Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Suzuki GSR 125
A medida de cada versão e ano da GSR 125, de 2013 a 2016, com o guia para escolher e trocar.
- 2 versões
- 2 gerações
- 2013–2016
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve
passo 428H | coroa 42 | pinhão 15 | 116 elos
- Modelo
- Suzuki GSR 125
- Anos
- 2013 a 2016
Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.
Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Suzuki GSR 125
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Suzuki GSR 125. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaProdutos de marca para a Suzuki GSR 125
Scud Kit Transmissão Kansas 150 42/15 428Hx120428 42/15
Scud Kit Transmissão Titan 150 Sport 42/15 428UOx118 com retentor428 42/15
Riffel Kit Titanium CG 150 Sport / CG 150 (428H, 42/15, 118 elos)428, 428 42/15
Riffel Kit Titanium GSR 150i / GSR 125 (428H, 42/15, 116 elos)428, 428 42/15
Riffel Kit Titanium Chopper Road 150 (428H, 42/15, 116 elos)428, 428 42/15
Riffel Kit Titanium Kansas 150 (428H, 42/15, 122 elos)428, 428 42/15
Vaz Corrente Reforçada428, 520
Vaz Corrente Reforçada O-Ring428, 520, 530
Vaz Corrente V-Ring Gold428, 520, 530
Pela medida mais comum no modelo (passo 428H | coroa 42 | pinhão 15 | 116 elos) e pelas aplicações dos fabricantes. A medida muda entre versões e anos: confira a linha da sua na tabela.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) por versão e ano
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| GSR 125 | 2013–2016 | passo 428H | coroa 42 | pinhão 15 | 116 elos |
| GSR 125 S | 2013–2016 | passo 428H | coroa 42 | pinhão 15 | 116 elos |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
O kit relação certa para cada GSR 125
Em todas as versões e anos da Suzuki GSR 125 com a medida na ficha, o kit relação é a mesma: passo 428H | coroa 42 | pinhão 15 | 116 elos.
O que cada número quer dizer: passo 428 é o padrão da corrente (distância entre os pinos e largura dos elos); coroa, pinhão e corrente precisam ser do mesmo passo; a coroa tem 42 dentes; o pinhão tem 15 dentes; a corrente tem 116 elos.
Isso dá uma redução de 2,80:1 entre o pinhão e a coroa. Mexer no número de dentes muda o comportamento: mais dentes na coroa dá mais força e menos velocidade final; menos dentes faz o inverso. Fora da original, o velocímetro também pode marcar diferente.
Como o kit relação trabalha na GSR 125
O kit relação é o conjunto que leva a força do motor até a roda traseira. O pinhão, a engrenagem pequena, fica preso no eixo de saída do câmbio, do lado de fora do motor. A coroa, a engrenagem grande, fica presa no cubo da roda traseira. A corrente liga as duas e transforma o giro do câmbio em giro da roda.
A diferença de tamanho entre pinhão e coroa é o que dá o nome à peça: essa proporção, a relação, define quanto a moto tem de força na saída e quanto ela gira o motor em velocidade de estrada. Por isso as três peças são vendidas juntas e trabalham como um conjunto.
O kit relação na GSR 125: o que a ficha diz
A GSR 125 2013–2016 é uma street de 124 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste.
A GSR 125 tem freio traseiro a tambor. Quando a roda se desloca para regular a corrente, a vareta do freio muda de posição, e o pedal pode ficar alto, baixo ou até prendendo. Depois de cada regulagem ou troca do kit, confira o freio traseiro.
Na GSR 125, a corrente costuma ser leve e barata de manter, mas sofre com o uso intenso do dia a dia. Quem roda muito deve criar o hábito de lubrificar e regular com frequência, e não só na revisão.
Quando desconfiar da corrente, da coroa e do pinhão
O kit relação dá vários avisos antes de chegar ao fim. Alguns você percebe pilotando; outros só aparecem olhando de perto, com a moto parada e a roda girando na mão.
- Dentes da coroa em forma de gancho. Olhe a coroa de lado: se os dentes estão afinados, com a ponta afiada e curvados no sentido do giro, o desgaste já foi longe. Coroa assim come corrente nova em pouco tempo, por isso a troca é sempre do kit.
