Rotor do magneto da BMW G 310 R
A peça certa para cada versão e ano da G 310 R, de 2017 a 2026, com o guia para escolher e trocar.
- 1 versão
- 1 geração
- 2017–2026
Rotor do magneto
G 310 R 2017–2026
- Modelo
- BMW G 310 R
- Anos
- 2017 a 2026
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com rotor do magneto para a BMW G 310 R
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Anunciar nesta páginaRotor do magneto por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| G 310 R | 2017–2026 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
O rotor do magneto da BMW G 310 R: versão por versão
Na G 310 R, o rotor do magneto é desenhado para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.
Volante do magneto: o que ele faz na G 310 R
O rotor do magneto, que muita gente chama de volante do magneto ou só de volante, é a peça em forma de copo que fica presa na ponta do virabrequim, atrás de uma tampa lateral do motor. Por dentro ele tem ímãs permanentes fixados na parede. Quando o motor funciona, o rotor gira em volta do estator, que é fixo, e o movimento dos ímãs perto das bobinas gera a energia da moto.
Do lado de fora, o rotor costuma ter um ressalto que passa diante da bobina de pulso e marca o momento da ignição. E, por ser pesado, ele também ajuda o motor a girar de forma mais redonda, guardando inércia entre uma explosão e outra.
O que muda no rotor do magneto da G 310 R
Para entender o rotor do magneto desta moto, vale olhar a ficha: a G 310 R é uma naked de 313 cc. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. O farol é de LED. Os freios têm ABS.
Na G 310 R, com injeção eletrônica, a central lê os dentes do rotor pelo sensor de posição do virabrequim para calcular rotação, ignição e injeção. Rotor com dente danificado ou de outra aplicação pode gerar código de defeito e deixar a moto sem funcionar.
Na G 310 R, com partida elétrica, a roda livre e a engrenagem da partida costumam ficar presas atrás do rotor. Partida patinando ou com barulho de catraca exige sacar o rotor para examinar esse conjunto. Aproveite para conferir chaveta e ímãs na mesma abertura.
Sinais de problema no rotor do magneto da G 310 R
Defeito no rotor costuma ter causa mecânica: ímã soltando, chaveta cortada, porca frouxa. Repare nos sinais abaixo e leve a moto à oficina antes que o estrago aumente.
- Ímãs soltos ou trincados. Com a tampa aberta, um ou mais ímãs aparecem descolados, trincados ou fora da posição. A cola ou a fixação cedeu com o calor e a vibração. Rotor com ímã solto deve ser trocado, não remendado.
- Motor fora do ponto de repente. Quando a chaveta do rotor se corta, a ignição passa a acontecer na hora errada. O sintoma lembra bobina de pulso ruim, mas a medição elétrica dá normal. Conferir o ponto pelas marcas tira a dúvida.
- Muita limalha nos ímãs. Os ímãs atraem partículas de metal do óleo. Um pouco é comum; uma camada grossa indica desgaste interno no motor e pode fazer o estator raspar. Limpe e investigue a origem.
- Estator com marcas de raspagem. As bobinas ou o núcleo do estator aparecem riscados, brilhando em um ponto ou com verniz arrancado. Algo está encostando: ímã solto, rotor torto ou folga no rolamento do virabrequim. Trocar só o estator não resolve.
- Motor de partida gira e não leva o motor. Partida que patina ou faz barulho de catraca pode estar na roda livre montada no rotor. O diagnóstico exige abrir a tampa e, muitas vezes, sacar o rotor.
Rotor, chaveta e porca: o que olhar no balcão
O rotor do magneto é peça do motor, e não existe um modelo universal. Cone, posição da chaveta, ressalto do pulso e encaixe com o estator mudam entre motos. Compre pela aplicação e com o diagnóstico fechado.
- Diagnóstico com a tampa aberta. O rotor só deve ser condenado depois de examinado: ímãs, cone, rasgo da chaveta e ressalto do pulso. Barulho e falha de ignição têm outras causas, e a avaliação na oficina evita comprar peça cara à toa.
- Peso e rotores aliviados. O peso do rotor faz parte do projeto do motor. Trocar por um aliviado pode deixar a moto nervosa em baixa e com marcha lenta instável. Não é uma melhoria para uso comum.
- Junta e vedações da tampa. Abrir a tampa do magneto pede junta nova e, em alguns motores, anéis de vedação próprios. Reaproveitar a vedação velha é vazamento de óleo logo depois do serviço.
- Com ou sem roda livre. Pergunte se o rotor vem com a roda livre da partida montada. Se não vier, confira o estado da sua antes de transferir: aproveitar a abertura para resolver as duas coisas sai mais barato.
