Pneu traseiro da Honda CG 160
A medida de cada versão e ano da CG 160, de 2016 a 2026, com o guia para escolher e trocar.
- 9 versões
- 13 gerações
- 2016–2026
Pneu traseiro mais comum
100/80-18 M/C REINF 59P
- Modelo
- Honda CG 160
- Anos
- 2016 a 2026
- Referências
- 4 diferentes, veja a tabela
Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.
Lojas com pneu traseiro para a Honda CG 160
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Anunciar nesta páginaProdutos de marca para a Honda CG 160
Kenda Thorax K67760/100-17, 80/100-18, 80/80-14 e outras
Pirelli City Dragon80/100-18, 100/80-18, 90/90-18
Levorin Dakar II110/80-14, 60/100-17, 80/100-14 e outras
Levorin Duna II80/100-18, 90/90-18, 90/90-19 e outras
IRA Masked Urban80/100-18, 90/90-18, 100/80-18 e outras
Rinaldi HB37 High Born90/90-14, 110/70-17, 100/80-17 e outras
Pela medida mais comum no modelo (100/80-18 M/C REINF 59P) e pelas aplicações dos fabricantes. A medida muda entre versões e anos: confira a linha da sua na tabela.
Pneu traseiro por versão e ano
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| CG 160 Cargo | 2025–2026 | em conferência |
| CG 160 Cargo | 2016–2024 | 90/90-18 M/C REINF 57P |
| CG 160 Fan | 2025–2026 | 100/80-18 M/C REINF 59P conferido |
| CG 160 Fan | 2018–2024 | 90/90-18 M/C REINF 57P conferido |
| CG 160 Start | 2025–2026 | 90/90-18 M/C 57P |
| CG 160 Start | 2016–2024 | 90/90-18 M/C 57P |
| CG 160 Titan (2026) | 2026 | 100/80-18 M/C 59S REINF conferido |
| CG 160 Titan 50 Anos | 2026 | 100/80-18 M/C 59S REINF |
| CG 160 Titan | 2025 | 100/80-18 M/C 59S REINF conferido |
| CG 160 Titan | 2016–2024 | 100/80-18 M/C REINF 59P conferido |
| CG 160 Titan S | 2020–2021 | 100/80-18 M/C REINF 59P conferido |
| CG 160 Titan 25 Anos | 2019 | 100/80-18 M/C REINF 59P conferido |
| CG 160 Fan ESDi | 2016–2017 | 90/90-18 M/C REINF 57P conferido |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
O pneu traseiro certa para cada CG 160
Não existe uma medida única do pneu traseiro para toda a CG 160: o catálogo tem 4 referências. A que aparece em mais gerações (4 de 13) é 100/80-18 M/C REINF 59P.
Por isso, antes de comprar, ache a sua versão e o seu ano na tabela desta página: cada linha leva à página da peça daquela geração.
A medida 100/80-18 M/C REINF 59P, parte por parte: 100 é a largura da banda, em milímetros; 80 é o perfil: a altura da lateral equivale a 80% da largura, ou cerca de 80 mm; a construção é diagonal; 18 é o diâmetro do aro, em polegadas; o índice de carga 59 quer dizer até 243 kg por pneu; a letra P é o símbolo de velocidade: até 150 km/h; "REINF" indica pneu reforçado, com mais capacidade de carga.
Largura, perfil e aro devem ser os mesmos; carga e velocidade podem subir, mas não descer em relação a esses números.
O trabalho do pneu de trás na CG 160
Pense no pneu de trás como a ligação entre o motor e o chão. A corrente, a correia ou o cardã levam a força até a roda, mas quem transforma essa força em movimento é o pneu, pela aderência da banda de rodagem. Se a aderência cai, a roda patina na saída, a moto escorrega na chuva e a frenagem fica mais longa.
Além da tração, o traseiro sustenta a maior parte da carga e absorve parte das irregularidades do piso junto com a suspensão. É uma peça de desgaste e de segurança ao mesmo tempo: não existe "dar mais um tempo" quando ele chega ao limite.
O pneu traseiro na CG 160: o que a ficha diz
A CG 160 2016–2026 é uma street de 163 cc. As rodas são de liga leve, sem raios. Os pneus dispensam câmara. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas. O freio traseiro é a tambor.
Na CG 160, o pneu é sem câmara. A vedação depende do talão, do aro limpo e da válvula, que deve ser trocada junto com o pneu. Furo pequeno na banda costuma permitir reparo pelo lado de dentro, feito por borracheiro; corte na lateral, não.
