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Pinhão da Honda CG 150 Cargo ESD 2013

A medida que serve na CG 150 Cargo ESD desses anos, de onde ela vem e onde encontrar.

Pinhão que serve

passo 428 | 118 elos

Moto
Honda CG 150 Cargo ESD
Anos
2013
Cilindrada
149 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Medida conferida em honda.com.br. Mesmo assim, confira no manual da sua moto.

Lojas com pinhão para a Honda CG 150 Cargo ESD

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Produtos de marca para a Honda CG 150 Cargo ESD 2013

Pela medida da ficha (passo 428 | 118 elos) e pelas aplicações que os fabricantes declaram. Confira a medida da sua moto antes de comprar.

O pinhão certo para a CG 150 Cargo ESD 2013

Para a Honda CG 150 Cargo ESD dos anos 2013, a referência do pinhão é passo 428 | 118 elos. Esse dado foi conferido em honda.com.br. Mesmo assim, o manual da sua moto é a palavra final, porque pode haver mudança dentro do mesmo ano.

Lendo a medida: passo 428 é o padrão da corrente (distância entre os pinos e largura dos elos); coroa, pinhão e corrente precisam ser do mesmo passo; a corrente tem 118 elos.

Para que serve o pinhão da CG 150 Cargo ESD

Se a corrente é o elo entre motor e roda, o pinhão é o ponto onde a força começa a sair do motor. Ele transmite todo o torque do câmbio para a corrente, recebendo tranco a cada troca de marcha, a cada arrancada e a cada redução.

Como é pequeno, qualquer mudança nele tem efeito grande: um dente a mais ou a menos no pinhão muda a relação de forma bem mais sensível do que um dente a mais ou a menos na coroa. Por isso ele é a peça mais usada por quem quer mudar o comportamento da moto, para mais força ou para mais folga na estrada.

Como o pinhão trabalha na CG 150 Cargo ESD

A CG 150 Cargo ESD 2013 é uma street de 149 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A embreagem é acionada por cabo. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.

Na CG 150 Cargo ESD, o pinhão é barato e fácil de achar, mas sofre com o anda e para da cidade. Criar o hábito de olhar os dentes junto com a regulagem da corrente evita surpresas.

Com freio traseiro a tambor, mexer nos esticadores mexe no freio. Depois de trocar o pinhão e regular a corrente, ajuste o pedal do freio traseiro e teste antes de sair.

Quando desconfiar do pinhão

Alguns sintomas aparecem pilotando; outros só com a tampa aberta. Pinhão gasto quase sempre anda junto com corrente e coroa gastas, então os sinais ajudam a avaliar o kit inteiro.

  • Pinhão com folga no eixo. Pinhão que joga no eixo não pode ficar assim. A folga pode vir de porca ou placa frouxa, de arruela trava faltando ou de estrias gastas. Quanto antes resolver, menor o risco de estragar o eixo.
  • Dentes pontudos e inclinados. Limpe o pinhão e olhe os dentes de perto. Se estão afinados e curvados, como pequenos ganchos, o desgaste passou do ponto. Pinhão assim destrói corrente nova em pouco tempo.
  • Degrau na lateral dos dentes. Marcas de desgaste só de um lado dos dentes mostram que a corrente trabalhou torta, quase sempre por roda desalinhada. Além de trocar, é preciso corrigir o alinhamento, senão o pinhão novo gasta igual.
  • Barulho perto da tampa do pinhão. Um batido ou um chiado vindo da frente da corrente, perto do pé esquerdo, pode ser o pinhão gasto ou solto. O ruído costuma piorar ao tirar e pôr gás.
  • Corrente e coroa no fim. O pinhão envelhece junto com o resto do kit. Corrente alongada e coroa gasta são indicação suficiente de que o pinhão também precisa sair.

Como escolher o pinhão certo para a CG 150 Cargo ESD

Com o modelo e o ano da moto, e de preferência com o pinhão velho na mão, a compra é tranquila. Estes são os detalhes que fazem diferença.

