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Pneu traseiro da Ducati 749

A medida de cada versão e ano da 749, de 2004 a 2006, com o guia para escolher e trocar.

  • 2 versões
  • 2 gerações
  • 2004–2006

Pneu traseiro que serve

180/55ZR17

Modelo
Ducati 749
Anos
2004 a 2006

Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.

Lojas com pneu traseiro para a Ducati 749

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Produtos de marca para a Ducati 749

Pela medida mais comum no modelo (180/55ZR17) e pelas aplicações dos fabricantes. A medida muda entre versões e anos: confira a linha da sua na tabela.

Pneu traseiro por versão e ano

VersãoAnosMedida
749 Dark2006 180/55ZR17 conferido
7492004–2005 180/55ZR17 conferido

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O pneu traseiro certa para cada 749

Em todas as versões e anos da Ducati 749 com a medida na ficha, o pneu traseiro é a mesma: 180/55ZR17.

Como ler 180/55ZR17: 180 é a largura da banda, em milímetros; 55 é o perfil: a altura da lateral equivale a 55% da largura, ou cerca de 99 mm; a construção é radial (o "ZR" indica pneu radial para velocidade acima de 240 km/h); 17 é o diâmetro do aro, em polegadas.

A ficha não traz o índice de carga e o de velocidade. Na compra, prefira índices iguais ou maiores que os do pneu original, que aparecem na lateral do pneu traseiro atual.

Para que serve o pneu traseiro da 749

A função do pneu traseiro vai além de rodar: ele traciona, sustenta e ajuda a frear. A banda de rodagem, com seus sulcos, garante contato com o piso e escoa a água; a carcaça, por dentro, mantém o formato do pneu sob carga; o talão prende o pneu no aro.

Com o uso, a borracha gasta, os sulcos ficam rasos e o perfil se achata. A moto ainda anda, mas perde aderência aos poucos, e muita gente só percebe quando a roda escorrega numa faixa pintada ou numa tampa de bueiro molhada. Saber ler os sinais de desgaste é o que evita esse susto.

O pneu traseiro na 749: o que a ficha diz

Para entender o pneu traseiro desta moto, vale olhar a ficha: a 749 é uma esportiva de 748 cc. As rodas são de liga leve. Os pneus são sem câmara (tubeless). Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a disco.

Em moto de cilindrada alta, como a 749, pneu com borracha endurecida ou pressão errada aparece logo na saída de curva. Calibragem em dia e pneu dentro da validade são parte da segurança, não detalhe.

Pneu sem câmara perde ar devagar quando fura, o que dá tempo de chegar à borracharia. O reparo correto é feito com o pneu desmontado, por dentro. Na troca, peça válvula nova.

Quando desconfiar do pneu de trás

O pneu traseiro avisa antes de chegar ao limite, mas os avisos são discretos. Uma olhada com a moto parada, de preferência com a roda girando devagar no cavalete, mostra quase tudo.

  • Bolha ou calombo na lateral. Uma bolha na lateral ou na banda indica que a estrutura interna do pneu se rompeu, em geral depois de uma pancada em buraco ou meio-fio. Não dá para consertar e não dá para continuar rodando: o pneu pode estourar. A troca é imediata.
  • Perde pressão com frequência. Pneu que "murcha sozinho" não deve ser resolvido com calibragem toda manhã. Um teste com água e sabão na banda, na válvula e na junção com o aro costuma mostrar de onde sai o ar.
  • Roda patinando ou traseira escorregando. A roda de trás patina na saída do semáforo, a traseira "dança" em faixa pintada ou escorrega na chuva com mais facilidade do que antes. Mesmo que o desgaste pareça aceitável a olho, a borracha pode ter perdido aderência por idade ou por ter ficado dura.
  • Centro da banda achatado. Quem roda muito em linha reta, como no trajeto casa e trabalho, gasta o centro do traseiro antes das laterais. O pneu fica com uma faixa plana no meio e a moto passa a "cair" de forma estranha ao entrar na curva. Mesmo com sulco nas bordas, o centro manda.
  • Indicador de desgaste aparecendo. Procure a marca TWI ou o pequeno triângulo na lateral e siga a linha até a banda: ali, no fundo do sulco, existe um "degrau" de borracha. Se a superfície do pneu já encosta nele, os sulcos não escoam mais a água como deveriam.