Com freio a tambor atrás, tirar a roda é a hora ideal para ver o estado das lonas. Na volta, regule a folga do pedal ou do manete e verifique se a roda gira livre com o freio solto.
Sinais de que o pneu traseiro da CG 160 precisa de troca
Alguns sinais são de desgaste normal e pedem troca programada; outros indicam dano na estrutura e pedem troca imediata. Vale saber separar uns dos outros.
- Desgaste irregular ou em degraus. Blocos gastos em forma de serra, com um lado mais baixo que o outro, ou manchas mais gastas em pontos isolados indicam problema além do uso: pressão errada, amortecedor cansado, roda desalinhada ou frenagens que travam a roda. Trocar só o pneu sem achar a causa faz o novo gastar igual.
- Fios ou lona aparecendo. Se aparecem fios, telas ou uma camada de cor diferente na banda, a borracha acabou e você está rodando sobre a estrutura do pneu. É risco de estouro. Não rode mais com a moto até trocar.
- Trincas e ressecamento. Rachaduras finas na lateral ou no fundo dos sulcos mostram que a borracha envelheceu. Isso acontece com o tempo, com sol e com a moto parada, mesmo que o pneu tenha sulco de sobra. Borracha ressecada segura menos e pode trincar mais fundo.
- Corte ou objeto cravado. Antes de sair, passe os olhos pela banda: pedrinhas presas nos sulcos são normais, mas metal cravado não. Não arranque o objeto no meio da rua se o pneu ainda segura ar; leve devagar até a borracharia para avaliar se o reparo é possível.
- Bolha ou calombo na lateral. Calombo no pneu é sinal de lona interna rompida. O ar empurra a borracha para fora no ponto fraco. Pare de usar a moto até trocar o pneu e peça para verificar se o aro também não amassou na mesma pancada.
O que conferir antes de comprar o pneu traseiro
A medida é o ponto de partida, mas dois pneus da mesma medida podem ser bem diferentes no uso. Estes são os pontos que fazem a escolha dar certo.
- Largura, perfil e aro. Os três primeiros números da medida precisam ser os mesmos do original. O aro não tem margem nenhuma; largura e perfil diferentes mudam o diâmetro do pneu, o espaço na balança e o jeito da moto fazer curva.
- Pneu sem câmara (TL). A moto usa pneu sem câmara, então o pneu precisa ter a marcação TL (tubeless). Pneu TT, feito para usar com câmara, não veda direito no aro e não deve ser montado sem ela.
- A medida desta moto. Na ficha, o traseiro indicado é 100/80-18 M/C REINF 59P (a mais comum no modelo; confira a da sua versão e ano na tabela). É a medida para a qual a moto foi acertada: suspensão, relação, velocímetro e espaço na balança contam com ela.
- Índice de carga e de velocidade. Não compre pneu com índice de carga ou letra de velocidade abaixo do original. Esses números dizem quanto peso e quanta velocidade o pneu aguenta com segurança, e o traseiro é o que mais carrega.
- Construção radial ou diagonal. Na medida, um R antes do aro indica pneu radial; um traço ou um B indicam construção diagonal. Fique na construção original ou na que o fabricante da moto aceita, porque ela muda o comportamento e a combinação com o pneu dianteiro.
A mesma referência em outros modelos
Fora da CG 160, 3 outros modelos usam a mesma referência (pneu 100/80-18). Alguns deles:
Troca do pneu traseiro passo a passo
Montar pneu é serviço de borracharia, e tirar a roda traseira envolve freio e corrente ou cardã. Mesmo sem fazer você mesmo, acompanhe a sequência: é nela que estão os erros mais comuns.
- Moto firme e roda no ar. O serviço começa com a moto bem apoiada e a roda de trás suspensa. Sem cavalete central, use cavalete de oficina próprio para a sua moto.
- Solte o freio e a transmissão. Antes de puxar o eixo, a roda precisa ficar livre do freio e da corrente ou do cardã. Fotos antes de desmontar ajudam muito na hora de montar de volta.
- Tire o eixo e guarde os espaçadores. Retire a trava ou o contrapino, solte a porca e puxe o eixo. Os espaçadores (buchas) de cada lado da roda têm posição certa: deixe-os separados, lado esquerdo e lado direito, para não inverter.
- Desmonte o pneu velho e examine a roda. Com o pneu fora, aproveite para examinar o aro: amassados, trincas, ferrugem no canal, raios frouxos ou rolamentos com folga devem ser resolvidos antes de montar o pneu novo.
- Monte o pneu novo no sentido certo. Sentido de rotação conferido, o pneu é montado com pasta ou lubrificante de montagem. A linha fina perto do talão deve ficar à mesma distância do aro em toda a volta: é o sinal de que o pneu assentou.
- Calibre, teste e balanceie. Depois de assentar o talão, o pneu é calibrado na pressão do manual e testado contra vazamento. Muitas borracharias fazem o balanceamento com pequenos pesos no aro, o que reduz a vibração.
- Recoloque a roda e alinhe. Montagem é o inverso da desmontagem, com dois cuidados: alinhamento da roda pelas marcas da balança, nas motos com corrente, e aperto correto do eixo. Contrapino usado se troca por um novo.
- Regule e teste o freio. Antes de rodar, acione o freio traseiro várias vezes. No tambor, regule a folga do comando pela porca da vareta ou pelo regulador do cabo; no disco, bombeie o pedal (ou o manete, nas scooters) até ele ficar firme. Gire a roda e veja se ela não fica raspando.
Se você não tem cavalete, torquímetro e experiência com freio e corrente, deixe a troca completa com a oficina. Peça o pneu velho de volta para ver o desgaste e descarte em ponto de coleta. Nos primeiros dias, pilote com calma até a banda perder o brilho de fábrica.
O que não fazer na troca do pneu de trás
Alguns desses erros parecem economia, outros parecem só detalhe. Na prática, todos pesam no bolso e na segurança.
- Montar pneu mais largo "para ficar bonito". Trocar a medida por estética é um erro comum. A moto foi acertada para a medida original; pneu gordo demais pode ficar apertado no aro e encostar em peças.
- Comprar pneu velho de estoque ou usado. Pneu usado tem histórico desconhecido: pode ter sido rodado com pressão baixa ou ter levado pancada. Pneu novo muito antigo de prateleira já vem com borracha endurecida. Olhe a data e a procedência.
- Calibrar com o pneu quente. Depois de rodar, o ar dentro do pneu se expande e a pressão sobe. Se você esvazia até o valor do manual com o pneu quente, ele fica baixo quando esfria.
- Rodar com reparo provisório. Reparo de emergência serve para chegar à borracharia, não para ficar. Depois de um furo, o pneu precisa ser avaliado por dentro; muitos danos não aparecem por fora.
Pneu traseiro no dia a dia: o que mantém ele bom
Não existe pneu que dure para sempre, mas existe pneu que acaba antes da hora. Os hábitos abaixo fazem a diferença.
- Proteja do sol e da moto parada. Borracha envelhece com sol, calor e falta de uso. Se a moto vai ficar parada semanas, deixe no cavalete central, se tiver, ou mude a posição de tempos em tempos e mantenha a pressão em dia.
- Mantenha a suspensão em ordem. Se a traseira balança demais depois de uma lombada, o amortecedor pode estar fraco. Isso aparece no pneu como desgaste desigual, mesmo com calibragem certa.
- Calibre com frequência e a frio. Meça a pressão com o pneu frio, antes de rodar ou depois de a moto ficar parada um tempo, usando o valor do manual ou da etiqueta da moto. Pneu quente marca pressão mais alta e engana a leitura.
- Olhe a banda de vez em quando. Uma inspeção rápida com a moto no cavalete, girando a roda, mostra pregos, cortes, pedras presas e desgaste fora do normal. Pegar o problema cedo evita o pneu furado no meio do caminho.
Perguntas frequentes
Qual a medida do pneu traseiro da CG 160?
Depende da versão e do ano: há 4 referências. A mais comum é 100/80-18 M/C REINF 59P. Veja a linha da sua moto na tabela desta página.
Pneu traseiro tem prazo de validade?
A borracha envelhece mesmo sem uso. Pneu antigo pode ter sulco de sobra e ainda assim estar duro, ressecado e com pouca aderência. Verifique a data na lateral e o estado da borracha; trincas e ressecamento indicam troca.
Quanto tempo dura um pneu traseiro?
Depende muito do uso. Quem roda com garupa, acelera forte ou mantém o pneu baixo gasta bem mais rápido. Acompanhe os indicadores TWI e troque quando a banda chegar neles ou quando a borracha estiver ressecada.
Dá para remendar o pneu de trás?
Depende de onde e de como furou. Furo pequeno na banda, longe da lateral, costuma ter reparo seguro feito por borracheiro, com o pneu desmontado. Corte grande, furo na lateral ou pneu que rodou vazio normalmente pedem troca.
Preciso trocar os dois pneus juntos?
Não é obrigatório. Como o traseiro costuma gastar antes, é comum trocar só ele. O cuidado é manter os dois pneus compatíveis: mesma construção e, de preferência, desenho parecido. Aproveite para avaliar o dianteiro.