Como é feita a troca do rotor do magneto da G 310 R
A troca do rotor do magneto é serviço de oficina. Ela exige ferramenta para travar o rotor, saca-rotor do tipo certo, torque do manual na porca e cuidado com a chaveta. Improviso aqui danifica o virabrequim, peça bem mais cara.
- Confirmar o defeito. O diagnóstico separa defeito elétrico de mecânico. Medição de estator e pulso, conferência das marcas de ponto e inspeção visual com a tampa aberta mostram se o rotor precisa sair.
- Bateria, óleo e tampa. Negativo da bateria solto, óleo drenado ou moto posicionada como o manual indica, e tampa retirada com aperto soltado em cruz. O ímã puxa a tampa com força: ela sai reta, sem alavanca na junta.
- Travar o rotor e soltar a porca. Para soltar a porca do magneto sem forçar o motor, usa-se um suporte que segura o rotor pelos furos ou pela borda. Improvisos podem empenar o rotor ou danificar peças internas.
- Sacar com o saca-rotor. Com o extrator certo rosqueado no rotor, o aperto do parafuso central descola o cone. Se não soltar, aumenta-se o aperto com calma. Pancadas no rotor ou no virabrequim danificam rolamentos e ímãs.
- Recuperar a chaveta e examinar. A chaveta mostra se houve escorregamento: marcada ou cortada, vai para o lixo. O cone do virabrequim é examinado com atenção, porque dano ali compromete qualquer rotor novo.
- Limpar cones e ímãs. Os dois cones são limpos e deixados secos, sem óleo ou graxa, salvo orientação diferente do manual. Os ímãs do rotor que vai ser montado são limpos de limalha.
- Montar com chaveta nova. Rotor montado com a chaveta fora do lugar fica torto e fora do ponto. Por isso ele entra reto, guiado pela chaveta, e só então recebe a porca com o aperto do manual.
- Conferir, fechar e testar. Antes de fechar, o rotor deve girar livre, sem encostar no estator nem na bobina de pulso. Depois de fechada a tampa com junta nova, o teste inclui ponto, carga e vazamentos.
Cone do virabrequim danificado por rotor solto ou por saca improvisado não se resolve com rotor novo. Nesse caso, a avaliação do motor deve vir antes de qualquer compra, porque o reparo pode ser maior.
Como fazer o rotor do magneto da G 310 R durar
Poucos hábitos protegem o rotor e, de quebra, o estator e a bobina de pulso. Veja quais.
- Só oficina com saca-rotor. Antes de autorizar o serviço, pergunte se a oficina tem o extrator certo. Parece detalhe, mas é o que separa uma troca simples de um motor aberto.
- Óleo em dia. Trocar o óleo no prazo reduz a sujeira metálica que os ímãs atraem. Menos limalha é menos risco de raspar o estator.
- Partida só com o motor parado. Segurar o botão de partida depois que a moto pegou, ou apertá-lo com ela ligada, castiga o conjunto da partida montado junto ao rotor.
O que não fazer com o volante do magneto
O rotor do magneto é robusto, mas não perdoa improviso. Conheça os erros que transformam um serviço simples em motor aberto.
- Montar com cone sujo. O encaixe cônico trava por atrito. Qualquer resíduo ali deixa o rotor trabalhar solto, mesmo com a porca apertada, e a chaveta acaba cortada.
- Aperto da porca no chute. Apertar a porca na base da força do braço, sem torquímetro, é arriscar rotor solto ou rosca estragada. Os dois casos saem caros.
- Trocar o estator e ignorar o rotor. Estator raspado tem causa. Se o ímã solto ou o rotor torto continuarem lá, o estator novo é riscado logo nas primeiras voltas. Examine o rotor sempre que o estator aparecer marcado.
Perguntas frequentes
Para que serve a chaveta do rotor?
Ela é a referência de posição do rotor. Quebrada, deixa a ignição fora do tempo. O conserto pede sacar o rotor, trocar a chaveta e examinar os cones, que podem ter sido marcados.
Posso colar o ímã do volante do magneto?
O mais seguro é trocar o rotor. Ímã colado de forma improvisada tende a soltar de novo com calor e rotação, e quando solta destrói o estator. Confira também se o estator já foi riscado antes de montar a peça nova.
Dá para trocar o volante do magneto em casa?
Para quem não tem as ferramentas e o manual de serviço, não. O encaixe cônico, a chaveta e o aperto da porca não admitem improviso, e o prejuízo de um erro é bem maior que o custo da mão de obra.
Volante do magneto de outro modelo serve?
Não sem conferir. Peças de mesmo diâmetro podem ter cone, ressalto ou chaveta em outra posição. Compre pelo código da aplicação e compare com o rotor antigo, dos dois lados, antes de montar.