- Folga desigual ao girar a roda. Gire a roda devagar e meça a folga em vários pontos. Se em um trecho a corrente fica bamba e em outro fica esticada, há elos travados, desgaste irregular ou coroa empenada. Corrente assim trabalha aos trancos.
- Barulho e tranco em baixa. Ruído de corrente batendo na balança ou no protetor e aquele "tec-tec" ao tirar e pôr gás indicam folga demais ou kit gasto. Em marcha baixa, no trânsito, o sintoma fica mais claro.
- Regulagem que não segura. Corrente que pede regulagem cada vez mais seguida está no fim. No começo da vida ela estica pouco; perto do fim, o alongamento acelera, e a regulagem dura cada vez menos.
- Ferrugem e retentores ressecados. Corrente avermelhada de ferrugem perde a lubrificação interna e começa a travar elos. Se for do tipo com retentor, olhe os anéis entre as placas: se estão rachados ou saindo, a vida útil está no fim.
O que conferir antes de comprar o kit relação
Kit relação não é tudo igual. Para servir, ele precisa bater em passo, número de dentes da coroa e do pinhão, quantidade de elos e encaixe na moto. Errar um desses pontos faz o kit não montar ou trabalhar mal.
- Número de elos. A corrente precisa ter a quantidade de elos certa para a relação e para o curso dos esticadores. Corrente curta não fecha; corrente longa deixa o eixo no começo da regulagem, sem margem. Muitas vêm mais longas para serem cortadas na medida.
- Dentes da coroa e do pinhão. Conte ou leia os dentes gravados nas peças. Mudar a quantidade altera a força na saída, a rotação em velocidade de cruzeiro e, em muitas motos, a marcação do velocímetro. Na dúvida, fique no original.
- Tipo de emenda. Pergunte como a corrente fecha. Emenda de clipe é prática e comum nas motos pequenas. Emenda de rebite é mais segura em correntes que recebem muita força, mas só deve ser montada com rebitador próprio.
- Corrente com ou sem retentor. Corrente com retentor tem anéis que seguram a graxa nos pinos. Ela tende a durar mais e esticar menos, desde que bem cuidada. Antes de trocar o tipo, confira se a corrente cabe na moto: ela costuma ser um pouco mais larga.
- Linha comum ou reforçada. Dentro do mesmo passo, existem correntes comuns e reforçadas, com placas mais grossas ou material melhor. A reforçada aguenta mais carga e costuma durar mais, mas precisa caber entre a coroa, o pinhão e o protetor.
Outros modelos com o kit relação igual
Fora da GSR 125, 1 outros modelos usam a mesma referência (relação 15/42 com corrente 428). Alguns deles:
Como é feita a troca do kit relação da GSR 125
Corrente que solta ou arrebenta pode travar a roda traseira. Por isso, a troca precisa ser bem feita: peças certas, emenda bem montada, folga regulada e roda alinhada. Na dúvida, deixe com a oficina.
- Confira as peças novas. Com a caixa na mão, confira se a aplicação bate com a moto e se os números de dentes são os mesmos da peça antiga. Conte também os elos, ou peça para a loja confirmar.
- Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
- Tire a corrente e a roda. Com a moto apoiada e a roda traseira no ar, solte a porca do eixo e folgue os esticadores. Abra a emenda (ou corte a corrente velha) e retire a roda, com cuidado com o freio e as buchas espaçadoras.
- Troque a coroa e confira o cubo. Solte os parafusos da coroa e instale a nova com o lado certo para fora. Aperte em cruz, no torque indicado no manual. Aproveite para olhar as borrachas do cubo da coroa: se estiverem gastas, a roda dá trancos.
- Instale o pinhão novo. Limpe as estrias do eixo de saída e monte o pinhão novo com a face certa voltada para fora. Use arruela trava nova, se for o caso, e faça o aperto final como o manual indica assim que a corrente estiver montada.
- Monte a roda e feche a corrente. Recoloque a roda, passe a corrente pelo pinhão e pela coroa e feche a emenda. Na emenda de clipe, a parte fechada da presilha fica voltada para o sentido em que a corrente anda. Emenda rebitada só com ferramenta própria.