  • Número de dentes. Para manter a moto como saiu de fábrica, use o mesmo número de dentes do original. O número costuma vir gravado no próprio pinhão, seguido de uma letra T ou de um código do fabricante.
  • Largura e lado de montagem. Alguns pinhões têm um ressalto no cubo e só montam de um jeito. A largura também conta: corrente com retentor é um pouco mais larga e pede pinhão compatível. Compare com o velho antes de montar.
  • Compare com a peça velha. A peça velha resolve quase toda dúvida. Encaixe, cubo e fixação podem ser comparados no balcão, sem depender só da tabela de aplicação.
  • Pinhão com borracha silenciadora. Existe pinhão com borracha que deixa a transmissão mais silenciosa. Ele não é obrigatório, mas se o original tinha, trocar por um sem borracha pode deixar a moto mais barulhenta.
  • Passo igual ao da corrente. O pinhão tem que ter o mesmo passo da corrente e da coroa: 420, 428, 520 e assim por diante. Pinhão de passo diferente não engrena. O passo costuma vir gravado na peça ou nas placas da corrente.

Motos que usam o pinhão da CG 150 Cargo ESD

A mesma especificação (corrente passo 428) aparece em 30 outras motos do catálogo. Isso ajuda a achar a peça em estoque e a comparar preços, mas a aplicação final é sempre a indicada pelo fabricante da peça.

Todas as motos com essa medida estão em Corrente 428: em quais motos serve.

Referência igual é um bom sinal, mas detalhes de montagem podem variar. Compare com a peça antiga antes de instalar.

Como trocar o pinhão da CG 150 Cargo ESD

Esta é a sequência mais usada na oficina. Ela muda um pouco conforme a fixação do pinhão, mas os cuidados são os mesmos em qualquer moto.

  1. Abra a tampa do pinhão. Retire a tampa que cobre o pinhão. Se o pedal de câmbio estiver no caminho, faça uma marca no eixo antes de tirá-lo, para ele voltar na mesma posição.
  2. Limpe a região. Antes de soltar qualquer coisa, limpe. A graxa velha esconde parafusos, arruelas e eventuais vazamentos, e areia que cai no eixo atrapalha a montagem.
  3. Solte a fixação com a corrente montada. A corrente montada ajuda a travar o eixo. Marcha engatada, freio traseiro acionado e a fixação do pinhão solta com mais facilidade, sem forçar o câmbio.
  4. Folgue a corrente. Solte a porca do eixo traseiro e recue os esticadores para dar folga na corrente. Em muitas motos, com bastante folga, a corrente sai do pinhão sem precisar abrir a emenda.
  5. Confira o eixo e o retentor. Com o pinhão fora, olhe as estrias do eixo de saída e o retentor atrás dele. Estrias gastas ou retentor vazando são serviço de oficina e devem ser resolvidos antes de montar a peça nova.
  6. Monte o pinhão novo. Encaixe o pinhão novo no eixo, com o lado certo voltado para fora, e passe a corrente pelos dentes. Coloque arruela trava nova ou a placa de fixação e dê o aperto inicial.
  7. Dê o aperto final. O aperto final é feito com o eixo travado pela marcha e pelo freio. Use torquímetro e o valor do manual. Arruela trava dobrada no lugar evita que a porca solte com a vibração.
  8. Regule a corrente e revise o freio. Ajuste a folga da corrente, alinhe a roda pelas marcas da balança e aperte o eixo. Revise o freio traseiro, monte a tampa e o pedal de câmbio e faça um teste curto.

Se você mudou o número de dentes, confira se a corrente ainda tem regulagem suficiente e, em muitas motos, saiba que o velocímetro pode passar a marcar diferente. Uma volta curta e uma nova conferência da folga fecham o serviço.

Erros que encurtam a vida do pinhão

Na compra e na troca do pinhão, alguns erros se repetem muito no balcão e na oficina. Vale conhecer antes de mexer.

  • Apertar sem travar o eixo. Travar o pinhão com ferramenta improvisada entre os dentes marca a peça e pode lascar a carcaça. O jeito certo é usar a marcha e o freio traseiro.
  • Mudar muitos dentes de uma vez. Mexer vários dentes no pinhão transforma a moto e nem sempre para melhor. Pode faltar regulagem, sobrar giro na estrada e o velocímetro errar bastante.
  • Trocar só o pinhão com kit gasto. Pinhão novo com corrente alongada e coroa em gancho não resolve o barulho nem o tranco, e o pinhão novo gasta rápido. No desgaste normal, a troca é do kit inteiro.
  • Reaproveitar arruela trava amassada. A arruela trava é dobrada sobre a porca para impedir que ela solte. Depois de dobrada e desdobrada, ela perde a firmeza. Use uma nova sempre que possível.

Cuidados que aumentam a vida do pinhão

O pinhão dura o que a corrente deixa. Corrente limpa, lubrificada e com a folga certa protege os dentes; corrente seca e frouxa gasta o pinhão rapidamente.

