Protetor (capa) da corrente da Yamaha Ténéré 250
A peça certa para cada versão e ano da Ténéré 250, de 2011 a 2019, com o guia para escolher e trocar.
- 1 versão
- 1 geração
- 2011–2019
Protetor (capa) da corrente de reposição
1 código
- Modelo
- Yamaha Ténéré 250
- Anos
- 2011 a 2019
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com protetor (capa) da corrente para a Yamaha Ténéré 250
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura protetor (capa) da corrente para a Yamaha Ténéré 250. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaProtetor (capa) da corrente por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| XTZ 250 Ténéré | 2011–2019 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
Qual protetor da corrente serve na Ténéré 250
Na Ténéré 250, o protetor da corrente é desenhado para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.
Protetor (capa) da corrente de reposição para a Yamaha Ténéré 250
São 1 código de protetor (capa) da corrente de reposição para a Yamaha Ténéré 250, de Paramotos.
Cada linha é um item de reposição com o código do fabricante ou do distribuidor. Leve o código para a loja e confira cor, lado e acabamento antes de fechar a compra.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| Todos os anos | |||
| 2133/014 | Porta corrente Tenere 250 XTZ 250 | Preto | Paramotos |
Alguns destes códigos servem também em outros modelos: Yamaha Lander 250.
Para que serve o protetor da corrente da Ténéré 250
A corrente gira rápido, tem dentes por todo lado e solta respingos de lubrificante e sujeira. O protetor fica entre ela e quem está na moto. Parece uma peça de acabamento, mas é um item de proteção: sem ele, a corrente fica exposta a roupas, mãos e objetos.
Ele também evita que pedras e galhos jogados pela roda caiam direto sobre a corrente e ajuda a manter a região mais limpa. Por ser fixado em pontos próprios da balança, cada moto tem o seu protetor, com formato e furação específicos. Na compra, valem o modelo, o ano e, se possível, o código da peça original.
Como o protetor da corrente trabalha na Ténéré 250
Na ficha, a Ténéré 250 2011–2019 aparece como uma trail de 249 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A embreagem é acionada por cabo. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste.
Uso fora de estrada castiga o protetor com pancadas e galhos. Na Ténéré 250, depois de queda ou trilha pesada, verifique se a capa continua alinhada e se não encosta na corrente.
Como saber se o protetor da corrente está ruim
Uma olhada rápida durante a lubrificação da corrente já mostra se o protetor está bom. Repare nestes pontos.
- Parafusos soltos ou faltando. Confira os parafusos do protetor de vez em quando. Parafuso faltando é fácil de repor; protetor que soltou e enroscou na corrente pode causar estrago maior.
- Orelhas de fixação quebradas. As partes do protetor onde entram os parafusos são as mais frágeis. Se uma orelha quebrou, o protetor fica preso só de um lado e começa a balançar e bater.
- Protetor ausente. Em moto usada, é comum o protetor ter sido retirado e não recolocado. Sem ele, a corrente fica exposta, suja roupa e garupa e aumenta o risco de algo enroscar.
- Roupa e garupa sujos de graxa. Se a roupa começou a voltar suja de graxa depois de rodar, olhe o protetor. Pedaço faltando ou capa deslocada deixam os respingos da corrente passarem.
- Coxins e buchas ressecados. Muitos protetores são presos com buchas ou coxins de borracha que absorvem vibração. Ressecados ou faltando, deixam a capa vibrar e trincar mais rápido.
- Trincas e pedaços faltando. Trinca que cresce a partir de um furo ou de uma borda é sinal de que a peça está no fim. Com mais um pouco de vibração, ela parte e o protetor solta.
- Marcas de atrito por dentro. Desgaste interno no protetor é um aviso duplo: a capa está sendo comida e a corrente provavelmente está frouxa ou o protetor está fora de posição.
O que conferir antes de comprar o protetor da corrente
O protetor da corrente é desenhado para a balança de cada moto. Formato, comprimento e pontos de fixação mudam de modelo para modelo. A compra é feita pela aplicação.
- Peças de fixação. Pergunte o que vem na embalagem. Muitas vezes os parafusos e as borrachas são vendidos separados, e eles são essenciais para o protetor não vibrar.
- Espaço para a corrente. Corrente de largura diferente da original pode raspar na capa. Antes de montar, verifique a folga entre a corrente e o protetor.
- Material. Plástico de boa qualidade resiste ao sol sem trincar tão cedo. Metal resiste a pancadas. Fique de olho no acabamento das bordas e dos furos.
- Cor e acabamento. Além da função, o protetor faz parte do visual da moto. Confira cor, textura e acabamento, principalmente se a moto for original de fábrica e você quiser manter.
- Compare com a peça velha. Mesmo quebrado, o protetor antigo mostra formato, furação e posição das fixações. Levar a peça à loja evita comprar errado.
- Aplicação pelo modelo e ano. O protetor de uma geração pode não servir na outra, mesmo com a moto parecida. Informe o ano e, se puder, o chassi.
