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Ducati 749

2 versões vendidas no Brasil de 2004 a 2006. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da 749

Lojas e oficinas para a Ducati 749

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Peças e calibragem da 749

Cada página junta todas as versões e anos da 749 numa tabela, com o guia da peça.

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
749 Dark2006 12V 10Ah (selada) 180/55ZR17
7492004–2005 12V 10Ah (selada) 180/55ZR17

A Ducati 749 em números

São 2 versões da 749 no catálogo, cobrindo os anos-modelo de 2004 a 2006. Todas têm 748 cc, no estilo esportiva.

Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 26.787 (749 2005) a R$ 29.707 (749 Dark 2006).

Linha do tempo da 749

Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a 749 evoluiu e o que mudou em cada fase.

  • 749 2004–2005. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual.
  • 749 Dark 2006. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual.

Antes de pedir uma peça da 749, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.

As versões da 749 lado a lado: como decidir

As versões da 749 não diferem nos itens técnicos principais da ficha. Então o que pesa é outra coisa:

As versões da 749 partem da mesma base, mas mudam em freio, partida, rodas, acabamento e outros detalhes que pesam no preço e no uso. A versão mais completa nem sempre é a melhor para você. Estas são as diferenças que existem entre elas e o que cada uma significa no dia a dia.

  • Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
  • Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar bem mais fácil.
  • Pense na revenda. Se você pretende ficar pouco tempo com a moto, a revenda pesa tanto quanto o preço de compra. Uma versão muito procurada vende rápido e com menos desconto; uma pouco conhecida pode encalhar. Equipamentos valorizados, como os de segurança, ajudam na negociação, enquanto acessórios muito personalizados raramente são pagos pelo próximo dono. Pesquise quantas unidades de cada versão aparecem à venda e por quanto tempo os anúncios continuam publicados.
  • Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra apenas um nome mais vistoso.
  • Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo o que vem pela frente.
  • Conforto do banco e da posição. Versões do mesmo modelo podem ter banco, guidão e pedaleiras diferentes, e isso muda muito o conforto. Um banco mais largo ou mais macio faz diferença depois de uma hora rodando; um guidão mais alto ou mais recuado alivia punhos e costas. Sente em cada versão, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se for levar garupa, peça para essa pessoa sentar também, porque o banco de trás muda bastante.

Ter uma 749 por vários anos

Ter uma esportiva por vários anos exige um orçamento folgado. Pneus duram menos, pastilhas e discos trabalham muito e as revisões costumam ser mais completas e caras, muitas vezes feitas em concessionária ou oficina especializada. Carenagens são o grande custo de um tombo, mesmo pequeno. O seguro está entre os mais altos do mercado, e o risco de roubo também. Peças de motor e eletrônica costumam ser encomendadas. Na revenda, a 749 sem quedas, com carenagem original e histórico completo tem procura; unidades modificadas ou com sinais de pista enfrentam mais resistência. Sliders e protetores bem instalados ajudam a reduzir o prejuízo de um tombo parado e são bem vistos pelo comprador.

Comprar a 749 zero ou usada

A mesma 749 pode ser comprada na concessionária, com poucos anos de uso ou já com uma longa estrada. Cada caminho tem vantagens claras e custos escondidos. Mais do que o preço de entrada, pesam garantia, desvalorização, forma de pagamento e quanto tempo você pretende ficar com a moto.

