Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 2002
Preço FIPE do ano-modelo 2002, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Dyna Super Glide FXD usada.
- Custom
- 1.584 cc
- Gasolina
FIPE 2002
Sem preço na tabela
- Moto
- Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD
- Ano-modelo
- 2002
- Geração
- 1999–2005
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810013-6. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD
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Anunciar nesta páginaDyna Super Glide FXD 2002: o essencial
Do ano-modelo 2002, a Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD é uma custom de 1.584 cc. Ela pertence à geração 1999–2005, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por correia dentada. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
O que esperar de uma custom
Custom é a moto de estilo: banco baixo, guidão largo, pedaleiras avançadas e motor de torque forte em baixa rotação. A pilotagem é relaxada, sem pressa, e o visual conta tanto quanto o desempenho. É a escolha de quem gosta de passear, de viajar sem correria e de personalizar a moto do seu jeito.
Muitas usadas vêm com acessórios e alterações de visual. Isso pode valorizar, mas exige olhar a instalação elétrica, o escapamento e saber se as peças originais acompanham a moto. Alteração bem feita soma; adaptação malfeita vira custo.
Medidas de manutenção da Dyna Super Glide FXD 2002
Para a manutenção da Dyna Super Glide FXD 2002, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Bateria: 12V 19Ah AGM selada (H-D 65989-90; equiv. Yuasa YTX20HL-BS)
- Vela de ignição: Harley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX)
- Pneu dianteiro: 100/90-19
- Pneu traseiro: MT90B16
- Óleo do motor: SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3)
- Filtro de ar: papel seco
- Lâmpada do farol: H4 60/55W (halógeno)
- Fluido de freio: DOT 5 (silicone)
Comprando uma Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 2002 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Acessórios de viagem e personalização. Muitos donos de custom e touring personalizam a moto, e parte desse investimento vem junto na compra. Isso é bom, desde que a instalação seja benfeita. Acessório elétrico sem fusível, banco trocado que mudou a posição de pilotagem e escapamento alterado merecem atenção. Pergunte se as peças originais retiradas vêm junto.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
O que a idade pede na Harley-Davidson Dyna Super Glide FXD 2002
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Dyna Super Glide FXD 2002.
- Peças de reposição. Moto antiga depende de peça, e peça antiga nem sempre existe. Pergunte em lojas, a mecânicos e em clubes do modelo o que se encontra com facilidade. Para usadas, prefira desmanches credenciados, que vendem com rastreabilidade; peça sem origem pode ser fruto de furto. Em freio e suspensão, paralela de baixa qualidade não compensa.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 24 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Dyna Super Glide FXD ainda for a original, numa moto de 24 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a Dyna Super Glide FXD 2002 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
Todos os anos da Dyna Super Glide FXD
Anos-modelo da Dyna Super Glide FXD no catálogo, de 2010 a 1995, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Dyna Super Glide FXD 2002
| Cilindrada | 1.584 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Bateria | 12V 19Ah AGM selada (H-D 65989-90; equiv. Yuasa YTX20HL-BS) |
| Vela de ignição | Harley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX) |
| Pneu dianteiro | 100/90-19 |
| Pneu traseiro | MT90B16 |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) |
| Filtro de ar | papel seco |
| Lâmpada do farol | H4 60/55W (halógeno) |
| Fluido de freio | DOT 5 (silicone) |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Dyna Super Glide FXD 2002
As peças desta moto são as da geração 1999–2005. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual pneu usa a Dyna Super Glide FXD 2002?
Dianteiro 100/90-19 e traseiro MT90B16.
Quantas cilindradas tem a Dyna Super Glide FXD 2002?
A Dyna Super Glide FXD 2002 tem 1.584 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Que óleo usar na Dyna Super Glide FXD 2002?
A referência para o motor é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3). Confira no manual o prazo de troca.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para observar vazamentos, ruídos e falhas.
Comprar moto com carburador é bom negócio?
Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita resolve boa parte dos problemas.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para acompanhar a moto daqui para a frente.
Manter uma moto 2002 custa caro?
Depende de quanto a moto foi preservada e da facilidade de achar peças. Modelos que venderam muito costumam ter reposição farta; outros dependem de garimpo. Mecânica simples ajuda, mas moto antiga pede revisões mais frequentes em borrachas, fiação e sistema de combustível.
Moto com 24 anos é isenta de IPVA?
Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo quando não há IPVA.