  • Fixação conferida. Uma olhada na fixação de vez em quando evita um problema caro. Porca frouxa deixa o pinhão bater no eixo de saída, e eixo estragado é serviço de motor aberto.
  • Troque junto com o kit. Quando chegar a hora do kit relação, troque o pinhão junto, mesmo que ele pareça razoável. Pinhão usado com corrente nova encurta a vida da corrente.
  • Limpeza da tampa do pinhão. A tampa do pinhão junta sujeira com o tempo. Uma limpeza nas revisões deixa os dentes visíveis e evita que a massa de graxa e terra trabalhe como lixa.
  • Roda alinhada. Sempre que regular a corrente, deixe os esticadores na mesma marca. Desalinhamento faz a corrente entrar torta no pinhão e gastar a lateral dos dentes.

A CG 150 ao longo dos anos

A família CG 150 reúne 12 versões e 19 gerações no catálogo, de 2004 a 2016. Atenção: o pinhão não é o mesmo em toda a família. Aparecem 2 referências.

  • passo 428 | 118 elos: CG 150 Cargo ESD 2014–2015, CG 150 Cargo ESD 2013, CG 150 Start 2015–2016, CG 150 Fan ESDi 2014–2015 e mais 11.
  • passo 428: CG 150 Titan ES 2004–2008, CG 150 Titan ESD 2004–2008, CG 150 Titan KS / Job 2004–2008, CG 150 Sport 2005–2008.

Se a sua moto está perto da virada de uma geração, confira a peça antiga: a mudança nem sempre coincide com o ano-modelo.

Quanto vale a CG 150 Cargo ESD 2013

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), a CG 150 Cargo ESD vale R$ 9.986. É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

Pinhão nos outros anos e versões da CG 150

VersãoAnosMedida
CG 150 Cargo ESD 2014–2015 passo 428 | 118 elos
CG 150 Cargo ESD (esta página) 2013 passo 428 | 118 elos conferido
CG 150 Start 2015–2016 passo 428 | 118 elos
CG 150 Fan ESDi 2014–2015 passo 428 | 118 elos
CG 150 Fan ESDi 2011–2013 passo 428 | 118 elos conferido
CG 150 Titan EX 2014–2015 passo 428 | 118 elos
CG 150 Titan EX 2010–2013 passo 428 | 118 elos conferido
CG 150 Titan Mix ESD 2014–2015 passo 428 | 118 elos
CG 150 Titan Mix ESD 2009–2013 passo 428 | 118 elos conferido
CG 150 Fan ESi 2010–2013 passo 428 | 118 elos conferido
CG 150 Titan Mix KS 2009–2011 passo 428 | 118 elos conferido
CG 150 Titan Mix ES 2009–2010 passo 428 | 118 elos conferido
CG 150 Titan ES 2009 passo 428 | 118 elos conferido
CG 150 Titan ES 2004–2008 passo 428
CG 150 Titan ESD 2009 passo 428 | 118 elos conferido
CG 150 Titan ESD 2004–2008 passo 428
CG 150 Titan KS / Job 2009 passo 428 | 118 elos conferido
CG 150 Titan KS / Job 2004–2008 passo 428
CG 150 Sport 2005–2008 passo 428

Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.

Outras peças da CG 150 Cargo ESD 2013

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Honda CG 150 Cargo ESD 2013

Perguntas frequentes

Qual a medida do pinhão da CG 150 Cargo ESD 2013?

A referência é passo 428 | 118 elos, conferida em fonte técnica. Antes de comprar, confira no manual do proprietário ou na peça que está na moto.

É normal o pinhão gastar antes?

É normal. O pinhão tem poucos dentes e gira muitas vezes mais que a coroa, então cada dente trabalha muito mais. Além disso, a corrente dobra mais para contornar uma engrenagem pequena, o que aumenta o atrito.

Pinhão com borracha é melhor?

A borracha amortece o contato da corrente com os dentes e reduz o ruído da transmissão. Não muda a resistência do pinhão. Se a sua moto saiu de fábrica com esse tipo, vale manter na reposição.

O que muda com pinhão menor?

A moto fica mais "curta": arranca com mais força, mas gira mais em velocidade e pode gastar um pouco mais de combustível na estrada. A potência do motor não muda. O velocímetro também pode passar a errar.

O velocímetro fica errado com outra relação?

Depende de onde a moto mede a velocidade. Se o sensor fica no câmbio ou perto do pinhão, a leitura muda com a relação. Se fica na roda, não muda. Na dúvida, compare com um GPS depois da troca.

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