- Regule a folga e alinhe a roda. Ajuste os esticadores até a folga indicada no manual, medida no ponto mais esticado da corrente. Os dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda trabalhar alinhada com o pinhão.
- Aperte o eixo e revise o freio. Aperte a porca do eixo no torque do manual e coloque contrapino ou trava nova, se houver. Depois, confira o freio traseiro: o pedal precisa ter a folga certa e a roda deve girar livre.
- Lubrifique e teste. Com tudo fechado, aplique lubrificante e rode devagar para ouvir ruídos. Uma nova conferência da folga depois de pouco uso é obrigatória, porque a corrente nova acomoda nos primeiros dias.
A oficina deve devolver a moto com a folga regulada, o eixo apertado no torque e o freio traseiro conferido. Peça para ver as peças velhas: comparar os dentes gastos com os novos mostra como o kit chegou ao fim.
Erros que encurtam a vida da relação
Antes de trocar ou mexer na corrente, vale conhecer os erros mais comuns. Quase todos são fáceis de evitar.
- Esquecer o freio traseiro e o aperto do eixo. Depois de mexer na roda, o eixo precisa do torque certo e o freio traseiro precisa ser conferido. Pular essa etapa é risco de segurança, não só de desgaste.
- Montar a presilha ao contrário. Presilha virada para o lado errado é um dos motivos de corrente que abre sozinha. A ponta fechada vai na direção do movimento.
- Mudar a relação sem pensar no conjunto. Trocar coroa ou pinhão por números diferentes muda a força, a rotação na estrada e, em muitas motos, a leitura do velocímetro. Pode pedir corrente com outro número de elos. Pense antes de mudar.
- Trocar só a corrente. Corrente nova em coroa e pinhão gastos não assenta nos dentes e estica rápido. Em pouco tempo, ela fica igual à velha. A troca econômica de verdade é a do kit inteiro.
Cuidados que aumentam a vida da relação
O kit relação dura muito mais quando recebe três cuidados: limpeza, lubrificação e folga certa. Nenhum deles é caro, e todos podem ser feitos em casa.
- Proteja do pó e da areia. Terra, areia e maresia encurtam a vida do kit. Nesses casos, a limpeza precisa ser mais frequente e o lubrificante deve ser adequado ao uso, sem excesso que vire lama.
- Mantenha a roda alinhada. Alinhamento é parte da regulagem. As marcas dos dois lados da balança precisam bater. Se a coroa mostra desgaste só de um lado, a roda está ou esteve desalinhada.
- Limpe sem agredir. De tempos em tempos, tire a sujeira acumulada antes de lubrificar. Solvente agressivo e escova de aço danificam os retentores e tiram a graxa interna. Produto próprio e pincel ou escova de náilon resolvem.
- Pilote sem trancos. Cada tranco na transmissão é um puxão forte na corrente. Saídas suaves e reduções sem tranco fazem diferença na vida do kit, sobretudo em quem roda muito no trânsito.
Perguntas frequentes
Qual a medida do kit relação da GSR 125?
Em todas as gerações com a medida conferida, a referência é passo 428H | coroa 42 | pinhão 15 | 116 elos.
Qual a diferença da corrente com o-ring?
A corrente com retentor tem anéis de vedação que mantêm graxa dentro das articulações. Ela costuma esticar menos e durar mais, mas custa mais e pede lubrificante compatível. Antes de trocar, confira se ela cabe na sua moto, porque é um pouco mais larga.
Posso trocar só a corrente?
Só em situações muito específicas, como corrente danificada por acidente com o kit quase novo. No desgaste normal, as três peças chegam juntas ao fim e devem ser trocadas juntas.
Por que a corrente nova esticou tão rápido?
Uma regulagem logo depois da troca é esperada. Alongamento rápido e contínuo, porém, indica problema: peça velha misturada no kit, roda desalinhada, corrente seca ou excesso de tranco na pilotagem.
Emenda de clipe ou rebitada: qual é melhor?
Use a que o fabricante da moto indica. A de clipe é prática e comum em motos pequenas. A rebitada é mais segura em correntes que recebem muita força e é o padrão em muitas motos maiores, mas precisa de ferramenta própria.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos