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Pneu traseiro da Honda CG 160 Fan ESDi 2016–2017

A medida que serve na CG 160 Fan ESDi desses anos, de onde ela vem e onde encontrar.

Pneu traseiro que serve

90/90-18 M/C REINF 57P

Moto
Honda CG 160 Fan ESDi
Anos
2016 a 2017
Rodas
Liga leve
Pneus com câmara
Não

Medida conferida em manualpdf.com.br. Mesmo assim, confira no manual da sua moto.

Lojas com pneu traseiro para a Honda CG 160 Fan ESDi

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Produtos de marca para a Honda CG 160 Fan ESDi 2016–2017

Pela medida da ficha (90/90-18 M/C REINF 57P) e pelas aplicações que os fabricantes declaram. Confira a medida da sua moto antes de comprar.

Qual pneu traseiro serve na CG 160 Fan ESDi 2016–2017

Para a Honda CG 160 Fan ESDi dos anos 2016–2017, a referência do pneu traseiro é 90/90-18 M/C REINF 57P. Esse dado foi conferido em manualpdf.com.br. Mesmo assim, o manual da sua moto é a palavra final, porque pode haver mudança dentro do mesmo ano.

Como ler 90/90-18 M/C REINF 57P: 90 é a largura da banda, em milímetros; 90 é o perfil: a altura da lateral equivale a 90% da largura, ou cerca de 81 mm; a construção é diagonal; 18 é o diâmetro do aro, em polegadas; o índice de carga 57 quer dizer até 230 kg por pneu; a letra P é o símbolo de velocidade: até 150 km/h; "REINF" indica pneu reforçado, com mais capacidade de carga.

Largura, perfil e aro devem ser os mesmos; carga e velocidade podem subir, mas não descer em relação a esses números.

A calibragem indicada para a CG 160 Fan ESDi 2016–2017, com os pneus frios, é: dianteiro 25 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 33 psi (com garupa). Calibragem de todos os anos da CG 160.

Para que serve o pneu traseiro da CG 160 Fan ESDi

O pneu traseiro é o ponto onde a força do motor vira movimento. Toda a tração passa por aquele pedaço de borracha que encosta no asfalto, e é ele também que carrega a maior parte do peso da moto, do piloto e da garupa. Na frenagem, ajuda a segurar a moto; na curva, divide com o dianteiro o trabalho de manter a trajetória.

Por isso o traseiro costuma gastar mais rápido que o dianteiro: além do peso, ele sofre com cada arrancada e cada redução de marcha. Pneu gasto ou com pressão errada muda o comportamento da moto inteira, principalmente no molhado.

O que muda no pneu traseiro da CG 160 Fan ESDi

Na ficha, a CG 160 Fan ESDi 2016–2017 aparece como uma street de 163 cc. As rodas são de liga leve. Os pneus dispensam câmara. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas. O freio traseiro é a tambor.

Com freio a tambor atrás, tirar a roda é a hora ideal para ver o estado das lonas. Na volta, regule a folga do pedal ou do manete e verifique se a roda gira livre com o freio solto.

Na CG 160 Fan ESDi, o pneu é sem câmara. A vedação depende do talão, do aro limpo e da válvula, que deve ser trocada junto com o pneu. Furo pequeno na banda costuma permitir reparo pelo lado de dentro, feito por borracheiro; corte na lateral, não.

Como saber se o pneu traseiro está no fim

O pneu traseiro avisa antes de chegar ao limite, mas os avisos são discretos. Uma olhada com a moto parada, de preferência com a roda girando devagar no cavalete, mostra quase tudo.

  • Desgaste irregular ou em degraus. Blocos gastos em forma de serra, com um lado mais baixo que o outro, ou manchas mais gastas em pontos isolados indicam problema além do uso: pressão errada, amortecedor cansado, roda desalinhada ou frenagens que travam a roda. Trocar só o pneu sem achar a causa faz o novo gastar igual.
  • Fios ou lona aparecendo. Se aparecem fios, telas ou uma camada de cor diferente na banda, a borracha acabou e você está rodando sobre a estrutura do pneu. É risco de estouro. Não rode mais com a moto até trocar.
  • Vibração ou traseira rebolando. Vibração que aumenta com a velocidade ou a traseira "rebolando" em reta podem vir de pneu deformado, mal assentado no aro ou sem balanceamento. Também podem vir da roda ou da suspensão, por isso vale avaliar o conjunto.
  • Trincas e ressecamento. Pneu pouco rodado também vence. Se a lateral tem pequenas fissuras, parecidas com pele rachada, ou a banda ficou dura e brilhante, a aderência caiu. É comum em moto que fica muito tempo parada ou no sol.
  • Indicador de desgaste aparecendo. Procure a marca TWI ou o pequeno triângulo na lateral e siga a linha até a banda: ali, no fundo do sulco, existe um "degrau" de borracha. Se a superfície do pneu já encosta nele, os sulcos não escoam mais a água como deveriam.

Pneu traseiro na loja: o que olhar

Antes de comparar marcas e preços, acerte o básico: medida, índices, tipo de montagem e o uso que você faz da moto.