Troca do protetor da corrente passo a passo
Com a chave certa e alguns minutos, dá para trocar o protetor em casa. O cuidado principal é não apertar demais o plástico e conferir se nada encosta na corrente.
- Apoie a moto. Deixe a moto estável e, se possível, com a roda traseira no ar. Isso permite girar a roda depois da montagem para conferir se nada encosta.
- Limpe a região. Uma limpeza rápida ajuda a ver os parafusos e evita que areia caia nas roscas da balança na hora de soltar.
- Solte o protetor velho. Retire os parafusos e guarde as buchas e arruelas na ordem. Se a capa for fechada, siga o manual, porque algumas exigem soltar outras peças da balança.
- Confira a corrente e a balança. Com o protetor fora, olhe a folga e o estado da corrente, a guia da balança e as roscas de fixação. Rosca espanada precisa ser resolvida antes de montar a peça nova.
- Posicione o protetor novo. Monte as borrachas e buchas e apresente o protetor na balança. Se precisar forçar para os furos coincidirem, confira a aplicação antes de seguir.
- Aperte sem exagero. O aperto do protetor é firme, mas sem força excessiva. Parafuso bem encostado, com a bucha no lugar, segura a peça sem quebrar o plástico.
- Gire a roda e confira. Gire a roda traseira com a mão e veja se a corrente passa sem encostar no protetor em nenhum ponto. Empurre a balança para cima, se possível, para simular a suspensão trabalhando.
Se as roscas da balança estiverem espanadas ou o protetor não encaixar sem forçar, procure a oficina. Prender protetor com abraçadeira ou arame é improviso que solta com o tempo.
Como fazer o protetor da corrente da Ténéré 250 durar mais
Pouca manutenção, mas alguma atenção: é o que o protetor da corrente pede para durar tanto quanto a moto.
- Corrente regulada. Corrente frouxa bate e raspa por baixo do protetor, comendo o plástico. Manter a folga certa protege o kit e a capa ao mesmo tempo.
- Proteja do sol. Sol forte todos os dias resseca o plástico do protetor. Guardar a moto na sombra ou coberta, quando possível, prolonga a vida da peça.
- Limpeza sem produto agressivo. Na lavagem, prefira produtos suaves. O plástico do protetor resseca com produtos agressivos e com sol, e trinca mais cedo.
- Lubrificante na medida. Excesso de lubrificante na corrente espirra no protetor e junta sujeira. Aplique o necessário e tire o excesso com um pano.
- Não use como apoio. Evite apoiar o pé, a bota ou objetos sobre o protetor. Ele não foi feito para carregar peso e trinca com facilidade, principalmente perto dos furos.
O que não fazer com o protetor da corrente
Antes de mexer no protetor, veja os erros que mais aparecem em moto de dono e de oficina.
- Prender com abraçadeira ou arame. Abraçadeira plástica e arame seguram por um tempo, mas soltam com o sol e a vibração. Protetor solto pode cair sobre a corrente.
- Ignorar o raspado. Barulho de corrente raspando no protetor não é só incômodo: ele come o plástico e indica corrente frouxa ou capa fora de lugar. Resolva logo, antes de a peça furar.
- Apertar demais. Parafuso apertado com força trinca o plástico perto do furo. A trinca cresce com a vibração e a peça nova quebra em pouco tempo.
- Lavar com jato forte de perto. Lavadora de pressão encostada no protetor força o plástico e leva água para dentro da capa. Use o jato de longe e, no fim, seque e lubrifique a corrente.
- Esquecer buchas e coxins. Montar o protetor sem as borrachas e buchas de fixação deixa a peça vibrar e trincar. Elas existem para absorver vibração e limitar o aperto.
Perguntas frequentes
Por que o protetor está raspando na corrente?
Quase sempre é folga demais na corrente ou fixação solta. Regule a corrente, aperte os parafusos e confira as borrachas de fixação. Se o protetor estiver empenado ou derretido por dentro, troque.
Como lubrificar a corrente com capa fechada?
Com capa fechada, a corrente suja menos e dura mais, mas precisa ser lembrada. Siga o manual para acessar a corrente, lubrificar e conferir a folga em todas as revisões.
Protetor de metal é melhor que o de plástico?
Depende do uso. O metal resiste mais a pancada, o plástico é mais leve e vibra menos. Para uso normal, o material original funciona bem. O mais importante é a peça ser da aplicação certa e ficar bem presa.
O protetor da corrente é obrigatório?
Não é recomendado. Sem protetor, a corrente fica exposta, espirra lubrificante na roupa e no garupa e pode puxar tecidos e cadarços. É uma peça barata, e a reposição vale a pena por segurança e conforto.
Vale consertar o protetor da corrente?
Trinca pequena longe da fixação às vezes é colada, mas costuma voltar com a vibração e o sol. Trinca perto dos furos ou orelha quebrada pedem troca, porque o protetor pode soltar.
O protetor entra na troca da corrente?
Não necessariamente. O protetor dura muito mais que o kit. Mas na troca da relação ele costuma ser retirado, e é uma boa hora para avaliar trincas, fixações e borrachas.
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