Piaggio Beverly Tourer 300 i.e. 2010–2012
Ficha técnica, preço FIPE e as 65 peças com página própria para a Beverly Tourer 300 i.e. fabricada de 2010 a 2012.
- Scooter
- 278 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Bateria | 12V 10Ah (YTX12-BS) | referência |
| Fluido de freio | DOT 4 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Piaggio Beverly Tourer 300 i.e.
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Anunciar nesta páginaPeças da Beverly Tourer 300 i.e. 2010–2012
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Beverly Tourer 300 i.e. 2010–2012: visão geral
Entre 2010 e 2012, a Beverly Tourer 300 i.e. manteve a mesma base técnica: uma scooter de 278 cc.
Pela FIPE (outubro de 2026), uma Beverly Tourer 300 i.e. desta geração custa entre R$ 21.146 e R$ 26.411, conforme o ano.
O que cada número da ficha da Piaggio Beverly Tourer 300 i.e. 2010–2012 quer dizer
- Câmbio: automático (CVT)
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: não
- Suspensão traseira: dois amortecedores
Entender a ficha da Piaggio Beverly Tourer 300 i.e. ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Liga ou raiada, com ou sem câmara: dois dados que mudam o que acontece num furo. Sem câmara, o pneu perde ar aos poucos e um reparo com macarrão resolve até a borracharia. Com câmara, o esvaziamento é rápido e o conserto pede desmontar a roda. Raios aguentam melhor o piso ruim, mas pedem conferência de tensão de vez em quando.
- Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
- Refrigeração líquida. O radiador na frente do motor é a marca da refrigeração líquida. Ela mantém a temperatura constante, o que ajuda o motor a durar e a render igual no trânsito e em viagem. Quando a moto para no congestionamento, a ventoinha liga sozinha. Fique de olho no marcador ou na luz de temperatura e no nível do reservatório.
- Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
- Suspensão traseira bichoque. Bichoque são os dois amortecedores traseiros, um de cada lado da roda. É uma solução simples, robusta e barata de manter, muito usada em motos de entrada, cubs e custom. Costuma ter curso menor que a monoamortecida e ser mais firme em buraco, mas aguenta bem peso. Muitos modelos oferecem regulagem de mola em posições, boa para quando vai carregado.
- Freio dianteiro a disco. Freio a disco na frente significa frenagem mais forte e mais fácil de dosar, principalmente com a moto carregada ou em descida longa. Ele também esquenta menos a ponto de perder eficiência e funciona melhor depois de passar por água. Na ficha, o diâmetro do disco e o número de pistões da pinça dão uma ideia da força que ele tem.
- Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.
Como a Beverly Tourer 300 i.e. se comporta no uso
No uso real, a scooter é uma moto de rotina urbana e, nas versões mais fortes, também de estrada. O motor fica perto da roda traseira e o centro de gravidade é baixo, o que deixa as manobras em velocidade baixa fáceis. Para entregas, o porta-objetos e o câmbio automático aceleram o serviço de porta em porta.
Ela sofre em três situações: piso esburacado, que as rodas pequenas e a suspensão curta absorvem mal; ladeiras muito íngremes com garupa, quando o CVT patina e esquenta; e estrada de terra, onde o pneu de asfalto e o assoalho baixo limitam o caminho. No resto, é uma das formas mais simples de andar de moto.
Peças de troca: as medidas da Beverly Tourer 300 i.e.
Na hora de comprar peça para a Beverly Tourer 300 i.e. desses anos, estas são as referências da ficha:
- Bateria: 12V 10Ah (YTX12-BS)
- Fluido de freio: DOT 4
O que revisar na Piaggio Beverly Tourer 300 i.e. 2010–2012 e quando pensar em cada item
Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Beverly Tourer 300 i.e. 2010–2012, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.
- Filtro de óleo. Trocar só o óleo e manter o filtro velho é colocar óleo limpo num circuito sujo. O manual diz em quais revisões o filtro entra, e vale seguir à risca. Na troca, aperte só com a mão e um pouco mais, para não amassar a vedação, e confira se não ficou nenhuma junta velha grudada no motor.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, mesmo com o reservatório fechado. Com água misturada, ele ferve mais fácil numa frenagem longa e o manete fica esponjoso. Por isso a troca tem prazo no manual, em geral contado em tempo. Use só o tipo indicado na tampa do reservatório e faça a sangria direito, sem deixar ar no sistema.
- Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
- Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho quando você solta, em qualquer posição do guidão.
- Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos com frequência.
- Líquido de arrefecimento. Com o motor frio, olhe o nível no reservatório de expansão, entre as marcas mínima e máxima. A troca completa segue o intervalo do manual e inclui sangria do sistema, para não ficar bolha de ar. Nunca abra a tampa do radiador quente. Manchas coloridas embaixo da moto ou cheiro adocicado indicam vazamento.
- Correia de transmissão. Menos sujeira que uma corrente e quase nenhum barulho, desde que bem cuidada. Na revisão, a oficina confere tensão e alinhamento. Entre uma e outra, olhe a correia de vez em quando: rachaduras, desfiados e dentes gastos pedem troca. Evite lavar com produto agressivo e não deixe pedras acumuladas na polia traseira.
