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Pisca (seta) da Yamaha RD 125

A peça certa para cada versão e ano da RD 125, de 1990 a 1993, com o guia para escolher e trocar.

  • 1 versão
  • 1 geração
  • 1990–1993

Pisca (seta) de reposição

3 códigos

Modelo
Yamaha RD 125
Anos
1990 a 1993

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com pisca (seta) para a Yamaha RD 125

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura pisca (seta) para a Yamaha RD 125. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Pisca (seta) por versão e ano

VersãoAnos
RDZ 1251990–1993

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O pisca da Yamaha RD 125: versão por versão

O pisca da Yamaha RD 125 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da RD 125 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.

Pisca (seta) de reposição para a Yamaha RD 125

No catálogo de reposição, a Yamaha RD 125 tem 3 códigos de pisca (seta), de Paramotos.

Cada linha é um item de reposição com o código do fabricante ou do distribuidor. Leve o código para a loja e confira cor, lado e acabamento antes de fechar a compra.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
Todos os anos
2020/007Lente pisca RD 125 / 135 RDZ / dtn 180Paramotos
2020/009Carcaça pisca RD-125/135Paramotos
2030/009Carcaça pisca RDZParamotos

Para que serve o pisca da RD 125

O pisca, que muita gente chama de seta, é a luz que avisa para onde você vai virar ou mudar de faixa. A moto tem quatro: pisca dianteiro direito, pisca dianteiro esquerdo, pisca traseiro direito e pisca traseiro esquerdo. Quando você aciona o comando no punho, os dois do mesmo lado piscam juntos, comandados pelo relé de pisca, e uma luz no painel acompanha o ritmo.

Cada pisca é um conjunto pequeno: carcaça, lente, soquete com lâmpada ou módulo de LED e fiação. Em muitas motos ele fica na ponta de um braço, também chamado de haste; em outras, vem embutido na carenagem. A legislação de trânsito exige a sinalização funcionando, então pisca quebrado ou apagado não é só questão de visual.

O que muda no pisca da RD 125

A RD 125 1990–1993 é uma street de 123 cc. O farol usa lâmpada halógena.

Na RD 125, que costuma rodar todo dia no trânsito, o pisca é uma das peças mais trocadas, seja por tombo, seja por batida de estacionamento. Em muitas motos desse estilo, o pisca fica num braço e é vendido com ou sem ele, e a mesma peça costuma servir no dianteiro de um lado e no traseiro do outro.

Na RD 125, se a ideia é trocar os piscas por LED, lembre que o relé de pisca de motos com lâmpada costuma não trabalhar bem com LED. Faça a troca com relé compatível e, de preferência, na oficina.

Como saber se o problema é o pisca, a lâmpada ou o relé

O pisca dá sinais claros quando algo vai mal: ritmo diferente, luz fraca, água na lente ou peça balançando. Ligue a seta para os dois lados e olhe os quatro cantos da moto.

  • Lente desbotada ou opaca. Lente opaca reduz bastante a visibilidade do pisca sob sol forte. Quando o polimento não devolve a transparência, a lente nova resolve sem precisar trocar o pisca completo.
  • Braço ou haste partidos. Haste rachada na base costuma aparecer depois de queda. O pisca até acende, mas fica frouxo e pode soltar de vez rodando. Troque antes que ele arranque o fio junto.
  • Água ou embaçamento por dentro. Lente embaçada por dentro é sinal de que a água está entrando. Se a guarnição de borracha está gasta ou a lente trincada, a falha elétrica é questão de tempo.
  • Um pisca não acende. Se só um dos quatro piscas fica apagado, comece pela lâmpada e pelo soquete. Se estiverem bons, o problema pode estar no conector ou no fio que passa por dentro do braço, que costuma partir com a vibração e com tombos.
  • Lente trincada ou quebrada. Trinca na lente deixa entrar água e poeira, oxida o soquete e, com o tempo, faz o pisca falhar. Lente quebrada também pode deixar a luz branca da lâmpada vazar, o que não é o certo para a sinalização.

Como escolher o pisca certo para a RD 125

Pisca é peça do modelo: carcaça, braço e conector variam entre motos e entre anos. Antes de comprar, saiba qual canto quebrou, o que exatamente quebrou e qual cor de lente a moto usa.

  • Par ou unidade, e nota. Confira se o preço é da unidade ou do par e guarde a nota. Teste o pisca na moto antes de cortar qualquer fio: peça modificada dificilmente volta para a loja.
  • Conector e fixação. Compare o plugue, a rosca do braço e o jeito de prender no suporte com a peça antiga. Pisca com conector diferente obriga a cortar fio e emendar, o que vira ponto de mau contato e oxidação.
  • Com braço ou sem braço. Pergunte se o pisca vem com haste. A versão sem braço encaixa no braço que já está na moto; a versão com braço já traz a haste e, em geral, a fiação passando por dentro.
  • Lado: direito ou esquerdo. Muita compra errada vem de confundir o lado olhando a moto de frente. A referência é sempre a de quem está sentado pilotando. Na dúvida, leve uma foto mostrando onde fica o pisca quebrado.
  • Cor da lente: amarela, cristal ou fumê. Escolha a cor pensando no conjunto da moto e na luz que sai. Com lente cristal ou fumê, use lâmpada de pisca amarela. Lente fumê muito escura diminui a visibilidade, e a seta precisa aparecer bem de dia.

