta de rotação apontando para o lado em que a roda gira para a frente. O talão recebe lubrificante de montagem próprio, nunca graxa ou óleo, para assentar sem danificar a borracha.
  6. Calibre, teste e balanceie. Depois de assentar o talão, o pneu é calibrado na pressão do manual e testado contra vazamento. Muitas borracharias fazem o balanceamento com pequenos pesos no aro, o que reduz a vibração.
  7. Recoloque a roda e alinhe. Montagem é o inverso da desmontagem, com dois cuidados: alinhamento da roda pelas marcas da balança, nas motos com corrente, e aperto correto do eixo. Contrapino usado se troca por um novo.
  8. Regule e teste o freio. O último passo é o freio: comando firme, roda girando livre quando solta e luz de freio acendendo. Só depois disso a moto volta para a rua.

Pneu novo vem com a superfície lisa e escorregadia de fábrica. Nos primeiros quilômetros, evite inclinar muito, acelerar forte em curva e frear bruscamente. Depois de alguns dias, verifique de novo a pressão e o aperto do eixo.

Erros comuns com o pneu traseiro

Antes de comprar e montar o pneu novo, vale conhecer os tropeços mais comuns de quem passa pelo balcão.

  • Inverter o sentido de rotação. A seta na lateral não é enfeite. Pneu ao contrário perde eficiência no molhado e pode ter comportamento diferente na frenagem.
  • Usar pneu dianteiro atrás. Só use na traseira pneu indicado para traseira ou para as duas posições. A marcação REAR ou FRONT na lateral resolve a dúvida.
  • Rodar com reparo provisório. Reparo de emergência serve para chegar à borracharia, não para ficar. Depois de um furo, o pneu precisa ser avaliado por dentro; muitos danos não aparecem por fora.

Pneu traseiro no dia a dia: o que mantém ele bom

O pneu traseiro gasta de qualquer jeito, mas o ritmo depende de você. Estes cuidados valem para qualquer moto.

  • Olhe a banda de vez em quando. Uma inspeção rápida com a moto no cavalete, girando a roda, mostra pregos, cortes, pedras presas e desgaste fora do normal. Pegar o problema cedo evita o pneu furado no meio do caminho.
  • Corrente e alinhamento em dia. Corrente esticada demais, frouxa demais ou roda desalinhada pelos esticadores fazem a roda trabalhar torta. O pneu sente isso como desgaste de um lado só. Cada ajuste de corrente deve manter as marcas iguais dos dois lados.
  • Cuidado com buraco e meio-fio. Pancadas fortes em buraco, lombada sem reduzir ou subida de meio-fio podem romper a estrutura interna do pneu e amassar o aro. Às vezes o estrago só aparece dias depois, como bolha na lateral.

A 690 Supermoto na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a KTM 690 Supermoto dos anos 2007–2010 vai de R$ 17.304 (2007) a R$ 21.527 (2010). Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.

AnoFIPE
2010R$ 21.527
2009R$ 20.803
2008R$ 20.295
2007R$ 17.304

Outras peças da 690 Supermoto 2007–2010

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da KTM 690 Supermoto 2007–2010

Perguntas frequentes

Qual a medida do pneu traseiro da 690 Supermoto 2007–2010?

A referência é 160/60 ZR17. Antes de comprar, confira no manual do proprietário ou na peça que está na moto.

É normal o pneu de trás acabar primeiro?

É o comportamento esperado na maioria das motos. Tração, peso e frenagens com o pedal concentram esforço no pneu de trás. Se o dianteiro gastar mais rápido que o traseiro, aí sim vale investigar.

Pneu traseiro furado tem conserto?

Depende de onde e de como furou. Furo pequeno na banda, longe da lateral, costuma ter reparo seguro feito por borracheiro, com o pneu desmontado. Corte grande, furo na lateral ou pneu que rodou vazio normalmente pedem troca.

Preciso trocar os dois pneus juntos?

Não é obrigatório. Como o traseiro costuma gastar antes, é comum trocar só ele. O cuidado é manter os dois pneus compatíveis: mesma construção e, de preferência, desenho parecido. Aproveite para avaliar o dianteiro.

Pneu velho pouco rodado ainda serve?

Pneu não vence numa data exata, mas perde qualidade com os anos, com sol e com a moto parada. Se o pneu é antigo e mostra fissuras ou borracha dura, troque, mesmo com bastante sulco.

Pneu traseiro de moto: guia geral e lista de motos