  • Consórcio. O consórcio troca os juros por uma taxa de administração e por espera: você paga as parcelas e só recebe a carta de crédito quando é sorteado ou quando dá um lance vencedor. Serve para quem não tem pressa e quer se disciplinar para comprar. Para quem precisa da moto já, não resolve. Leia o contrato e entenda as regras de lance antes de entrar.
  • Motos de leilão. Leilão é terreno para quem sabe o que está fazendo. A moto é vendida no estado em que se encontra, muitas vezes sem teste, e pode ter passado por batida, enchente ou longos períodos parada. Além do lance, há a comissão do leiloeiro e o custo para colocar a moto em ordem. Na hora de segurar e de revender, o histórico de leilão tende a derrubar o preço.
  • Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma 749 de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
  • Seminova: o meio-termo. A seminova costuma ser o meio-termo mais vantajoso: já passou pela fase de maior desvalorização, ainda tem tecnologia atual e, às vezes, até um restante de garantia de fábrica, que em muitos casos acompanha a moto se as revisões foram feitas. Pergunte ao vendedor e confira no manual se a garantia passa para o novo dono e até quando vale.
  • Versão de linha atual ou anterior. Quando a 749 muda de geração ou de versão, a anterior não vira uma moto pior de um dia para o outro. Ela costuma ficar mais barata, tanto nas lojas que ainda têm estoque quanto nas usadas. A nova traz as atualizações, mas pode ter peças menos disponíveis no começo. Compare o que mudou de fato e decida se vale pagar pela novidade.
  • Garantia de fábrica. Na moto 0 km, a garantia de fábrica cobre defeitos de fabricação por um período definido pelo fabricante. É a maior vantagem da compra zero: se algo falhar por defeito, o conserto não sai do seu bolso. Leia o manual de garantia ao comprar e guarde a nota fiscal, porque é ele que diz o que está coberto e por quanto tempo.
  • Financiamento ou à vista. Financiar a 749 resolve a falta de dinheiro agora, mas cobra por isso ao longo dos meses. Olhe sempre o custo efetivo total, que soma juros, tarifas e seguros embutidos, e não só o valor da parcela. Pagar à vista dá poder de negociação e evita compromissos longos. Se a parcela aperta o orçamento, uma versão mais simples ou uma seminova podem ser a saída.
  • A desvalorização dos primeiros anos. Toda moto perde valor mais rápido nos primeiros anos, e a maior queda costuma acontecer logo depois que ela sai da loja. Quem compra zero paga por essa diferença; quem compra seminova deixa a perda para o primeiro dono. Se você troca de moto com frequência, essa conta pesa muito. Se pretende ficar muitos anos, ela se dilui.

Perguntas frequentes

Quais são as versões da 749?

No catálogo são 2: 749 Dark, 749.

Qual versão da 749 custa menos?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a 749 2005, com R$ 26.787.

A versão mais completa da 749 vale a pena?

Para quem roda todo dia, leva garupa ou pega estrada, os equipamentos extras costumam fazer diferença. Para quem roda pouco e só na cidade, a versão de entrada pode atender bem e custar menos para manter. Avalie o seu uso antes de olhar o catálogo.

Qual versão da 749 desvaloriza menos?

A versão que mais aparece em anúncios e que mais gente procura costuma ter revenda mais fácil, e equipamentos que o mercado valoriza também contam. Ainda assim, conservação, manutenção comprovada e ausência de modificações malfeitas fazem mais diferença no preço final do que o nome da versão.

É difícil encontrar peças da 749?

A disponibilidade depende da popularidade do modelo na sua região, da geração e da peça em si. Itens de desgaste costumam ser os mais fáceis; peças de acabamento e de gerações antigas, os mais difíceis. Antes de comprar a moto, consulte uma loja de peças e uma oficina perto de você sobre os itens que mais se trocam.

Peças de uma versão servem em outra?

Parte delas sim, parte não. Versões do mesmo modelo dividem muitos componentes, mas diferenças de freio, roda, iluminação ou acabamento trazem peças próprias. A forma segura de saber é conferir o código da peça original ou passar a versão, o ano-modelo e o número do chassi para quem vende.

A versão mais nova da 749 vale a diferença?

Liste o que mudou e pergunte se você usaria cada item. Segurança e confiabilidade costumam justificar o gasto; acabamento e estilo, nem sempre. Lembre também que a versão anterior tem peças e mecânicos já acostumados e costuma aparecer com desconto quando a nova chega.

Qual versão da 749 é melhor para trabalhar?

Quem usa a moto para ganhar dinheiro precisa de uma versão que fique pouco tempo parada. Prefira equipamentos simples de consertar, reposição fácil e conforto para muitas horas de uso. Itens de segurança também valem a pena, já que quem trabalha passa muito tempo no trânsito.

Qual versão escolher para a primeira moto?

Para quem está começando, contam mais a facilidade de pilotagem e a segurança do que a potência. Partida elétrica, freios combinados ou ABS e um banco que permita apoiar os pés no chão ajudam bastante. Se houver versões com cilindradas diferentes, a menor costuma ser mais amigável no aprendizado.