O que conferir antes de comprar o pneu traseiro

A medida é o ponto de partida, mas dois pneus da mesma medida podem ser bem diferentes no uso. Estes são os pontos que fazem a escolha dar certo.

  • Construção radial ou diagonal. Na medida, um R antes do aro indica pneu radial; um traço ou um B indicam construção diagonal. Fique na construção original ou na que o fabricante da moto aceita, porque ela muda o comportamento e a combinação com o pneu dianteiro.
  • Pneu sem câmara (TL). A moto usa pneu sem câmara, então o pneu precisa ter a marcação TL (tubeless). Pneu TT, feito para usar com câmara, não veda direito no aro e não deve ser montado sem ela.
  • Índice de carga e de velocidade. Logo depois da medida vêm um número e uma letra, como 57P. O número é o índice de carga e a letra é o símbolo de velocidade. O pneu novo pode ter índices iguais ou maiores que os do original, nunca menores.
  • Data de fabricação e selo do Inmetro. Na lateral há um código de quatro dígitos com a semana e o ano de fabricação (por exemplo, 2423 é a semana 24 de 2023). Prefira pneu recente e recuse pneu sem o selo do Inmetro ou de procedência que a loja não sabe explicar.
  • Desenho para o seu uso. O desenho da banda define onde o pneu funciona melhor. Quem roda quase só na cidade ganha com pneu de asfalto; quem pega estrada de terra com frequência pode preferir um misto. Pneu de cravo grande no asfalto molhado é escolha ruim.

Outros modelos com o pneu traseiro igual

Fora da 749, 91 outros modelos usam a mesma referência (pneu 180/55R17). Alguns deles:

Como é feita a troca do pneu traseiro da 749

Montar pneu é serviço de borracharia, e tirar a roda traseira envolve freio e corrente ou cardã. Mesmo sem fazer você mesmo, acompanhe a sequência: é nela que estão os erros mais comuns.

  1. Moto firme e roda no ar. Apoie a moto no cavalete central ou num cavalete de oficina, com a roda traseira livre. Moto que balança durante o serviço derruba ferramenta, risca peça e pode cair.
  2. Solte o freio e a transmissão. Conforme a moto, solte a porca da vareta do freio a tambor ou afaste a pinça do freio a disco. Na transmissão por corrente, afrouxe o eixo e os esticadores para tirar a corrente da coroa. Anote ou fotografe a posição de tudo.
  3. Tire o eixo e guarde os espaçadores. Com o eixo fora, a roda desce. Repare nas buchas laterais e no suporte do freio, que costumam cair junto: cada peça volta exatamente para o mesmo lugar.
  4. Desmonte o pneu velho e examine a roda. Com o pneu fora, aproveite para examinar o aro: amassados, trincas, ferrugem no canal, raios frouxos ou rolamentos com folga devem ser resolvidos antes de montar o pneu novo.
  5. Monte o pneu novo no sentido certo. Sentido de rotação conferido, o pneu é montado com pasta ou lubrificante de montagem. A linha fina perto do talão deve ficar à mesma distância do aro em toda a volta: é o sinal de que o pneu assentou.
  6. Calibre, teste e balanceie. Com o pneu cheio, vem o teste de vazamento na válvula e no talão e, de preferência, o balanceamento. A pressão final é a do manual ou da etiqueta da moto, com o pneu frio.
  7. Recoloque a roda e alinhe. A roda volta com os espaçadores nos lugares certos. Na corrente, os esticadores dos dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda ficar alinhada, e a folga da corrente deve ficar como o manual pede. A porca do eixo leva o aperto indicado e trava nova.
  8. Regule e teste o freio. Antes de rodar, acione o freio traseiro várias vezes. No tambor, regule a folga do comando pela porca da vareta ou pelo regulador do cabo; no disco, bombeie o pedal (ou o manete, nas scooters) até ele ficar firme. Gire a roda e veja se ela não fica raspando.