A Beverly Tourer 300 i.e. 2010–2012 ano a ano
Valor de cada ano da Beverly Tourer 300 i.e. 2010–2012 na FIPE. O link leva à página do ano:
- Beverly Tourer 300 i.e. 2012: R$ 26.411
- Beverly Tourer 300 i.e. 2011: R$ 21.894
- Beverly Tourer 300 i.e. 2010: R$ 21.146
Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 20%.
Sinais que a Piaggio Beverly Tourer 300 i.e. dá antes de um problema
Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Piaggio Beverly Tourer 300 i.e.. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.
- Freios: manete e pedal. Freio não dá para deixar para depois. Teste o acionamento antes de rodar e, nos primeiros metros, faça uma frenagem leve para sentir a resposta. Ruído de metal raspando, vibração no manete ou freio que demora a agarrar são avisos de pastilha, lona ou disco no limite, ou de ar no sistema.
- Temperatura do motor. Superaquecimento pode deformar o cabeçote e queimar a junta. Por isso, qualquer subida anormal no marcador merece atenção. Ouça se a ventoinha está funcionando no trânsito parado, confira o nível do reservatório com o motor frio e procure manchas de líquido embaixo da moto. Nunca abra a tampa do radiador quente.
- Nível do óleo do motor. Com a moto na posição que o manual indica e o motor parado há alguns minutos, confira o nível pelo visor ou pela vareta. Ele deve ficar entre as marcas de mínimo e máximo. Motor que consome óleo entre as trocas pede atenção, assim como óleo com aspecto leitoso, que pode indicar mistura com água.
- Nível do fluido de freio. Dê uma olhada no visor do reservatório quando conferir os pneus. Nível próximo do mínimo pode ser pastilha gasta, e completar sem trocar a pastilha só esconde o problema. Se o fluido estiver escuro ou o manete esponjoso, a hora da troca chegou. Manchas na pinça ou na mangueira indicam vazamento.
Acessórios para a Beverly Tourer 300 i.e. 2010–2012: o que ajuda de verdade
Antes de encher a Piaggio Beverly Tourer 300 i.e. de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.
- Capacete adequado. Antes de pensar em qualquer peça para a moto, pense na sua cabeça. Um capacete certificado, do tamanho exato e com a cinta sempre afivelada é obrigatório e é o que mais protege num acidente. Troque a viseira riscada, que atrapalha a visão à noite, e substitua o capacete depois de uma queda séria.
- Bolha ou para-brisa. Se a Beverly Tourer 300 i.e. vai pegar estrada com frequência, a proteção contra o vento é um dos acessórios que mais mudam o conforto. Ela reduz o esforço nos braços e no pescoço e deixa a viagem mais silenciosa. Prefira modelos feitos para a moto, com fixação firme, e mantenha a superfície limpa e sem riscos.
- Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
- Antena corta-pipa. A antena corta-pipa, presa ao guidão, corta linhas de pipa esticadas sobre a rua antes que elas cheguem ao pescoço do piloto. Linha com cerol ou chilena é um risco grave, principalmente nas épocas de férias. É barata, simples de instalar e não atrapalha a pilotagem. Confira se a altura passa acima da cabeça.
Perguntas frequentes
Quanto custa uma Beverly Tourer 300 i.e. 2010–2012?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 26.411, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Que bateria usa a Beverly Tourer 300 i.e. 2010–2012?
A bateria indicada é 12V 10Ah (YTX12-BS).
A velocidade máxima da ficha é real?
Velocidade máxima depende de muitas coisas: peso de quem pilota, posição, vento, temperatura e regulagem. Por isso o número, quando aparece, é só referência, e o velocímetro costuma marcar acima do real. Para entender o desempenho da moto, olhe torque, potência e peso, que são medidos com mais rigor.
A potência da ficha é medida na roda ou no motor?
A potência da ficha é medida no motor, sem as perdas da transmissão. Na roda, depois de câmbio, corrente ou correia e pneu, o número é sempre menor. Por isso um teste em dinamômetro mostra menos cv que o catálogo, e isso é normal. Para comparar motos, use sempre o mesmo critério.
Dá para colocar câmara num pneu sem câmara?
Na maioria dos casos, sim: furo pequeno na área de rodagem é reparado e o pneu segue rodando. Câmara dentro de pneu sem câmara não é recomendada, porque esquenta e pode falhar sem aviso. Furos na lateral, cortes e bolhas pedem troca do pneu. Leve um kit de reparo para emergências.
Ficha técnica
| Cilindrada | 278 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Automático (CVT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Piscas | Lâmpada |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da Beverly Tourer 300 i.e. por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| Beverly Tourer 300 i.e. 2012 | R$ 26.411 |
| Beverly Tourer 300 i.e. 2011 | R$ 21.894 |
| Beverly Tourer 300 i.e. 2010 | R$ 21.146 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 822023-9. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.