Trocando pisca dianteiro e traseiro sem errar a fiação

Com chave de fenda, chave de boca e calma, dá para trocar o pisca em casa. Se o problema estiver no relé, no comando do punho ou no chicote, aí o serviço é de oficina.

  1. Desligue a chave. Antes de tudo, desligue a moto. Trabalhar com a chave ligada pode causar curto ao encostar o terminal no quadro, e o fusível queima na hora.
  2. Confirme o que vai trocar. Teste os dois lados e anote qual canto está com problema. Isso evita desmontar o pisca errado, principalmente quando a mesma peça serve em dois cantos da moto.
  3. Para trocar só a lente. Tire a lente velha, limpe a carcaça por dentro e veja se o soquete não está oxidado. Monte a lente nova sem forçar o parafuso: firme basta, e a vedação faz o resto.
  4. Ache e solte o conector. Retire o que for preciso para chegar ao plugue, como banco, aro do farol ou tampa lateral. Fotografe a passagem do fio antes de puxar, para montar o novo pelo mesmo caminho.
  5. Retire o pisca antigo. Solte a porca que prende o braço ao suporte e puxe o pisca com o fio, sem forçar. Guarde arruelas e espaçadores de borracha: eles ajudam a segurar a vibração e nem sempre vêm na peça nova.
  6. Instale o pisca novo. Passe o fio do pisca novo pelo mesmo caminho do antigo, posicione o braço apontando para fora e aperte a porca com firmeza, sem espanar a rosca. Confira se o fio não fica esticado nem prensado.
  7. Ligue o conector. Conecte o plugue e confira se ele ficou travado. Se precisar emendar, use emenda bem feita e isolada, mas o ideal é comprar o pisca com o conector igual ao da moto.
  8. Vire o guidão e confira os fios. Gire o guidão para os dois lados com calma. O fio do pisca dianteiro precisa de folga para acompanhar o movimento sem raspar em nada.
  9. Teste os quatro piscas. Antes de fechar tudo, faça o teste completo: seta direita, seta esquerda e alerta, se houver. Ritmo igual dos dois lados e luz no painel acompanhando mostram que a instalação ficou certa.

Se depois da troca a seta continuar piscando rápido, ficar acesa fixa ou não funcionar, o problema provavelmente está no relé de pisca, no fusível, no comando do punho ou no chicote. Esses serviços são de oficina: mexer na parte elétrica sem prática pode deixar a moto sem sinalização ou causar curto.

O que não fazer na troca da seta

A maioria dos problemas com pisca vem de compra errada ou de improviso na fiação. Estes são os erros mais vistos no balcão e na oficina.

  • Lente cristal com lâmpada branca. Com lente transparente ou fumê, a cor vem da lâmpada. Use lâmpada de pisca amarela e mantenha a sinalização dentro do que a legislação exige.
  • Pôr pisca de LED sem ajustar o relé. Pisca de LED com relé feito para lâmpada costuma piscar rápido demais ou nem piscar. A solução é relé compatível ou ajuste no circuito, feitos por quem entende de parte elétrica.
  • Comprar só a lente quando o braço quebrou. Lente nova num braço partido ou numa carcaça rachada não resolve: o pisca continua balançando, a água entra e a lente quebra de novo. Olhe a peça inteira antes de decidir.
  • Trocar os quatro piscas por um defeito no relé. Defeito que aparece nos dois lados ao mesmo tempo aponta para o circuito, não para a peça. Faça o diagnóstico antes de comprar.

Pisca funcionando e bem visível por mais tempo

A maioria dos piscas estraga por pancada ou por umidade. Contra a pancada há pouco a fazer; contra a umidade e o desgaste, há bastante.

  • Use a lâmpada indicada. Lâmpada errada no pisca altera o ritmo e pode derreter o soquete. Leve a velha à loja para comparar base e potência.
  • Cuide da guarnição. Sempre que abrir a lente, confira a borracha de vedação. Guarnição ressecada, rasgada ou fora do lugar deixa a umidade entrar e oxidar o soquete.
  • Evite jato forte nas lentes. O jato forte entra por qualquer fresta da lente. Lave os piscas com pressão baixa e evite apontar a lavadora para a base do braço.
  • Não aperte demais o parafuso da lente. Muita lente nova trinca no primeiro aperto. Rosqueie com a mão e pare quando a lente encostar firme na guarnição.

Perguntas frequentes

Dá para trocar a seta da moto em casa?

Dá, na maioria das motos, desde que você ache o conector, passe o fio pelo mesmo caminho e teste os quatro cantos no final. Se precisar emendar fios, mexer no relé ou desmontar carenagem complexa, leve a um profissional.

Vale a pena trocar o pisca de lâmpada por LED?

Pode, desde que a seta continue visível, na cor certa e no ritmo certo. Pisca de LED consome menos e, com relé feito para lâmpada, costuma piscar rápido ou não piscar. Por isso a troca pede relé compatível ou ajuste no circuito, de preferência feito na oficina.

Posso rodar com a seta queimada?

Não é bom rodar assim. Seta queimada ou quebrada pode render multa em fiscalização e, principalmente, faz com que carros e pedestres não saibam para onde você vai. Resolva o quanto antes, nem que seja trocando só a lâmpada.

Preciso trocar os dois piscas do mesmo lado?

Não necessariamente. Se só um quebrou, troque só ele, conferindo a posição exata. O cuidado é manter o mesmo tipo, lâmpada ou LED, e a mesma cor de lente nos quatro cantos, para o ritmo e o visual ficarem iguais.

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