  • Índice de carga e de velocidade. Logo depois da medida vêm um número e uma letra, como 57P. O número é o índice de carga e a letra é o símbolo de velocidade. O pneu novo pode ter índices iguais ou maiores que os do original, nunca menores.
  • Pneu sem câmara (TL). A moto usa pneu sem câmara, então o pneu precisa ter a marcação TL (tubeless). Pneu TT, feito para usar com câmara, não veda direito no aro e não deve ser montado sem ela.
  • Traseiro de verdade e sentido de rotação. Repare na lateral: a palavra REAR e a seta de rotação dizem onde e como o pneu deve ser montado. Alguns desenhos servem nas duas posições, mas aí o sentido de montagem muda, e a própria lateral explica.
  • Construção radial ou diagonal. Radial e diagonal não são só detalhe de fábrica: cada construção tem rigidez diferente. Trocar uma pela outra sem indicação do fabricante pode deixar a moto instável. Mantenha a original.
  • Largura, perfil e aro. Os três primeiros números da medida precisam ser os mesmos do original. O aro não tem margem nenhuma; largura e perfil diferentes mudam o diâmetro do pneu, o espaço na balança e o jeito da moto fazer curva.

Motos que usam o pneu traseiro da CG 160 Fan ESDi

A referência pneu 90/90-18 não é exclusiva da CG 160 Fan ESDi: há 37 outras motos com ela no catálogo. Estas são algumas:

Todas as motos com essa medida estão em Pneu 90/90-18: em quais motos serve.

A medida igual vale para o tamanho; desenho, construção e índices podem variar de uma moto para outra. Siga sempre o indicado para a sua.

Como é feita a troca do pneu traseiro da CG 160 Fan ESDi

Quem tem prática e ferramenta tira a roda em casa, mas a montagem do pneu no aro e o balanceamento ficam melhor com equipamento de borracharia. Estes são os passos de um serviço bem feito.

  1. Moto firme e roda no ar. O serviço começa com a moto bem apoiada e a roda de trás suspensa. Sem cavalete central, use cavalete de oficina próprio para a sua moto.
  2. Solte o freio e a transmissão. Conforme a moto, solte a porca da vareta do freio a tambor ou afaste a pinça do freio a disco. Na transmissão por corrente, afrouxe o eixo e os esticadores para tirar a corrente da coroa. Anote ou fotografe a posição de tudo.
  3. Tire o eixo e guarde os espaçadores. Retire a trava ou o contrapino, solte a porca e puxe o eixo. Os espaçadores (buchas) de cada lado da roda têm posição certa: deixe-os separados, lado esquerdo e lado direito, para não inverter.
  4. Desmonte o pneu velho e examine a roda. Na borracharia, o pneu sai com máquina ou espátulas apropriadas, sem riscar o aro. É a hora de olhar o aro por dentro, a fita protetora (nas rodas com câmara), os rolamentos e as borrachas do cubo.
  5. Monte o pneu novo no sentido certo. Sentido de rotação conferido, o pneu é montado com pasta ou lubrificante de montagem. A linha fina perto do talão deve ficar à mesma distância do aro em toda a volta: é o sinal de que o pneu assentou.
  6. Calibre, teste e balanceie. Depois de assentar o talão, o pneu é calibrado na pressão do manual e testado contra vazamento. Muitas borracharias fazem o balanceamento com pequenos pesos no aro, o que reduz a vibração.
  7. Recoloque a roda e alinhe. Montagem é o inverso da desmontagem, com dois cuidados: alinhamento da roda pelas marcas da balança, nas motos com corrente, e aperto correto do eixo. Contrapino usado se troca por um novo.
  8. Regule e teste o freio. Antes de rodar, acione o freio traseiro várias vezes. No tambor, regule a folga do comando pela porca da vareta ou pelo regulador do cabo; no disco, bombeie o pedal (ou o manete, nas scooters) até ele ficar firme. Gire a roda e veja se ela não fica raspando.

Se você não tem cavalete, torquímetro e experiência com freio e corrente, deixe a troca completa com a oficina. Peça o pneu velho de volta para ver o desgaste e descarte em ponto de coleta. Nos primeiros dias, pilote com calma até a banda perder o brilho de fábrica.

O que não fazer na troca do pneu de trás

Antes de comprar e montar o pneu novo, vale conhecer os tropeços mais comuns de quem passa pelo balcão.

  • Esquecer o alinhamento e o aperto do eixo. Trocar o pneu e esquecer de alinhar a roda é mais comum do que parece. A moto passa a puxar levemente e o pneu novo gasta de um lado.
  • Rodar com reparo provisório. Reparo de emergência serve para chegar à borracharia, não para ficar. Depois de um furo, o pneu precisa ser avaliado por dentro; muitos danos não aparecem por fora.
  • Montar pneu mais largo "para ficar bonito". Trocar a medida por estética é um erro comum. A moto foi acertada para a medida original; pneu gordo demais pode ficar apertado no aro e encostar em peças.
  • Calibrar com o pneu quente. Calibrar no posto depois de muitos quilômetros dá leitura falsa. O valor do manual vale para pneu frio; no quente, não tire ar para "acertar".

Cuidados que aumentam a vida do pneu de trás

O pneu traseiro gasta de qualquer jeito, mas o ritmo depende de você. Estes cuidados valem para qualquer moto.

  • Ajuste a pressão para a carga. Vai levar garupa ou bagagem? Veja no manual se a pressão traseira muda. Pneu com pouca pressão e muito peso deforma mais, esquenta e gasta rápido.
  • Nada de produto brilhante na banda. Lave o pneu com água e sabão neutro. Silicone e "pretinho" na banda reduzem a aderência e não fazem bem para a borracha a longo prazo.
  • Mantenha a suspensão em ordem. Amortecedor traseiro cansado deixa a roda "quicar" e o pneu perde contato com o chão por instantes. O resultado é desgaste irregular, em manchas ou degraus. Revisar a suspensão protege o pneu.
  • Calibre com frequência e a frio. Meça a pressão com o pneu frio, antes de rodar ou depois de a moto ficar parada um tempo, usando o valor do manual ou da etiqueta da moto. Pneu quente marca pressão mais alta e engana a leitura.

Serve em outro ano da CG 160?

No catálogo, a CG 160 aparece em 13 gerações, somando 9 versões entre 2016 e 2026. Atenção: o pneu traseiro não é o mesmo em toda a família. Aparecem 4 referências.

  • 90/90-18 M/C REINF 57P: CG 160 Fan ESDi 2016–2017, CG 160 Cargo 2016–2024, CG 160 Fan 2018–2024.
  • 100/80-18 M/C REINF 59P: CG 160 Fan 2025–2026, CG 160 Titan 2016–2024, CG 160 Titan S 2020–2021, CG 160 Titan 25 Anos 2019.
  • 90/90-18 M/C 57P: CG 160 Start 2025–2026, CG 160 Start 2016–2024.
  • 100/80-18 M/C 59S REINF: CG 160 Titan (2026) 2026, CG 160 Titan 50 Anos 2026, CG 160 Titan 2025.

Se a sua moto está perto da virada de uma geração, confira a peça antiga: a mudança nem sempre coincide com o ano-modelo.

Valor da CG 160 Fan ESDi e custo do reparo

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CG 160 Fan ESDi dos anos 2016–2017 vai de R$ 12.637 (2016) a R$ 13.023 (2017). Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.

Pneu traseiro nos outros anos e versões da CG 160

VersãoAnosMedida
CG 160 Fan ESDi (esta página) 2016–2017 90/90-18 M/C REINF 57P conferido
CG 160 Cargo 2025–2026 em conferência
CG 160 Cargo 2016–2024 90/90-18 M/C REINF 57P
CG 160 Fan 2025–2026 100/80-18 M/C REINF 59P conferido
CG 160 Fan 2018–2024 90/90-18 M/C REINF 57P conferido
CG 160 Start 2025–2026 90/90-18 M/C 57P
CG 160 Start 2016–2024 90/90-18 M/C 57P
CG 160 Titan (2026) 2026 100/80-18 M/C 59S REINF conferido
CG 160 Titan 50 Anos 2026 100/80-18 M/C 59S REINF
CG 160 Titan 2025 100/80-18 M/C 59S REINF conferido
CG 160 Titan 2016–2024 100/80-18 M/C REINF 59P conferido
CG 160 Titan S 2020–2021 100/80-18 M/C REINF 59P conferido
CG 160 Titan 25 Anos 2019 100/80-18 M/C REINF 59P conferido

Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.

Outras peças da CG 160 Fan ESDi 2016–2017

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Honda CG 160 Fan ESDi 2016–2017

Perguntas frequentes

Qual pneu traseiro serve na Honda CG 160 Fan ESDi 2016–2017?

Para a CG 160 Fan ESDi 2016–2017, a ficha indica 90/90-18 M/C REINF 57P. Leve essa informação à loja junto com o ano da moto.

Pneu traseiro furado tem conserto?

Muitas vezes, sim. O borracheiro avalia o tamanho e o local do furo. Furo na área central da banda costuma ser reparável; na lateral, ou quando o pneu rodou murcho e danificou a estrutura, o caminho é a troca.

Pneu velho pouco rodado ainda serve?

A borracha envelhece mesmo sem uso. Pneu antigo pode ter sulco de sobra e ainda assim estar duro, ressecado e com pouca aderência. Verifique a data na lateral e o estado da borracha; trincas e ressecamento indicam troca.

Com quantos quilômetros troco o pneu de trás?

Depende muito do uso. Quem roda com garupa, acelera forte ou mantém o pneu baixo gasta bem mais rápido. Acompanhe os indicadores TWI e troque quando a banda chegar neles ou quando a borracha estiver ressecada.

É normal o pneu de trás acabar primeiro?

Sim, é normal. O traseiro carrega a maior parte do peso, inclusive da garupa, e é ele que transmite a força do motor para o chão em cada arrancada. Por isso, em geral, ele gasta antes que o dianteiro.

Pneu traseiro da Honda CG 160: todas as versões e anos

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