Pneu novo vem com a superfície lisa e escorregadia de fábrica. Nos primeiros quilômetros, evite inclinar muito, acelerar forte em curva e frear bruscamente. Depois de alguns dias, verifique de novo a pressão e o aperto do eixo.

O que não fazer na troca do pneu de trás

No balcão e na borracharia, alguns erros aparecem toda semana. Quase todos custam um pneu antes da hora ou um susto na rua.

  • Rodar com reparo provisório. Reparo de emergência serve para chegar à borracharia, não para ficar. Depois de um furo, o pneu precisa ser avaliado por dentro; muitos danos não aparecem por fora.
  • Usar pneu dianteiro atrás. Pneus dianteiros e traseiros têm estrutura, perfil e borracha diferentes. Montar um dianteiro na roda de trás, mesmo que caiba, é usar o pneu para um trabalho que ele não foi feito para fazer.
  • Calibrar com o pneu quente. Depois de rodar, o ar dentro do pneu se expande e a pressão sobe. Se você esvazia até o valor do manual com o pneu quente, ele fica baixo quando esfria.
  • Montar pneu mais largo "para ficar bonito". Trocar a medida por estética é um erro comum. A moto foi acertada para a medida original; pneu gordo demais pode ficar apertado no aro e encostar em peças.

Como fazer o pneu traseiro da 749 durar mais

Não existe pneu que dure para sempre, mas existe pneu que acaba antes da hora. Os hábitos abaixo fazem a diferença.

  • Acelere e freie com suavidade. Cada vez que a roda de trás patina ou trava, uma camada de borracha fica no asfalto. Saídas progressivas e uso equilibrado dos dois freios poupam o traseiro.
  • Cuidado com buraco e meio-fio. Pancadas fortes em buraco, lombada sem reduzir ou subida de meio-fio podem romper a estrutura interna do pneu e amassar o aro. Às vezes o estrago só aparece dias depois, como bolha na lateral.
  • Ajuste a pressão para a carga. Vai levar garupa ou bagagem? Veja no manual se a pressão traseira muda. Pneu com pouca pressão e muito peso deforma mais, esquenta e gasta rápido.
  • Mantenha a suspensão em ordem. Se a traseira balança demais depois de uma lombada, o amortecedor pode estar fraco. Isso aparece no pneu como desgaste desigual, mesmo com calibragem certa.

Perguntas frequentes

Qual a medida do pneu traseiro da 749?

Em todas as gerações com a medida conferida, a referência é 180/55ZR17.

Preciso trocar os dois pneus juntos?

Não é obrigatório. Como o traseiro costuma gastar antes, é comum trocar só ele. O cuidado é manter os dois pneus compatíveis: mesma construção e, de preferência, desenho parecido. Aproveite para avaliar o dianteiro.

Quanto tempo dura um pneu traseiro?

Não há uma quilometragem fixa. A duração depende do pneu, da calibragem, do peso transportado, do piso e do jeito de pilotar. O que define a troca é o indicador de desgaste, o estado da borracha e a idade do pneu, não o hodômetro.

O que quer dizer o número e a letra depois da medida?

O número é o índice de carga, que indica quanto peso o pneu aguenta, e a letra é o símbolo de velocidade, que indica a velocidade máxima para a qual ele foi feito. O pneu novo pode ter índices iguais ou maiores que os do original, nunca menores.

Qual a pressão certa do pneu traseiro?

Quem manda é o manual da sua moto. O valor muda conforme o modelo e conforme a carga, e o traseiro costuma pedir mais pressão que o dianteiro. Calibre a frio e, se for levar garupa, use o valor indicado para isso.

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